Blog do Walison - Em Tempo Real

Deputados criticam uso político da greve na PM e defendem governo

Roberto Costa, Bacelar e Edilázio Jr. apontaram ligações dos militares com oposicionistas.

Carla Lima
Da editoria de Política
28/03/2014 00h00
O movimento encabeçado por alguns militares, na tentativa de construir uma greve da Polícia Militar do Maranhão foi considerado um ato político de projeto pessoal do ex-comandante da corporação, coronel Francisco Melo, aliado a partidos da oposição. Foi esta a opinião manifestada em discursos pelo líder do bloco Pelo Maranhão, Roberto Costa (PMDB), e pelos deputados Magno Bacelar (PV) e Edilázio Júnior (PV) que destacaram ainda as ações do governo do estado na área de s…

Secretários que disputarão eleições discutem data para desincompatibilização

Prazo final é dia 4 de abril, uma sexta-feira, mas auxiliares da governadora Roseana devem sair, todos, dia 31 de março.

Gilberto Léda
Da editoria de Política
28/03/2014
Faltando oito dias para o prazo final de desincompatibilização dos ocupantes de cargos no primeiro escalão do Governo do Estado que queiram se candidatar nas eleições deste ano, onze secretários de estado mantêm o desejo explícito de deixar o governo para entrar na disputa – a maioria deles tentará uma vaga na Câmara dos Deputados.

Enquanto a governadora Roseana Sarney (PMDB) não oficializa sua decisão sobre se também sai do cargo para candidatar-se a senadora ou se fica no mandato até o fim do ano, os auxiliares que já sabem que precisarão ser exonerados discutem detalhes sobre a saída.

Problemas com internet e telefone prejudicam serviços em comarcas

Problemas envolvendo internet e linhas telefônicas estão prejudicando as comarcas de Dom Pedro e São Domingos do Azeitão. Os problemas, apesar de não provocarem suspensão do atendimento, limitam as atividades das secretarias judiciais nas duas comarcas, afetando a comunicação e o trabalho com os sistemas do Tribunal de Justiça.

Em Dom Pedro, segundo o juiz titular Carlos Eduardo Coelho de Sousa, o problema no fórum são as linhas telefônicas, que não funcionam desde a quarta-feira, 26. “Esse problema nos impede de realizar qualquer tipo de trabalho interno aqui na secretaria judicial que necessite de uso da internet e dos sistemas Themis e Digodoc”, ressalta o magistrado. A empresa de telefonia já foi contatada, mas ainda não há previsão para solucionar o problema.

Na Comarca de São Domingos do Azeitão, o problema com internet existe desde que a comarca foi instalada no ano de 2007, mas, de acordo com informações da secretaria judicial, o problema se agravou de três meses pra cá. “A situação está prejudicando demais a alimentação nos sistemas. O atendimento ao público está lento, muitas vezes temos que pedir para as partes retornarem em outro horário devido ao não acesso ao sistema”, destaca Jorge Antônio Sales Leite, titular da comarca.

Outro problema causado é que as certidões cíveis e criminais demoram pra ser expedidas por falta de consulta ao sistema. Os boletos para pagamento das custas, às vezes, não são impressos em tempo hábil, prejudicando a distribuição dos processos. “Por causa disso, a Correição Ordinária na Comarca foi prorrogada por falta de acesso aos sistemas”, destacou. A Diretoria de Informática do Tribunal de Justiça já foi informada sobre os problemas em São Domingos do Azeitão.

Assessoria de Comunicação

Para 58,5%, comportamento feminino influencia estupros, diz pesquisa

Filipe Matoso

Do G1, em Brasília

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo, mostra que 58,5% dos entrevistados concordam totalmente (35,3%) ou parcialmente (23,2%) com a frase “Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros”. Segundo o levantamento, 37,9% discordam totalmente (30,3%) ou parcialmente (7,6%) da afirmação – 3,6% se dizem neutros em relação à questão.

O estudo também demonstra que 65,1% concordam inteiramente (42,7%) ou parcialmente (22,4%) com a frase “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”, enquanto 24% discordam totalmente, 8,4% discordam parcialmente e 2,5% se declaram neutros.

A pesquisa ouviu 3.810 pessoas entre maio e junho do ano passado em 212 cidades. Do total de entrevistados, 66,5% são mulheres. A assessoria do Ipea não informou qual o percentual de homens e de mulheres que opinaram especificamente em relação à questão do comportamento feminino.

Por trás da afirmação [‘Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros’], está a noção de que os homens não conseguem controlar seus apetites sexuais.”

Trecho do estudo “Tolerância social à violência contra as mulheres’, do Ipea

No documento sobre a pesquisa, intitulado “Tolerância social à violência contra as mulheres”, que também avaliou opiniões sobre violência e homossexualidade, o órgão afirma que “por trás da afirmação [referente ao estupro], está a noção de que os homens não conseguem controlar seus apetites sexuais”. Na avaliação do instituto, a violência “parece surgir” a partir dessa ideia.

Os entrevistados foram questionados com base em afirmações pré-formuladas pelo instituto, com as quais diziam se concordavam totalmente ou parcialmente, se discordavam totalmente ou parcialmente ou se tinham uma posição de neutralidade em relação ao assunto.

Veja abaixo algumas das principais afirmações sobre violência contra a mulher formuladas pelo Ipea para a pesquisa e os resultados das respostas:

“Homem que bate na esposa tem que ir para a cadeia”
78,1% concordam totalmente
13,3% concordam parcialmente
5% discordam totalmente
2% discordam parcialmente
1,6% se dizem neutros em relação à afirmação

“Dá para entender que um homem que cresceu em uma família violenta agrida sua mulher”
18,1% concordam totalmente
15,8% concordam parcialmente
54,4% discordam totalmente
9,3% discordam parcialmente
2,4% se dizem neutros em relação à afirmação

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“A questão da violência contra as mulheres recebe mais importância do que merece”
10,5% concordam totalmente
11,9% concordam parcialmente
56,9% discordam totalmente
16,2% discordam parcialmente
4,5% se dizem neutros em relação à afirmação

“Casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre os membros da família”
33,3% concordam totalmente
29,7% concordam parcialmente
25,2% discordam totalmente
9,3% discordam parcialmente
2,5% se dizem neutros em relação à afirmação

“Quando há violência, os casais devem se separar”
61,7% concordam totalmente
23,3% concordam parcialmente
8,8% discordam totalmente
3,8% discordam parcialmente
2,4% se dizem neutros em relação à afirmação

“A mulher que apanha em casa deve ficar quieta para não prejudicar os filhos”
7% concordam totalmente
8,5% concordam parcialmente
69,8% discordam totalmente
12,3% discordam parcialmente
2,4% se dizem neutros em relação à afirmação.

“Um homem pode xingar e gritar com sua própria mulher”
3,9% concordam totalmente
4,9% concordam parcialmente
76,4% discordam totalmente
12,8% discordam parcialmente
2% se dizem neutros em relação à afirmação

Constitui importante desafio reduzir os casos de violência contra as mulheres. (…) Uma das formas de se alcançar a diminuição deste fenômeno, além da garantia de punição para os agressores, é a educação. Transformar a cultura machista que permite que mulheres sejam mortas por romperem relacionamentos amorosos, ou que sejam espancadas por não satisfazerem seus maridos ou simplesmente por trabalharem fora de casa é o maior desafio atualmente.”

Trecho do estudo “Tolerância social à violência contra as mulheres’, do Ipea

“A mulher casada deve satisfazer o marido na cama, mesmo quando não tem vontade”
14% concordam totalmente
13,2% concordam parcialmente
54% discordam totalmente
11,3% discordam parcialmente
7% se dizem neutros em relação à afirmação

“Tem mulher que é pra casar, tem mulher que é pra cama”
34,6% concordam totalmente
20,3% concordam parcialmente
26,4% discordam totalmente
8,9% discordam parcialmente
9,5% se dizem neutros em relação à afirmação

Para os pesquisadores do Ipea, as respostas revelam que “constitui importante desafio reduzir os casos de violência contra as mulheres. (…) Uma das formas de se alcançar a diminuição deste fenômeno, além da garantia de punição para os agressores, é a educação. Transformar a cultura machista que permite que mulheres sejam mortas por romperem relacionamentos amorosos, ou que sejam espancadas por não satisfazerem seus maridos ou simplesmente por trabalharem fora de casa é o maior desafio atualmente”.

A pesquisa também formulou frases para averiguar a opinião dos entrevistados em relação à homossexualidade. Veja abaixo:

“Casais de pessoas do mesmo sexo devem ter os mesmos direitos dos outros casais”
31,6% concordam totalmente
18,5% concordam parcialmente
32,6% discordam totalmente
7,9% discordam parcialmente
9,4% se dizem neutros em relação à afirmação

“Casamento de homem com homem ou de mulher com mulher deve ser proibido”
38,8% concordam totalmente
12,9% concordam parcialmente
32,1% discordam totalmente
9% discordam parcialmente
7,2% se dizem neutros em relação à afirmação

“Incomoda ver dois homens, ou duas mulheres, se beijando na boca em público”
44,9% concordam totalmente
14,3% concordam parcialmente
28,2% discordam totalmente
6,9% discordam parcialmente
5,7 se dizem neutros em relação à afirmação

“Jovens (16 a 29 anos) apresentam tolerância maior à homossexualidade, e os idosos (60 anos ou mais) mostram-se mais intolerantes”, avalia o Ipea.

‘Radiografia’ dos estupros
O Ipea divulgou também nesta quinta-feira (27) um levantamento com base em dados de 2011 do Ministério da Saúde sobre os casos de estupros no país.

Intitulado “Estupros no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde”, o documento afirma que naquele ano 88,5% das vítimas eram do sexo feminino, mais da metade tinha menos de 13 anos, 46% não possuía ensino fundamental completo e em 70% dos casos as vítimas eram crianças e adolescentes.

A pesquisa aponta ainda que os principais responsáveis por estupros de crianças foram amigos ou conhecidos (32,2%) e pais ou padrastos (24,1%). De acordo com o levantamento, os adolescentes foram vítimas de estupro, principalmente, de desconhecidos (37,8%) e amigos ou conhecidos (28%). No caso de adultos que sofreram estupro em 2011, 60,5% foram vítimas de desconhecidos.

“Estimamos que, a cada ano, no mínimo 527 mil pessoas são estupradas no Brasil. Desses casos, apenas 10% chegam ao conhecimento da polícia. (…) Obviamente, sabemos que tal análise é condicional ao fato da vítima de estupro ter procurado os estabelecimentos públicos de saúde”, publicou o Ipea no estudo.

O que Gracinaldo e Expedito quiseram dizer votando contra governo de Zito?

O ato dos vereadores Gracinaldo Ferreira (PSL) e Expedito Carneiro (PSDC) de continuarem sentados ajudando na aprovação da convocação da secretária, Rosina Benvindo, para dar explicações sobre a situação da Educação na Câmara deixou o governo Cuidando de Nossa Gente de orelha em pé no Palácio Municipal.

O que os dois fizeram, a meu ver, é agradável aos olhos da população, afinal não há nada de errado em convocar a secretária depois de graves denúncia veiculadas pela TV Globo, dia 9 de março, via programa Fantástico. Mas, convenhamos, certamente a administração dos Rolins tem outra opinião.

É que já mexeram demais neste angu, sopraram as ‘berada’ e, quando todo mundo achou que ia esfriar, os dois parlamentares deram aquela ‘forcinha’ ao requerimento da oposição, personificada nas pessoas de Rodrigo, Carrim, Belo e Chaguinha.

ARQUIVO - Zito, Expedito e Augusto Serra

ARQUIVO – Zito, Expedito e Augusto Serra

Sem os governistas os oposicionistas teriam ficado só na vontade. Agora professora Rosina terá que enfrentar nova via crucius diante de uma turma que não deu ‘nem piti’ pra ela quando esteve na reunião das comissões.

PEGOU MAL

O programa Balança Codó, da TV Cidade, repercutiu a situação esta semana. Jeroan Almada mostrou uma imagem interessante do momento da votação. Pastor Max e Maria Paz foram fiéis aos interesses do governo, claro, levantando-se para mostrar que não estavam de acordo com nova convocação (também acho desnecessária uma vez que não haverá mais nada de novo a apresentar, até TAC já foi assinado com o MPE).

O apresentador, repetindo a imagem, questionava:

“O vereador Pastor Max tá olhando para o Expedito, como quem diz – você não vai levantar? você não vai votar com o governo? você vai votar contra o governo? E adiantando um pouquinho tem a vereadora Maria Paz abrindo os braços, como quem diz assim – você também vai votar a favor do requerimento?”

“Porque que Expedito Carneiro e o Gracinaldo votaram contra o governo? que tipo de insatisfação é essa? O que é que essa secretaria tem pra esconder que a secretária não pode participar de uma audiência pública?”, disse Almada

O QUE ACONTECEU?

O que ficou no ar, e continua, é uma questão salutar – Gracinaldo e Expedito mandaram algum recado para Zito com esta rebeldia ou, simplesmente, cumpriram com seu dever de parlamentar?

Há alguma insatisfação nos bastidores machucando o peito dos edis? E Zito o que pensa disso? já há rumores de que acordou uma fera, no dia seguinte ao protesto velado dos parlamentares.

Nada que uma boa conversa em particular, sem celulares por perto ou aquele gravadorzinho básico debaixo da mesa que lascou com um certo professor num passado não muito distante, não possa resolver, Acredito.

FONTE:BLOG DO ACELIO

Rodrigo Figueiredo cobra implantação do Centro de Hemodiálise em Codó

Rodrigo Figueiredo

 

A saúde pública de Codó foi tema do discurso do vereador Rodrigo Figueiredo (PDT) em sessão plenária realizada na última segunda-feira (24). O líder da oposição chamou atenção para o tratamento de hemodiálise que ainda não é feito no município.

A Hemodiálise é o procedimento executado diretamente no sangue do paciente, por meio de equipamento próprio, no qual o sangue passa por um filtro e retorna ao paciente com uma quantidade menor de impurezas. As seções devem ser realizadas, pelo menos, três vezes por semana.

Em Codó, atualmente, 59 pacientes, segundo dados da Secretaria de Saúde, estão em processo de tratamento na cidade de Caxias/MA. A falta de um departamento para tratamento dos pacientes codoenses no município foi questionada pelo vereador. Rodrigo entende que a prefeitura já poderia ter instalado o Centro de Hemodiálise em razão do sofrimento dos pacientes.

O Centro de Hemodiálise foi uma das principais promessas do governo Zito Rolim em sua reeleição. Foi amplamente divulgada em Codó uma promessa que, infelizmente, não saiu do papel, portanto, ainda não está funcionando em Codó. A teoria não vai aliviar as pessoas que precisam desse tratamento. O prefeito Zito foi releito em 2012, já percorremos todo o ano de 2013 e estamos em março de 2014, mas até agora nada”, alertou o vereador.

Rodrigo Figueiredo lembrou que o deslocamento dessas pessoas se torna um transtorno a mais devido à distância e em muitas vezes as condições do transporte.

É um drama e vão porque são obrigados a irem, porque dependem disso para sobreviver. Vão porque são lutadores, mas as condições não são boas. O transporte não é o que eles merecem. Sobre a ajuda de custo, quero fazer um pedido ao governo municipal, que estude uma maneira urgente de aumentar essa ajuda de custo a esses cidadãos codoenses que precisam fazer o tratamento em Caxias. Hoje, a ajuda que recebem é de 120 reais por mês. É pouco para custear alimentação e estadia nessas viagens. Por favor, que aumente esse valor, porque o que está sendo repassado é um valor pequeno para as despesas que eles têm e na maioria das vezes são pessoas que dependem exclusivamente desse recurso para ter acesso ao tratamento”, disse Rodrigo.

Semana passada o prefeito Zito Rolim informou que o Centro de Hemodiálise ainda não foi inaugurado em Codó devido ao surgimento de problemas na documentação. Sobre as informações do prefeito, o vereador disse o seguinte: “Isso não é desculpa já houve bastante tempo para regularizar qualquer tipo de erro em documentação, mais de um ano. É lamentável, fica aqui nosso repúdio a essa desculpa sem fundamento. Se realmente há erro na documentação, tempo suficiente já teve para ser corrigido. Nós vamos, aqui, continuar fazendo essas cobranças a quem devemos fazê-las que é ao senhor prefeito de Codó, Zito Rolim”, concluiu Rodrigo.

ASSCOM – Vereador Rodrigo Figueiredo

Vereador Max Tony diz que educação do campo tem que envolver todos os níveis e modalidades de ensino

O Vereador Max Tony (PT do B) iniciou suas palavras na última sessão da câmara falando sobre o papel das Comissões e o desenvolvimento de seus trabalhos. Sobretudo, discorrendo que a Comissão de Educação, Cultura, Saúde e Meio Ambiente continuava discutindo os problemas que envolvem a municipalidades e as principais políticas públicas de Codó.

Pastor Max, preocupado com a sociedade codoense

Pastor Max, preocupado com a sociedade codoense

Como é do conhecimento de todos nós, a Educação é um direito de todo e qualquer individuo, e deve ser garantida pelo poder publico a toda população independente desta residir em um meio rural ou urbano. E esse direito garante que o homem do campo tenha acesso a educação pública gratuita e universal em todos os níveis de modalidade. É dentro dessa perspectiva, que nós da comissão de educação temos procurado pautar nossas ações”.

O parlamentar repassou a população o que fora transmitido pela Secretária de Educação durante a reunião da Comissão. Ficou decidido que com as 76 escolas de taipa restantes na zona rural o governo municipal irá substituir 28 escolas de alvenaria em convênio com o governo do estado e recursos do FUNDEB. Das 48 escolas de taipa restantes, 36 (trinta e seis) seriam nucleadas (deslocadas para escolas com estrutura adequada, sendo garantido o transporte escolar). E com as 12 (doze) escolas que ficariam faltando, o governo municipal já estaria elaborando seus projetos para que o governo federal as construísse pondo um fim ao problema.

Vejo aqui uma junção de esforços entre o governo municipal, estadual e federal para acabar de vez com o problema. Isso se tornará um momento histórico para esta casa, para o Prefeito Zito, para a população codoense: o sonho de vermos esse problema ser extinto do nosso município”, declarou Pastor Max

Educação do campo está além da construção de escolas

Pastor Max defendeu na tribuna uma reforma mais ampla para a educação no campo, que não se restrinja apenas construção de escolas e do ensino fundamental.

A compreensão de transformações que temos também deve passar necessariamente por todos os níveis e modalidades do ensino. Ou então com que perspectivas esses jovens sairão do ensino fundamental? Há uma enorme dificuldade para os jovens do campo terem acesso ao ensino médio. Um déficit muito grande. Algo que também tem que ser corrigido. O correto seria construir escolas pólos de ensino médio no campo que pudessem atender essa demanda, com uma pedagogia diferenciada adaptada a vida rural, como acontece hoje com a escola CEQFAM”, explicou.

O vereador concluiu seu discurso preconizando que era preciso a união dos poderes públicos para ações amplas a conjuntas em favor da educação e aos alunos da zona rural. “Precisamos urgentemente pensar no futuro da nossa juventude, integrando definitivamente as políticas de segurança pública às demais políticas como: educação, planejamento familiar, lazer, saúde e geração de trabalho e renda; – Tratar a dependência química de drogas como problema de saúde pública, como uma questão social grave que merece nossa atenção, e realizar um amplo e permanente trabalho de conscientização”.

Indicações da semana

As indicações do Vereador foram bem diversificadas nesta semana. Foi reivindicada a recuperação da estrada vicinal e da Ponte do Povoado Riacho Seco, recuperação da estrada para o Povoado Fazenda Nova e a construção da estrada para o povoado Caatinga. (Ind. Nº 52/2014). Pela a indicação Nº 53/2014 Pastor Max solicitou ao poder público uma barreira de proteção e semáforos para o cruzamento da via ferra em dois pontos no perímetro urbano de Codó. O edil ainda solicitou a secretaria de infraestrutura do município a reforma da Escola Municipal José Farias, na localidade Raposa (Ind. Nº 54/2014).

Ascom/Vereador Max Tony

ELEIÇÕES 2014: Francisco Nagib confirma pré-candidatura à deputado

Francisco Nagib

O jovem empresário, Francisco Nagib, confirmou ao blog do de Sá sua candidatura a deputado nestas eleições. Nagib recentemente esteve em conversa com a governadora Roseana Sarney e saiu da conversa convencido que será candidato a deputado.

“Tive uma conversa com a governadora recentemente e ela disse que devo sair candidato a deputado nestas eleições. O intuito é manter meu nome em evidência e sair fortalecido para as campanhas vindouras”, afirmou Nagib ao blog do de Sá.

O empresário não confirmou se será candidato a estadual ou a federal. A única certeza é que sairá sim candidato a deputado com o apoio da governadora Roseana Sarney e do secretário de Infraestrutura Luis Fernando.

DIVISÃO DE VOTOS

Caso Francisco Nagib saia mesmo candidato a deputado levará muito voto de outros possíveis candidatos na cidade de Codó, e se essa candidatura vier ser a estadual é bem provável que os velhos chefões da política local possam ter uma votação vergonhosa, como exemplo o deputado estadual Camilo Figueiredo.

Nagib pode até não ter tanta experiência política como Camilo Figueiredo, mas pelo menos é visto com mais freqüência por Codó, e isso conta muito na hora do voto. Mas vamos aguardar para ver o andar da carruagem. O certo é que, se Francisco Nagib sair candidato a deputado, sem sombra de dúvida será mais uma opção para Codó.

FONTE: Blog do Leandro de Sá

Preços dos remédios regulados subirão até 5,68%

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (Cmed) fixou ontem (26) as taxas máximas de reajuste nos preços de medicamentos regulados pelo governo. Os reajustes entram em vigor a partir de 31 de março.

Para os remédios com baixa concorrência, que somam mais de 40% do mercado, o reajuste máximo autorizado é 1,02%. Para os medicamentos de alta concorrência, poderão ser reajustados até 5,68%, mesmo percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses. Segundo o Ministério da Saúde, em geral, os reajustes não costumam ser repassados intgeralmente aos consumidores.

Os produtos com maior reajuste representam cerca de 20% dos genéricos no faturamento das empresas. A CMED fixa o valor do ajuste anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei 10.742 de 2003. São considerados no cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do setor.

Fonte: Terra