Blog do Walison - Em Tempo Real

Na volta ao Senado, Aécio se diz vítima de ‘ardilosa armação’ e afirma que vai provar inocência

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) no plenário do Senado Federal, um dia depois de o plenário ter revogado a decisão do STF que o afastou do mandato (Foto: Renato Costa/Framephoto/Estadão Conteúdo)

O Senador Aécio Neves falou em plenário hoje no Senado Federal que está sendo vítima de uma ardilosa armação, uma espécie de conspiração que tem como único intuito desqualificar o seu nome, Aécio falou ainda que é um homem honesto e que o tempo será responsável por por trazer a tona a veracidade dos fatos.

Depois da decisão de ontem no Senado Federal o Senador Aécio Neves está livre para desenvolver as suas atividades parlamentares e poderá retornar a sua vida normal sem ter que ficar em casa durante a noite.

Policia Militar de Codó Efetua Prisão de Dupla com Moto Roubada.

Na noite desta terça-feira  (17/10), por volta das 20:15 hrs a Polícia Militar, quando estava fazendo rondas, pela  cidade, avistou os elementos : Francinaldo Gonçalves Muniz e Raul Fernandes da Silva em atitude suspeita. Foi feita perseguição, porém os mesmos não obedeceram a ordem de parada, sendo que após alguns minutos pararam. No momento da abordagem foi encontrado um revólver calibre 32 com 4 munições intactas e um revólver calibre 22 com 9 munições intactas. A moto que os mesmos andavam, após pesquisa no Sinesp, foi detectado que era roubada de Caxias. Os mesmos foram entregues a DP sem lesões corporais.

Ascom 17° BPM

Multas de trânsito poderão ser parceladas no cartão de crédito

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quarta-feira (18) uma resolução quer permite o pagamento de multas de trânsito com cartões de débito ou crédito.

O valor poderá até ser parcelado, mas com a devida cobrança de juros pela entidade financeira do cartão, como quando as compras a prazo não são parceladas pela própria loja.

A resolução já está em vigor, mas cada órgão de trânsito ainda precisa habilitar as operadoras de cartões para oferecer o serviço, que não é obrigatório.

Alguns órgãos de trânsito já fazem parcelamentos por meio de documentos de arrecadação, geralmente com pagamento do primeiro boleto da dívida na hora de assinar o termo de adesão.

De acordo com o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Elmer Vicenzi, muitos proprietários faziam este tipo de parcelamento apenas para regularizar o veículo, obter o licenciamento ou a possibilidade de transferência, e depois não pagavam o restante das parcelas.

Com a nova regra, cada órgão de trânsito (Detrans, prefeituras, Polícia Rodoviária, Der e Dnit) poderá habilitar empresas financeiras para oferecer a alternativa de pagamento por cartão e quitar dívidas dos proprietários de veículos.

Como o parcelamento será totalmente entre a operadora do cartão e o proprietário, o órgão de trânsito continua recebendo o valor a vista e a regularização do veículo será imediata – não precisa esperar até a última parcela.

Anteriormente, somente multas aplicadas em veículos registrados no exterior poderiam ser arrecadadas com cartões de débito ou crédito.

Fonte: Por G1 MA

Só em 2017 Brasileiros já pagaram R$ 1,7 trilhão em impostos, diz ACSP

Impostômetro registra o valor de R$ 1,7 trilhão nesta quarta-feira (18) (Foto: Reprodução/ACSP)
O valor pago pelos brasileiros em impostos neste ano alcançou R$ 1,7 trilhão por volta de 8h desta quarta-feira (18), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). No ano passado, o mesmo montante foi registrado somente em 11 de novembro, o que revela crescimento da arrecadação tributária.

A marca de R$ 1,7 trilhão equivale ao montante pago em impostos, taxas e contribuições no país desde o primeiro dia do ano. O dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios.

“A cifra de R$ 1,7 trilhão chega influenciada pelo aumento da inflação e pelos setores que pagam mais impostos, como a indústria, com destaque para o arranque do ramo automobilístico”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).
A expectativa, segundo ele, é de que o Impostômetro encerre o ano com cerca de R$ 2,172 trilhões pagos, valor superior às arrecadações dos últimos anos.

O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista.
O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro (www.impostometro.com.br). Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.

Impostômetro – fechamento do ano

*2017: R$ 2,170 trilhões

2016: R$ 2,004 trilhões

2015: R$ 1,992 trilhão

2014: R$ 1,913 trilhão

*Estimativa

Fonte: Por G1

Maioria que conclui ensino superior ganha salário abaixo de R$ 3 mil

Em todo o país, entre os profissionais que concluíram o ensino superior nos últimos dois anos, a maior parte recebe salário inferior a R$ 3 mil, segundo levantamento divulgado hoje (18), em São Paulo, pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp). A pesquisa aponta ainda a desvalorização da licenciatura – enquanto 50% dos profissionais dos cursos de bacharelado recebem abaixo de R$ 3 mil, na licenciatura o percentual sobe para 88%.

Dos oriundos da rede privada, 21,8% ganham menos de R$ 1 mil, 54,4% têm salário entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, 16,8% recebem entre R$ 3 mil e R$ 5 mil e 6,1% têm renda acima de 5 mil. Entre os egressos da rede particular, 23,1% ganham menos de R$ 1 mil, 48,1% estão com faixa salarial de R$ 1 mil a R$ 3 mil, 22,1% recebem de R$ 3 mil a R$ 5 mil e 6,8% têm salário acima de R$ 5 mil.

Para Rodrigo Capelato, diretor do Semesp, a diferença salarial entre aqueles que estudaram em rede pública e particular não é substancial entre recém-formados. Segundo ele, o grande desafio dos cursos de graduação é elevar a renda de quem já trabalha e estuda para melhorar de vida. “As pessoas estão se formando e os salários não estão subindo tanto assim”, explicou.

A maioria dos alunos ainda se matricula em carreiras clássicas do bacharelado, 40% optam por direito, administração, engenharias e ciências sociais. Na comparação entre os salários, os engenheiros têm os de melhor renda: 32,1% ganham entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, sendo que 10% recebem de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Entre os formados em administração, 15,99% encontram-se na faixa salarial entre R$ 3 mil e R$ 5 mil.

Empregabilidade

Segundo o levantamento, 47,09% trabalham na área de formação, 34,3% dos egressos não trabalham e 18,7% atuam em uma área diferente da sua formação. A pesquisa também indicou que 38% entre aqueles que responderam que não trabalham dedicam-se à pós-graduação. Já 12% estão fazendo outro curso de graduação e 48,3% não têm ocupação.

Egressos de entidades privadas e públicas concordam que as instituições de ensino precisam fazer mais parcerias com empresas, investir em aulas práticas e fomentar estágios. O levantamento ouviu 1.445 participantes de 135 cursos diferentes de todo o país, sendo 1.089 formados e 356 pessoas que abandonaram o curso ou ainda estudam. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Da Agência Brasil

Como Já Era de se Esperar: Senado Federal Derruba Medidas Cautelares Contra Aécio Neves

Renato Costa/Folhapress
BRASILIA, DF, BRASIL, 04/07/2017,Chegada do Senador Aécio Neves ao Senado Federal,nesta terça (04). (Foto: Renato Costa/Folhapress, PODER)
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi alvo de medidas cautelares impostas pelo Supremo

TALITA FERNANDES
ANGELA BOLDRINI
DE BRASÍLIA

Em votação apertada, o Senado decidiu por 44 votos a 26 revogar as medidas cautelares impostas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a Aécio Neves (PSDB-MG).

O tucano estava afastado das atividades parlamentares e proibido de deixar sua residência à noite desde o fim de setembro. Gravado por Joesley Batista, da JBS, pedindo R$ 2 milhões, o senador foi denunciado sob acusação de obstrução de Justiça e corrupção passiva.

No total, 71 senadores apareceram para deliberar sobre o caso. Eram necessários 41 votos para a manutenção ou reversão das medidas.

Medidas cautelares contra Aécio - Placar da votação no Senado

Como votaram os senadores

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), abriu a sessão pouco depois das 17h, e afirmou que a votação seria repetida caso não atingisse o número mínimo de votos.

O entendimento não existiu na votação que manteve preso o senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), em 2015. Naquele caso, a maioria era necessária apenas para derrubar a decisão do STF, não para mantê-la —se o placar fosse de 40 a 29 pela prisão, por exemplo, seria mantida a decisão.

ADIAMENTO

A deliberação já havia sido adiada duas vezes. Às vésperas, houve prolongado debate sobre nova postergação, uma vez que preocupava os senadores governistas o possível baixo quorum da sessão, já que havia a perspectiva de muitas faltas.

No entanto, apesar do cenário apertado, os tucanos decidiram não pedir novo adiamento por avaliar que o desgaste de Aécio aumenta entre seus pares à medida que o tempo passa. Com a incerteza do placar, o tucano chegou a enviar carta para os colegas, pedindo o apoio e apelando ao corporativismo da Casa, já que muitos dos senadores também estão em investigação.

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), voltou a Brasília nesta terça apenas para votar. Ele passou as últimas duas semanas em São Paulo tratando uma diverticulite.

Além dele, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que diz ter sofrido um acidente de mula e a princípio não viria, apareceu para votar, em uma cadeira de rodas. Ele votou para manter Aécio afastado.

O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), que passou mal e teve de ser internado, chegou a tempo de decidir a favor de Aécio.

 

Sobrinho volta a brigar pela venda de parte das ilhas no MA pertencentes a Marly e José Sarney

Sobrinho, na verdade, de Dona Marly Sarney, esposa do ex-presidente de República, José Sarney, o médio empresário Gustavo Macieira voltou a brigar pela venda de 12,5% dos metros quadrados de três ilhas no litoral maranhense, sendo a principal a de Curupu. As ilhas pertencem ao casal, e aos filhos Fernando Sarney, Roseana Sarney, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, e a um outro irmão de Dona Marly.

A Ilha de Curupu era de propriedade do médico Carlos Macieira, pai de dona Marly e de mais dois filhos. O pai de Gustavo, Cláudio Macieira, seria um deles.  Gustavo Macieira vem brigando pela venda de parte das ilhas desde 2011, alegando que teria comprado do falecido pai. Ele ainda chegou a contratar uma imobiliária nacional e pediu R$ 20 milhões, mas assim que souberam tratar-se de uma propriedade que envolvia o nome do então presidente do Congresso Nacional, José Sarney, desistiram.

Em 2013, o sobrinho voltou a tentar investir na venda de parte das ilhas pelo mesmo preço: R$ 20 milhões. Ele, assim como em 2011, alegava que precisa do dinheiro para ajudar a sustentar os filhos e pagar dívidas. Em reportagem produzida pelo jornalista e professor  Henrique Bóis, para o Estadão, uma imobiliária local tentou fazer a venda, mas também recuou.

Hoje, o colunista Cláudio Humberto voltou ao assunto. E uma tira do Jornal Pequeno, conhecida por X9, pegou carona. Só que agora o sobrinho baixou para R$ 13 milhões. Como ele garante que tem a documentação legal de parte das ilhas, é bem provável que apareça um comprador; até porque Sarney ficou com a bola murcha e corre de escândalos como o diabo foge da cruz.fonte blogdoluiscardoso

Defesa de Dilma usará depoimento de Funaro para pedir anulação de impeachment

 
Brasília - A presidenta afastada Dilma Rousseff faz sua defesa durante sessão de julgamento do impeachment no Senado (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A ex-presidenta Dilma Rousseff durante sessão em que fez sua defesa no SenadoMarcelo Camargo/Agência Brasil

A defesa da ex-presidente da República Dilma Rousseff disse hoje (16) que vai usar trechos de depoimentos da delação premiada do empresário e doleiro Lúcio Funaro à Procuradoria-Geral da República (PGR) para pedir a anulação do impeachment da petista, afastada definitivamente do cargo em abril de 2016.

Em nota, o ex-ministro da Justiça e advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo diz que as declarações de Funaro confirmam que, conforme a defesa da ex-presidente vem sustentando desde o início do processo, o afastamento é nulo, pois foi encabeçado pelo então presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha e por parlamentares que queriam evitar “a sangria da classe política brasileira”.

Em seu depoimento à PGR, Funaro afirma que Cunha pediu R$ 1 milhão para dividir com parlamentares que votassem a favor do impeachment. O depoimento foi prestado no fim de agosto, mas veio a público na última sexta-feira (13), divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo. A gravação do depoimento está disponível no site da Câmara dos Deputados, uma vez que faz parte dos autos da denúncia contra o presidente Michel Temer e encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à Casa.

“Na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment”, sustenta Cardozo, revelando que a defesa da ex-presidente planeja pedir, nesta terça-feira (17), que cópia do depoimento de Funaro seja reunida aos autos do mandado de segurança que Dilma ajuizou no STF para tentar obter a anulação da cassação de seu mandato.

“Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de Direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade”, acrescenta Cardozo.fonte Alex Rodrigues Agência Brasil

Manual traz orientações para escrever a redação do Enem

Cartilha do Participante – Redação no Enem 2017 já está disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). As regras para a redação não foram alteradas em relação ao ano passado, mas o manual deste ano foi aprimorado para tornar a metodologia de avaliação da redação mais transparente, segundo o Inep. Também está mais evidente o que se espera do participante em cada uma das competências avaliadas.

O manual divulgado hoje (16) detalha todas as competências avaliadas e explica quais critérios serão utilizados nas correções dos textos. O guia também traz oito redações que obtiveram pontuação máxima no Enem 2016, com comentários.

Neste ano, a prova do Enem será realizada em dois domingos. A redação será no primeiro, no dia 5 de novembro, junto com as provas de linguagens, códigos e ciências humanas. No dia 12 de novembro será a vez das provas de ciências da natureza e matemática. O exame será aplicado em 1.724 municípios, para 6.731.203 inscritos.

Redação

A prova de redação exige a produção de um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política. O candidato deve apresentar uma proposta de solução para o problema proposto, a chamada intervenção, respeitando os direitos humanos. Também deve ser apresentada uma referência textual sobre o tema.

O participante deverá defender uma tese, ou seja, uma opinião a respeito do tema proposto, apoiada em argumentos consistentes, estruturados com coerência e coesão, formando uma unidade textual. fonte Agência BRasil