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O tenente-coronel Ciro Nunes Alves da Silva foi preso na sexta-feira (21), após uma discussão com o procurador-geral do Estado do Maranhão, Rodrigo Maia.
O caso ocorreu nas dependências do Tribunal de Justiça, pouco depois do meio-dia.
Maia foi ao local despachar com o presidente da Corte, desembargador Cleones Cunha. O tenente estava no hall de entrada .
Segundo a versão do procurador, ao sair do gabinete da presidência e voltar para a entrada principal do TJ, ele foi abordado por Ciro Nunes, questionando os motivos de o Estado haver recorrido de um decisão judicial determinando sua promoção a coronel da PM.
Houve discussão e, ainda de acordo com Rodrigo Maia, ele teria sido agredido verbalmente com palavras como “bandido”e “moleque” e “vagabundo”.
O tenente-coronel foi convocado a depor no Comando Geral da PM e, depois, na Superintendência Estadual de Combate a Corrupção (SECCOR), quando, então, recebeu voz de prisão em flagrante.
Ele responderá por violência ou grave ameaça contra autoridade e por injúria.
Outro lado
Ao Blog do Gilberto Léda a defesa do tenente-coronel garantiu que não houve agressão física, apenas discussão, e que já foi impetrado um habeas corpus para que seja restabelecida a liberdade do militar.
Surpresa
O coronel Jorge Luongo foi o primeiro a tomar os depoimentos do procurador-geral e do tenente-coronel, ainda no Comando Geral da PM.
Segundo o oficial, ao ser informado de que Ciro Nunes precisaria se dirigir à Superintendência Estadual de Combate a Corrupção (SECCOR) para prestar depoimento, ele não imaginava que seria lavrado um auto de prisão em flagrante, mas tão somente um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Fonte: Blog do Gilberto Léda
