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Os suspeitos de matar David Lima da Silva, vigilante assassinado em João Pessoa na última terça-feira (16), passaram por audiência de custódia nesta quinta-feira (18) e tiveram a prisão convertida para preventiva. Segundo a Polícia Civil, a principal suspeita é de que o crime seja um latrocínio, e mais pessoas estariam envolvidas.
O delegado Gustavo Carleto, da Polícia Civil em João Pessoa, os homens presos na noite da quarta (17) tiveram a prisão convertida em preventiva. Um deles será encaminhado para um presídio de imediato, enquanto o outro permanecerá em custódia até se recuperar de um acidente de motocicleta e só depois será levado a um presídio.
Ainda de acordo com o delegado, mesmo com as prisões, as investigações sobre o crime continuam. A suspeita é de que outras pessoas estejam envolvidas, já que o veículo, a arma e o colete da vítima ainda não foram encontrados. A polícia está procurando as pessoas que estariam ocultando esses objetos.
A principal linha de investigação da polícia continua sendo o latrocínio, quando há roubo seguido de morte. A população pode denunciar possíveis envolvidos através do 197.
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Entenda o caso
David Lima da Silva, de 41 anos, foi morto a tiros enquanto trabalhava na segurança da Escola Estadual Dr. João Navarro Filho, na noite de terça-feira (16). De acordo com a Polícia Militar, moradores da região ouviram discussões e disparos de arma de fogo dentro da escola por volta das 21h, e na manhã desta quarta-feira (17), um outro vigilante de uma empresa de segurança privada encontrou a vítima já sem vida.
No local, foram localizadas manchas de sangue espalhadas por uma área da unidade educacional, o que sugere que o segurança foi arrastado dentro da escola, e ainda não há confirmação de quantos tiros atingiram a vítima.
Ainda segundo a polícia, durante investigações, perceberam que duas salas da escola foram arrombadas e o sistema de câmeras de segurança havia sido violado durante a ação dos suspeitos. Os policiais também informaram que a arma e o carro do vigilante não estavam no local.
O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado da Educação da Paraíba (SEE-PB), que informou estar ciente do caso, mas ainda não emitiu um posicionamento oficial com relação à morte do vigilante. Fonte: G1-PB