Blog do Walison - Em Tempo Real

Homem é encontrado morto após se afogar em açude em Barras, no Norte do Piauí

Homem é encontrado morto após se afogar em açude no Norte do Piauí — Foto: Divulgação/CBMEPI

Um homem identificado como Francisco de Sousa Ribeiro, de 37 anos, foi encontrado morto, na manhã deste domingo (22), após se afogar em um açude na localidade Cabeceiras de Lages, zona rural de Barras, Norte do Piauí.

Segundo o Corpo de Bombeiros do Piauí (CBMEPI), um subgrupamento da corporação, sediado em Esperantina, foi acionado para atender à ocorrência de afogamento na noite de sábado (21).

Uma equipe de mergulhadores do CBMEPI viajou de Teresina até a localidade, no domingo, e começou as buscas pelo homem desaparecido.

Francisco foi achado pelos mergulhadores a 500 metros da margem do açude. O corpo dele foi recolhido e entregue ao Instituto de Medicina Legal (IML).

Confira dicas para evitar afogamentos:

 

  • Evite pular de cabeça devido à possibilidade de pedras ou bancos de areia encobertos pela água;
  • Não consuma bebidas alcoólicas ou alimentos pesados antes de nadar;
  • Priorize áreas delimitadas para banho;
  • Verifique se o local é de difícil acesso ou não;
  • Sempre entre na água acompanhado de uma pessoa que sabe nadar;
  • Lembre-se de que a profundidade pode variar com o tempo, mesmo em locais frequentados anteriormente;
  • Se perceber a água na altura do umbigo, retorne para áreas mais rasas;
  • Para crianças, opte por coletes de espuma ajustáveis ao corpo em vez de boias infláveis, que podem estourar;
  • Mantenha crianças à distância de um braço de um adulto durante o banho;
  • Se ficar em casa, cerque piscinas com grades de pelo menos 1,5 m de altura e use lonas protetoras para evitar acidentes com crianças e animais;
  • Evite deixar baldes e bacias com água acessíveis a bebês.

 

Em caso de acidente ou afogamento, a orientação é acionar a Polícia Militar (telefone 190) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193). Fonte: G1-PI

Adolescente de 17 anos é morto a tiros em residencial na Zona Norte de Teresina

Local de crime, homicídio, no Piauí — Foto: Maria Romero/g1

Um jovem chamado David Ferreira de Sousa, de 17 anos, foi morto a tiros na tarde deste domingo (22), no residencial Parque Brasil III, na Zona Norte de Teresina.

Segundo o 13º Batalhão da Polícia Militar (BPM), os moradores do local relataram que dois homens, em duas motocicletas, trocaram insultos com o rapaz e atiraram contra ele.

A vítima faleceu pouco depois do crime. Os motociclistas fugiram e não foram encontrados pela polícia. As motos que eles pilotavam, deixadas no local, estavam sem placas.

Jovem assassinado na Zona Sudeste

 

Na noite de sábado (21), o jovem Alef Oliveira de Lima, de 23 anos, também foi assassinado com um tiro no peito. Ele morreu na frente da própria casa, no bairro Frei Damião, Zona Sudeste de Teresina.

Ao g1, o 8º Batalhão da Polícia Militar (BPM) informou que um carro parou em frente à residência de Alef por volta das 20h40. Um grupo de pessoas desceu do veículo, ateou fogo à motocicleta da vítima e fugiu em seguida.

Ao sair de casa para tentar conter as chamas, o rapaz foi surpreendido por um homem em outra moto, cujo disparo atravessou o portão e atingiu o peito dele. Alef não resistiu e morreu no local.

Polícia investiga os casos

 

O Instituto de Medicina Legal (IML) foi acionado para ambas as situações e recolheu os corpos das vítimas, que foram identificados e entregues para serem velados e enterrados.

As investigações das mortes de David e Alef serão conduzidas pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). Fonte: G1-PI

Casamentos homoafetivos aumentam 620% nos últimos cinco anos, no Maranhão

Casamentos homoafetivos aumentam  620% nos últimos cinco anos, no Maranhão. — Foto: Cristina Boeckel/G1

Nos últimos cinco anos, aumentou em 620% o número de casamentos em cartórios entre pessoas do mesmo sexo no Maranhão. Só em 2024, houve um total de 353 matrimônios entre pessoas do mesmo sexo no estado. E, nos cinco primeiros meses de 2025, 113 casamentos homoafetivos foram registrados.

Os dados são da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais do Maranhão (Arpen-MA), entidade que reúne os 7.488 Cartórios responsáveis pelos atos de nascimento, casamento e óbito no Brasil.

Segundo a Arpen-MA, o número de casamentos homoafetivos consolidados no último ano é 353% maior que os 78 registrados em 2023 e 443% superior aos 65 realizados em 2014.

O registro civil de casamentos homoafetivos é regulamentado no Brasil desde 2013, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além do casamento homoafetivo, 274 alterações de gênero já foram realizadas desde 2020 nos Cartórios de Registro Civil do Maranhão, sendo 50 mudanças feitas em 2024, representando um crescimento de 267% de aumento em comparação a 2019. E, de janeiro a maio de 2025, 11 mudanças de gênero já foram registradas. As alterações de nome e sexo são regulamentadas nos cartórios do Brasil desde 2018.

“Os registros de nomes e casamentos representam o reconhecimento legal de identidades e vínculos, especialmente para a população LGBTQIA+. Cada ato praticado pelos cartórios é um passo na afirmação da cidadania e na garantia de direitos. Nosso compromisso é assegurar que esses avanços continuem sendo realizados com respeito, acolhimento e total segurança jurídica”, destacou João Gusmão, presidente da Arpen-MA.

 

Os dados divulgados pela Arpen-MA marcam as comemorações do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em 28 de junho.

E um dos atos de celebração da data mais marcantes do Brasil é a Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, realizada neste domingo (22). Todos os anos, milhares de pessoas se reúnem na Avenida Paulista, para comemorar a diversidade de gênero.

PRF apreende 29 tabletes de cloridrato de cocaína escondidos em carga de soja, na BR-135, em São Luís

PRF apreende 29 tabletes de cloridrato de cocaína escondidos em carga de soja, na BR-135, em São Luís — Foto: Divulgação/PRF-MA

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, na manhã desse sábado (21), 29 tabletes de cloridrato de cocaína, que estavam escondidos em uma carga de soja, que era transportada por um caminhão trator, na BR-135, no Maranhão.

A apreensão foi feita por volta das 10h, no km 14 da rodovia federal, em São Luís, quando uma equipe PRF abordou um caminhão vermelho, com placa do estado do Mato Grosso.

Os policiais realizavam uma fiscalização para verificar os equipamentos obrigatórios e as condições do veículo, quando perceberam que a lona de cobertura da carga de soja de um dos semirreboques estava solta. Ao escalar o veículo para verificar a alteração, o policial identificou a presença de um saco de fibra e, ao verificar o conteúdo, identificou ser 29 tabletes de cloridrato de cocaína.

O condutor do caminhão disse aos policiais que recebeu a droga em um posto de gasolina na cidade de Confresa, no Mato Grosso, de um homem não identificado, e que deveria ser entregue em São Luís.

Diante dos fatos, a PRF deu voz de prisão ao condutor e o encaminhou à delegacia de Polícia Civil, junto com a droga e alguns pertences.

PRF apreende 29 tabletes de cloridrato de cocaína escondidos em carga de soja, na BR-135, em São Luís — Foto: Divulgação/PRF-MA

Já a combinação de veículos, caminhão trator e dois semirreboques, ficaram recolhidos no pátio da PRF em São Luís, à disposição da autoridade policial competente, pois o veículo possui grandes dimensões e não seria viável o seu deslocamento nesse momento.

Quanto a carga de 47.960,00 kg de soja, conforme Nota Fiscal, foi entregue ao destinatário junto ao porto do Itaqui. Fonte: G1-MA

Brasil condena ataques de Israel e dos EUA a instalações no Irã

Brasília (DF), 10/04/2023 - Fachada do ministério de Relações Exteriores.

O governo brasileiro vê com grave preocupação a escalada militar no Oriente Médio e condena “com veemência” ataques militares de Israel e, mais recentemente, dos Estados Unidos, contra instalações nucleares, “em violação da soberania do Irã e do direito internacional”, informou, em nota, o Ministério das Relações Exteriores na tarde deste domingo (22).

“Qualquer ataque armado a instalações nucleares representa flagrante transgressão da Carta das Nações Unidas e de normas da Agência Internacional de Energia Atômica. Ações armadas contra instalações nucleares representam uma grave ameaça à vida e à saúde de populações civis, ao expô-las ao risco de contaminação radioativa e a desastres ambientais de larga escala”, diz comunicado do Itamaraty.

Ainda segundo a nota, o governo brasileiro reitera sua posição histórica em favor do uso exclusivo da energia nuclear para fins pacíficos e rejeita “com firmeza” qualquer forma de proliferação nuclear, especialmente em regiões marcadas por instabilidade geopolítica, como o Oriente Médio.

O Itamaraty acrescenta que o Brasil também repudia ataques recíprocos contra áreas densamente povoadas, que têm provocado crescente número de vítimas e danos a infraestrutura civis, incluindo instalações hospitalares, que são especialmente protegidas pelo direito internacional humanitário.

“Ao reiterar sua exortação ao exercício de máxima contenção por todas as partes envolvidas no conflito, o Brasil ressalta a urgente necessidade de solução diplomática que interrompa esse ciclo de violência e abra uma oportunidade para negociações de paz. As consequências negativas da atual escalada militar podem gerar danos irreversíveis para a paz e a estabilidade na região e no mundo e para o regime de não proliferação e desarmamento nuclear”, completa o MRE.

Conflito

Acusando o Irã de estar próximo de desenvolver uma arma nuclear, Israel lançou um ataque surpresa contra o país no último dia 13, expandindo a guerra no Oriente Médio.

Neste sábado (21), os Estados Unidos atacaram três usinas nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Esfahan.

O Irã afirma que seu programa nuclear é apenas para fins pacíficos e que estava no meio de uma negociação com os Estados Unidos para estabelecer acordos que garantissem o cumprimento do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, do qual é signatário.

No entanto, a AIEA vinha acusando o Irã de não cumprir todas suas obrigações, apesar de reconhecer que não tem provas de que o país estaria construindo uma bomba atômica. O Irã acusa a agência de agir “politicamente motivada” e dirigida pelas potências ocidentais, como EUA, França e Grã-Bretanha, que têm apoiado Israel na guerra contra Teerã.

Em março, o setor de Inteligência dos Estados Unidos afirmou que o Irã não estava construindo armas nucleares, informação que agora é questionada pelo próprio presidente Donald Trump.

Apesar de Israel não aceitar que Teerã tenha armas nucleares, diversas fontes ao longo da história indicaram que o país mantém um amplo programa nuclear secreto desde a década de 1950. Tal projeto teria desenvolvido pelo menos 90 ogivas atômicas. Fonte: Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

EUA entram na guerra: secretário-geral da ONU fala em ‘consequências catastróficas’ para o mundo; veja repercussão

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou neste sábado (21) que os bombardeios realizados pelos Estados Unidos contra o Irã representam uma “escalada perigosa em uma região que já está no limite — e uma ameaça direta à paz e à segurança internacional”.

O alerta veio após o presidente norte-americano, Donald Trump, confirmar que autorizou ataques a três instalações nucleares iranianas, nas cidades de Natanz, Esfahan e Fordow. O Irã confirmou que foi alvo das ofensivas.

“Há um risco crescente de que este conflito saia rapidamente do controle — com consequências catastróficas para os civis, a região e o mundo”, declarou Guterres, em nota publicada pela ONU e repercutida pela agência Reuters.

“Apelo aos Estados-Membros para que reduzam a tensão e cumpram suas obrigações sob a Carta da ONU e outras normas do direito internacional. Neste momento perigoso, é fundamental evitar uma espiral de caos. Não há solução militar. O único caminho a seguir é a diplomacia. A única esperança é a paz.”

 

A decisão de Trump de unir-se militarmente a Israel em sua campanha contra o Irã marca uma escalada significativa na crise. Os dois países estão envolvidos em confrontos aéreos há mais de uma semana, com relatos de mortes e feridos dos dois lados.

O primeiro-ministro israelenseBenjamin Netanyahu, elogiou o ataque e afirmou que a decisão de Trump “mudará a história”.

“A história registrará que o presidente Trump agiu para negar ao regime mais perigoso do mundo as armas mais perigosas do mundo”, declarou Netanyahu em um discurso neste sábado.

 

Na América Latina, o presidente colombiano Gustavo Petro se mostrou preocupado com a ofensiva dos EUA.

Durante um evento, Petro alertou que o bombardeio coloca em risco a paz global.

“Este ato incendeia o Oriente Médio […] e não afeta apenas o Oriente Médio, mas todos nós aqui na Colômbia. Também temos que pedir e exigir como seres humanos, cara a cara e sem abaixar a cabeça, exigimos a paz mundial”, afirmou o líder colombiano.

 

O governo da Venezuela também se posicionou contra a ação. Em mensagem publicada no Telegram, o chanceler Yván Gil afirmou que “a Venezuela condena a agressão militar dos EUA contra o Irã e exige a cessação imediata das hostilidades”, segundo a Reuters.

Segundo ele, “a República Bolivariana da Venezuela condena firme e categoricamente o bombardeio realizado pelas forças armadas dos Estados Unidos, a pedido do Estado de Israel, contra instalações nucleares na República Islâmica do Irã, incluindo os complexos de Fordow, Natanz e Isfahan”.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou os ataques como uma “perigosa escalada do conflito no Oriente Médio”.

Em publicação na rede social X, ele disse: “Condenamos energicamente o bombardeio dos EUA contra instalações nucleares do Irã. A agressão constitui uma grave violação da Carta da ONU e do direito internacional e mergulha a humanidade em uma crise de consequências irreversíveis”.

Já o Ministério das Relações Exteriores do México reforçou o apelo pela via diplomática. “A chancelaria faz um chamado urgente ao diálogo diplomático pela paz entre as partes envolvidas no conflito no Oriente Médio”, escreveu o órgão no X.

“Em consonância com os princípios constitucionais da política externa mexicana e com a vocação pacifista do país, reiteramos nosso apelo pela redução das tensões na região. A restauração da convivência pacífica entre os Estados da região é a maior prioridade.” Fonte: G1

Quase 700 mil pessoas têm dívidas com bancos na Paraíba, diz Serasa

Número de brasileiros com dívidas em atraso subiu 0,5% no último ano — Foto: BBC/Getty Images

Na Paraíba, 1,3 milhões dos consumidores não pagam as dívidas dentro do prazo estipulado. Desse número, 689 mil são paraibanos com dívidas de bancos. Os dados são de um levantamento da Serasa.

Nesta pesquisa, a Serasa considera como endividados os devedores que não pagaram dívidas bancárias e que, portanto, são inadimplentes.

De acordo com a pesquisa, as principais justificativas dos consumidores para não honrar os compromissos bancários são:

  • A perda de renda ou o desemprego;
  • Gastos inesperados com questões de saúde ou acidentes;
  • Desorganização financeira.

 

O levantamento também aponta o cartão de crédito como uma dificuldade nacional, mencionada por 69% dos entrevistados. Em seguida, aparecem os empréstimos pessoais, indicada por 56% dos consumidores, e o uso do cheque especial ou limite da conta corrente, com 31%.

Segundo os números levantados, 46% dos entrevistados revelam que já tentaram negociar diretamente com o banco, mas não conseguiram.

Mutirão para renegociação de dívidas

 

Um mutirão para renegociação de dívidas bancárias está acontecendo na Paraíba. A iniciativa é da Serasa em parceria com agências bancárias no estado, com ofertas de descontos de até 97%.

A ação vai até o dia 30 de junho, disponibilizando mais de 7 milhões de propostas. A negociação das dívidas pode ser feita através do site oficial da Serasa. Fonte: G1-PB

Empresário piauiense sofre morte encefálica após ser agredido em Petrolina

Empresário piauiense é agredido por grupo em Petrolina e tem morte cerebral confirmada — Foto: Reprodução /TV Grande Rio

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) está investigando a morte de um empresário natural do Piauí, que foi espancado em um bar, na Avenida Sete de Setembro, durante a madrugada da sexta-feira (20), em Petrolina, Sertão de Pernambuco. A vítima, identificada como Erlan Oliveira, foi agredida por um grupo de pessoas após sair do São João da cidade.

De acordo com informações repassadas pela PC, Erlan teria deixado o evento em um carro de aplicativo com destino a um bar localizado na Avenida Sete de Setembro, no bairro José e Maria. Testemunhas afirmaram que, ao chegar no local, ele entrou em outro veículo que estava com o som de um ‘paredão’ ligado, e desligou o aparelho. A ação teria motivado a reação violenta dos ocupantes do carro. Erlan foi retirado do veículo e espancado pelo grupo.

Ainda segundo a PC, ele foi socorrido e levado a um hospital da cidade, e depois levado para o Piauí, em uma UTI aérea, mas teve a morte cerebral confirmada pelos médicos neste sábado (21).

A Polícia Civil está investigando o caso para identificar os envolvidos no crime. Até o momento, ninguém foi preso. Fonte: G1-PI

Dois jovens morrem e 2 ficam feridos com descarga elétrica ao tentarem remover pipa enroscada em fio na cidade de Timon (MA)

Pipa presa em fio de alta tensão — Foto: Tiago Bezerra/TV Vanguarda

Dois jovens morreram e dois ficaram feridos após sofrerem forte descarga elétrica ao tocarem um fio de alta tensão com um pedaço de madeira. O acidente ocorreu na sexta-feira (20), por volta das 18h30, no bairro Mutirão, em Timon, cidade do Maranhão conurbada a Teresina.

Os dois jovens que morreram foram identificados pela Polícia Militar do Maranhão (PMMA) como: Dalison da Silva Brito, 21 anos, e Francisco de Sousa Santos, 18 anos.

O tenente João Lucas, do Corpo de Bombeiros de Timon, relatou que as vítimas tentavam retirar uma pipa enroscada na rede de iluminação pública. “Eles usaram uma vara de madeira que encostou na fiação de alta tensão”, explicou o tenente.

Os outros dois adolescentes feridos tem 13 e 14 anos. Conforme o major Daniel Kraiske, eles sofreram lesões graves e foram encaminhados ao hospital.

Pipa presa em fio de alta tensão — Foto: Tiago Bezerra/TV Vanguarda

Pipa presa em fio de alta tensão — Foto: Tiago Bezerra/TV Vanguarda

Fonte: G1-PI

Iêmen ameaçou barcos dos EUA no Mar Vermelho se país atacasse Irã

Iêmen, 21/06/2025 - As Forças Armadas do Iêmen ameaçaram neste sábado (21) atacar barcos dos Estados Unidos (EUA) que trafeguem no Mar Vermelho caso o governo de Donald Trump decida entrar diretamente na guerra entre Israel e Irã. Foto: army21yemen/X

As Forças Armadas do Iêmen ameaçaram neste sábado (21) atacar barcos dos Estados Unidos (EUA) que trafeguem no Mar Vermelho caso o governo de Donald Trump decida entrar diretamente na guerra entre Israel e Irã.

Em comunicado, o porta-voz do Exército do Iêmen, Yanya Saree, disse que os militares estarão de prontidão para atacar os navios comerciais e de guerra dos EUA na região.

“Se os americanos estiverem envolvidos com o inimigo israelense em um ataque contra o Irã, as Forças Armadas do Iêmen atacarão seus barcos e navios de guerra no Mar Vermelho. As Forças Armadas estão acompanhando, monitorando toda as ações na região, incluindo movimentos hostis contra nosso país”, disse Saree em uma rede social.

Ainda neste sábado, a agência de notícias Reuters informou que bombardeiros B-2, capazes de perfurar bunkers (estruturas geralmente subterrâneas, projetadas para proteger pessoas e equipamentos de ataques militares) deslocam-se para a Ilha de Guam, no Pacífico, segundo autoridades americanas ouvidas pelo veículo. A informação tensiona o Oriente Médio ante a expectativa da entrada de Washington na guerra.

O Iêmen diz que apoiará qualquer país árabe ou islâmico que esteja exposto à agressão de Israel ou em apoio à resistência dos palestinos. “Não abandonaremos nossos irmãos na Faixa de Gaza e não permitiremos que esta entidade criminosa apoiada pelos Estados Unidos implemente seus planos na região”, acrescentou o porta-voz do governo liderado pelos houthis, no Iêmen.

Os houthis têm atacado embarcações no Mar Vermelho em solidariedade aos palestinos na Faixa de Gaza, além de lançarem, eventualmente, mísseis em direção a Israel. Em maio, os houthis fecharam acordo com os Estados Unidos para não atacar navios daquele país, limitando sua ação contra embarcações israelenses.

Bombardeios B-2

Segundo a Reuters e outros veículos internacionais, como o New York Times, aviões B-2, que podem transportar armamentos capazes de destruir alvos subterrâneos profundos, estão sendo deslocados para o Pacífico. Especialistas alertam que tais aeronaves poderiam ser usadas para atingir instalações do programa nuclear do Irã.

Donald Trump disse que decidiria, em até duas semanas, a posição dos EUA de entrar, ou não, diretamente na guerra entre Israel e Irã.

Enquanto isso, Tel-Aviv informou neste sábado que assassinou o comandante da Força Quds do Irã, Behnam Shariyari, que cuida das relações com milícias apoiadas pelo país no Oriente Médio, como o Hezbollah e o Hamas.

Israel ainda informou que bombardeou novamente a unidade nuclear na província de Isfahan. Esta é a quinta instalação do programa nuclear do Irã atacada por Israel. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou que, apesar de, por enquanto, não ter identificado vazamentos radioativos, há riscos de vazamentos com graves consequências, não só para o Irã, mas para países vizinhos.

A guerra entre Israel e Irã entra no nono dia, com a morte de mais de 430 iranianos e cerca de 30 israelenses, segundo estimativas oficiais dos dois países.

Conflito

Acusando o Irã de estar próximo de desenvolver uma arma nuclear, Israel lançou um ataque surpresa contra o país no último dia 13, expandindo a guerra no Oriente Médio.

O Irã afirma que seu programa nuclear é apenas para fins pacíficos e que estava no meio de uma negociação com os Estados Unidos para estabelecer acordos que garantissem o cumprimento do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, do qual Irã é signatário.

No entanto, a AIEA vinha acusando o Irã de não cumprir todas suas obrigações, apesar de reconhecer que não tem provas de que o país estaria construindo uma bomba atômica. O Irã acusa a agência de agir “politicamente motivada” e dirigida pelas potências ocidentais, como EUA, França e Grã-Bretanha, que têm apoiado Israel na guerra contra Teerã.

Em março, o setor de Inteligência dos Estados Unidos afirmou que o Irã não estava construindo armas nucleares, informação que agora é questionada pelo próprio presidente Donald Trump. 

Apesar de Israel não aceitar que o Irã tenha armas nucleares, diversas fontes ao longo da história indicaram que o país mantém um amplo programa nuclear secreto desde a década de 1950. Tal projeto teria desenvolvido pelo menos 90 ogivas atômicas.  Fonte: Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil