A Delegacia de Polícia Federal em Caxias e a Diretoria de Inteligência da Polícia Militar do Maranhão realizaram operação conjunta de combate ao tráfico de drogas na manhã dessa quarta-feira (19) na cidade de Caxias.
O comandante do Batalhão da Polícia Militar de Caxias, major Ricardo Almeida, recebeu notícia anônima reportando a existência de cultivo ilícito de maconha em propriedade situada na zona rural, repassando as informações ao setor de inteligência e à Polícia Federal que empreendeu diligências a fim de verificar a veracidade da informação.
Após diversas diligências, inclusive com identificação das coordenadas geográficas do local de plantação, equipes da Polícia Federal e Polícia Militar deflagraram operação para erradicação da maconha, culminando na incineração de cerca de 35.775 pés de maconha e outros 410,00 kg da droga já pronta para embalagem e comercialização.
Os policiais também identificaram diversos barracões com mantimentos, invólucros e fitas adesivas para comercialização da droga, além de elaborado sistema de irrigação com poço, tanques, bombas e mangueiras.
Na casa localizada na propriedade foi preso um suspeito natural do estado de Pernambuco na posse de uma espingarda calibre 12 e munições.
Os envolvidos identificados poderão responder pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo (art. 12 da Lei nº 10.826/2003), tráfico de drogas (art. 33, §1º, II, da Lei nº 11.343/2006) e associação para o tráfico (art. 35 da Lei nº 11.343/2006).Por: Ascom/PF, com imagens da TV Mirante
Projeto de microrrede elétrica inteligente garante mais segurança durante os lançamentos
Equatorial Energia desenvolverá uma microrrede que será entregue para o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado na cidade de Alcântara – MA, com o objetivo principal de dar total confiabilidade e resiliência no fornecimento de energia, além de utilizar uma fonte renovável para geração energia em um dos espaços mais importantes do Centro Espacial, sobretudo nos momentos de lançamentos de foguetes e satélites.
A construção e o desenvolvimento da microrrede de energia elétrica inteligente que atenderá cargas críticas nas dependências internas do CLA faz parte do programa de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Equatorial Energia e Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e conta com o Instituto de Energia Elétrica (IEE) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) como parceiro tecnológico de desenvolvimento. O projeto conta também com as parcerias da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Para o Professor Luiz Antonio, coordenador do projeto na UFMA, “Esta pesquisa representa um marco no uso de tecnologia de microrredes no Brasil pois inova no conceito de microrrede voltada para atender as peculiaridades de operação e segurança de um centro de lançamento de foguetes, com requisitos de resiliência, confiabilidade e qualidade de energia. A participação do IEE/UFMA no desenvolvimento deste projeto consolida o grupo como pioneiro em pesquisa aplicada nesta área no Brasil.”
O projeto do Grupo Equatorial Energia, empresa responsável pela construção, pesquisa e desenvolvimento da microrrede nas dependências internas do CLA, engloba o fornecimento do BESS (Battery Energy Storage System) em parceria com a fabricante de equipamentos elétricos WEG Automação. O sistema de armazenamento contará com baterias de tecnologia de íons-litío com potência instalada de 1MW e 1MWh de capacidade de energia armazenada. Esse sistema, juntamente com chaves automatizadas e um sistema de controle que será desenvolvido, vai fornecer uma fonte confiável de energia para as operações do CLA durante momentos de elevada criticidade.
“Nossa participação neste projeto é uma grande oportunidade de mostrar o quanto estamos preparados para atender o crescente mercado de armazenamento de energia por baterias, também no Brasil. Temos tradição no fornecimento de BESS no âmbito internacional e, agora, estamos avançando no desenvolvimento de soluções para controle de microrredes, uma tendência que está crescendo bastante neste mercado”, explica, Manfred Peter Johann, Diretor Superintendente da WEG Automação.
A energia da microrrede será gerada a partir de uma usina de energia solar fotovoltaica de 1,25MWp, capaz de gerar 1.823 MWh por ano, a ser instalada pela Enova Energia. A geração solar aplicada ao projeto reforça os pilares de inovação, sustentabilidade e viabilidade financeira do projeto do Grupo Equatorial Energia. A energia gerada na usina será utilizada para abastecer o consumo dos prédios do CLA, além de interagir com a rede elétrica da concessionária e com o BESS, conforme a estratégia de otimização energética para cada momento de operação do Centro Espacial.
Previsto para entrar em operação em abril de 2022, o projeto vai disseminar o uso da energia solar com sistemas de armazenamento e garantir segurança, qualidade e resiliência no fornecimento de energia durante os lançamentos de foguetes. A microrrede em desenvolvimento também contribuirá para a redução de impactos ambientais, visto que o consumo total de energia elétrica será reduzido e o consumo de diesel será eliminado com o uso dos sistemas de armazenamento.
Para Marcelo Fernandes Augusto Jr, responsável corporativo de Digital e Inovação no Grupo Equatorial Energia, “trata-se de um projeto muito estratégico, tanto pela importância de contribuir com a modernização tecnológica contínua do Centro de Lançamento de Alcântara, contribuindo com a pesquisa científica nacional, assim como para nos especializarmos no desenvolvimento e controle de modelos de microrredes, que possui aplicação cada vez maior e cada vez mais necessária no setor elétrico”.
Sobre a Equatorial Energia
A Equatorial Energia se consolidou no cenário brasileiro, como uma holding de empresas de alta performance e grandes resultados, com forte atuação no setor elétrico nos segmentos de distribuição, transmissão, geração, comercialização, além da área de telecomunicações e serviços. As empresas que fazem parte do Grupo são: Equatorial Maranhão, Equatorial Pará, Equatorial Piauí, Equatorial Alagoas, Geramar, Equatorial Transmissão, Intesa, Sol Energias, Equatorial Telecom e Equatorial Serviços.
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A partir de 2022, para serem identificados como alimentos integrais, os produtos alimentícios à base de cereais precisarão obedecer a dois critérios: a quantidade de ingredientes integrais tem de ser superior à de ingredientes refinados e, pelo menos 30% de todos os ingredientes devem ser integrais.
As novas regras fazem parte de resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no final do mês passado. Entre os alimentos considerados na resolução da Anvisa estão farinhas, massas, pães, biscoitos e cereais matinais. Para entender melhor os impactos das novas medidas, a Agência Brasil conversou com o gerente de Padrões e Regulação de Alimentos da Anvisa, Tiago Lanius Rauber.
“A gente entende como uma forma de dar mais informação ao consumidor e permitir que ele faça a escolha conforme seus critérios e interesses”, diz Rauber. “A gente imagina que vai promover maior consumo de cereais integrais pela população brasileira e também promover a melhoria da qualidade da composição dos produtos, que hoje são vendidos como integrais e que muitas vezes de integral só tem o rótulo mesmo”, acrescenta.
Rauber conta que a resolução foi elaborada a partir de uma demanda por maior transparência nos rótulos de produtos cereais, levada à Anvisa por entidades como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). Segundo o gerente, faltavam inclusive parâmetros para que um produto fosse considerado integral no Brasil, o que acabava ficando a cargo das próprias empresas.
Critérios
Agora pelo menos 30% dos ingredientes precisarão ser integrais, ou seja, conter todas as partes do grão inteiro. A medida é baseada em critérios internacionais. Embora não haja uma uniformidade mundial, a Anvisa procurou estudos que apontassem um percentual mínimo. Além disso, os integrais deverão superar os ingredientes refinados na composição.
Atendidos os critérios, o termo integral poderá aparecer no rótulo. Além disso, haverá a indicação do percentual de integrais. Mesmo os alimentos não considerados integrais poderão colocar no rótulo a porcentagem de integrais. Eles não podem, no entanto, dar a entender que se tratam de produtos integrais, nem mesmo com desenhos que possam enganar o consumidor de alguma forma.
As novas regras entrarão em vigor em abril de 2022. A partir dessa data, os novos produtos deverão atender a esses critérios. Aqueles que já estão em circulação terão, após a vigência da resolução, um prazo de 12 meses para adequação dos produtos, até abril de 2023. As massas alimentícias terão prazo ainda maior, 24 meses, devido à complexidade das adaptações tecnológicas.
Rauber explica que a medida traz maior uniformidade e transparência e não impede a comercialização de nenhum produto. “Não estamos proibindo nenhum produto de ser mantido no mercado, não estamos fazendo intervenção que mude radicalmente os processos de fabricação das empresas. Em tese, não há razão para ter aumento de preço. O que imaginamos que vá acontecer é que o consumidor terá acesso à informação por meio do rótulo”, diz.
Segundo ele, as pessoas poderão escolher se desejam um produto com maior ou menor percentual de integrais. Ele defende que até mesmo aqueles com baixa porcentagem, não considerados integrais, podem ser importantes fontes de nutrientes, sendo também importante a sua produção.
Consumo de fibras
Os alimentos integrais são importantes fontes de vitaminas e fibras. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, divulgada em 2020, os brasileiros estão comendo menos fibras. Esse consumo passou de 20,5 gramas em 2008-2009 para 15,6g em 2017-2018. Segundo a nutricionista Liliana Bricarello, que é professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e colaboradora do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), o consumo diário recomendado para um adulto saudável é de 25g a 30g.
“É importante que sejam estabelecidas essas regras para que a população de fato consuma alimento integral. A longo prazo, isso pode trazer benefícios no sentido de assegurar que aqueles produtos que as pessoas estão comprando são de fato integrais ou tenham pelo menos 30% desses ingredientes”, afirma.
As fibras trazem diversos benefícios e precisam fazer parte da alimentação, de acordo com Liliana. Entre eles estão o bom funcionamento intestinal, a diminuição da taxa de glicose no sangue, redução do colesterol e triglicérides. O consumo de fibras pode também ajudar na prevenção ao câncer de intestino, principalmente porque elas regulam o seu funcionamento, diminuindo o tempo de contato de substâncias que causam a doença com as paredes intestinais.
Liliana ressalta que a recomendação para uma dieta saudável é incluir produtos in natura e reduzir os processados. “Uma das formas de a gente inserir as fibras na dieta também é pelos alimentos integrais. Mas, as frutas, as verduras e os legumes, de forma geral, também garantem o consumo adequado das fibras”.
Adequação da indústria
Procurada, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) disse, em nota, que participa do processo desde o início e entende como positivas as decisões tomadas pela Anvisa. “A nova regulamentação traz critérios de composição e rotulagem claros e objetivos e deverá dar mais segurança para que os consumidores possam fazer suas escolhas de acordo com as necessidades”.
De acordo com a Abia, o prazo para a implementação dos novos requisitos é adequado, “mesmo frente às dificuldades impostas pela pandemia em relação à cadeia de suprimentos, de materiais de embalagens e de matérias-primas”, acrescentou.Por Agência Brasil
Brasília: Prédio da Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Trabalhadores informais nascidos em março recebem hoje (19) a segunda parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 2 poderão sacar o dinheiro.
Na última quinta-feira (13), a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da segunda parcela. O calendário de depósitos, que começou no último domingo (16) e terminaria em 16 de junho, teve o fim antecipado para 30 de maio.
Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.
CALENDÁRIO DA SEGUNDA PARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021 – Divulgação Governo Federal
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da segunda parcela aos inscritos no Bolsa Família começou ontem (18) e segue até o dia 31. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.
calendario_auxilio_parcelas_bolsa-familia, por Arte/Agência Brasil
Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada (veja abaixo guia de perguntas e respostas)
A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.Por Agência Brasil
Nos dias 20 e 21 de maio, o Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Caxias promove um ciclo de palestras sobre Climatologia e Paleo-Geologia. O evento está sendo organizado pelos professores Carlos Jardel Araújo Soares e Aciel Tavares Ribeiro. Eles ministram, respectivamente, as disciplinas de Meteorologia e Climatologia, no curso bacharelado em Zootecnia, e Fundamentos da Geologia e Paleontologia, no curso licenciatura em Ciências Biológicas.
A ideia de realizar o evento, segundo eles, surgiu diante do cenário que impossibilitou a realização de atividades práticas de forma presencial. “O cenário da pandemia impossibilitou o desenvolvimento da realização de atividades de campo, com levantamentos de dados meteorológicos em estações convencionais ou visita técnica à Embrapa Meio-Norte, nossa parceira nas atividades teóricas e práticas sobre Agrometeorologia. Nesse sentido, o evento em formato de webinário nos veio como uma possibilidade real de conectar os alunos, pesquisadores e comunidade em geral”, afirmou Carlos Jardel.
Estudantes, pesquisadores e demais interessados na temática do evento podem se inscrever gratuitamente até quarta-feira, 19 de maio, na página do evento. O evento será transmitido pelos canais do Campus Caxias e do LaECO no YouTube.
Vale gás será entregue a partir desta quarta-feira (19) no MA — Foto: Divulgação
Beneficiários do programa Vale Gás, do Governo do Estado, receberão os vales, em evento nesta quarta-feira (19), na Escola Inácio Passarinho, às 9h. As entregas marcam o Dia ‘D’ da ação e vai contemplar, também, moradores do município de Caxias.
Simultaneamente, em mais 207 cidades, equipes do Governo realizam a entrega do benefício. Ao longo do dia, será feita a entrega dos vales e a recarga dos botijões de gás. O programa Vale Gás tem objetivo de minimizar os reflexos da pandemia da Covid-19 no âmbito social e fortalecer a Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional.
O benefício é concedido com base no Cadastro Único (CadÚnico) para pessoas com renda zero ou mais vulneráveis. O beneficiário terá direito a até três Vale Gás para cargas equivalentes a um botijão de 13 quilos. A ação do Governo vai beneficiar, aproximadamente, 115 mil famílias maranhenses.Por: Secom/ Governo do Maranhão
Com relatos de atrasos da segunda dose da vacina contra o covid-19 em alguns estados, especialistas orientam a população a completar a imunização, mesmo depois do prazo recomendado pelo laboratório.
De acordo com o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o médico pediatra Renato Kfouri, quem não conseguiu tomar a segunda dose no momento agendado deve tomar assim que possível. Kfouri frisou ainda que nenhuma dose é perdida.
“Nestes casos, onde o atraso ocorreu, essa vacinação deve acontecer o mais rápido possível, para que esse esquema seja finalizado o quanto antes. Não há nenhuma informação de que doses aplicadas e que eventualmente não completadas sejam perdidas, muito pelo contrário, o que as vacinas nos ensinam ao longo de décadas de sua utilização, é que nenhuma dose é perdida, o esquema começado só deverá ser completado, jamais reiniciado”, frisa o médico.
Essa é também é a orientação do Ministério da Saúde, que reforça a importância de se completar o esquema vacinal para assegurar a proteção adequada contra a doença. As recomendações estão em uma nota técnica, divulgada no fim de abril pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Esquema vacinal
O médico destaca ainda que a segunda dose não é um reforço, mas um esquema vacinal. “Uma dose só não é suficiente para garantir a imunização, duas doses são necessárias para todas as vacinas [aplicadas no Brasil]. Então não se trata de uma dose de reforço, a segunda dose não é um reforço de uma proteção conferida pela primeira dose, é uma segunda dose que completa o esquema de duas doses. Jamais considere-se protegido após uma única dose, seja da Astrazeneca, da Pfizer ou da Coronavac”.
Quanto aos intervalos, Kfouri esclarece que os intervalos maiores, de 90 dias, permitidos para as vacinas da Astrazeneca e da Pfizer é baseado em estudos. “Esses estudos demostraram que a proteção conferida após a primeira dose, ou seja, a eficácia interdoses foi aceitável acima de 70%, se manteve por esses três meses, isso possibilitou a utilização de intervalo maior, mantendo essas pessoas protegidas enquanto não recebem a segunda dose. Com a CoronaVac não há dados de eficácia da vacina após a primeira dose, por isso o limite é menor, do intervalo entre a primeira e a segunda de 28 dias, e o risco de atraso acaba sendo maior, mas todas elas devem ser feitas dentro do prazo estipulado”.
Kfouri convoca as pessoas que ainda não tomaram a segunda dose para se vacinarem. “Faça o quanto antes, evite atrasos mais longos, complete o esquema e não há necessidade de recomeçá-lo. Essa é a orientação do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Imunizações que faz com que você fique em dia, protegido e vacinado”, finaliza o médico.Por Agência Brasil
Beneficiários do programa Vale Gás, do Governo do Estado, receberão os vales, em evento simbólico, nesta quarta-feira (19), a partir das 8h, na Escola Modelo Remy Archer, na Rua Paraíba, 474 – São Benedito e na UEMA, Rua Léa Archer, 86, Centro. As entregas marcam o Dia ‘D’ da ação e vai contemplar moradores do município.
Simultaneamente, em mais 207 cidades, equipes do Governo realizam a entrega do benefício. Ao longo do dia, será feita a entrega dos vales e a recarga dos botijões de gás. O programa Vale Gás tem objetivo de minimizar os reflexos da pandemia da Covid-19 no âmbito social e fortalecer a Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional.
O benefício é concedido com base no Cadastro Único (CadÚnico) para pessoas com renda zero ou mais vulneráveis. O beneficiário terá direito a até três Vale Gás para cargas equivalentes a um botijão de 13 quilos. A ação do Governo vai beneficiar, aproximadamente, 115 mil famílias maranhenses.
Após ter tido a lei de sua autoria aprovada por unanimidade pelos 19 parlamentares codoenses e na sequência REPROVADA e VETADA pelo PREFEITO ZÉ FRANCISCO, um vereador que se intitula “evangélico” resolveu dar o AR DA GRAÇA e querer mostrar a população codoense que é o PAI DA CRIANÇA quando na verdade não é, o ÚNICO E VERDADEIRO AUTOR DO PROJETO que torna as igrejas, templos e terreiros como serviço essencial na pandemia é o jovem parlamentar Valdeci Calixto que desde que assumiu o mandato não tem medido esforços em se posicionar do lado do povo de Codó.
A população codoense está atenta aos bastidores da política local, as redes sociais estão aí mostrando o que é certo e errado e levando as pessoas e distinguir um lobo em pele de cordeiro e um cordeiro de fato.