Blog do Walison - Em Tempo Real

Preço da gasolina chega a R$ 7,27 e é o mais alto registrado pela ANP

O preço ao consumidor da gasolina comum subiu pela segunda semana seguida e atingiu o valor médio no país de R$7,270 o litro, o mais alto já registrado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O recorde anterior foi verificado na semana de 13 a 19 de março, quando o combustível estava sendo vendido a R$ 7,267, a primeira vez acima de R$ 7.

Dados do Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da ANP indicam que, na semana entre 17 e 23 de abril, a média por região foi menor no Sul, com R$ 7,109, e maior no Centro-Oeste, com R$ 7,440. O maior valor encontrado para a gasolina foi R$ 8,559 e o menor, R$ 6,190. A pesquisa envolveu 5.235 postos de abastecimento.

Na semana anterior, o preço médio do litro da gasolina no país estava em R$ 7,219 e, na semana de 3 a 9 de abril, em R$ 7,192. O aumento verificado da segunda para a terceira semana de abril foi de 0,7%. Na semana anterior, o crescimento havia sido de 0,37%.

A escalada do preço da gasolina se acentuou no ano passado. A primeira vez que o litro da gasolina comum passou de R$ 5 foi em março do ano passado, quando os postos do país cobraram, em média R$ 5,484 pelo litro do combustível. Em setembro do ano passado, o valor atingiu R$ 6,078.

A política de Preço de Paridade Internacional (PPI) da Petrobras foi adotada em outubro de 2016, fazendo com que o preço dos derivados de petróleo no país fossem calculados com base nas variações no mercado internacional. O valor passou, então, a ser fortemente influenciado pelas mudanças no preço do dólar e do barril de petróleo e sujeito a reajustes mais frequentes, que chegaram a ser diários. Por: Agência Brasil

Homem é preso após arremessar tijolo em gato e esfaquear cachorro em Imperatriz

Na noite dessa terça (26), um homem, de 37 anos, foi preso em flagrante após esfaquear um cachorro e arremessar um tijolo em um gato na cidade de Imperatriz, a 629 km de São Luís. A denúncia foi feita à polícia pelo próprio irmão do preso, que é dono do gato que foi agredido.

Ao chegar na residência do preso, os policiais encontraram o cachorro ferido na região do peito e o gato ‘cambaleando’. O suspeito ainda resistiu à prisão e precisou ser algemado para ser encaminhado à delegacia de Polícia Civil.

O homem confessou o crime e tentou justificar a violência alegando que os animais comeram seu jantar que estava em um prato, mas a polícia constatou que não houve ataque nenhum ao homem por parte dos bichos.

De acordo com a Lei de Crimes Ambientais, praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é passível de pena de detenção, de três meses a um ano, e multa. Só em 2021, foram contabilizados em São Luís 39 registros de Boletins de Ocorrências sobre casos de maus-tratos contra animais, na Delegacia do Meio Ambiente.

Onde denunciar

Quem flagrar situações da maus-tratos contra os animais, pode fazer a denúncia de forma anônima, com sigilo garantido.

No Maranhão, a Polícia Civil disponibiliza os seguintes números para que o cidadão possa fazer a denúncia:

* 190 – Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS)

* Disque-denúncia do Maranhão: (98) 3223-5800 – São Luís / (98) 0300 31 35 800 – Interior / (98) 99224 – 8660 – WhatsApp

O cidadão também pode procurar as delegacias de Polícia Civil, em todo o Estado, e fazer o boletim de ocorrência, inclusive eletronicamente, por meio da Delegacia Online, que tem uma aba específica para a denúncia de maus-tratos aos animais.

As pessoas também podem denunciar os casos por meio dos seguintes órgãos:

Ministério Público Federal – A denúncia de prática maus-tratos contra animais pode ser feita diretamente ao Ministério Público, que tem autoridade para propor ação contra os que desrespeitam a Lei de Crimes Ambientais. O registro pode ser feito pelo site do MPF ou pelas ouvidorias dos Ministérios Públicos estaduais.

Federação Brasileira dos Animais – No site da Federação há uma aba para fazer denúncias. Clique aqui para acessar.

Change.org – Mais de 90 abaixo-assinados já foram criados na Change.org desde 2015, totalizando mais de 21 milhões de assinaturas, exigindo que a Justiça puna quem maltrata animais e que o governo adote medidas para prevenir que esse tipo de coisa continue. Veja e assine as petições clicando aqui.

Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal – A associação oferece toda orientação para que você mesmo (a) faça a sua parte. Clique aqui e veja como.

Linha Verde do Ibama – É possível registrar ocorrências de maus-tratos contra animais silvestres através do número 0800 61-8080 ou pelo e-mail para linhaverde.sede@ibama.gov.br.Por: G1 MA

Adiamento de comunidades no WhatsApp é decisão global, diz ministro

O Ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse nesta quarta-feira (27) que a decisão do WhatsApp, de adiar, para depois das eleições, a criação de “comunidades” e outras mudanças no aplicativo de mensagens não sofreu interferência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro reuniram-se com representantes do WhatsApp e da Meta (nome corporativo do Facebook). A reunião foi agendada com o objetivo de elucidar dúvidas sobre possível interferência das autoridades eleitorais brasileiras. Após a reunião, em entrevista à imprensa, Faria contou que as mudanças previstas serão globais e não restritas ao Brasil.

No último dia 14, a empresa anunciou a criação das comunidades, que terão mais pessoas do que os grupos de WhatsApp com 256 usuários. Mas a funcionalidade só estará disponível após as eleições.

Também foram anunciadas mudanças nos grupos já existentes. Uma ferramenta de reações, como a do Facebook, será inserida para que pessoas possam se posicionar sobre as mensagens. Administradores poderão apagar mensagens.

Além disso, será possível compartilhar arquivos com até 2 GB e fazer salas de conversa em áudio com até 32 pessoas.

Lixo eletrônico

De acordo com o ministro, os representantes do aplicativo disseram que a restrição do número de integrantes de comunidades evitam lixo eletrônico similar ao observado em e-mails. “Foi uma decisão global porque eles não querem que o WhatsApp fique como o e-mail, com muitas mensagens que vão para o lixo eletrônico”, disse o ministro.

“Saiu na imprensa que o TSE teria pedido para o WhatsApp não iniciar algumas operações no Brasil antes da eleição. Eles deixaram claro que isso não ocorreu e que as decisões tomadas foram da empresa. É uma decisão do mercado. Então, não tem por que, nem como o Poder Executivo interferir. Somos um governo liberal, a favor do livre mercado”, acrescentou Faria.

Ainda segundo Faria, os representantes explicaram que a decisão por diminui, em caráter global, o reencaminhamento de mensagens tem por objetivo evitar mensagens indesejadas. “Então, nada tem a ver com eleição”, completou. Fonte: Agência Brasil

Senado aprova MP do Prouni e texto volta à Câmara

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária semipresencial. 

Na ordem do dia, o PL 3.846/2021, que cria a bula eletrônica de medicamentos. Segundo a proposta, os laboratórios poderão inserir um QR code nas embalagens

O Senado aprovou hoje (26) a medida provisória (MP) que permite a oferta de bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) a alunos vindos de escolas particulares sem bolsa de estudos. O texto da MP sofreu alterações no Senado e, por isso, retorna à Câmara para nova análise.

Ao ser editada, em dezembro do ano passado, o governo federal justificou que a medida busca ampliar o acesso ao ensino superior a estudantes egressos do ensino médio privado que fizeram o curso com bolsas parciais. O texto, no entanto, também beneficia estudantes de escolas particulares que concluíram o ensino médio sem bolsa de estudos.

Além disso, a MP traz uma alteração na reserva de cotas destinadas a negros, povos indígenas e pessoas com deficiência. Com a medida, o percentual de pretos, pardos ou indígenas e pessoas com deficiência será considerado de forma isolada e não mais em conjunto.

A medida também trazia a possibilidade de dispensa de apresentação do documento que comprove renda familiar e a situação de pessoas com deficiência, quando as informações estiverem disponíveis em bancos de dados de órgãos do governo. Esse dispositivo foi alterado na Câmara, com os deputados aprovando a necessidade de comprovação de renda. O relator da MP no Senado, Wellington Fagundes (PL-MT), no entanto, restituiu a intenção original do governo.

Reclamação

Alguns senadores reclamaram da falta de comprovação na situação socioeconômica dos candidatos às vagas pelo programa. O senador Paulo Rocha (PT-PA) foi um dos que pediu a volta dessa exigência, dispositivo incluído quando da passagem da MP pela Câmara e retirada por Fagundes no Senado. As senadoras Simone Tebet (MDB-MS) e Zenaide Maia (Pros-RN) também se manifestaram no mesmo sentido.

“Eu vejo vários estudantes que vieram da escola privada, estavam pagando uma faculdade e não estão conseguindo pagar. Acho salutar o projeto. Agora, acho que com a dispensa da documentação comprobatória dos critérios socioeconômicos fica difícil”, afirmou Zenaide.

O relator argumentou que a MP facilita o acesso aos interessados em participar do Prouni e retira a burocracia desse acesso. “Estamos trazendo credibilidade à declaração do próprio aluno e à estrutura do governo, no caso o MEC, para que, através dos bancos de dados dos programas sociais, tenha a condição de definir a classificação daquele aluno na condição de beneficiário do Prouni. Com essa medida, estamos desburocratizando”. Fagundes acrescentou que o governo deve “acreditar na boa fé das pessoas”.

A alteração do relator foi votada em separado e a intenção de Fagundes em manter o texto original do governo foi aprovada. Por isso, o texto precisa ser novamente analisado pelos deputados.

Edição: Fábio Massalli Por Agência Brasil

Senado aprova regulamentação do mercado de criptomoedas

FILE PHOTO: Representation of cryptocurrency Bitcoin is seen in this illustration

O Senado aprovou hoje (26) um projeto que traz a regulamentação do mercado nacional de criptomoedas. A proposta traz diretrizes para a “prestação de serviços de ativos virtuais” e regulamenta o funcionamento das empresas prestadoras desses serviços. O texto retorna para a Câmara dos Deputados.

As criptomoedas são um tipo de dinheiro totalmente digital, negociado pela internet. O crescimento acelerado desse mercado em todo o mundo tem gerado preocupação com seu uso para lavagem de dinheiro diante da insuficiência de regulamentação. Para o novo mercado funcionar, as prestadoras de serviços de ativos virtuais terão que obter prévia autorização “de órgão ou entidade da Administração Pública Federal”.

De acordo com o texto aprovado, ativo virtual é “a representação digital de valor que pode ser negociada ou transferida por meios eletrônicos e utilizada para realização de pagamentos ou com propósito de investimento”, com exceção das moedas nacionais tradicionais e ativos já regulamentados em lei. O Poder Executivo terá que indicar um órgão da Administração Pública Federal para definir quais serão os ativos financeiros regulados pela futura lei.

A prestação de serviço de ativos virtuais terá que seguir algumas diretrizes, como a obrigação de controlar e manter de forma segregada os recursos dos clientes. Também terá que adotar boas práticas de governança, transparência nas operações e abordagem baseada em riscos; segurança da informação e proteção de dados pessoais; proteção e defesa de consumidores e usuários; proteção à poupança popular; solidez e eficiência das operações.

Será exigida ainda a prevenção à lavagem de dinheiro, ocultação de bens, direitos e valores, combate à atuação de organizações criminosas, ao financiamento do terrorismo e ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa, em alinhamento com os padrões internacionais.

A regulamentação não valerá para as NFTs (Non-Fungible Tokens). Segundo o relator do substitutivo aprovado, senador Irajá (PSD-TO), a NFT, uma espécie de certidão digital de um serviço, poderá ser regulada pelo Executivo em um ato posterior à aprovação do projeto.

*Com informações da Agência Senado
 

Edição: Fábio Massalli

Câmara aprova retomada da gratuidade no despacho de bagagens

Brasília - Fiscais do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon) realizam fiscalização sobre cobrança de bagagens pelas companhias aéreas (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (26), por 273 votos a favor e 148 contrários, a retomada do despacho gratuito de bagagem de até 23 quilos em voos nacionais e de até 30 quilos em voos internacionais. A mudança faz parte de medida provisória que reformula a legislação do setor aéreo. A matéria segue para análise do Senado.

Os deputados aprovaram emenda da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) que inclui um dispositivo no Código de Defesa do Consumidor proibindo as companhias aéreas de cobrarem qualquer tipo de taxa, em voos nacionais, pelo despacho de bagagens de até 23 kg; e em voos internacionais, pelo despacho de bagagens de até 30 kg.

“As empresas não foram verdadeiras quando afirmaram que iam baixar o preço da passagem se nós permitíssemos aqui a cobrança da bagagem. A maioria desta Casa permitiu, com o protesto de um número expressivo de Parlamentares, e agora todos viram que foram enganados”, destacou a deputada. “Então, é hora de cobrarmos das empresas a parte delas. Se elas estão cobrando tão caro pela passagem, então que deem ao cidadão o direito de ter pelo menos uma mala despachada de forma gratuita”, acrescentou.

Enganados

Diversos deputados se disseram “enganados” pelas empresas aéreas, que defendiam que a cobrança pelo despacho de bagagem iria diminuir o preço das passagens. A medida foi aprovada pelo Congresso em 2017, mas não assegurou a redução dos preços das passagens aéreas.

“Todos os parlamentares do mandato anterior que já deliberaram sobre essa matéria sabem que foram enganados. Nós já votamos pela cobrança das malas para o barateamento das tarifas das passagens. Isso não aconteceu. As passagens ficaram mais caras, a população ainda tem que pagar pela mala, e não há o serviço adequado até hoje pelas companhias. Nós estamos fazendo justiça nesta noite, na Câmara dos Deputados, para não haver a cobrança da bagagem da população brasileira, que já paga uma tarifa exorbitante e abusiva”, afirmou o deputado Sandro Alex (PSD-PR).

Mudanças

A proposta aprovada define o serviço aéreo como uma atividade de interesse público que, mesmo que submetida à regulação, pode ser livremente explorada pelos entes privados. O texto do relator, deputado General Peternelli (União-SP), prevê que qualquer pessoa física ou jurídica poderá explorar serviços aéreos, observadas as normas do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e da autoridade de aviação civil. A proposta também muda valores e tipos de ações sujeitas a taxas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

“Desafios ainda persistem no setor, a exemplo do custo crescente com combustíveis e desarranjo das cadeias de produção mundiais, de forma que a busca por eficiência e simplificação é crucial para melhor saúde financeira das empresas de aviação e para a prestação adequada dos serviços”, justificou o relator.

Segundo o texto, tanto as companhias aéreas quanto os que prestam serviços de intermediação de compra de passagem devem fornecer as informações pessoais do passageiro às autoridades federais competentes.

Mesmo favoráveis à medida, deputados da base governista argumentaram que ainda há mais modificações a serem feitas para desburocratizar o setor aéreo no país.

“Nós temos ainda muitos entraves, muitos problemas, mas eu tenho certeza de que este é um bom começo para se destravar a aviação brasileira, principalmente na sua origem, nos aeroclubes, nas escolas de aviação e no transporte aéreo de menor potencial, de menor grandeza. Por isso, há incentivos claros à aviação geral nesta medida provisória, que trarão, com certeza, muitos frutos daqui a alguns anos”, afirmou o deputado Coronel Tadeu (PL-SP).

Editada pelo governo federal em dezembro do ano passado, a MP já está em vigor e foi regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) com as novas condições do processo de certificação a que devem se submeter as companhias interessadas em explorar o transporte aéreo no país.

Indisciplinados

O texto de Peternelli inclui dispositivo para punir passageiros indisciplinados. A proposta permite que companhias aéreas deixem de vender, por até 12 meses, bilhete ao passageiro que tenha praticado ato de indisciplina considerado gravíssimo. A restrição de venda não poderá ser aplicada a passageiros em “cumprimento de missão de Estado”, como policiais ou militares.

O tema ainda será regulamentado e o texto deverá prever também o tratamento dispensado a esse passageiro no momento do ocorrido. Essa regulamentação também incluirá a forma para que os dados de identificação do passageiro que tenha praticado ato gravíssimo de indisciplina sejam compartilhados pela companhia com outras prestadoras de serviços aéreos.

Oposição

Parlamentares de partidos de oposição tentaram adiar a análise da medida ao obstruir a votação. Para o deputado Afonso Florence (PT-BA) a medida provisória “é perigosa para a vida de brasileiras e brasileiros” ao retirar a competência da Agência Nacional de Aviação Civil para avaliar a proposta de construção de aeródromos.

“Imaginem que ela retira a competência da Anac de avaliar a proposta de construção de aeródromos. Um investidor vai construir uma pista de pouso, de decolagem, sem a aprovação da Anac, para só depois pedir a autorização da agência. Imaginem se, após um investimento de milhões, aquele aeródromo não fosse credenciado? Provavelmente será! E se ele tiver que ser submetido a uma apreciação posterior à construção, por que não é submetido à apreciação antes da construção?”, questionou.

Na avaliação da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), a medida vai, “na prática, aumentar o valor das passagens.”

“Estamos falando de um país de dimensões continentais. Não é possível que o controle, consequentemente, a concessão sobre a circulação neste território seja feita sem nenhum tipo de regulamentação e de acompanhamento do Estado. Isso significa principalmente que os rincões do país, para você poder acessá-los, ou para você se deslocar, as passagens vão ser ainda mais caras do que acontece hoje, sem contar que isso pode aumentar o risco muito grande no trânsito aéreo”, disse. Por: Agência Brasil

China relata primeiro caso humano de gripe aviária H3N8

A China registrou a primeira infecção humana da variante H3N8 da gripe aviária, anunciou na terça-feira (26) a autoridade sanitária do país, que acrescentou que o risco de transmissão para outras pessoas é baixo.

A infecção foi descoberta em um menino de 4 anos da província central de Henan, que havia desenvolvido febre e outros sintomas no dia 5 de abril.

Nenhum contato próximo foi infectado com o vírus, afirmou a Comissão Nacional de Saúde em nota. A criança havia tido contato com frangos e corvos criados em sua casa, acrescentou a nota.

A variante H3N8 foi detectada anteriormente em outros lugares do mundo em cavalos, cachorros, pássaros e focas, mas nenhum caso de H3N8 em humanos havia sido reportado, afirmou a comissão.

A comissão disse que uma avaliação inicial determinou que a variante ainda não tinha a habilidade de infectar efetivamente os seres humanos, e que o risco de uma epidemia em grande escala era baixo.

Muitas variantes diferentes de gripe aviária estão presentes na China, e algumas delas, de maneira esporádica, infectam pessoas, normalmente os mais suscetíveis trabalham com aves. No ano passado, a China reportou o primeiro caso de H10N3 em humanos.

A China tem populações imensas de aves selvagens e criadas para consumo, criando um ambiente ideal para que vírus aviários se misturem e sofram mutações. A vigilância maior sobre a influenza aviária em pessoas também significa que mais infecções estão sendo identificadas. Por: Agência Brasil

Ministério da Educação lança Canal Educação e Canal Libras

O governo federal lançou, nesta terça-feira (26), dois canais voltados para a área educacional: o Canal Educação e o Canal Libras, voltado para quem fala a Língua Brasileira dos Sinais. O lançamento contou com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, e da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O Canal Educação será transmitido em televisão aberta digital em multiprogramação nas capitais onde a TV Brasil possui transmissoras (2.3 no Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Luís; e 1.3 em São Paulo). A programação também estará disponível na TV por assinatura e por meio de satélite para escolas com antena parabólica.

O Canal Libras será transmitido prioritariamente pela internet, mas alguns programas serão retransmitidos pelo Canal Educação.

De acordo com o presidente Jair Bolsonaro, o novo canal de Libras tem como objetivo a inclusão da população surda. Para ele, os canais trarão mais qualificação para os estudantes brasileiros. “Nós temos de agregar valor àquilo que nós temos e como fazê-lo? Através do conhecimento”, disse. “Cada jovem brasileiro é uma pedra que precisa ser lapidada”, concluiu.

Programação

Na grade do Canal Educação estarão programas destinados a elevar a taxa de alfabetização nacional e universalizar a educação, além de produtos que vão auxiliar na capacitação de professores e gestores escolares. Entre os programas estão: Fala CientistaQue Invenção É Essa? e Caminho da Escola, entre outros. “Serão conteúdos variados como aulas remotas, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio [Enem], documentários, programas educativos e culturais de qualidade”, disse o ministro da Educação, Victor Godoy.

O Canal Libras terá uma grade especialmente dedicada à comunidade surda, desde a educação infantil até o ensino superior. Um dos programas será o Bate-Papo em Libras, que terá como entrevistada a primeira-dama Michelle Bolsonaro. “A utilização das Libras é uma forma de garantir a identidade das pessoas surdas e contribuir para a valorização e reconhecimento da cultura surda”, disse a primeira-dama, em um discurso todo feito na Língua Brasileira dos Sinais. Segundo o apresentador do programa, Nelson Pimenta, o programa será uma conversa que, em vez da fala, utilizará as mãos e terá como entrevistados surdos e ouvintes.

De acordo com Pimenta, o intérprete na “janelinha” acaba não estimulando a comunidade surda a assistir a um programa, o que deve mudar a partir do momento em que ela verá um apresentador que “fala a sua língua” na TV.  “Às vezes achamos que usando a língua de sinais você vai segregar, mas não. Usamos a língua própria e isso precisa ser respeitado”, conta, na língua de Libras, Nelson Pimenta.

Canal Libras é um marco para a comunidade surda

O diretor-geral do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), Paulo Bulhões, acredita que essa foi uma grande conquista para a comunidade surda. Segundo ele, anteriormente, houve algumas tentativas de estabelecer um canal voltado para a comunidade surda, mas elas acabaram não avançando e a abrangência era menor do que o alcance do Canal Libras. “Tem criança no interior sem internet, só com canal via satélite. A pessoa na roça, ela conseguirá assistir ao canal”, comentou, em Libras.

De acordo com o professor doutor em linguística pela Universidade de Brasília (UnB) Messias Ramos, a acessibilidade em telas tem de ser difundida. Esse é um direito para que a comunidade surda possa estar em pé de igualdade com os demais. Segundo ele, a maioria das redes privadas precisam se adaptar ao quesito acessibilidade. “Muitas vezes o surdo perde a informação porque a TV não tem. É um sonho você trazer a TV e vê-la toda acessível”, comemora.

Participação da EBC

Empresa Brasil de Comunicação (EBC) vai participar deste projeto, com atrações produzidas por sua equipe, como o programa semanal de entrevistas Falas da Educação, que trará especialistas para debater as melhores práticas para a educação, e o Bate-papo em Libras.

Para as gravações, serão utilizados os estúdios da EBC em Brasília (DF), no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP). A equipe também deve se deslocar por todo o país para produção de material.

Edição: Claudia Felczak Agência Brasil

ONU estima 8,3 milhões de refugiados da Ucrânia este ano

Ucrânia Refugiados

A agência de refugiados da ONU (Acnur) está esperando que cerca de 8,3 milhões de pessoas fujam da Ucrânia este ano, revisando para cima sua projeção anterior, disse um porta-voz nesta terça-feira (26).

Mais de 12,7 milhões de pessoas fugiram de suas casas nos últimos dois meses, incluindo 7,7 milhões de pessoas deslocadas internamente e mais de 5 milhões que fugiram através das fronteiras, disse a porta-voz do Acnur, Shabia Mantoo, em entrevista coletiva.

O Acnur havia estimado anteriormente cerca de 4 milhões de refugiados na sequência imediata da invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro, mas o número foi ultrapassado no mês passado.

“A escala da crise, definitivamente a rapidez da fuga de pessoas, não temos visto nos últimos tempos”, disse Mantoo.

A Síria continua sendo a maior crise atual de refugiados do mundo, com 6,8 milhões de pessoas tendo fugido, acrescentou. Fonte: Agência Brasil

GOVERNO IMPLANTARÁ FAZENDAS SOLARES EM CODÓ E MAIS TRÊS CIDADES

Nesta segunda-feira (25), no Palácio dos Leões, o governador Carlos Brandão recebeu o presidente da Atua Energia, Jorge Maciel. A reunião, que teve como foco o debate sobre soluções energéticas para os pequenos e microempresários do Estado, resultou em uma parceria para a instalação de fazendas solares de geração distribuída, em cidades como Codó, Brejo, Anapurus e Santa Inês, inicialmente.

Presente em 11 estados da federação, a Atua Energia, que pertence ao Grupo Incospal, fará um investimento de R$ 100 milhões de reais no Maranhão. A empresa atende desde pequenas empresas e condomínios, até grandes redes empresariais, que desejam produzir sua própria energia, para reduzir custos e potencializar resultados.

Com a chegada dessa empresa, o Maranhão terá produção de energia através da energia solar. É uma energia limpa, barata. É a energia do futuro, proporcionando aos pequenos investidores o acesso a essa energia até 20% mais barata. O que vai levar desenvolvimento aos municípios e, consequentemente, ao nosso Estado”, afirmou o governador Carlos Brandão.

Para o presidente da Atua Energia, Jorge Maciel, a parceria oportuniza, ao pequeno e microempresário maranhense, uma economia na conta mensal que pode ser convertida em reinvestimento no negócio, e até mesmo na contratação de pessoal.

A gente está trazendo esse investimento para atender o pequeno/microempresário e oportunizar a produção da sua própria energia solar, com o selo verde, e ainda conseguindo uma economia na sua conta mensal”, frisou o presidente.

O Jorge Maciel explicou, ainda, que a partir da locação das usinas da Atua, os empreendedores, sem a necessidade de investimentos ou intervenções, poderão conseguir uma economia que costuma chegar em até 20%.

A Atua faz fazendas solares de geração distribuída e loca frações dessas usinas solares para o pequeno e microempresário. Então, ela permite que o empresário, sem necessidade de investimento, sem preocupação em licenciamento, possa adquirir placas, construir; esse empresário consegue, através da modalidade de locação, produzir a sua própria energia e, normalmente, alcança até 20% de desconto em sua conta”, ressaltou.

FONTE: Governo do Maranhão, via Diário Codoense