A cidade de Timbiras sempre foi conhecida nos anais da HISTÓRIA maranhense como uma cidade de pessoas sensatas, acolhedoras, hospitaleiras, humildes e acima de tudo éticas e fieis aos princípios da moral e da BOA VIZINHANÇA, uma cidade em que desde o período que foi emancipada através de decreto sancionado pelo saudoso Presidente do Estado do Maranhão Urbano Santos passando a ser chamada em 27 de março de 1920 de Monte Alegre, nunca sequer e em momento algum de sua existência teve tendências ou práticas de hostilizar pessoas, quem quer que fosse, principalmente aos que não nasceram nesse PEDACINHO DO CORAÇÃO DE DEUS, mais que por algum motivo ali chegaram e se encantaram com essa TERRA que emana AMOR E PAZ.
Os timbirenses sempre estiveram abertos aos visitantes, aos que declaram amor por essa TERRA e em especial aos que por algum motivo escolheram essa PEDACINHO DO CORAÇÃO DE DEUS para morar.
Marcelo Pires é uma dessas pessoas que não é filho de Timbiras de sangue, mais com o passar dos tempos se tornou FILHO DE TOGA, um jovem idealizador e cheio de sonhos que por onde quer que passa, sempre faz questão de exaltar o seu amor incondicional e único por esse PEDACINHO DO CORAÇÃO DE DEUS, um homem sensato que construiu ao longo dos anos um vasto leque de amizades que só se agiganta dia após dia em meio a sociedade timbirense, Marcelo Pires é o que nós podemos nomenclaturar como um timbirense de coração, um timbirense de FATO, um autentico AMIGO DO POVO DE TIMBIRAS doa a quem doer, esse amor foi plantado e as sementes germinaram através das boas amizades e reconhecimento não necessariamente das suas ações já desenvolvidas ou por serviços prestados, mais pela essência daquilo que ele tem de melhor dentro de se que é o AMOR.
A sociedade de Timbiras repudia todo e qualquer tipo de hostilidade, homofobia, desrespeito, falta de ética e desvios daquele que é considerado um dos mais importantes princípios deixados pelo Messias que é o AMOR ao PRÓXIMO, os timbirenses jamais levantarão a bandeira da segregação e sempre estarão abertos as práticas da boa vizinhança e da receptividade tanto aos brasileiros, como aos seres humanos de outras nacionalidades.
