O ex-presidente voltou a citar o habeas corpus pedido pela sua defesa, que busca anular a condenação no caso do tríplex do Guarujá (SP).

“Basta ver meu habeas corpus que está há dois anos esperando julgamento. Porque politicamente pra eles não é conveniente”, disse.

“A essa altura todo mundo já deveria ter entendido que minha prisão não teve nada a ver com um processo jurídico… Nunca entendi aquilo como uma prisão, sempre soube que era um interdito pra que eu não fosse candidato. Pra impedir o povo de me eleger presidente”, publicou.

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Encontro entre Huck e Moro

De acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, Moro e Huck tiveram um encontro na casa do ex-juiz no dia 30 de outubro. O convite teria partido de Moro. No jantar, foram debatidos os pilares da candidatura hipotética. Seriam 3:

  • Liberalismo econômico;
  • Combate à corrupção;
  • Redução das desigualdades.

Não ficou definido, segundo o jornal, quem seria o cabeça de chapa e quem ocuparia a vice. Essa definição teria ficado para o ano que vem, dada a distância atual para as eleições de 2022.

Ainda não está claro por qual -ou quais- partidos a dupla concorreria. Huck tem proximidade com o Cidadania. Moro, com o Podemos.

Caso a construção dê certo, a chapa seria uma alternativa de centro e centro-direita à polarização entre Jair Bolsonaro e a esquerda, que dominou a campanha vencida pelo atual presidente em 2018.

No campo da esquerda, teria como rival uma candidatura petista e Ciro Gomes (PDT), que deve concorrer novamente.

Moro foi ministro da Justiça de Bolsonaro até abril deste ano, quando pediu demissão alegando interferência política na Polícia Federal.Fonte Poder 360.