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Descida de Boia no Rio Parnaíba reúne 500 pessoas no interior do Piauí;

Rosa Roisinblit, 88, vice-president of the Argentine human rights group Grandmothers of the Plaza de Mayo, shows a picture of her daughter Patricia who was kidnapped by the ruling military junta when she was eight months pregnant in October, 1978, and never seen or heard of again, in her Buenos Aires apartment February 19, 2008. Roisinblit's grandson, Guillermo, was born to Patricia in captivity and forcibly adopted by a family with ties to the Dirty War dictatorship, remaining unknown to Rosa until an anonymous tip-off led her to him after 22 years of searching. The Grandmothers have recovered about 88 grandchildren in their 30 years of activity and continue to search for some 500 others believed to have been born in captivity to their daughters. Rosa continues to search for her daughter Patricia. Picture taken February 19. REUTERS/Carolina Camps (ARGENTINA)

A 3ª edição da Descida de Boia do Rio Parnaíba reuniu cerca de 500 pessoas neste domingo (7), em Floriano, no Sul do Piauí. O evento já se tornou tradição na cidade e atrai moradores e visitantes.

Criada por um grupo de amigos liderado por Reinaldo José, a descida cresceu e hoje envolve famílias, jovens e amantes da natureza em um trajeto de lazer e aventura pelo rio.

A concentração começou às 7h30 no cais da Beira-Rio. Caminhões levaram boias, caiaques, botes e embarcações artesanais feitas com isopor e madeira.

De lá, os participantes foram de ônibus e vans até Caldeirões, a 15 km do Centro. No local, houve café da manhã coletivo, oração e instruções de segurança.

Por volta das 11h, todos estavam equipados com coletes salva-vidas e protetor solar. Em grupos, entraram na água com boias, caiaques, stand up paddle, botes infláveis e embarcações improvisadas.

Estrutura e segurança

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Piauí acompanhou o trajeto com jet skis e barcos durante todo o percurso. A organização também ofereceu três jet skis e dois barcos de apoio para ajudar quem precisasse de ajuda durante a descida.

Após cerca de 5 km, os grupos fizeram uma parada para descanso, banho e integração. Um dos pontos mais esperados foi a “cachoeira”, trecho com correnteza forte que aumenta a emoção do percurso.

Lazer e tradição

 

A descida terminou por volta das 16h, no cais de Floriano e na prainha de Barão de Grajaú (MA), após cerca de cinco horas de trajeto.

De acordo com os organizadores, o objetivo é resgatar uma prática antiga entre os jovens da região, agora com mais estrutura e segurança, incluindo uso obrigatório de coletes e equipamentos.

“A ideia é unir lazer, diversão e contemplação da natureza, fortalecendo também os laços entre famílias e amigos, de uma forma segura”, destacou a organização. Fonte: G1-PI

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