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Segundo a polícia, Luís Ryan Rabelo feriu um policial com um tiro no pé. Em reação, os policiais o mataram.
Material apreendido durante operação que terminou com um morto, em Itinga do Maranhão — Foto: Divulgação/Polícia Civil
Uma operação da Polícia Civil do MA, com apoio da Polícia Civil do Pará, resultou em uma troca de tiros com vários feridos e um morto, em Itinga do Maranhão.
Segundo a polícia, o alvo era um grupo que teria participação no assassinato de Cícero Rodrigo da Silva, no dia 6 de janeiro. Nesse dia, ele estava em um bar, no bairro Jardim Planalto, quando dois indivíduos encapuzados chegaram ao local e o executaram com disparos de arma de fogo. Uma mulher que estava no local também ficou ferida.
O motivo do assassinato seria que Cícero era de outra facção criminosa e estava vendendo drogas em seu estabelecimento comercial, o que atrapalhava o comércio de outras bocas de fumo.
No dia do crime, a Polícia Civil afirmou que um dos autores se tratava de Luís Ryan Rabelo de Carvalho, membro de uma facção criminosa e foragido da justiça paraense, onde possui dois mandados de prisão em aberto devido a um roubo mediante sequestro, em setembro de 2023, no qual um empresário foi obrigado a enviar dinheiro aos bandidos.
Já o comparsa de Ryan no crime seria Kayo Kennedy Aires Cipriano, conhecido como ‘Pará’, ou ‘Salatiel’, que já foi condenado por tráfico de drogas.
Operação
Após as investigações, a Polícia Civil pediu a apreensão de bens e a prisão de Kayo e Ryan. A Justiça autorizou e, nesta terça-feira (16), policiais foram até um imóvel no bairro São Sebastião, onde havia suspeita que funcionava como ponto de venda de drogas.
No local, a Polícia Civil afirma que Ryan recebeu os policiais a tiros. Houve troca de tiros e um dos policiais levou um tiro no pé. Em reação, Ryan acabou morto pelos tiros da polícia. Já Kayo não estava no local durante o confronto e fugiu.
Na residência de Ryan, a polícia afirma que encontrou a mulher dele, Sabrina que tinha sido baleada no pé e acabou presa e levada para a Unidade Prisional de Ressocialização de Açailândia. Na cada de Ryan também foram achados:
- 1 revólver calibre .38, com numeração suprimida
- 1 coldre para arma de fogo
- 2 pedras de crack
- 87 porções de crack prontas para venda
- R$ 99 em dinheiro
- Materiais usados para a preparação da droga
Já na residência de Kayo, a Polícia Civil afirma que encontrou uma espingarda e uma pequena porção de maconha. A sogra do suspeito foi conduzida a delegacia, onde foi autuada por crime de posse ilegal de arma de fogo, mas ela pagou fiança e foi libertada. Fonte: G1-MA