Policiais rodoviários federais entraram em contato com os representantes das empresas de fumo e constataram que os produtos possuíam fortes indícios de falsificação.
Na manhã da última quarta-feira (5), no km 564 da BR-316, no município de Caxias, uma equipe PRF abordou uma caminhonete transportando, sem qualquer documentação, um carregamento de substância utilizada por fumantes, de diversas marcas e falsificado, conhecido popularmente como “fumo”.
Após realizarem busca veicular e constatarem a presença do carregamento de fumo, os policiais indagaram o condutor sobre a procedência dos produtos. O homem declarou que comprou a mercadoria em Juazeiro do Norte, através de caminhoneiros e que estava se deslocando até a cidade de Santa Inês para trocar tal mercadoria.
Em razão da ausência das notas fiscais durante a fiscalização e objetivando verificar a idoneidade das mercadorias, os policiais rodoviários federais entraram em contato com os representantes das empresas de fumo e constataram que os produtos possuíam fortes indícios de falsificação.
Por fim, ocorrência e mercadorias foram encaminhadas para Delegacia de Policia Civil em Caxias para adoção das providencias cabíveis.Por: gov.br
O governo federal vai exigir que plataformas criem canais abertos e ágeis para atender solicitações das autoridades policiais sobre conteúdos com apologia à violência e ameaças a escolas nas redes sociais, como a retirada desses perfis, informou nesta segunda-feira (10) o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
O ministro cobrou ainda monitoramento ativo das plataformas em relação a ameaças. As plataformas serão notificadas formalmente nesta semana sobre os perfis e conteúdos suspeitos identificados pela pasta da Justiça em conjunto com as polícias dos estados.
Quem descumprir a notificação poderá sofrer sanções, como ser alvo de investigação da Polícia Federal e de medidas determinadas pelos ministérios públicos.
“Estamos vendo pânico sendo instalado no seio das escolas e das famílias e não identificamos ainda a proporcionalidade de reação das plataformas com essa epidemia de violência que ameaçam nossas escolas nesse momento”, disse em entrevista à imprensa. “Deixei claro na reunião que, se a notificação não for atendida, vamos tomar as providências policiais e judiciais contra as plataformas. Obviamente, não desejamos isso. Desejamos que as plataformas nos ajudem.”
O ministro reuniu-se hoje com representantes das empresas Meta, Kwai, Tik tok, Twitter, YouTube, Google e WhatsApp para debater ações de prevenção à violência nas escolas e evitar ataques como o ocorrido em uma creche em Blumenau, Santa Catarina, na semana passada, que levou à morte de quatro crianças e deixou várias feridas.
Até o momento, o ministério identificou mais de 511 perfis com divulgação de conteúdo violento contra escolas, identificados nos dias 8 e 9 de abril, somente no Twitter.
De acordo com o ministro, para não retirar o conteúdo e os perfis, as empresas argumentam respeito aos termos de uso e liberdade de expressão. Dino citou um caso em que foi solicitada a retirada de perfis com nome e fotos de homicidas. A plataforma alegou que somente pode derrubar se o perfil postar alguma mensagem de apologia à violência.
O ministro ressaltou que os termos de uso “não se sobrepõem à Constituição, à lei, não são maiores que a vida das crianças e adolescentes brasileiros”.
“Estamos em uma fronteira em que oportunistas vão ensaiar o argumento falso de que nós estamos tentando, de algum modo, limitar a chamada liberdade de expressão. Liberdade de expressão não existe para veicular imagens de adolescentes mutilados. Não existe liberdade de expressão para quem está espalhando pânico e ameaças contra escolas. Não existe liberdade de expressão para quem quer matar crianças nas escolas. Não há termo de uso que consiga, juridicamente, servir de escudo para quem quer se comportar de maneira irresponsável”, afirmou.
Sobre o funcionamento do algoritmo das redes e o fato de recomendarem a visualização de conteúdos violentos, o ministro ressaltou que as plataformas devem ser responsabilizadas por esse tipo de recomendação. “Não estamos dizendo que as plataformas de tecnologia são as únicas responsáveis pelo discurso de ódio nas escolas. Sabemos que há múltiplas determinações. Porém, não há dúvida de que, no modo como a sociedade contemporânea se estrutura, um nó fundamental, um elo fundamental na cadeia da violência nas escolas está exatamente na propagação desse discurso por intermédio dessas postagens”, disse.
O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), do Ministério da Justiça, registrou grande circulação, no Brasil e no exterior, de mensagens com conteúdo de violência referente ao dia 20 de abril. Na entrevista, Flávio Dino descartou risco de ataques na data e ressaltou que a pasta faz monitoramento diário.
“Não há nenhuma razão, neste momento, para pânico. O que há é necessidade de fortalecimentos dos mecanismos institucionais e é decisivo o comportamento das plataformas de tecnologia para que possamos ter uma prevenção geral”, disse. No dia 20 de abril de 1999, ocorreu o massacre na escola Columbine, nos Estados Unidos.
Outro lado
A Agência Brasil entrou em contato com as assessorias da Meta (Instagram e o Facebook) e do Google (que controla o YouTube), mas ainda não recebeu manifestação.
A reportagem busca também contato com representantes do Tik Tok e do Twitter. O último não tem mais assessoria de comunicação no Brasil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (10) que terá um encontro com os presidentes da República Democrática do Congo e da Indonésia para lançar uma aliança entre os países que detêm as maiores florestas tropicais do planeta. O encontro deve ocorrer em junho. O anúncio foi feito em entrevista exclusiva concedida ao programa A Voz do Brasil, por ocasião da marca de 100 dias de governo.
“Eu já tenho, em junho, um compromisso com o Congo, que está convidando o Brasil e a Indonésia para fazer um grande encontro dos três países que têm a maior floresta verde do mundo”, disse o presidente.
A criação da aliança tinha sido anunciada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), realizada no Egito, no ano passado, e que contou com a presença de Lula, então presidente eleito.
O objetivo da coalizão, segundo o governo brasileiro, é valorizar a biodiversidade dos países e promover remuneração justa pelos serviços ecossistêmicos prestados pelas três nações – especialmente por meio de créditos de carbono de floresta nativa.
A aliança sinaliza para a comunidade internacional que o tema da conservação e do uso sustentável desse ativo ambiental deve ser capitaneado por aqueles que detêm as principais florestas do mundo.
Lula disse que é necessário envolver na aliança outros países da América do Sul que também detêm porções da Floresta Amazônica. O presidente informou que deve sugerir ao governo do Congo que estenda o convite.
Sobre as mudanças climáticas, o presidente defendeu que o Brasil terá um papel ainda mais central na geopolítica mundial. “Agora, com a questão climática, aumentou muito o potencial de negociação com o Brasil. O Brasil tem a maior área de floresta tropical”.
“Não é pecado você querer explorar da forma mais inteligente possível aquilo que você pode transformar em riqueza para o país. É assim que a gente vai tratar a questão da Amazônia nas nossas relações internacionais”, acrescentou.
China
Com a viagem à China remarcada para esta semana, o presidente falou sobre a retomada de uma relação forte entre os dois países, que estava “amortecida” nos últimos anos e será resgatada. O país asiático é o maior parceiro comercial do Brasil.
“Nós vamos consolidar nossa relação com a China, eu vou convidar o [presidente] Xi Jinping para vir ao Brasil, conhecer o Brasil numa reunião bilateral, para mostrar os projetos de interesse. O que nós queremos é construir parceria com os chineses, fazer sociedade com os chineses, para que eles possam fazer investimentos em coisas que não existem, uma nova rodovia, ferrovia, hidrelétrica, uma coisa que signifique algo novo para o Brasil”, afirmou.
Lula também citou a parceria estratégica com os países vizinhos da América do Sul e voltou a defender o fortalecimento da relação regional. “Não interessa o Brasil rico com vizinhos pobres. Nós queremos que todo mundo cresça em igualdade de condições”, afirmou. O presidente também falou da importância de retomar relações estratégicas com a África, com ampliação da diplomacia, transferência de ciência e tecnologia.
Obsessão
Sobre a chegada ao terceiro mandato, Lula afirmou que está mais experiente e com capacidade de realizar mais em menos tempo. “A experiência é que eu posso fazer mais coisas, com mais rapidez, posso produzir mais do que nos outros mandatos, porque você tem um aprendizado de dois mandatos. Vamos fazer em quatro anos mais, proporcionalmente mais, do que fizemos em oitos anos”, assegurou.
Já em relação à marca dos 100 dias de gestão, Lula destacou o esforço de colocar de pé programas sociais que já tinham sido adotados em governos anteriores, mas que a obsessão do próximo período é a geração de emprego.
“Se fazer política social nos primeiros três meses era importante, agora a obsessão é gerar empregos”, afirmou.
“E gerar empregos significa fazer a economia crescer. Para que a economia cresça, nós precisamos ter ou dinheiro do orçamento ou financiamento. Temos que utilizar a capacidade de arrecadação do Estado, a capacidade de financiamento dos bancos públicos e a capacidade da construção de PPP [Parcerias Público Privadas], para que empresários e governo possam juntos construir as grandes obras que faltam para o Brasil. É por isso que estou muito otimista”.
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixa hoje (11) o cargo, após ter antecipado em um mês sua aposentadoria. Ele completa 75 anos em 11 de maio, data em que seria aposentado compulsoriamente.
Lewandowski deixa o gabinete com um acervo de 780 processos, que devem ser herdados por seu sucessor. A partir desta terça-feira (11), cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicar um novo nome para a cadeira do ministro. Quando anunciou sua aposentadoria, o ministro disse não ter feito indicações a Lula.
Não há prazo para a nova indicação. Lula embarca nesta terça para a China, de onde retorna no próximo domingo (16). Em café da manhã com jornalistas no início do mês, o presidente disse “não ter pressa” para fazer a indicação. “A escolha do substituto dele [Lewandowski] será feita por mim no momento que eu achar que tenha que fazer”, afirmou.
Até o momento, o único nome citado publicamente por Lula foi o do advogado Cristiano Zanin, que o defendeu nos processos da Operação Lava Jato. Nas últimas semanas, intensificaram-se as pressões e campanhas por outros cotados, em especial uma mulher, preferencialmente negra. Lula, contudo, tem rejeitado assumir qualquer compromisso sobre o perfil do indicado.
Antes de assumir, o indicado pelo presidente deverá ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e depois ser aprovado no plenário da Casa, por maioria absoluta (41 votos).
Carreira
Com a saída do Supremo, Lewandowski deverá voltar a advogar e focar na carreira acadêmica, segundo contou a jornalistas. Ele é formado pela Universidade de São Paulo (USP), mesma instituição pela qual se tornou mestre e doutor e na qual leciona desde 1978.
Sua passagem pelo Supremo, onde chegou em 2006 por indicação do próprio Lula, ficou marcada pelo chamado garantismo, corrente que tende a dar maior peso aos direitos e garantias dos réus em processos.
Ele votou, por exemplo, durante o julgamento do mensalão, do qual foi revisor, pela absolvição dos ex-ministros de Estado José Dirceu e José Genoíno, no que foi vencido. Na ocasião, chamou a denúncia contra os dois de “vagas”, pois estariam baseadas sobretudo em declarações.
O julgamento do mensalão rendeu discussões acaloradas em plenário, com o relator da ação penal e presidente do Supremo à época, Joaquim Barbosa, chegando a acusar Lewandowski de fazer “chicana” por querer adiar uma das sessões plenárias. O ministro exigiu retratação imediata do colega, e a confusão levou à suspensão da análise do caso.
Lewandowski foi o primeiro ministro do Supremo a apontar desvios na atuação da Lava Jato e depois viria a ser relator da apelidada “Vaza Jato”, caso que revelou trocas de mensagens entre o juiz Sergio Moro e procuradores responsáveis pela Lava Jato. As conversas depois levaram à anulação da condenação de Lula no caso, como também à suspensão das ações relativas a diversos outros réus.
O ministro suspendeu pessoalmente diversos processos da operação, o mais recente em meados de março, quando mandou parar uma ação baseada em informações repassadas pela Odebrecht, provas que depois foram consideradas imprestáveis pelo Supremo. Entre os beneficiados estavam o ex-ministro e ex-senador Edson Lobão, o advogado Rodrigo Tacla Duran, que trabalhou para a empreiteira, e o vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclar.
Decisões importantes
Outras decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) ficaram associadas ao nome de Lewandowski, por ter sido o relator dos temas na Corte. Ele foi o responsável, por exemplo, por habeas corpus coletivo para conceder prisão domiciliar a milhares de presas grávidas ou mães de menores de até 12 anos. A decisão foi depois confirmada pela Segunda Turma do Supremo.
Ele também foi relator da ação em que o Supremo julgou, por unanimidade, serem constitucionais as cotas para candidatos negros em universidades públicas. Devido a essa decisão, o ministro da Educação, Camilo Santana, marcou uma homenagem para Lewandowski nesta manhã, na sede do ministério.
Mais recentemente, durante a pandemia de covid-19, Lewandowski foi relator de uma ação no Supremo em que determinou ao governo acelerar e apresentar um plano de vacinação da população contra a doença, com cronogramas de aquisição e distribuição dos imunizantes. A liminar seria depois confirmada por unanimidade em plenário.
Presidências
O ministro presidiu o Supremo Tribunal Federal entre 2014 e 2016, ano em que presidiu também o impeachment da presidente Dilma Rousseff, entre maio e agosto, no Senado, conforme previsão constitucional.
Uma de suas decisões na ocasião foi a de permitir uma votação fatiada, com os parlamentares decidindo primeiro sobre o afastamento da mandatária e somente depois as sanções que seriam impostas. Com isso, ela acabou não se tornando inelegível após deixar o cargo.
Ele foi também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2010 e 2012. No cargo, esteve à frente da aplicação da Lei da Ficha Limpa, que havia sido aprovada em 2010. Como presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), assinou a adoção em todo o país das audiências de custódia – em que qualquer preso deve ser apresentado à Justiça em 24 horas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começa o que promete ser uma das mais importantes e estratégicas viagens internacionais do seu terceiro mandato. Junto com uma comitiva de empresários, governadores, deputados, senadores e ministros, o líder brasileiro embarca na manhã desta terça-feira (11) para uma visita de Estado à China, o maior parceiro comercial do Brasil.
A programação oficial, que começa a partir de quarta-feira (12), se estende até sexta-feira (14) nas cidades de Xangai e Pequim, respectivamente, e inclui desde encontros de negócios até reuniões bilaterais com as principais autoridades do país asiático. Entre elas, o presidente chinês, Xi Jinping.
Em sua última entrevista antes do embarque, concedida ao programa A Voz do Brasil, Lula destacou o propósito da viagem, que será uma espécie de relançamento das relações com o país, que havia se esfriado nos últimos anos.
“Na China, nós vamos consolidar nossa relação com a China, eu vou convidar o [presidente] Xi Jinping para vi ao Brasil, conhecer o Brasil numa reunião bilateral, para mostrar os projetos de interesse. O que nós queremos é construir parceria com os chineses, fazer sociedade com os chineses, para que eles possam fazer investimentos em coisas que não existem, uma nova rodovia, ferrovia, hidrelétrica, uma coisa qualquer que signifique algo novo para o Brasil”, afirmou.
Em 2022, a China importou mais de US$ 89,7 bilhões em produtos brasileiros, especialmente soja e minérios, e exportou quase US$ 60,7 bilhões para o mercado nacional. O volume comercializado, US$ 150,4 bilhões, cresceu 21 vezes desde a primeira visita de Lula ao país, em 2004. Esta será a terceira viagem de Lula como presidente brasileiro ao gigante asiático.
Lula deveria ter feito essa viagem no fim do mês passado, mas um quadro de pneumonia o obrigou a adiar o compromisso. A viagem à China é a quarta visita internacional de Lula após a posse no cargo. O presidente já foi à Argentina, ao Uruguai e aos Estados Unidos. Lula também recebeu, em Brasília, o primeiro-ministro da Alemanha, Olaf Scholz, no fim de janeiro.
Acordos
Mesmo com o adiamento da visita de Lula à China, parte da comitiva que chegou antes do presidente conseguiu avançar em pendências importantes. Umas delas foi o fim do embargo à venda de carne bovina brasileira após 29 dias de suspensão. A decisão, segundo o Ministério da Agricultura, foi tomada após reunião entre o ministro Carlos Fávaro e o ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa, Yu Jianhua, em Pequim, no dia 23 de março.
Com a presença de Lula, a expectativa que mais de 20 acordos entre China e Brasil sejam assinados. Um deles será para a construção do CBERS-6, o sexto de uma linha de satélites construídos na parceria bilateral. De acordo com o governo brasileiro, o diferencial do novo modelo é uma tecnologia que permite o monitoramento de biomas como a Floresta Amazônica mesmo com nuvens.
Outro ponto que o presidente quer discutir com Xi Jinping é a possibilidade de o país asiático promover um diálogo com o presidente da Rússia, Vladmir Putin, pelo fim da Guerra na Ucrânia. Em café da manhã com jornalistas, na última quinta-feira (6), Lula já havia abordado a questão. “Nós não concordamos com a invasão da Rússia à Ucrânia. Estou convencido que tanto a Ucrânia quanto a Rússia estão esperando que alguém de fora fale: vamos sentar para conversar”.
Programação
Pela programação divulgada, a visita da comitiva brasileira à China começa na quarta-feira, em Xangai. Pela manhã, o presidente Lula participará da cerimônia de posse da ex-presidenta Dilma Rousseff no comando do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco de fomento dos BRICS, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. À tarde, ele terá encontros com empresários e à noite viajará para Pequim.
Na sexta, a agenda oficial na capital chinesa inclui uma reunião, pela manhã, com o presidente da Assembleia Popular Nacional, Zhao Leji, no Grande Palácio do Povo. Depois, o presidente depositará flores em uma cerimônia na Praça da Paz Celestial.
À tarde, Lula se encontrará com lideranças sindicais e depois voltará ao Grande Palácio do Povo, onde se reunirá com o primeiro-ministro da China, Li Qiang, e depois será recebido em cerimônia oficial pelo presidente Xi Jinping. A programação terá um encontro aberto, uma cerimônia para assinatura de acordos bilaterais e depois um encontro bilateral fechado. Depois disso, haverá uma cerimônia de troca de presentes, registro de fotos e, por fim, um jantar oficial.
No retorno ao Brasil, o avião presidencial irá pousar em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, para uma visita oficial no próximo sábado.
O ano de 2023 também marca cinquentenário do início das relações comerciais entre Brasil e China. A primeira venda entre os dois países aconteceu em 1973, um ano antes do estabelecimento das relações diplomáticas sino-brasileiras.
Em 2022, o produto brasileiro mais vendido para o mercado chinês foi a soja, com 36% do total exportado, seguido pelo minério de ferro com 20% e o petróleo com 18%. O perfil da exportação mudou um pouco em janeiro e fevereiro de 2023, com o petróleo na liderança com 23%, seguido pela soja (22%) e o minério de ferro (21%).
Comitiva
A delegação oficial liderada por Lula inclui a presença de oito ministros: Fernando Haddad (Fazenda), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social). Além disso, estarão presentes os governadores Jerônimo Rodrigues (Bahia), Elmano de Freitas (Ceará), Carlos Brandão (Maranhão), Helder Barbalho (Pará) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte).
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, também integra a comitiva, que ainda reúne mais de 20 parlamentares, entre deputados federais e senadores.
A casa do pai do jogador do Flamengo, Pablo Castro, foi alvo de assaltantes na madrugada desta segunda-feira (10), no bairro Cidade Operária, em São Luís. A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) investiga o caso.
Em entrevista à rádio Mirante AM, Vanessa Castro, madrasta do jogador maranhense, contou que os criminosos armados invadiram a residência da família enquanto eles dormiam. Ela e o marido, Evilázio Castro, pai do jogador, foram surpreendidos com os assaltantes dentro do quarto do casal.
Os bandidos invadiram o quarto do casal na companhia da filha e do genro do casal, que já haviam sido rendidos anteriormente em outro cômodo da casa.
“Quando a gente acordou a gente já se deparou com os assaltantes dentro do quarto, com uma arma apontada para a gente. Nós estávamos dormindo e quando a gente acordou, já foi com as armas apontadas para a gente. Eles já tinham pego minha filha e meu genro, no quatro deles, e aí, colocaram todo mundo no meu quarto com as armas apontadas para a gente”, contou Vanessa.
Toda a ação criminosa durou cerca de 1h30. Os assaltaram saíram da residência levando dois carros da família, televisões, celulares, aparelhos domésticos e eletrônicos. Logo depois, eles fugiram.
Segundo Vanessa, durante o assalto, os bandidos ameaçaram a atirar contra o genro dela e, em algumas ocasiões, mencionaram que era a casa da família do jogador. Eles também questionaram às vítimas sobre um cordão de ouro, que pertence ao pai de Pablo Castro.
“Eles falavam que era a casa do pai de Pablo, perguntavam o tempo todo onde estava o cordão e pediram para abrir o aplicativo do banco para ter acesso ao dinheiro”, explicou a madrasta do jogador.
Na manhã desta segunda-feira (10), um dos carros da família do casal foi localizado após um acidente envolvendo um dos bandidos suspeitos de participar da ação criminosa. O assaltante estava dirigindo um veículo, quando perdeu o controle e capotou próximo a residência do casal, no bairro Cidade Operária.
Vanessa Castro conta que foi avisada do acidente e ao chegar no local, reconheceu o motorista como um dos assaltantes que invadiram sua casa. Em seguida, o criminoso fugiu.
Dentro do veículo, foram encontradas ferramentas usadas por chaveiros para abrir fechaduras e que devem ter sido usadas no crime.
“O acidente foi bem perto da minha casa. Eu fui ver o que tinha acontecido, em relação ao acidente, quando um deles, ele me reconheceu e saiu correndo”, disse.
A família fez um Boletim de Ocorrência nesta segunda-feira na Delegacia da Cidade Operária. A Polícia Militar do Maranhão (PMMA) tem feito diligências na área para localizar os suspeitos.Fonte: G1-MA
Segundo a Polícia Militar, Pedro Henrique Ribeiro Nascimento Pinheiro, de 14 anos, foi morto com pelo menos 5 tiros na cabeça e nas costas. Mais de 20 cápsulas de projéteis foram encontrados próximo ao corpo.
Um adolescente chamado Pedro Henrique Ribeiro Nascimento Pinheiro, de 14 anos, foi encontrado morto a tiros na noite de segunda-feira (10) em um ponto de pouca movimentação do bairro Angelim, na Zona Sul de Teresina.
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Segundo a Polícia Militar, Pedro Henrique foi morto com pelo menos 5 tiros na cabeça e nas costas. Mais de 20 cápsulas de projéteis foram encontrados próximo ao corpo.
O crime aconteceu entre as 18h e as 20h40, quando os policiais chegaram ao local: um ponto entre as avenida Evandro Lins e Silva e avenida José Alves.
O adolescente foi encontrado usando apenas uma cueca. Ainda segundo a PM, ele tinha escoriações leves nos joelhos, o que pode significar que ele foi morto de joelhos.
Esse detalhe deve ainda ser confirmado pela análise dos peritos criminais. O caso será investigado pela Polícia Civil.Fonte: G1-PI
A Paraíba pelo menos 18 açudes sangrando após as chuvas nos últimos dias. A maioria dos reservatórios que estão com água acima da capacidade estão na região do Alto Sertão do estado.
Os reservatórios do Alto Sertão estão localizados nas cidades de:
As cidades de Serra Grande, Igaracy, Cachoeira dos Índios e Sousa estão entre as 13 do Alto Sertão que alto índice de precipitação. Somente no mês de abril, de acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) foram registrados mais de 100 milímetros de chuvas nessas cidades.
A cidade de Cajazeiras, no Sertão do estado, no entanto, lidera o ranking das chuvas em 2023 com 942 milímetros, seguida por Cachoeira dos Índios (804 mm), Bom Jesus (778 mm), São Bento (771 mm) e Paulista (745 mm).
Já no Cariri e Curimataú do estado, o reservatório da cidade de Monteiro, o São José II, também teve sangramento registrado pela Aesa. Nessa região, o maior volume de chuvas contabilizado foi em Cuité, com 131,5 mm, segundo números da agência. De acordo com Gustavo Fernando, técnico de recursos hídricos da Aesa, os números se devem ao Projeto de Integração do Rio São Francisco.
Além disso, nas regiões do Brejo e do Litoral do estado outros quatro mananciais também tiveram sangramentos identificados por conta das chuvas:
Foi identificado e preso o homem suspeito de atirar em um cachorro, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. De acordo com informações apuradas pela TV Cabo Branco, o homem seria militar.
Segundo a polícia, uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) identificou o homem, ainda na segunda-feira (10), um dia depois do crime. Ele estava no Mercado de Mangabeira.
Os funcionários da Semam acionaram a Polícia Militar, que foi até o local e prendeu o homem. A suspeita é que ele estaria embriagado quando atirou no animal.
Depois de ser preso, o homem foi levado até a Central de Polícia Civil de João Pessoa, onde aguarda audiência de custódia.
De acordo com moradores da região onde o animal foi encontrado, ele mora na rua e teria sido baleado por uma pessoa aparentemente embriagada. O indivíduo teria se aproximado do animal e disparado um tiro de arma de fogo contra a pata dele.
Moradores acionaram a polícia logo depois do ocorrido. O animal foi resgatado por uma ONG e levado para uma clínica veterinária localizada no bairro Castelo Branco.
O cachorro deve passar por cirurgia nesta terça-feira (11). O veterinário que o atendeu informou que ele está medicado e deve ter o fêmur reconstituído.
A coordenação do Bem-Estar Animal da prefeitura de João Pessoa levantou informações para tentar identificar a pessoa que cometeu o crime. Segundo o órgão, um relatório será entregue à Polícia Civil para que um inquérito seja instaurado.
A ONG que fez o resgate do cachorro deve angariar fundos para bancar a cirurgia do animal. Depois do procedimento, ele deve ser encaminhado para adoção.Fonte: G1-PB
“Super Mario Bros – O Filme”, que chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira, dia 5, superou o recorde de “Frozen 2”, de 2019, como a maior estreia mundial de um filme de animação.
O longa-metragem faturou US$ 377 milhões, o equivalente a cerca de R$ 1,90 bilhão, enquanto o filme das personagens Anna e Elsa alcançou a marca de US$ 358 milhões, ou R$ 1,81 bilhão na cotação da época, de acordo com o portal de notícias americano Deadline, especializado na cobertura do mercado cinematográfico.
Além disso, o filme feito em parceria entre a Universal, a Nintendo e o estúdio Illumination também bateu o recorde de cinco dias e de três dias da Illumination, até então detido por “Meu Malvado Favorito 2”, de 2013, e “Minions”, de 2015, respectivamente.
Já é a maior estreia do ano e, segundo David A. Gross, analista do Exhibitor Relations, “será facilmente o filme número 1 de 2023”. O filme tem as vozes de Chris Pratt como Mario, Charlie Day como Luigi, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach e Jack Black como Bowser.Por: Folhapress