O homem estava acompanhado da irmã, que morava em Tauá, município cearense. Contudo, eles não conseguiram retornar da trilha por conta própria.
Um turista de Goiás foi resgatado, neste domingo (16), após uma trilha no serrote de Quinamuiú, no interior do Ceará. Ele estava acompanhado da irmã que mora no município de Tauá. As vítimas têm 35 e 51 anos. Após a trilha, eles não conseguiram retornar por conta própria, e os bombeiros foram acionados.
“Os irmãos fizeram uma caminhada até o topo do serrote, mas não conseguiram descer por conta própria e ligaram para o número 193”, informou o comandante do socorro, subtenente Paulo César.
Os irmãos passaram horas até conseguir acionar o Corpo de Bombeiros, pois o local não dava sinal de área no celular. Do mesmo modo, pelo celular, os irmãos receberam orientações de como proceder, e que permanecessem no local até a chegada do resgate.
O Corpo de Bombeiros informou que o local é de difícil acesso, com muitos penhascos e terreno irregular com trilhas inclinadas, com terreno íngreme sem pontos de apoio, pedras soltas e muitos obstáculos ao redor.
No resgate, os irmãos usaram capacetes e um cinto paraquedista, e receberam a descida por cabo guiada. Os bombeiros informaram que as vítimas não sofreram ferimentos. Fonte: G1-CE
Todo o material foi recolhido e levado, juntamente com os suspeitos, para a Delegacia de Santa Rita.
Um homem e uma mulher foram presos suspeitos de tráfico de drogas, na noite do sábado (15), em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa. Com eles, foram encontradas bananas de dinamite, armas e drogas.
A Polícia Militar chegou até os suspeitos após receber uma denúncia de tráfico de drogas. O homem, de 26 anos, foi abordado primeiro. Ele estava com uma pistola.
A mulher, de 36 anos, estava nas proximidades da abordagem. Com ela, foram encontradas drogas. Ela disse aos policiais que haveria mais drogas em um imóvel abandonado.
Durante as buscas foram encontradas mais drogas, sendo 139 pedras e mais 250 gramas de crack, 44 pinos de cocaína. No local, também havia quatro bananas de dinamite, detonantes, espoletas e estopins.
Todo o material foi recolhido e levado, juntamente com os suspeitos, para a Delegacia de Santa Rita. Fonte: G1-PB
“O intuito de fazer o sequestro dela é pra que ela desse informação do paradeiro da pessoa que ela está se relacionando”, o superintendente de Operações Integradas e Avaliação de Riscos da SSP-PI, delegado Matheus Zanatta.
A Polícia Militar informou que foi acionada pelo pai da jovem e proprietário da casa, Francisco das Chagas. Aos policiais, ele relatou que os homens estavam armados e vestiam roupas pretas e coletes balísticos no momento da invasão.
Francisco das Chagas teria sido agredido com chutes, socos e coronhadas ao tentar proteger a filha, que foi colocada no porta-malas de um carro e levada. Fonte: G1-PI
Bombeiros ainda resgataram a vítima com vida, mas ela não resistiu.
Na tarde deste domingo (16), uma criança, de nove anos de idade, faleceu após se afogar na praia do Olho d’Água, em São Luís.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o afogamento no mar aconteceu na região próxima da nova extensão da Avenida Litorânea. A vítima chegou a ser resgatada com vida, os bombeiros realizaram manobras de ressuscitação, mas a criança faleceu. Fonte: G1-MA
Caso aconteceu na rodovia entre Sambaíba e São Raimundo das Mangabeiras. Odilon Cesar tinha 50 anos.
Na noite desta sexta-feira (14), um acidente de trânsito causou a morte do 3º sargento da Polícia Militar, Odilon Cesar Nunes, de 50 anos.
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Segundo a Polícia Militar, o caso aconteceu na MA-375, entre os municípios de Sambaíba e São Raimundo das Mangabeiras. Odilon estaria em uma moto quando caiu em um buraco na rodovia, o que causou um grave ferimento na cabeça.
O sargento era lotado no 46º BPM em São Raimundo das Mangabeiras e não resistiu aos ferimentos. A Polícia Militar emitiu nota lamentando o falecimento. Fonte: G1-MA
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) decidiu manter em prisão preventiva – sem prazo de duração – o policial militar acusado de matar um funcionário terceirizado da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo. A morte ocorreu na quinta-feira (13), após uma placa de sinalização, que estava sendo afixada pelo trabalhador, cair no policial em razão do vento.
A morte do funcionário fez com que moradores da zona norte da capital paulista, onde o trabalhador residia, realizassem manifestações nas últimas duas noites. Eles atearam fogo em objetos e interromperam o trânsito de veículos na Rodovia Fernão Dias. Os protestos foram combatidos pela polícia, que utilizou bombas de gás e balas de borracha.
O funcionário, que recebeu um tiro na cabeça, chegou a ser socorrido ao hospital, mas não resistiu. Ele deixa quatro filhos e esposa.
Procurada, a Secretaria de Segurança Pública informou que o caso está sendo investigado por meio de inquérito policial instaurado pelo 13°Departamento de Polícia, da Casa Verde. O policial de folga, de 40 anos, foi indiciado por homicídio e encaminhado ao presídio militar Romão Gomes após passar por audiência de custódia.
Às vésperas do encerramento do 59º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), lideranças do movimento estudantil ouvidas pela Agência Brasil reafirmaram a importância do evento, que classificam como “o maior encontro político da juventude brasileira”.
“Acreditamos que, este ano, o congresso tem sido vitorioso. Seja pela programação política que contou com convidadas e convidados como o ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, seja pela forte presença institucional, incluindo a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, disse a presidente da UNE, a amazonense Bruna Brelaz, lembrando que a última vez que um chefe do Poder Executivo brasileiro compareceu ao evento foi em 2009, quando o próprio Lula prestigiou o encontro.
Segundo a UNE, cerca de 10 mil estudantes de todo o país estão em Brasília, desde a última quarta-feira (12) para o encontro. Após uma extensa agenda de debates, atividades culturais e atos políticos – a exemplo do protesto de sexta-feira (14), em frente ao Banco Central, alvo de críticas por manter alta a taxa básicas de juros – os estudantes participam, hoje (15) e amanhã (16), da plenária em que serão votadas as principais propostas de ação da entidade.
Neste domingo, também serão escolhidas a futura presidência e diretoria da entidade para os próximos dois anos.
“Temos dividido nossa pauta entre as demandas que consideramos emergenciais e aquelas estruturantes”, explicou Bruna Brelaz, destacando que o congresso entrou hoje em sua fase “mais bonita”.
“É o momento de maior mobilização, o mais tensionado, já que há diferentes opiniões e expectativas, o que representa a diversidade do movimento estudantil do país e a capacidade da UNE de representar esta multiplicidade.”
Para o gaúcho Tiago Morbach, da União da Juventude Socialista (UJS), a presença de tantos estudantes de diferentes regiões do país confirma a capilaridade da UNE, que completa 86 anos este ano.
“O congresso cumpre um papel muito importante, transmitindo uma mensagem do movimento estudantil, da juventude brasileira, que está mobilizada para construir as transformações de que o Brasil precisa neste novo momento político”, disse Morbach, reforçando a opinião de Bruna Brelaz sobre a diversidade de propostas e a intensidade dos debates.
“É durante a plenária final do congresso que aflora a democracia que caracteriza a UNE. A quantidade de opiniões deve ser vista com otimismo e respeito”.
Já a vice-presidente da UNE, a carioca Júlia Aguiar, ressaltou os desafios que a entidade e o movimento estudantil como um todo enfrentaram ao longo dos últimos anos para dimensionar a importância do atual congresso.
“Devido à pandemia, fomos impedidos de realizar o encontro presencialmente por quatro anos. Mesmo assim, não só voltamos a organizar um evento gigante, como construímos o processo de escolha da futura diretoria. Tudo isso é de fundamental importância para a renovação do movimento estudantil. Muitos estudantes estão participando de seu primeiro encontro em um contexto político que nós, que defendemos uma educação mais inclusiva e democrática, consideramos melhor. Até porque, no último período, obtivemos uma vitória fundamental: a derrota do neofascismo e do bolsonarismo. Ainda que saibamos que a extrema-direita siga organizada”, comentou Júlia, que integra o Levante Popular da Juventude, próximo ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a outras organizações sociais do campo.
Prioridades
Ao comparecer ao Congresso da UNE, o presidente Lula recebeu de representantes do movimento um documento com algumas das principais reivindicações estudantis para os próximos anos. Nas palavras do presidente, a pauta é “longa, árdua e apimentada”.
Segundo a presidente da entidade, Bruna Brelaz, as propostas – incluindo algumas que seguem em debate – estão divididas entre as consideradas emergenciais (como a transformação do Programa Nacional de Assistência Estudantil em lei nacional) e as estruturantes (a exemplo da criação da Universidade da Integração da Amazônia, com investimentos massivos em ciência e tecnologia). Além disso, durante a plenária, cada entidade defende as ações que considera prioritárias, conforme explicou Tiago Morbach.
“Nós, da UJS, por exemplo, buscamos que seja aprovada a proposição de uma reforma universitária que permita às instituições de ensino assumir um novo papel no desenvolvimento nacional, participando ativamente do enfrentamento à fome e à miséria. E que a UNE intensifique seu papel de mobilizadora social”, disse Morbach antes de comentar a reação presidencial ao documento preliminar:
“Eu, de fato, considero a pauta que entregamos ao Lula como, digamos, bem temperada. Ficamos muito felizes por o presidente ter reconhecido isso, pois pretendemos abrir um canal de diálogos com o governo a fim de que as reivindicações dos estudantes sejam levadas adiante. Não esperamos que elas sejam tiradas do papel sem que os estudantes estejam mobilizados e pressionando os governos, o Congresso Nacional e até mesmo o Banco Central”.
Já Júlia Aguiar elencou algumas das pautas defendidas pelo Levante Popular da Juventude no congresso:
“Nossa expectativa é de que, além de seguir mobilizando os estudantes em todo o país, possamos barrar retrocessos. Que revoguemos a Reforma do Ensino Médio e consigamos imprimir, na atual gestão federal, um projeto de educação que leve em consideração o fruto de nossos debates, fortalecendo as entidades de estudantes, que foram muito fragilizadas no último período”.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, e o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, usaram as redes sociais neste sábado (15) para condenar a agressão sofrida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes em um aeroporto, em Roma. Segundo informações divulgadas por veículos de imprensa, o magistrado foi hostilizado na capital italiana e seu filho chegou a ser agredido com um soco no rosto.
“Até quando essa gente extremista vai agredir agentes públicos, em locais públicos, mesmo quando acompanhados de suas famílias? Comportamento criminoso de quem acha que pode fazer qualquer coisa por ter dinheiro no bolso. Querem ser ‘elite’ mas não tem a educação mais elementar”, criticou Dino em sua conta no Twitter.
Pacheco usou a mesma plataforma para condenar o ato. Ele considerou “inaceitável” a agressão sofrida pelo magistrado e sua família e afirmou que tal comportamento distancia do país do progresso.
“Mais do que criminoso e aviltante às pessoas, às instituições e à democracia, esse tipo de comportamento mina o caminho que se visa construir de um país de progresso, civilizado e pacífico”, disse Pacheco.
“Todos os lados precisam colaborar para que o antagonismo fique no campo das ideias e das ações legítimas. Se a Nação, ainda dividida, não é capaz de substituir o ódio pelo amor, que o faça ao menos pelo respeito”, acrescentou o senador.
Vários outros parlamentares se manifestaram. As deputadas Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) estão entre eles. “O ato é fruto do ódio e da ignorância desses que sempre alimentaram um projeto autoritário, antidemocrático e violento para o nosso país”, disse Jandira.
“Os agressores já foram identificados e inquérito instaurado pela Polícia Federal. Que paguem no rigor da Lei. Nossa solidariedade ao ministro e família”, acrescentou.
Já o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que é autor de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que atribui ao STF a competência para julgar ações antidemocráticas, afirmou que tentará votar o texto em agosto.
“A agressão de ogros contra Alexandre de Moraes mostra que é hora de punir os crimes de ódio, alguns já tipificados. Vamos enquadrar a intolerância política, como propus no ‘pacote da Democracia’. Vou procurar o relator Veneziano do Rego e o Presidente para votarmos em agosto”.