Militar teria reagido ao assalto, o que ocasionou uma troca de tiros dentro do veículo.
Suspeito foi baleado durante tentativa de assalto em São Luís — Foto: Reprodução/Redes sociais
Na manhã deste sábado (18), um homem teria tentado assaltar um van com passageiros e acabou baleado por um policial militar, na Avenida dos Africanos, em São Luís.
O militar, identificado como sargento Adelmo, estava dentro da van durante o assalto e também acabou ferido durante a troca de tiros.
De acordo com testemunhas, o policial presenciou o início do assalto e reagiu. Na troca de disparos, ele conseguiu impedir o crime e atingiu o assaltante com dois tiros, mas foi recebido com um tiro na altura do ombro.
Tanto o sargento Adelmo, quanto o suspeito foram levados com vida para o Socorrão 1, em São Luís, para atendimento médico. Fonte: G1-MA
Dados divulgados nesta sexta-feira (17) são referentes ao período de 2021. Setor da Indústria foi o que mais cresceu no estado.
O Produto Interno Bruto (PIB) da Paraíba cresceu 10,2%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (17). As informações são referentes ao ano de 2021 e comparadas com o ano de 2020.
Segundo o IBGE, no ano analisado, a Paraíba teve um acréscimo de R$ 7,178 bilhões no ano de 2021, ou seja, de 10,2% em relação a 2020. Com isso, continuou sendo a sexta economia do Nordeste.
Dados sbre PIB da Paraíba em 2021 foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (17) — Foto: IBGE/Divulgação
O crescimento real acumulado na Paraíba no período de 2010 a 2021 foi de 16,7%, apresentando um acréscimo de 6,5 pontos percentuais em relação ao período anterior (2010-2020). O estado ficou acima da taxa de crescimento acumulada da região Nordeste (9,7%) e do Brasil (8,3%).
Com relação ao PIB per capita, a Paraíba alcançou a marca de R$ 19.082 por habitante, em 2021, representando um aumento nominal de 9,7%, contra 2,9%, em 2020, ou seja, um incremento de 6,8%.
Principais setores da economia paraibana
Em 2021, o setor de Serviços representou 80,4% e, continua sendo tradicionalmente o que possui maior peso na economia paraibana. Em seguida vem a Indústria, que corresponde a 14,9% e a Agropecuária com 4,7% da economia do estado.
Apesar do setor de Serviços ter o maior impacto na economia paraibana, em 2021, a Indústria foi o que mais avançou (9,6%), seguido do setor Serviços (5,6%). O crescimento da Indústria paraibana em 2021 foi acima da média do Nordeste e do Brasil.
A Agropecuária foi o único setor que não cresceu em volume na Paraíba, ficando praticamente estável com variação real igual a -0,5%. Fonte: G1-PB
Um dos assaltantes, um adolescente, foi ferido com um corte no abdômen. Ele foi apreendido porque foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba. O outro assaltante, maior de idade, foi identificado, mas segue foragido.
Uma senhora de 63 anos teve sua casa invadida na noite de quarta-feira (15) por dois assaltantes, mas conseguiu expulsar os dois e ferir um deles, um adolescente, com um corte na barriga. O caso aconteceu em Cocal do Alves, no Norte do Piauí.
O adolescente foi apreendido porque foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba. O outro assaltante, maior de idade, foi identificado, mas segue foragido.
Segundo o policial Valter Brune, da Delegacia de Cocal, os dois criminosos invadiram a casa da senhora Maria Necy para tentar roubar a moto dela, por volta de 23h de quinta-feira.
“Enquanto o maior vasculhava a casa, o adolescente passou a agredir ela, para ela entregar a chave da moto. Ele já havia acertado ela com socos, esganaduras, quando ela conseguiu se defender, e usou uma lima para cortar ele no abdômen”, contou o policial.
Depois do corte, os dois fugiram do local. O adolescente foi socorrido e levado para uma Unidade Básica de Saúde (UBS), e depois para o HEDA, onde ele continua internado nesta sexta-feira (17).
Os dois não conseguiram levar a moto, apenas um celular da vítima, que foi jogado fora em seguida. O aparelho foi depois recuperado pela senhora no dia seguinte.
A Polícia Civil foi acionada apenas nessa quinta-feira (16), e investiga o caso. Ela foi levada para um exame de corpo de delito, e recebeu atendimento médico. Ela tinha escoriações nos braços, pescoço, rosto e se queixava de dores nas costelas. Fonte: G1-PI
O município com maior valor médio de repasse no Maranhão no mês de novembro é Jenipapo dos Vieiras. Confira o calendário de pagamento.
O Maranhão teve, em novembro, cerca de 1,2 milhão de famílias em baixa renda que precisam do Bolsa Família. É o sétimo estado com mais famílias cadastradas para receber o auxílio, destinado a pessoas na linha da pobreza.
Ao todo, segundo o Governo Federal, foram R$ 817,75 milhões repassados para pagamento do benefício no Maranhão. Em média, o programa paga R$ 693,81 a cada família com membros que, individualmente recebem, no máximo, R$ 218 por mês.
A capital São Luís é a cidade com maior número de famílias que recebem o Bolsa Família: 123,6 mil, com repasse médio de R$ 682,33. Em seguida, aparecem São José de Ribamar (318 mil), Imperatriz (29,9 mil), Timon (27,1 mil) e Chapadinha (21,4 mil).
O programa Parceiros do Bom Condutor iniciou nesta sexta-feira (17), em todo o Brasil, o cadastro de órgãos e entidades públicos e empresas privadas que tenham interesse em oferecer benefícios a motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC).
A portaria que possibilita a premiação da boa conduta no trânsito foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (17).
As empresas e instituições que queiram atuar no programa precisam comunicar a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), por meio da conta gov.br, onde deverão logar com o e-CNPJ e preencher um cadastro com razão social, nome comercial, e-mail, número de telefone e informar o link onde estarão disponíveis as informações sobre os benefícios a serem ofertados.
Após análise, a empresa passa a constar na lista de benefícios do site da Senatran e no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito. Além disso, receberá o selo de Parceiro do Bom Condutor para divulgar em portais, redes sociais, aplicativos e nas ações promocionais da empresa ou instituição.
Benefícios
A ideia do programa é ofertar descontos e isenção de taxas em serviços como estacionamento, tarifas de pedágio, locação de serviços e seguro para automóveis para condutores que não tiverem cometido infrações nos últimos 12 meses.
Equipes de brigadistas estão intensificando as ações de combate aos incêndios que atingem o norte do Pantanal. Nesta quinta-feira (16), o Painel do Fogo do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) registrou 71 eventos de fogo no Pantanal norte.
O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Pires, está na região de Porto Jofre, no município de Poconé (MT), para ver de perto o trabalho dos brigadistas. O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, também esteve em Mato Grosso para acompanhar o combate aos incêndios florestais que atingem o Pantanal.
“Os nossos brigadistas em geral fazem um trabalho bastante especializado, mas é um trabalho de risco, extenuante. É um trabalho que exige muito cuidado, muita técnica, porque combater o incêndio é antes de tudo preservar a vida, incluindo a vida dos brigadistas, a vida das pessoas. Estamos totalmente dedicados para que esse combate aconteça da melhor forma possível e que todos voltem em paz para os seus lares”, diz PiresIncêndio PantanalJoédson Alves/Agência Brasil×
“Nossa expectativa é que com incremento dos brigadistas, do reforço de aeronaves e dos equipamentos a gente consiga debelar o mais rápido possível esses focos. Isso não quer dizer que terá sido encerrada a temporada de incêndios, mas nós temos a expectativa de que, debelando esses principais focos, a gente consiga manter uma situação bem mais controlada do que se verificou nesses últimos dias”, diz Pires.
O ICMBio também tem equipes de veterinários para fazer o rápido resgate de animais feridos. Pires lembra que nos incêndios ocorridos em 2020 na região foi registrada a morte de centenas de espécies de animais.
Pires explica que focos podem surgir tanto por ação criminosa, como associados a fatores naturais: elevada seca, altas temperaturas e a velocidade dos ventos na região, além da incidência de raios. No dia 21 de outubro, três raios atingiram o Parque Nacional do Pantanal, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Dorochê e uma propriedade particular próxima.
Transpantaneira
Na quarta-feira (15) o fogo chegou a avançar pela rodovia Transpantaneira, mas foi possível conter as chamas e evitar o avanço nas casas do local. “Dividimos as equipes e conseguimos segurar o fogo que pulou a Transpantaneira e proteger as residências”, explica o chefe de operações Helder Marques.
Segundo ele, a prioridade no momento é a proteção das propriedades. “Estamos tentando conter o incêndio de maneira geral, mas sempre visando proteger a comunidade”.
Três meses após o assassinato de Maria Bernadete Pacífico, a Mãe Bernadete, do Quilombo de Pitanga dos Palmares, na Bahia, a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e a Terra de Direitos divulgaram, nesta sexta-feira (17), um estudo que mostra o crescimento da violência em comunidades tradicionais. Segundo a nova edição da pesquisa Racismo e Violência contra Quilombos no Brasil, a média anual de assassinatos praticamente dobrou nos últimos cinco anos, se comparado ao período de 2008 a 2017.
A morte de Mãe Bernadete, em agosto, não está contabilizada no estudo. Em 2023, há um levantamento preliminar de sete mortes. A pesquisa mostra que, entre 2018 e 2022, houve 32 assassinatos em 11 estados. Ainda de acordo com o estudo, as principais causas desses ataques foram conflitos fundiários e violência de gênero.
Ao menos 13 quilombolas foram mortos no contexto de luta e defesa do território. As entidades pretendem entregar o estudo a autoridades do Executivo federal e estaduais e secretarias de Justiça dos estados, além do Poderes Legislativo e Judiciário a partir desta sexta-feira.
Na primeira edição da pesquisa (2008 a 2017), havia um mapeamento de 38 assassinatos ocorridos no período de dez anos (2008-2017). A média anual de assassinatos, que era de 3,8, passou a ser de 6,4 ao ano. Em 15 anos, 70 quilombolas foram assassinados.
Racismo
Segundo uma das pesquisadoras, a socióloga Givânia Maria da Silva, coordenadora do coletivo nacional de educação da Conaq, o levantamento foi feito em campo nas próprias comunidades. Ela identifica que os números vão além do que é noticiado pelos meios de comunicação e espelham uma estrutura racista da sociedade brasileira.
A questão da terra no Brasil é fundamental na discussão, assinalam as entidades pesquisadoras. “Ao falar da política de terra, a gente vê o quanto essa questão é atravessada pelo racismo. No Brasil, a impressão que eu tenho é que falar de terra, tendo pessoas negras como proprietárias, parece que ainda é mais grave”, acentua.
O coordenador da Terra de Direitos, Darci Frigo, sublinha que demonstrações de racismo estrutural e institucional formam o pano de fundo da violência. Ele acrescenta que a morosidade do processo de regularização fundiária proporciona que a violência se amplie. Por isso, é necessário, explica, que a gestão pública atue tanto no combate à violência como nas ações de garantia de direitos. “Não ter política pública gera mais violência”, opina.
Os estados do Maranhão (9), Bahia (4), Pernambuco (4) e Pará (4) têm os maiores números de casos. “Se a gente fosse atualizar, a Bahia estaria em primeiro lugar. A Mãe Bernadette morreu da mesma forma que o filho dela. O filho morreu reivindicando o território e ela buscando justiça pela morte do filho. É mais um direito silenciado a partir do assassinato”, afirmou.
Comunidades como alvos
O filho de Mãe Bernadete, Jurandir Wellington Pacífico, de 43 anos, também entende que a falta da titulação da terra propiciou o assassinato da mãe dele. “As terras quilombolas são fontes de energia e também são alvos da grilagem e do tráfico”, disse o gestor cultural, que também é liderança do Pitanga dos Palmares. “Minha mãe era uma representante mundial da causa e que sempre lutou pelo empoderamento feminino”, acrescenta.
A socióloga Givânia Silva entende que a pesquisa pode trazer mais visibilidade às necessidades dos governos federal e estaduais de darem mais atenção à problemática, uma vez que houve perda de orçamento para segurança pública desde 2016.
As entidades realizadoras do estudo explicam que, além de assassinatos, o estudo traz um levantamento de violações de direitos sofridos por comunidades quilombolas em que houve identificação de morte causada por crimes.
Segundo a pesquisa, em 10 das 26 comunidades em que foram registrados assassinatos não há processos abertos no Instituto Nacional de Reforma e Colonização Agrária (Incra), autarquia responsável pela regularização fundiária dos territórios quilombolas. Nessa situação, sete assassinatos (70%) foram motivados por conflitos fundiários.
Entre os 11 quilombos que estão totalmente ou parcialmente titulados, os conflitos fundiários representaram 27% dos assassinatos. O estudo chama atenção para 1.805 processos abertos no Incra para regularização fundiária de territórios quilombolas, segundo a Fundação Palmares
Proteção dos defensores
As entidades recomendam que o Estado e municípios elaborem planos de titulação dos territórios quilombolas, com metas concretas anuais, orçamento adequado e estrutura administrativa para a titulação dos territórios quilombolas. O levantamento reitera a necessidade de proteção a defensores e defensoras de direitos humanos.
Nessa linha, o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania reinstalou a Comissão Nacional do Enfrentamento à Violência no Campo. O grupo, em reunião nesta semana, reiterou a necessidade de consolidação da proteção coletiva de povos indígenas e quilombolas.
A comissão pretende definir protocolo de investigação de crimes praticados “contra defensores de direitos humanos e a morosidade das ações voltadas à reforma agrária e demarcação de territórios tradicionais que acaba por escalar tensões e conflitos”.
Os membros do grupo devem ter encontros mensais para elaborar uma proposta de anteprojeto de lei sobre a Política Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, aos Comunicadores e aos Ambientalistas. O prazo para conclusão do trabalho é de seis meses.
A página do Incra (autarquia responsável pela titulação dos territórios quilombolas) aponta que a política de regularização fundiária de terras quilombolas é “de suma importância para a dignidade e garantia da continuidade desses grupos étnicos”. O endereço disponibiliza documentos como o acompanhamento de processos de regularização quilombola e a relação de processos de regularização de territórios quilombolas abertos.
Dor e luto
Filho da Mãe Bernadete, Jurandir Pacífico, mesmo em dias de dor e luto, busca honrar a memória de luta da mãe. No ano que vem, pretende inaugurar um instituto que leva o nome dela com o objetivo de manter todo o legado cultural e social da mãe. Além disso, quer ajudar comunidades com documentação.
“O instituto terá a responsabilidade de desenvolver e executar o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação, que é fundamental para registro e titulação das terras quilombolas”, frisou. É assim também que ele quer fazer valer, na prática, o que repete diariamente em sua comunidade: “Mãe Bernadete, presente”.
Nos dias 01 a 02 de dezembro, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), Campus Caxias, promove a sétima edição do Seminário Regional de Educação Inclusiva (SEREI). Este ano, o evento traz como tema “Educação Inclusiva: abordagens crítico-reflexivas, do acesso ao êxito do contexto escolar”.
O SEREI busca criar um espaço de diálogo e reflexão crítica sobre questões fundamentais relacionadas à educação inclusiva, com enfoque especial em metodologias de ensino e aprendizagem no contexto educacional. Estudantes, professores e profissionais da área da educação são convidados a participar desse encontro regional.
A programação do evento inclui palestras, rodas de conversa, mesa-redonda, minicursos, oficinas, exposição de trabalhos acadêmicos, além de oficinas práticas de Libras e Braille. Segundo os organizadores, as atividades foram planejadas para oferecer uma experiência abrangente e enriquecedora a todos os participantes.
As inscrições são limitadas e podem ser realizadas até o dia 30 de novembro diretamente no site do evento (neste link aqui). Após a inscrição principal, os participantes podem se inscrever nos minicursos e oficinas disponíveis.
Clique aqui para saber mais e realizar sua inscrição.Por: Ascom/ IFMA
Uma aposta feita em São Luís e outra em Piracicaba (SP) acertaram as 15 dezenas da Lotofácil e faturaram, cada uma, o prêmio de R$ 866.475,21. O concurso 2.955, realizado na noite dessa quinta-feira (16), teve prêmio principal estimado em R$ 1,7 milhões que foi dividido entre os ganhadores.
De acordo com o site da Caixa, as duas apostas sortudas são simples de 15 números apostados. A aposta de São Luís foi feita na lotérica Everest.
Outras 196 apostas acertaram 14 dezenas e levaram, pelo menos, R$ 1.853,88, cada uma. A estimativa de prêmio do próximo concurso, nesta sexta-feira (17), é de R$ 1,7 milhão. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas ou pela internet.
Para concorrer, o apostador marca entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante. O valor de uma aposta simples, com 15 números, é de R$ 3. A Lotofácil tem cinco faixas de premiação que paga diferentes quantias para cada uma.
+Milionária
Um bolão também de São Luís faturou R$ 126.455,16 no concurso 95 da +Milionária, realizado nessa quinta. O bolão, com 10 cotas, feito na lotérica Lima e Cerveira, teve cinco acertos + dois trevos. Não houve ganhadores na faixa dos seis acertos.
A +Milionária possui um volante com duas matrizes, denominadas: Matriz de Números e Matriz de Trevos Numerados. A Matriz de Números possui cinquenta números no universo de 1 a 50; a Matriz de Trevos Numerados possui seis trevos numerados no universo de 1 a 6.
Para registrar uma aposta simples, você escolhe 6 números na Matriz de Números e marca dois trevos no espaço logo abaixo, na Matriz de Trevos Numerados.Por: Imirante, com informações da Caixa