Prefeito de Codó está pouco se lixando para a fiscalização de estabelecimentos depois dos decretos autorizando as festas
Duas semanas depois da autorização para realização de festas em Codó, percebeu se que a cidade passou a respirar novos ares, parecendo até que não há mais pandemia.
Sabemos que enfrentar a pandemia, vai além da capacidade humana em respeitar o distanciamento social, evitar aglomerações e usar as máscaras, pois a cada quebra destes protocolos cada cidadão potencializa a propagação do vírus que já matou mais de meio milhão de pessoas no Brasil.
Mesmo tendo a cobertura vacinal em andamento, ainda é cedo para chegarmos à conclusão sobre quando chegaremos ao nível de abandonar todos os protocolos recomendados.
Ainda assim, temos visto que o prefeito de Codó, que é médico, sendo o primeiro a descumprir regras sanitárias e o pior, não definindo estratégias para enfrentar a pandemia, ouvindo os órgãos municipais e estaduais. Basta estalar os dedos e pedir ao setor jurídico, que sai um Decreto do nada.
Não se vê mais, membros da Vigilância Sanitária nas ruas, nem mesmo a Guarda Municipal, juntamente com as Forças de Segurança para que juntos possam ser realizadas as fiscalizações nós estabelecimentos que recebem grande concentração de pessoas.
Não há a necessidade de punir severamente os infratores, mas na maioria dos casos, apenas a permanência de uma fiscalização já inibe os excessos.
Zé Francisco não está nem aí para a pandemia, nem aí para a preservação de vidas, se assim fosse estaria colocando a estrutura da prefeitura à disposição da população.
As reclamações são as mesmas de sempre, falta um carro para a Vigilância Sanitária, falta efetivo para a Guarda, faltam profissionais da secretaria e saúde, ou seja: o que faz o prefeito mesmo?
Resposta:
Nada, pois para ele parece ser mais cômodo o arsenal de reclamações sobre o péssimo atendimento do sistema se saúde.
Creio que não foi esse o prefeito escolhido pela população. Omisso, desumano e cruel.
Por Reinaldo Bezerra



















