WhatsApp permite enviar fotos e vídeos de visualização única — Foto: Divulgação/WhatsApp
O WhatsApp oficializou nesta terça-feira (3) um recurso que permite enviar fotos e vídeos que podem ser visualizados apenas uma vez.
A opção será liberada para todos os usuários a partir desta semana. Para recebê-la, é preciso utilizar a versão mais recente do aplicativo.
A ideia do WhatsApp é oferecer mais privacidade para quem deseja compartilhar um arquivo sem deixá-lo acessível para sempre aos seus contatos.
As mensagens com fotos e vídeos de visualização única desaparecem automaticamente depois que o conteúdo é visualizado pelos destinatários. Para o arquivo sumir após ser visualizado, basta tocar sobre o ícone de número “1” antes de enviá-lo.
Os arquivos de visualização única também exibem o ícone junto à mensagem. Na conversa, eles só podem ser visualizados quando o destinatário seleciona as palavras “Foto” ou “Vídeo”.
Para evitar dúvidas sobre o conteúdo da conversa, os termos são substituídos por “Mensagem aberta” após a abertura e o consequente desaparecimento do arquivo.
Segundo o WhatsApp, as fotos e os vídeos de visualização única também são protegidos por criptografia de ponta a ponta, o que impede o acesso por terceiros. Por G1
A ginasta Rebeca Andrade, medalhista de ouro e prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio, será a porta-bandeira do Brasil na cerimônia de encerramento da competição, informou nesta quarta-feira (4) o Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Rebeca conquistou medalha de ouro no salto e prata no individual geral, sendo a primeira atleta brasileira a conquistar duas medalhas em uma mesma edição de Jogos, além de ter conquistado as duas primeiras medalhas da história na ginástica artística feminina do Brasil em Jogos Olímpicos.
“Assim, a ginasta permanece em Tóquio até o fim do evento, não retornando ao Brasil com o restante da equipe da ginástica artística nesta quarta-feira. Seu treinador Francisco Porath também continua no Japão”, disse o COB em nota. Fonte Agência Brasil
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, inaugurou hoje (3) o Museu da Rádio Nacional, na sede da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), no Rio de Janeiro. A emissora criou as bases do que forma atualmente o rádio brasileiro no que diz respeito à música, informação, humor, dramaturgia, esporte e os programas de auditório. A Rádio Nacional do Rio de Janeiro completará 85 anos no próximo mês de setembro.
Fábio Faria destacou que o museu vai resgatar a história das comunicações e da Rádio Nacional. “Eu, como ministro das Comunicações, não poderia passar em branco um momento histórico. Nós ficamos muito agradecidos com o trabalho de todos vocês que conseguiram resgatar e reciclar todos os momentos que fizeram dos últimos 85 anos no Brasil”, disse o ministro aos colaboradores da EBC. Salientou que o museu vai colocar “de uma vez por todas a Rádio Nacional na história de todos os brasileiros, eternamente”.
Museu da Rádio Nacional, no Rio de Janeiro – Tomaz Silva/Agência Brasil
Fábio Faria reiterou que a inauguração antecipava a comemoração do aniversário da Rádio Nacional. “Com essa antecipação, a gente deixa marcada na história o que foi a Rádio Nacional, porque a comunicação é eterna. Essa rádio passou por vários governos, fez a história do povo do Brasil, se comunicou, levando informações. Então, eu, como ministro, e Glen [Lopes Valente], como presidente [da Empresa Brasil de Comunicação], estamos muito honrados de fazer com que a Rádio Nacional ficasse para sempre na história e no futuro de todos os brasileiros”.
Radionovela
O presidente da EBC, Glen Valente, disse à Agência Brasil que, com o museu, a empresa pretende resgatar o acervo que a rádio tem. “Fizemos um piloto de três minutos onde a gente reproduziu a radionovela, e a gente tem intenção de voltar com a radionovela no rádio”. Glen Valente garantiu que a rádio não vai acabar. “A gente acabou de inaugurar cinco rádios da banda estendida. Esse é o propósito, a gente vai continuar trabalhando no rádio”.
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, e o diretor-presidente da EBC, Glen Valente, no Rio de Janeiro. – Tomaz Silva/Agência Brasil
Glen Valente disse que o rádio é vital na EBC. “E a gente, na verdade, está aqui celebrando esse momento e resgatando a história do rádio no Brasil”.
Participaram da inauguração do Museu da Rádio Nacional dois dos funcionários que viveram a época de ouro da emissora: o radioator Laio Júnior, que completará 48 de trabalho na antiga Rádio Nacional, em dezembro, e o datilógrafo de roteiros Reynaldo Gomes de Rezende, com 42 anos de casa, a serem completados em outubro deste ano. “A cópia ficou fiel”, exclamou Laio, referindo-se ao museu”. “Igual como estava lá”, completou Reynaldo Rezende. Fonte Agência Brasil
Mais uma codoense teve que ser transferida as pressas para a cidade de Caxias em virtude da falta de saúde de qualidade oferecida pela atual gestão municipal na cidade de Codó, a sorte da codoense Sheila Oliveira de Sousa, 26 anos foi a intervenção feita as pressas pelo então Deputado Estadual Zito Rolim que com muito carinho se esforçou e conseguiu um Leito de UTI na cidade de Caxias.
O fato é que a cidade de Codó que é administrada por um prefeito que é médico nunca esteve em tempos tão difíceis, a população está sofrendo pela falta de saúde de qualidade e até mesmo de procedimentos básicos como simples exames de sangue.
Os nobres “vereadores” de Codó precisam se posicionar e sair em defesa da população codoense que não aguenta mais tanto descaso, tanto sofrimento e falta de sensibilidade e amor ao próximo.
O Vereador Domingos Reis lamentou profundamente o caos instalado no KM 17 pela falta de água potável oferecida pela atual gestão municipal, o povo está sofrendo, a população do KM 17 precisa de água potável, a população cresceu e alguma coisa que seja feita com responsabilidade precisa ser feita para acabar com o sofrimento daquele povo do KM 17.
Não tem água para banhar, não tem água para beber e nem para cozer os alimentos, Domingos Reis afirmou ainda que sonha dia e noite para que um dia a água e a saúde seja prioridade para toda a população do KM 17, disse também que levou essa água para a tribuna e mais parecia um suco de tamarindo, é só propaganda enganosa e nada de ação para ajudar esse povo.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pediu hoje (3) que os brasileiros se imunizem com a segunda dose das vacinas, como forma de proteção efetiva, inclusive contra o avanço da variante delta da covid-19. Queiroga participou, nesta terça-feira, do balanço da ação de vacinação em massa contra a doença, no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro.
“Sistemas de saúde mais consolidados do que o nosso, a exemplo do inglês, não conseguiram conter a propagação comunitária da variante delta. Os Estados Unidos também enfrentam o problema. Nós estamos assistindo, e isso acontece sobretudo com aqueles que não estão vacinados. As nossas vacinas funcionam contra essa variante. Aproveito para lembrar às pessoas que ainda não tomaram a segunda dose que voltem às unidades básicas de saúde. Para ter a proteção, é necessário [tomar] as duas doses”, disse Queiroga.
O ministro participou, na Clínica da Saúde Adib Jatene, dentro do Complexo da Maré, da vacinação de dois moradores. A comunidade foi alvo, nos últimos dias, de um experimento de vacinação em massa, com a aplicação de 33 mil doses. Nesta terça-feira, foi realizada na comunidade uma busca ativa de pessoas que ainda não tinham sido vacinadas.
Também participaram da solenidade o ministro do Turismo, Gilson Machado, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Denise Pires de Carvalho, e a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade. Fonte Agência Brasil
O Ministério da Educação (MEC) divulgou no fim da noite dessa terça-feira (3) a relação dos candidatos pré-selecionados em chamada única ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre de 2021. O resultado está disponível na página do Fies.
A seleção assegura apenas a expectativa de direito à vaga, já a contratação do financiamento está sujeita às demais regras e procedimentos de formalização do contrato. O prazo para complementação das informações da inscrição começa hoje (4) e vai até sexta-feira (6).
Os estudantes não pré-selecionado foram automaticamente incluídos em lista de espera, observada classificação. Considerando que não existe novo ranqueamento, após a publicação do resultado da chamada única, os participantes da lista de espera, deverão, obrigatoriamente, acompanhar sua eventual pré-seleção.
Nesse caso, os candidatos deverão complementar sua inscrição no prazo de três dias úteis, contados do dia subsequente ao da divulgação de sua pré-seleção no sistema. O prazo final para a lista de espera é 31 de agosto.
Em 2021 o Fies teve a oferta total de 93 mil vagas. Nesta seleção do segundo semestre, estão disponíveis 69 mil vagas distribuídas em 23.320 cursos de 1.324 instituições privadas de ensino superior. Caso hajam vagas remanescentes, não ocupadas na chamada única, o MEC poderá fazer nova seleção.
Para ter acesso ao fundo, é necessário ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos e ter participado de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, obtendo no mínimo 450 pontos na média das cinco provas do exame e não ter zerado a prova de redação.
O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas aderentes ao programa. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).
O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies tem regras específicas, sem seleção, e funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros. Fonte Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta terça-feira (3), uma lei que define a educação bilíngue de surdos como uma modalidade de ensino independente. O texto modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para estabelecer como educação bilíngue aquela em que a língua brasileira de sinais (Libras) é considerada primeira língua, e o português escrito como segunda língua.
A lei teve origem no Senado, onde foi aprovada e seguiu para a Câmara dos Deputados, que aprovou o texto e o enviou ao Executivo em meados de julho. A medida deve ser aplicada em escolas bilíngues de surdos, classes bilíngues de surdos, escolas comuns ou em polos de educação bilíngue de surdos. A modificação na LDB deve beneficiar estudantes surdos, surdos-cegos, com deficiência auditiva sinalizante, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com outras deficiências associadas que tenham optado pela modalidade bilíngue.
Dentre as ações previstas, o texto prevê que serão disponibilizados, quando necessário, serviços de apoio educacional especializado, como o atendimento educacional especializado bilíngue, para atender às especificidades linguísticas dos estudantes surdos, bem como estabelece que a oferta de educação bilíngue de surdos terá início desde o nascimento e se estenderá ao longo da vida.
Os sistemas de ensino assegurarão a esses alunos a oferta de material didático e atendimento por professores bilíngues com formação e especialização apropriadas em nível superior.
A lei visa ainda fomentar os sistemas de ensino, em regime de colaboração, de maneira que se desenvolvam programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilíngue e intercultural aos estudantes. Fonte Agência Brasil
A brasileira Ana Marcela Cunha conquistou a medalha de ouro na prova dos 10 quilômetros (km) da maratona aquática da Olimpíada de Tóquio (Japão). Ela venceu a prova nesta terça-feira (3) na Marina de Odaiba com o tempo de 1h59min30s8.
A atleta da Unisanta, de Santos, esteve no pelotão da frente durante praticamente toda a prova. Nos 5,2 km de prova, ela cravou a marca de 1h02min30s5, mais de três segundos à frente das perseguidoras mais próximas. Após cair para o quarto lugar, a nadadora voltou a assumir a ponta aos 8,6km para seguir na liderança até cruzar o pórtico de chegada.
A medalha de prata ficou com holandesa Sharon van Rouwendaal (ouro na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro), que fez o tempo de 1h59min31s7, enquanto a australiana Kareena Lee ficou com o bronze, com a marca de 1h59min32s5.
Na carreira, a baiana de 29 anos já foi eleita seis vezes a melhor atleta do mundo em maratonas aquáticas. Além disso, ela é tetracampeã mundial em provas de 25 km (2011, 2015, 2017 e 2019) e campeã pan-americana em Lima (2019) na prova de 10 km. Nos Jogos de 2008 (Pequim), ela finalizou na quinta posição. Após não se classificar para os Jogos de 2012 (Londres), Ana Marcela voltou a competir no Rio de Janeiro, em 2016, quando acabou no 10º lugar. Fonte Agência Brasil
O brasileiro Alison dos Santos conquistou a medalha de bronze na prova dos 400 metros (m) com barreiras da Olimpíada de Tóquio (Japão), na noite desta segunda-feira (2) no Estádio Olímpico.
Essa foi a primeira medalha do atletismo do Brasil na atual edição dos Jogos Olímpicos. O paulista de 21 anos cravou o tempo incrível de 46s72, quebrando o recorde sul-americano e baixando pela primeira vez a marca de 47 segundos.
O ouro ficou com o norueguês Karsten Warholm, que quebrou o recorde mundial fechando a prova, pela primeira na história, em menos de 46 segundos (45s94). O norte-americano Rai Benjamin ficou com a prata com a marca de 46s17.
“Foi uma prova louca, uma prova muito forte, uma prova histórica onde fizeram o que achavam que era impossível, quebrar a barreira dos 46s. Três atletas correram abaixo de 47s, a prova mais rápida da história, e fico muito feliz por fazer parte disso”, declarou Alison dos Santos, após a prova, ao Comitê Olímpico do Brasil. Por Agência Brasil