Comerciantes que trabalham vendendo lanches, churrasquinhos e até mesmo os codoenses que andam por essa praça diariamente denunciam o situação de TOTAL ABANDONO a qual esse importante cartão postal da cidade de Codó tem sido tratado pela atual gestão municipal.
São nada mais, nada menos que TRÊS MESES E CINCO DIAS de escuridão total, nas fotos registradas na noite de ontem 28/10/2021 é possível constatar a veracidade dos fatos ao ver os postes com todas as lâmpadas queimadas, dificultando as vidas dos pequenos comerciantes que vivem da venda de seus churrasquinhos todas as noites como também provocando uma sensação de medo dos bandidos que se aproveitam para agir em meio a grande escuridão.
Aproveitamos a oportunidade para pedir encarecidamente aos nobres vereadores de Codó que legislem a favor do povo de Codó, que peçam ao senhor prefeito de Codó que solucione esse problema o quanto antes.
Mais de 1,7 mil jovens e adultos dos municípios de Timon e Caxias foram certificados no sábado (30) e domingo (31) em cursos profissionais ofertados pelo IEMA Vocacional. Além dos certificados de qualificação, os cursistas também receberam kits do Programa Mais Renda, para ajudá-los na abertura de seus próprios negócios.
O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, participou das cerimônias de certificação nos dois municípios e destacou o objetivo do Governo do Estado para alcançar cada mais jovens e adultos maranhenses com os cursos. “Mais de 1.700 pessoas certificadas em cursos profissionalizantes que têm como objetivo gerar empregos, oportunidade e renda para a população maranhense. O governo Flávio Dino trabalha todo dia, inclusive nos finais de semana, para quem mais precisa. É assim que nós iremos superar a crise, juntos e através da educação”, apontou.
Em Timon, foram 1.411 pessoas que receberam certificados em diversos cursos profissionalizantes, entre elas Layne Kelly, 17 anos, que cursou design de sobrancelha. “Graças ao curso, pude ter uma experiência maravilhosa. Hoje em dia eu trabalho, ganho meu dinheiro com isso e agradeço muito”, revelou.
Já Ítalo Melo, 21 anos, recebeu o certificado de eletricista predial e estava desempregado antes de fazer o curso. “Eu me encontrava desempregado até pouco tempo, aí surgiu a oportunidade de fazer esse curso, e vi como uma abertura de portas em minha vida, porque a gente precisa estar qualificado. Atualmente me considero, graças ao curso, um profissional na área”, comentou.
No município de Caxias, cerca de 300 pessoas foram certificadas em cursos de cabelereiro, maquiagem, técnico em robótica e manutenção de ar condicionado. Na cidade, também serão ofertados, a partir desse mês de novembro, novos cursos do IEMA Vocacional. Nessa nova etapa serão: hambúrguer artesanal, maquiador, cabeleireiro e Libras básico.
“O curso de cabeleireiro veio em boa hora. Eu estava desempregada e agora estou formada. Quero agradecer ao IEMA pela oportunidade. Eu já estou trabalhando e ganhando meu dinheiro”, ressaltou Ayla Joselane Almeida, 30 anos.
Em Caxias, a solenidade de certificação foi seguida pela aula inaugural dos novos cursos. O deputado estadual Adelmo Soares destacou a oportunidade para a população do município. “Estou muito feliz porque mais uma vez trouxemos para Caxias o conhecimento, e o conhecimento é eterno. Dar certificação para essas pessoas e ofertar novos cursos é mostrar que acreditar em educação é construir um Maranhão de todos nós, e tenho certeza que juntos haveremos de ver uma sociedade melhor, mais justa e um mundo mais feliz”, disse o parlamentar.
O secretário adjunto de Educação Profissional da Secretaria de Estado da Educação, André Bello, falou sobre a ampliação dos cursos do IEMA Vocacional para dar mais dignidade, com renda às pessoas que precisam. “Conseguimos sair de 20 unidades vocacionais para 45 unidades, hoje. De cerca de 30 mil alunos certificados, saltamos para 95 mil, mesmo com a pandemia e a crise econômica que enfrentamos. Hoje a certificação do IEMA é reconhecida no Maranhão e no país inteiro. E não é somente a certificação: os alunos recebem também kits mais renda para que as pessoas possam abrir seus próprios negócios”, concluiu Bello.Por: Secom/ Governo do Maranhão
O Maranhão vive uma queda significativa nos números da Covid-19 há mais de dois meses. O cenário positivo faz com que especialistas já falem em aumento das flexibilizações, como a desobrigação do uso de máscara em locais abertos.
O número de casos ativos da doença é um dos mais baixos registrados desde o começo da pandemia, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). No Maranhão, 9.018 ainda estão com a doença ativa. Dessas, 49 estão internadas em leitos de UTI.
Um outro número que chama atenção é o de leitos desativados nas últimas semanas. Para se ter uma ideia, em 28 de setembro, eram 120 leitos de UTI na grande ilha. Nesta terça-feira (2), esse número caiu para 50.
Isso ocorre porque menos pessoas estão apresentando casos graves da doença. Em relação ao número de casos ativos. Em 28 de setembro, o número era de 26.841. Em 30 dias houve uma considerável redução. O médico epidemiologista, Antônio Augusto Moura, explica que dois fatores influenciam nesses dados.
“Essa queda se deve a dois fatores: primeiro fato é que tivemos uma segunda onda da pandemia muito forte e as pessoas que ficaram doentes, desenvolveram uma proteção temporária. Isso junto com a vacinação, cuja cobertura para duas doses se elevou bastante, está fazendo com que a transmissão da Covid-19 esteja em níveis pré epidêmicos, ou seja, bem básicos”, disse o médico Antônio Augusto Moura.
O avanço da vacinação tem influenciado na redução dos casos. Segundo a prefeitura de São Luís, na capital mais de 1 milhão e 500 mil pessoas já foram vacinadas com as duas doses. Cerca de 66 mil pessoas já foram vacinadas com a dose de reforço. A taxa de vacinação é de 90,51%. A médica infectologista, Maria dos Remédios Branco, diz que com esses dados já dá para pensar em uma flexibilização de algumas medidas.
“Pode ser feita a flexibilização de algumas medidas restritivas, como por exemplo, o uso de máscaras em locais abertos. Outra medida que poderia ser adotada é a exigência do comprovante de vacinação para que as pessoas pudessem adentrar locais fechados”, disse a médica Maria dos Remédios Branco. Por G1-MA
Os consumidores de energia elétrica do Maranhão devem ficar atentos a uma nova modalidade de golpe aplicada por criminosos, que utilizam o nome da concessionária de energia do Estado para extorquir as vítimas.
Segundo a Equatorial Maranhão, os consumidores devem ficar atentos para ação de golpistas que, por telefone, ameaçam suspender o fornecimento caso um depósito não seja realizado em conta bancária. Os últimos casos registrados apontam que comerciantes seriam os principais alvos dos estelionatários.
A distribuidora de energia explica que o golpe, aplicado pelo telefone, se caracteriza por procedimento de caráter emergencial em que os criminosos, alegando a existência de dívidas pendentes, solicitam que sejam efetuados depósitos em conta bancária sob ameaça de suspensão do fornecimento de energia ou retirada do medidor de energia da unidade consumidora. E os cuidados devem ser redobrados naqueles casos em que o autor do crime solicita que as vítimas entrem em contato com números de Central de Atendimento que não correspondem ao disponibilizado pela distribuidora.
A concessionária destaca que tal procedimento não corresponde com a conduta adotada pela empresa em casos de inadimplência. A suspensão do fornecimento de energia é um procedimento adotado em última instância e é precedido por aviso prévio que chega ao cliente através da sua conta de energia. Diante da necessidade, o ato da realização do corte de energia pode ser evitado somente através do pagamento da fatura recebida pelo cliente em sua residência ou da segunda via da conta emitida através de um dos canais oficiais. Nunca através de depósitos bancários.
Nas situações de acúmulo de débitos a empresa oferece ao cliente opções de negociação que podem ser consultadas através da central exclusiva 0800 098 2997, no site da Equatorial ou presencialmente em uma das agências de atendimento.
Como se prevenir
* A Equatorial Maranhão reforça que qualquer cobrança efetuada pela concessionária é realizada através dos canais oficiais e orienta os clientes:
* Busque contato com a empresa somente através dos canais oficiais disponibilizados para o atendimento ao cliente. Sendo eles: Central de Atendimento (116), aplicativo Equatorial, WhatsApp – Clara (98 2055-0116), site www.equatorialenergia.com.br, central de negociação 0800 098 2997, ou uma de nossas agências de atendimento presencial.
* Caso não esteja sendo atendido através de um dos canais oficiais ou por um dos atendentes, nunca repasse dados pessoais como número da unidade consumidora ou documento dos titulares da conta. Por G1-MA
O WhatsApp deixou de ser compatível nesta segunda-feira (1º) com o Android 4.0.4 e versões mais antigas (veja abaixo como identificar sua versão). Para seguir com o aplicativo, os usuários precisam atualizar o celular ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente do sistema operacional do Google.
O alerta sobre o fim do suporte para celulares antigos aparece no site do aplicativo. “A partir do dia 1º de novembro de 2021, o WhatsApp não será mais compatível com aparelhos Android com o sistema operacional 4.0.4 e versões anteriores”, diz o aviso.
Com a decisão, o WhatsApp funcionará apenas nos seguintes sistemas:
* Celulares com Android 4.1 e mais recentes
* iPhones com iOS 10 e mais recentes
* Alguns modelos com KaiOS 2.5.1 e mais recentes
Procurado pelo g1, o WhatsApp disse que a maneira como as pessoas usam os dispositivos muda constantemente e, por isso, revisa modelos de hardware e software antigos para retirar o suporte para sistemas com menos usuários.
“É uma prática padrão para empresas de tecnologia não manter o suporte para modelos de hardware e software mais antigos e cada vez menores, por tempo indeterminado, a fim de usar esses recursos para oferecer suporte a sistemas operacionais novos e em crescimento”, disse o WhatsApp.
O Android 4.0.4, conhecido como Ice Cream Sandwich, foi lançado pelo Google em dezembro de 2011. Ele foi sucedido pelo Android 4.1 (Jelly Bean), liberado em julho de 2012. Hoje, a versão mais recente é o Android 12.
O g1 perguntou ao Google qual a porcentagem de usuários que estão com o Android 4.0.4, mas a empresa não revela esses dados.
O site do WhatsApp não trata de mudanças no iOS, mas a recomendação é usar a versão mais recente do sistema da Apple.
Como saber a versão do Android
Por conta de mudanças feitas pelas fabricantes, os passos para descobrir a versão do Android podem ser diferentes em cada celular. Confira como encontrar a informação em celulares de duas marcas:
Os líderes das 20 maiores economias do mundo aprovaram no sábado (30) a criação de um imposto global único de 15% para as grandes empresas. A medida pretende reformular as regras internacionais de tributação, com o desestímulo à evasão de recursos para paraísos fiscais. O acordo foi formalizado ontem (31) no comunicado final da reunião do G20, que ocorre em Roma neste fim de semana.
A taxação de 15% havia sido aprovada pelos ministros de Finanças do G20 em julho, após 136 países, entre os quais o Brasil, assinarem um acordo mediado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A formalização do documento pelas 20 maiores economias do planeta era esperada na reunião de cúpula na capital italiana.
Pelo acordo, a partir de 2023, todos os países tributarão os lucros internacionais das empresas em pelo menos 15%. Os países que continuarem a aplicar impostos mais baixos serão retaliados. Segundo a OCDE, cerca de US$ 150 bilhões devem ser arrecadados por ano em todo o planeta de empresas que promovem a evasão fiscal e deixam de investir e gerar empregos.
Atualmente, multinacionais que apuram grandes lucros em áreas como licenciamento de marcas e propriedade intelectual transferem os recursos para subsidiárias em paraísos fiscais, onde pagam pouco ou nenhum imposto. Cada país terá de ratificar individualmente o novo acordo.
Originalmente, o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, defendia a fixação de uma alíquota global de 21%. Após a resistência de alguns países industrializados que cobram impostos em torno de 10%, os países concordaram em instituir o imposto global em 15%.
Apesar de não conseguir adotar a alíquota planejada, Biden comemorou a medida. “Aqui no G20, os líderes que representam 80% do PIB [Produto Interno Bruto] do planeta – aliados e concorrentes do mesmo lado – tornaram claro o apoio para um imposto mínimo global forte”, postou o presidente norte-americano na rede social Twitter.
O primeiro-ministro italiano Mario Draghi, que ocupa a presidência rotativa do G20, classificou a medida como um acordo histórico para um sistema tributário mais justo e equitativo. Por Agência Brasil
De 1º a 30 de novembro, será realizada a segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa no Maranhão. A Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA) já está realizando ações de fiscalização nas revendas de vacina para assegurar a qualidade da imunização nesta etapa da campanha.
Todos os criadores de gado bubalino e bovino, na faixa etária de 0 a 2 anos, deverão vacinar seus animais contra a febre aftosa nessa segunda etapa da campanha. A dose de vacinação será de 2 ml. O prazo para o criador comprovar a imunização dos seus animais será até o dia 15 de dezembro e deve ser feita no escritório da AGED, onde o produtor tem sua propriedade cadastrada. Caso o produtor queira, a comprovação da vacinação pode também pode ser feita por e-mail.
A AGED informa que, nesse mesmo período, deve ocorrer também a imunização de todos os animais cujos criadores não vacinaram seus rebanhos na primeira etapa da campanha por falta de vacina no mercado.
Os criadores que assinaram o Termo de Compromisso para vacinarem seus animais para se regularizarem junto a AGED, devem adquirir a vacina, imunizar os animais a partir de 1º de novembro e comprovar a vacinação dos bovinos e bubalinos até o dia 30 de novembro de 2021, sem aplicação das sanções legais (multa). Por G1-MA
A equipe econômica não tem um plano alternativo para viabilizar o Auxílio Brasil, com benefício mínimo de R$ 400 por família, caso a proposta de emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios não seja aprovada pelo Congresso, disse ontem (29) o novo secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago. Ele afirmou que o Ministério da Economia não trabalha com a decretação de um estado de calamidade pública para executar recursos fora do teto de gastos.
“O Ministério da Economia não trabalha com outra opção que não seja discussão do texto da PEC dos Precatórios”, disse Colnago, na primeira entrevista coletiva depois de assumir o cargo. Ele respondeu a uma pergunta sobre uma eventual decretação de calamidade pública para abrir brecha para a edição de créditos extraordinários, que por definição estão fora do teto de gastos, nos Orçamentos de 2021 e 2022.
Tanto em 2020 como neste ano, os créditos extraordinários foram usados para bancar o auxílio emergencial e financiar outras medidas de enfrentamento à pandemia de covid-19. Colnago tomou posse como secretário do Tesouro nesta semana, após a renúncia de Bruno Funchal, que pôs o cargo à disposição, junto com três secretários, por não concordar com a proposta da PEC de flexibilizar o teto de gastos.
Em relação à folga de R$ 91,6 bilhões no teto de gastos em 2022 a ser aberta caso a PEC dos Precatórios seja aprovada, Colnago disse que sobrarão R$ 10 bilhões para recursos livres. Segundo o secretário, do espaço fiscal total a ser aberto: R$ 50 bilhões financiarão o benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil e R$ 24 bilhões serão irão para a Previdência Social para garantir a reposição da inflação mais alta para aposentadorias, pensões e demais benefícios.
Com o fim do auxílio emergencial, que deixará de ser pago no domingo (31), cerca de 29 milhões de trabalhadores informais não inscritos no Bolsa Família deixarão de receber o benefício e não serão migradas para o Auxílio Brasil. Segundo Colnago, não cabe ao Ministério da Economia avaliar o impacto do fim do benefício para essas famílias. “Essa política é do Ministério da Cidadania”, rebateu.
Banco Central
O novo secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, também participou da entrevista. Ele disse que o Tesouro Nacional trabalhará em coordenação com o Banco Central (BC) e atuará no mercado de títulos públicos caso seja necessário. “Se for necessário o Tesouro atuará e, como sempre, em conjunto com Banco Central”, declarou.
Em relação às turbulências recentes, Valle disse que o Tesouro está diminuindo a oferta de papéis prefixados (com juros definidos no momento da emissão) e aumentando as vendas de títulos corrigidos pela Selic (juros básicos da economia) e pela inflação. Com a turbulência nos mercados nos últimos dias, as taxas pedidas pelos investidores para títulos prefixados nos últimos dias chegaram a ultrapassar 12% ao ano.
Para Valle, a instabilidade no mercado de títulos públicos, que registrou nos últimos dias diversas interrupções nos leilões do Tesouro Direto, deve-se à incerteza com a votação da PEC dos Precatórios. Colnago afirmou que a equipe econômica só voltará a manifestar-se sobre o tema caso o texto seja mudado e a folga no teto de gastos seja alterada.
Verbas para educação
Rebatendo o argumento de diversos governadores, Colnago negou que a PEC dos Precatórios diminua as verbas para a educação dos governos estaduais. “O fato de algum estado fazer acerto de contas com precatórios do Fundef e dívidas com a União não altera em nada o orçamento da Educação. O que a PEC permite é fazer esse encontro de contas”, justificou.
Segundo alguns estados, o parcelamento de precatórios do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) e do atual Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) diminuiria o pagamento de dívidas relacionadas à educação, prejudicando os governos locais.
Colnago esclareceu que o texto da PEC dos Precatórios não abre exceção para dívidas antigas do Fundef. “O texto da PEC não entra no mérito de qual é a decisão judicial que originou precatório”, explicou. Diversos parlamentares têm pressionado para que os precatórios do Fundef não sejam parcelados. Criado em 1997, o Fundef foi substituído pelo Fundeb em 2007. Em 2020, o Fundeb foi renovado em caráter permanente. Por Agência Brasil
Comerciantes que trabalham vendendo lanches, churrasquinho e até mesmo os codoenses que andam por essa praça diariamente denunciam a situação calamitosa e de TOTAL ABANDONO a qual esse importante CARTÃO POSTAL da cidade de Codó tem sido tratado pela atual gestão municipal.
São nada mais, nada menos que TRÊS MESES E UM DIA de escuridão total, nas fotos registradas na noite de ontem 28/10/2021 é possível constatar a veracidade dos fatos ao ver os postes com todas as lâmpadas queimadas, dificultando as vidas dos pequenos comerciantes que vivem da venda de seus churrasquinhos todas as noites como também provocando uma sensação de medo dos bandidos que se aproveitam para agir em meio a grande escuridão.
Aproveitamos a oportunidade para pedir encarecidamente aos nobres vereadores de Codó que legislem a favor do povo de Codó, que peçam ao senhor prefeito de Codó que solucione esse problema o quanto antes.