Blog do Walison - Em Tempo Real

Doenças cardiovasculares matam 1 brasileiro a cada 90 segundos

Cerca de 30% dos óbitos registrados anualmente no país são em decorrência de complicações cardíacas
 

São Paulo, setembro de 2022 – As doenças cardiovasculares são as mais comuns entre os brasileiros e também a principal causa de morte. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o percentual é maior que todos os cânceres juntos, problemas respiratórios, violência e acidentes de trânsito.

Isso acontece porque as patologias do coração são muitas e acometem grande parte da população brasileira. Estima-se que, pelo menos, 400 mil pessoas venham a óbito por doenças cardiovasculares ao final de cada ano, o que significa uma morte a cada um minuto e meio. Segundo um artigo publicado do Arquivos Brasileiros de Cardiologia, a pressão arterial sistólica elevada foi o principal fator de risco para a mortalidade por doenças cardiovasculares em 2019.
 

A chegada da pandemia agravou mais um pouco o cenário, já que devido ao isolamento, grande parte da população parou de fazer exercícios físicos e adotou uma alimentação pouco saudável. Além disso, a contaminação por Covid-19 é uma das causas para o surgimento ou piora de doenças cardiovasculares. “Pessoas que contraíram o modo mais agressivo do vírus têm maior chance de desenvolver patologias cardiovasculares após um ano. Por isso, durante as consultas, sempre perguntamos se o paciente já teve coronavírus, pois a doença por si só representa grande risco ao coração”, afirma a Dra. Salete Nacif, cardiologista do Hcor.
 

Em média, o Hcor realiza 250 exames mensais para detectar doenças cardiovasculares. Durante a época mais forte da pandemia, este número caiu 30%, o que representa uma forte propensão ao diagnóstico tardio. Até julho deste ano, a média era de 216, ainda inferior à antes da pandemia. Com a redução do diagnóstico, também houve queda na realização de cirurgias, passando de 155 (2019) para 110, no primeiro ano da pandemia. Atualmente, a média é de 137 cirurgias por mês.
 

Doenças cardiovasculares mais comuns e tratamentos
 

Existe uma variedade muito grande deste tipo de doença, mas algumas das mais comuns são: hipertensão, doença arterial coronária, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), obstrução das artérias das pernas e das carótidas (vasos que levam o sangue ao cérebro) e arritmias, todas elas agravadas pela pandemia.

“A insuficiência cardíaca é a fase final de todas as outras doenças cardiovasculares. Para isso, o paciente deve cuidar da pressão arterial, verificar o colesterol, cessar o tabagismo, combater o sedentarismo e controlar o estresse, pois esses são os principais fatores de risco”, explica Dr. César Jardim, cardiologista do Hcor.
 

Existem ainda os tratamentos específicos para cada enfermidade. “Para a doença arterial coronária, por exemplo, podem ser indicados medicamentos e/ou realizada cirurgia para a colocação de Stent ou ponte de safena/ mamária. As doenças valvares podem ser tratadas também com remédios, mas muitas vezes são necessárias cirurgias ou procedimentos por cateterismo para fazer a correção das válvulas. As arritmias dependem de tratamento clínico, e, em último caso, há a possibilidade de intervenção invasiva como as ablações”, detalha Salete.
 

Quando devo procurar um médico?
 

Ao sentir cansaço, dor no peito, falta de ar, inchaço nas pernas e/ou palpitações é fundamental procurar um atendimento cardiológico. No entanto, a maioria das doenças cardiovasculares é silenciosa, não apresentando nenhum sinal para o indivíduo. Por isso, o mais correto é fazer acompanhamento de rotina. “Em casos onde a pessoa não possui histórico familiar, a partir dos 40 anos é recomendado fazer um check-up anualmente. Em contrapartida, caso a família do paciente já possua alguma doença cardiovascular, o ideal é fazer esse acompanhamento com o cardiologista a cada quatro ou seis meses, dependendo da gravidade”, finaliza Jardim.
 

Sobre o Hcor

O Hcor atua em mais de 50 especialidades médicas, entre elas Cardiologia, Oncologia, Neurologia e Ortopedia, além de oferecer um centro próprio de Medicina Diagnóstica. Possui Acreditação pela Joint Commission International (JCI) e diversas certificações nacionais e internacionais. Desde 2008, é parceiro do Ministério da Saúde no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS).
 

Instituição filantrópica, o Hcor iniciou suas atividades em 1976, tendo como mantenedora a centenária Associação Beneficente Síria. Além do escopo assistencial, o hospital conta com um Instituto de Pesquisa, reconhecido internacionalmente, que coordena estudos clínicos multicêntricos com publicações nos mais conceituados periódicos científicos. Também está à frente de um Instituto de Ensino, que capacita e atualiza milhares de profissionais anualmente e é certificado pela American Heart Association.
 

Mais informações para a imprensa

Ariane Salles – ariane.salles@fleishman.com.br (11 98014-6226)

Andressa Aricieri – andressa.aricieri@fleishman.com.br (11 99145-6092)

Andrea Giardino — andrea.giardino@fleishman.com.br (11 99150-4565)

Eleições 2022: Agenda dos candidatos ao Governo do MA nesta segunda (12)

Carlos Brandão (PSB): O atual governador, que tenta a reeleição no pleito vai participar a partir das 9h de gravação de programa político. Às 10h ele tem atividades administrativas em São Luís. Às 19 ele tem encontro político.

Edivaldo Holanda Junior (PSD): Pela manhã ele tem reunião com lideranças em municípios do interior do Estado. A tarde o candidato grava programa eleitoral. A noite ele se reúne com a coordenação de campanha.

Enilton Rodrigues (PSOL): Até a última atualização desta matéria, a equipe do candidato não havia informado sobre nenhuma atividade de campanha para esta segunda-feira.

Frankle Costa (PCB): Até a última atualização desta matéria, a equipe do candidato não havia informado sobre nenhuma atividade de campanha para esta segunda-feira.

Hertz Dias (PSTU): Até a última atualização desta matéria, a equipe do candidato não havia informado sobre nenhuma atividade de campanha para esta segunda-feira.

Joás Moraes (Democracia Cristã): Até a última atualização desta matéria, a equipe do candidato não havia informado sobre nenhuma atividade de campanha para esta segunda-feira.

Lahesio Bonfim (PSC): Até a última atualização desta matéria, a equipe do candidato não havia informado sobre nenhuma atividade de campanha para esta segunda-feira.

Simplício Araújo (Solidariedade): Até a última atualização desta matéria, a equipe do candidato não havia informado sobre nenhuma atividade de campanha para esta segunda-feira.

Weverton Rocha (PDT): O candidato participa a partir das 8h de entrevista de emissora de rádio. Às 11h45 ele participa de entrevista no JMTV 1ª Edição na TV Mirante. Às 13h ele tem reunião com a coordenação de campanha. Às 16h ele participa de caminhada no bairro Coroadinho na capital. Às 19 ele tem sabatina em emissora de rádio em São Luís. Às 21h ele tem entrevista online.Por: G1-MA

Maior constrangimento por excesso de peso ocorre no ambiente familiar

Oito em cada dez pessoas com obesidade já sentiram algum tipo de constrangimento em razão do excesso de peso, sendo que a maioria afirma ser vítima de discriminação pelo menos uma vez ao mês. Levantamento sobre obesidade e gordofobia, realizado pela internet com 3.621 pessoas, das quais 88% tinham excesso de peso, revela que, para 72% dos entrevistados, o ambiente familiar é o mais hostil em relação a episódios de constrangimento por conta do peso.

Feita em fevereiro deste ano pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), a pesquisa identificou que, depois do ambiente familiar, os locais onde pessoas com obesidade sentem mais preconceito são lojas e comércio em geral (65,5%), seguido por situações de discriminação no médico (60,4%) e no trabalho (50,7%).

A endocrinologista Maria Edna de Melo, coordenadora do Departamento de Obesidade da SBEM, disse que o constrangimento e o preconceito não atingem somente as pessoas obesas. “Quase 70% das pessoas com sobrepeso já relatam ter constrangimento relacionado ao peso. E, à medida que vai aumentando o grau da obesidade, isso vai ficando mais frequente“.

Para a médica, o que chamou mais atenção na sondagem foi que o principal local de preconceito é a própria casa do paciente. “Embora no colégio e no trabalho ocorram situações de constrangimento, é dentro de casa que o preconceito é mais frequente. No dia a dia, quando a gente conversa com os pacientes, isso é bem nítido”.

Dados do Ministério da Saúde informam que, no Brasil, o excesso de peso acomete mais de 60% da população, sendo que cerca de 20% dos adultos já estão com obesidade.

Para minimizar o grande impacto dessa doença na saúde dos brasileiros, a endocrinologista aposta na ampliação do conhecimento sobre o tema e na oferta do cuidado adequado.

“A pessoas precisam entender a obesidade como uma doença, entender que não é escolha, que as pessoas que têm obesidade buscam, diariamente, melhorar sua alimentação, tentar melhorar sua saúde. Para a população com obesidade, em geral, essa é uma tentativa de todo dia. Se não fosse uma doença, seria fácil. Mas não é. Fica muito difícil controlar o impulso pela comida, porque tem comida em todo lugar”, afirma a médica.

Ela destacou ainda a necessidade de se entender a complexidade do problema e respeitar as pessoas com essa condição. Segundo a especialista, as pessoas têm uma visão muito fechada quando o tema é obesidade. “Todo mundo acha que é só fechar a boca e fazer uma caminhada e as pessoas já têm certeza que sabem tudo a respeito do assunto. Falta humildade para as pessoas estudarem o assunto e empatia para entender que não é um defeito da pessoa nem é falta de vontade”, indicou.

Respeito

A pesquisa mostra também que, quanto maior é o grau de obesidade, maior a frequência de pessoas que sofrem algum constrangimento diário: 27% das pessoas com grau 3 de obesidade relataram sofrer constrangimentos todos os dias. “Para algumas pessoas, isso acontece diariamente. Isso é muito ruim, porque piora a obesidade. A pessoa se estressa, se angustia e acaba comendo mais”. A isso se soma, muitas vezes, o fator genético, reiterou.

Para o Dia de Luta contra a Gordofobia, lembrado neste sábado (10), a endocrinologista ressalta a necessidade de respeito. “A gente precisa respeitar as pessoas independente do seu corpo. Tem que respeitar independente de qualquer coisa. Se é condição da pessoa, não é da nossa conta. Não é a gente que tem que se meter, mas é a própria pessoa que tem de tomar as providências quando e se achar que deve”.

“Com empatia, a gente ajuda. Não adianta ser não gordofóbico. Tem que ser antigordofóbico”, completou.

Preconceito

Para Maria Edna de Melo, o preconceito pode ser um dos fatores que contribui para piorar a obesidade. Quase 30% das pessoas com sobrepeso dizem acreditar serem culpadas por aquela condição e não buscam ajuda profissional.

“Na realidade, a obesidade é uma doença que sofre influência de diversos fatores como genética, estilo de vida, estresse, existência de outras doenças associadas, alguns tratamentos medicamentosos, além do tipo de alimentação que aquela pessoa segue. Não é uma escolha individual, mas consequência de uma confluência de fatores”, ressaltou.

A sondagem mostra ainda que 81% das pessoas com obesidade já tentaram perder peso de alguma forma, sendo que 68% o fizeram com ajuda especializada, seja de médicos, nutricionista ou demais especialistas da saúde, e 32% por conta própria.

Dos que tentaram por contra própria, mais da metade (63%) investiu no combo dieta e atividade física. Dentre as pessoas que afirmaram ter tentado perder peso por conta própria, pelo menos 18% declararam ter feito uso de medicamentos sem acompanhamento médico e de artifícios arriscados como substitutos de refeição (‘shakes’), produtos ou medicamentos vendidos na internet, fitoterápicos e chás.

Para Maria Edna, esses números mostram que as pessoas ainda têm resistência a buscar ajuda especializada. Mas, segundo ela, a obesidade, como qualquer outra doença, precisa de tratamento.

O levantamento identificou que apenas 13% das pessoas procuraram ajuda para perder peso no Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que 62% delas declararam que não se sentiram confortáveis e acolhidos no atendimento, o que ocorreu com mais frequência entre aqueles com maior grau de obesidade.

“Isso ressalta outro dado preocupante, que é o preconceito que a pessoa com obesidade sente ao procurar ajuda médica. Precisamos de profissionais mais bem preparados e prontos para atender a essa demanda”, alertou a endocrinologista.

Uma pessoa apresenta diagnóstico de obesidade quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) é maior ou igual a 30 kg/m2. A faixa normal varia entre 18,5 e 24,9 kg/m2. O IMC é calculado dividindo o peso (em quilos) pela altura ao quadrado (em metros).

Segundo o Ministério da Saúde, a obesidade é um dos principais fatores de risco para várias doenças não transmissíveis, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, hipertensão, acidente vascular cerebral e várias formas de câncer.

O Dia de Luta Contra a Gordofobia (10/09) foi criado em substituição ao “Dia do Gordo” que, durante muito tempo, foi visto de forma pejorativa. Nos últimos anos, entretanto, a data foi abraçada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia para conscientizar a sociedade sobre a importância do respeito à pessoa com obesidade.Por: Edição: Lílian Beraldo

Empresário Júnior Alencar Declara Apoio aos Candidatos Zito Rolim em Codó

O empresário Júnior Alencar esteve presente juntamente com Zito Rolim nesse último domingo 11/09/2022 em uma visita na tradicional Feira de Peixe de Codó, na oportunidade o empresário fez questão de apresentar alguns amigos e correlegionários que também se enfileiram no exército de amigos de Zito Rolim em prol da candidatura de Márcio Jerry para Deputado Federal nas eleições desse ano.

Júnior Alencar ressaltou que votar nos candidatos do Zito Rolim é ter a certeza de que está votando em pessoas de bem e que tem compromisso com a população de Codó, estou com Zito por saber que é um homem sério, um homem de palavra e que sempre acreditou em dias melhores para todos nós codoenses, não medirei esforços para ajuda-lo nessa jornada conversando com cada um dos nossos amigos e mostrando o trabalho sério que sempre foi feito por Zito Rolim na cidade de Codó. Nosso candidato a Deputado Federal Márcio Jerru tem história em nossa cidade, fez muito pelos codoenses e vai fazer muito mais juntamente ao amigo Zito Rolim.

ABR explica: conheça os tipos de depressão e riscos que acarretam

Incluída no rol dos transtornos mentais, a depressão é uma doença psiquiátrica comum, que se caracteriza por tristeza persistente e falta de interesse em realizar atividades que antes eram consideradas divertidas. A depressão pode afetar pessoas de todas as idades, desde bebês a idosos. Entre os tipos mais comuns da doença estão a depressão maior, a bipolar, a pós-parto, os transtornos depressivos induzidos por outras substâncias ou medicamentos, entre outras. A distimia, por exemplo, é um tipo de depressão crônica e incapacitante, que apresenta sintomas leves a moderados de tristeza, sensação de vazio ou infelicidade.

“Todas precisam de acompanhamento médico adequado pois, se não tratadas, essas doenças podem levar ao suicídio”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antonio Geraldo da Silva. A campanha Setembro Amarelo, realizada anualmente neste mês pela ABP, chama a atenção sobre a depressão e os perigos que ela pode causar.

“Praticamente, todos os casos de suicídio são relacionados aos transtornos mentais, principalmente os não diagnosticados ou tratados incorretamente. Dessa forma, a maior parte dos episódios fatais poderia ter sido evitada com as informações corretas sobre saúde mental e doenças psiquiátricas”.

O doutor Antonio Geraldo Silva esclareceu que, devido à sua alta prevalência, a depressão é a doença mais associada ao suicídio. “Não só durante a campanha Setembro Amarelo®️, como em todos os meses, a ABP cumpre sua principal missão, que é disseminar conteúdos relevantes sobre saúde mental para a sociedade, atuando na conscientização da sua importância e na prevenção das doenças mentais”.

Fatores de risco

Segundo informou o especialista, alguns fatores de risco podem levar uma pessoa à depressão. “Existem diversos fatores que podem ser considerados gatilhos e causam impacto no desenvolvimento de uma doença mental, como causas genéticas, que chamamos de genótipo, e os fatores ambientais, os fenótipos. São duas características que, quando combinadas, determinam se a pessoa desenvolverá ou não qualquer tipo de doença”. Silva explicou que o ambiente no qual o indivíduo está inserido e seu comportamento também contribuem para o desenvolvimento de doenças mentais como, por exemplo, conflitos familiares, dificuldades financeiras, problemas no relacionamento, a influência da mídia e das redes sociais. Essas situações podem ser fatores potencializadores para o surgimento de uma doença mental. “Sendo assim, isso também tem impacto no comportamento suicida”, disse o psiquiatra.

Além dos fatores ambientais e genéticos, o presidente da ABP lembrou que outros fatores podem impedir o diagnóstico precoce das doenças mentais e, consequentemente, causar impacto na prevenção do suicídio, levando ao aumento de casos, como o estigma e o tabu relacionados ao assunto. “Esses são aspectos importantes que impactam negativamente nos portadores de doenças mentais e no comportamento suicida”. “Praticamente, 100% das pessoas que tentam ou cometem suicídio têm alguma doença psiquiátrica,  diagnosticada ou não. As doenças mais relacionadas ao suicídio, além da depressão, são transtorno bipolar, transtornos relacionados ao uso e abuso de álcool e drogas, transtorno de personalidade e esquizofrenia.

Antonio Geraldo da Silva afirmou que a pessoa diagnosticada com depressão precisa ter uma rede de apoio de familiares ou amigos. “A família e os amigos são fundamentais na busca por ajuda e no apoio ao tratamento. Muitas vezes, são os primeiros a perceber que há algo de diferente e apontar a necessidade de buscar auxílio psiquiátrico”. Os sintomas depressivos variam de pessoa para pessoa, mas os mais comuns são tristeza, fadiga, distúrbios de sono, alterações no peso, baixa autoestima, perda de energia, dificuldade de concentração, redução de interesse em atividades anteriormente prazerosas e no contato com pessoas, ideias suicidas.

Buscando auxílio

É sempre bom ressaltar que somente um médico ou profissional da área de saúde pode diagnosticar corretamente a depressão. O presidente da ABP ressaltou que uma vez que se nota prejuízo no comportamento do indivíduo, ou seja, quando os sintomas começam a atrapalhar a vida da pessoa, é hora de buscar um psiquiatra para avaliar o quadro. “Ansiedade e tristeza são características normais do ser humano mas, a partir do momento em que nos impedem de sair de casa, trabalhar, levar uma vida social ativa, nos relacionar com outras pessoas, devemos procurar auxílio”.

Para ajudar uma pessoa depressiva, deve-se orientá-la a buscar cuidados, um tratamento especializado para a doença. “Se a pessoa tem sintomas depressivos, ela precisa e merece procurar ajuda com um médico psiquiatra, que vai indicar e oferecer o melhor tratamento possível”.

O médico lembrou também que os quadros depressivos precisam ser tratados com cuidado e urgência. “Não podemos deixar a doença envelhecer. Se a pessoa está mostrando que tem os sintomas, devemos ajudá-la a procurar um médico para fazer o diagnóstico, entender qual tipo de ajuda ela vai precisar e iniciar o tratamento imediatamente”.

A pesquisa Vigitel Brasil, realizada em 2021 e publicada este ano pelo Ministério da Saúde, incluiu pela primeira vez a depressão. O levantamento mostrou que 11,3% dos cidadãos brasileiros receberam diagnóstico da doença, o que corresponde a cerca de 23 milhões de pessoas, quase o dobro do número divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, que indicava a existência de 12 milhões de brasileiros com depressão. Considerando que nem toda a população tem acesso aos serviços de saúde mental, Antonio Geraldo da Silva destacou que muitas pessoas podem viver com depressão sem conhecer o diagnóstico. “E isso é muito grave. Devido à alta prevalência, a depressão é a doença mais associada ao suicídio”, reiterou. A própria OMS considera que a depressão é a terceira doença mais incapacitante e, diante do envelhecimento da população e das mudanças globais, existem perspectivas de que será a doença mais incapacitante até 2030.

Crianças e jovens

A psiquiatra Janine Veiga disse que a depressão infantil é semelhante à do adulto e que os sintomas são iguais, em maior ou menor grau. A doença pode ocorrer, por exemplo, por predisposição genética; por traumas advindos de situações de abuso; por convívio familiar conflituoso; por eventos estressantes, entre outras razões.

“Se não tratada a depressão, o jovem pode envolver-se com uso de drogas, apresentar dificuldade no relacionamento social e há o risco de agravamento da doença, que pode até chegar ao suicídio”, alertou. Janine recomendou que os pais devem ficar atentos a mudanças de comportamento dos filhos, como alteração do sono, padrão alimentar, irritabilidade, queda no rendimento escolar, choro fácil, desânimo, entre outros.

Pandemia

A psicóloga da Fundação São Francisco Xavier Gabriela Pinheiro Reis afirmou que as consequências da pandemia de covid-19 têm se revelado preocupantes para a saúde mental da população. O Relatório Mundial de Saúde Mental de 2022, divulgado pela OMS, revelou que apenas no primeiro ano da pandemia 53 milhões de pessoas desenvolveram depressão e 76 milhões tiveram ansiedade, com alta de 28% e 26% de incidência desses transtornos, respectivamente.

De acordo com a OMS, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre indivíduos com idade entre 15 e 29 anos. “O suicídio é um tema sensível e uma triste realidade na sociedade. A campanha Setembro Amarelo tem fundamental importância na conscientização sobre o assunto e na promoção da informação correta e, principalmente, para incentivar as pessoas que estejam passando por momentos difíceis a buscarem ajuda”, comentou Gabriela.

Na avaliação da psicóloga, as doenças mentais precisam ser encaradas sem preconceito. “Não é frescura. Depressão, bipolaridade e ansiedade são doenças que devem ser diagnosticadas e tratadas o quanto antes”.

Bem me Quer

A campanha Bem Me Quer, Bem Me Quero: Cuidar da sua saúde mental é um exercício diário”, realizada pela Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata), visa a conscientizar a população sobre depressão, ansiedade e prevenção ao suicídio por meio da valorização do autocuidado e do equilíbrio na rotina.

Para a associação, algumas atitudes podem fazer a diferença e contribuir para a saúde mental, como não ficar o tempo todo conectado na internet, estabelecer horários, evitar bebidas cafeinadas em excesso e optar por uma alimentação equilibrada.

A presidente da Abrata, Marta Axthelm, chamou a atenção para o fato de que a autocobrança para dar conta de tantos papéis, principalmente no caso das mulheres, que são profissionais, mães, parceiras, amigas, no dia a dia, pode ser um gatilho para a depressão. “É essencial reduzir o tempo de acesso às redes sociais, principalmente no período da noite. No caso da depressão, a condição pode apresentar muito sono, mas tem o outro lado, que é a insônia”.

Segundo Marta, a depressão costuma a apresentar sinais que não são percebidos pelo paciente, na maioria das vezes. No caso do suicídio, quem pensa em tirar a própria vida quase sempre dá sinais, mas boa parte das pessoas que estão ao seu redor não consegue identificá-los. “Por isso, o Setembro Amarelo é tão importante para debater esses temas. Mais uma vez, reforçamos nosso papel de promover iniciativas que despertam a conscientização do autocuidado em prol da saúde mental e que também estimulam a população a olhar ao redor para identificar que alguém próximo precisa de ajuda”, concluiu a presidente da Abrata. : conheça Por: Agência BrasilEdição: Graça Adjuto

Sargento da Polícia Militar é Assassinado na Cidade de Altamira do Maranhão

Um sargento da Polícia Militar do Maranhão, identificado como Antônio José Nascimento Pereira, de 46 anos, foi morto com um tiro no peito, na noite desse sábado (10), na cidade de Altamira do Maranhão, a 352 km de São Luís. O PM, conhecido como J Nascimento, comandava o Destacamento Policial de Bom Lugar e era morador de Altamira.

Segundo informações da Polícia Militar, o sargento estava em um bar afastado da cidade, próximo a algumas fazendas da região, quando foi baleado. Testemunhas relataram à polícia, que a área estava muito escura, havendo apenas a iluminação do bar, que estava bastante movimentado.

O sargento J Nascimento estava no local, acompanhado da esposa, quando se levantou da cadeira para pegar uma cerveja. Nesse momento, alguém disparou um tiro de arma de fogo, que atingiu o sargento na altura do peito. O policial foi a óbito no local.

Ainda de acordo com a polícia, a suspeita é de que alguém atirou de dentro de uma área de mato, próximo ao bar.

Após o crime, as guarnições do 39º e 15º Batalhão de Polícia Militar (BPM) estiveram na região e fizeram buscas, mas nenhum suspeito foi preso nem identificado.

G1MA

Pesquisa Econométrica Mostra Flávio Dino com 55% e Roberto Rocha 27% na disputa pelo Senado

A pesquisa Econométrica divulgada neste domingo (11), pelo jornal O Imparcial para o Senado aponta a liderança do ex-governador Flávio Dino.

Segundo a Econométrica, Flávio Dino tem mais do dobro das intenções de votos de Roberto Rocha que é o segundo colocado. Veja os números:

Flávio Dino (PSB) – 55%
Roberto Rocha (PTB) – 27%
Pastor Ivo Nogueira (DC) – 2,4
Antôniia Cariongo (PSOL) – 0,9%
Saulo Arcangeli (PSTU) 0,3%
Nenhum deles – 5,3%
Não sane//Não respondeu – 9 %

A pesquisa Econométrica ouviu 1.490 eleitores em 55 municípios do Maranhão, incluindo a capital São Luís, no período entre 5 a 9 de setembro de 2022, com uma margem de erro de 2,5% para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MA-06547/2022. Fonte: Domingos Costa

Sobe para 22 os mortos em naufrágio de lancha no Pará

As buscas por desaparecidos no naufrágio de uma lancha no Pará foram retomadas às 5h deste domingo (11), e mais dois corpos foram encontrados pelas equipes de busca e salvamento logo pela manhã, informou a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup-PA). Subiu para 22 o número de mortos na tragédia.

Nas primeiras horas do dia, o corpo de uma mulher foi avistado em sobrevoo de helicóptero pela região do naufrágio. Pouco depois, outro corpo, cujo sexo não foi confirmado, foi retirado de dentro da própria embarcação que afundou.

Ao todo foram contabilizadas as mortes de 13 mulheres, cinco homens, três crianças e uma pessoa ainda sem identificação. Do total, 15 corpos foram transladados para Marajó e cinco entregues a familiares em Belém.

Sobreviveram ao naufrágio 65 pessoas. Todas foram resgatadas ainda nas primeiras horas após a embarcação ir à pique. Segundo o governo do Pará, elas receberam atendimento psicossocial e prestaram depoimento às autoridades.

O naufrágio ocorreu próxima à Ilha de Cotijuba, em Belém, na manhã de quinta-feira (8). As autoridades ainda não sabem quantas pessoas havia na lancha que afundou, pois a embarcação fazia transporte intermunicipal irregular de passageiros e não tinha lista de pessoas embarcadas. O barco partiu de um porto clandestino em Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó, com destino a Belém, informou o governo estadual.

A operação de busca e resgate conta com nove embarcações das forças de segurança estaduais, um helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará, bem como dois barcos e uma aeronave da Marinha. De acordo com o mais recente comunicado da Segup-PA, as buscas seguem “até que todos os procurados por familiares sejam localizados”.

O governo orienta os familiares de desaparecidos após o naufrágio que procurem o Grupamento Fluvial, no centro de Belém, “onde serão atendidos por uma equipe multidisciplinar para oferecimento de informações, serviços essenciais, assistência psicossocial ou qualquer outra necessidade urgente”, disse a Segup-PA em nota. Pertences das vítimas também se encontram no local.

O governo disponibilizou também o telefone celular 91 988996323, da Defesa Civil estadual, para o fornecimento de informações.

A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o naufrágio. Os responsáveis pela lancha Dona Lourdes II ainda não foram localizados para prestar esclarecimentos.

Edição: Fernando Fraga

MPF no Maranhão prorroga prazo para comprovação da inscrição no Processo Seletivo de Estágio 2022


O Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão prorrogou, até esta segunda-feira (12), o prazo da etapa de entrega e análise dos documentos de inscrição dos candidatos para o 2° Processo Seletivo Público de Estágio/2022. A seleção é para formação do cadastro reserva de estagiários de nível superior para as áreas de Direito, Administração, Biblioteconomia, Comunicação Social (Jornalismo) e Tecnologia da Informação e equivalentes. Os candidatos concorrerão às vagas que surgirem ou forem criadas na Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA), em São Luís, e nas Procuradorias da República nos Municípios (PRM’s) de Imperatriz, Caxias, Bacabal e Balsas.

De acordo com o novo prazo estabelecido por meio do Edital nº 2/2022, os estudantes que realizaram a pré-inscrição na página do seletivo no site do MPF no Maranhão (www.mpf.mp.br/ma/estagie-conosco), no período do dia 31/08 ao dia 02/09/2022, devem comparecer até na próxima segunda-feira, 12 de setembro, das 10h às 16h, ao prédio da Procuradoria da República escolhida, e entregar os documentos exigidos pelo Edital nº01/2022/PR/MA. A pré-inscrição só será validada se o candidato cumprir com esta etapa de confirmação presencial da inscrição.

Para confirmação da inscrição, devem ser apresentados os seguintes documentos originais e fotocópias: cédula de identidade ou Carteira Nacional de Habilitação, CPF e declaração de escolaridade expedida pela Instituição de Ensino conveniada, informando que o aluno está regularmente matriculado. O documento deverá conter assinatura digital ou código de autenticidade.

Além desses documentos, devem ser entregues o laudo médico, na forma prevista no Edital, no caso de o candidato se declarar com deficiência, ou declarações específicas (modelos anexos no Edital) para participar da seleção pelo sistema de cotas raciais ou minorias étnico-raciais, caso opte por participar por meio desses sistemas.

Confira aqui o Edital nº 2/2022

Acesse aqui o Edital nº 1/2022Por: Ascom/ Ministério Público Federal no Maranhão

Nenhum Apostador acerta as 6 dezenas e Mega-Sena acumula mais uma vez

Nenhuma aposta acertou as 6 dezenas do concurso nº. 2.518 da Mega-Sena. O prêmio acumulado para o próximo sorteio é de R$ 75 milhões.

Confira as dezenas sorteadas:

03 – 22 – 23 – 44 – 53 – 60

Já a quina teve 112 apostas premiadas, e pagará R$ 39.587,01 para cada bilhete. Outras 7.288 apostas acertam 4 números, e receberão R$ 869,08. O próximo sorteio ocorre na quarta-feira (14).