
Eu li – há algum tempo – que a Praça é um “Espaço de Diversidade Cultural”, além de estreitar amizades entres os seres humanos a que ela acorrerem sob a ótica de um amplo logradouro público, aprazível, e, sobretudo, a céu aberto. Na seara da rica diversidade cultural maranhense, há a Praça Maria Aragão, e, como tal, para a reunião de gente, que acorre para lá em busca, também, de conhecimento, ao exercício de um sem numero de atividades diferentes. Pois bem, a Praça Maria Aragão, surgiu entre nós de maneira marcante e típica, diante do mais belo cartão postal da cidade de São Luis: o antigo/atualizado Largo dos Amores e/ou Praça Gonçalves Dias; nossa maior personalidade na criação literária.
E é, ali, na Praça Maria Aragão – que a população da cidade “Patrimônio Cultural da Humanidade” deve manifestar sua mais importante linguagem artístico-cultural no campo criativo: a literatura, mas, e, mais especificamente, através da XI Feira do Livro de São Luis (FELIS). Pois, trata-se de um espaço, publicamente, polivalente; palco de muitas manifestações dos costumes e hábitos da população e, ainda, lugar de articulação político-social entre os diversos estratos da sociedade ludovicense. O tríplice nicho: livro, leitura e literatura é uma cadeia do conhecimento cultural e político-social e deve estar onde o povo estar, na Praça. Lembremos o saudoso Antônio Frederico de Castro Alves – “A Praça é do Povo fonte portaldonoca