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Crianças participam da soltura de filhotes de ‘tartarugas’ em ilha de Belém; FOTOS

Crianças participaram da soltura de filhotes de quelônios em ilha de Belém — Foto: Joyce Ferreira/Prefeitura de Belém

Estudantes e moradores da Ilha de Jutuba acompanharam soltura de 40 quelônios das espécies tracajás, muçuãns, aperemas e tartarugas da Amazônia.

Dezenas de crianças participaram da soltura de quelônios em uma das ilhas de Belém. Ao todo, 40 filhotes das espécies tracajás, muçuãns, aperemas e tartaruga da Amazônia foram entregues ao bioma natural amazônico.

A ação na ilha de Jutuba foi divulgada pela prefeitura na sexta-feira (2). O momento foi marcado com muitos sorrisos dos alunos municipais da Unidade Pedagógica da Fundação Escola Bosque (Funbosque) que estavam curiosos para saber como eram os bichinhos.

Crianças participaram da soltura de filhotes de quelônios em ilha de Belém   — Foto: Joyce Ferreira/Prefeitura de Belém

Pela semelhança, para alguns, todos os quelônios eram “tartarugas”. Entre outros pontos, os quelônios se diferem pelas cores e nadadeiras ou patas.

“Eu achei as tartarugas bonitinhas agora elas vão pra água, vão crescer, vão botar ovo e vão ser felizes”, afirmou a estudante Gleydiane Santiago, de 8 anos.

Crianças participaram da soltura de filhotes de quelônios em ilha de Belém   — Foto:  Joyce Ferreira/Prefeitura de Belém

Além dos estudantes, moradores da Ilha também acompanharam a soltura dos filhotes. “Essa soltura é muito bonita. Nós devemos sempre cuidar dos animais”, disse Rosa Rodrigues, de 64 anos e que há mais de 50 anos vive na Ilha de Jutuba. Fonte: G1-PA

Policial militar é baleado nas costas após reagir a assalto em Caucaia

Policial militar é baleado no Centro de Caucaia após reagir a assalto — Foto: Reprodução

Um policial militar foi baleado na noite do sábado (3) no bairro Centro, no município de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza. O crime aconteceu por volta das 22 horas e, de acordo com informações da Polícia Militar do Ceará (PM-CE), o policial reagiu a uma tentativa de assalto, trocou tiros com os criminosos e foi atingido.

O crime ocorreu na avenida Edson da Mota Correa, em uma das áreas mais movimentadas do município. Em imagens captadas por câmeras de segurança, é possível ver o momento em que um automóvel para na via pública e cinco suspeitos descem, parte deles com armas de fogo.

Os criminosos, então, se aproximam dos transeuntes para realizar o assalto. Neste momento, o policial militar, que estava à paisana, reage e dispara contra os criminosos, que começam uma troca de tiros com o PM e acabam fugindo.

Durante o tiroteio, o policial foi baleado nas costas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o militar foi encaminhado a uma unidade hospitalar e segue em observação.

Após a ocorrência, equipes da polícia realizaram diligências na localidade e prenderam um dos suspeitos do crime, identificado como Francisco Ednaldo de Sousa, de 22 anos. Um revólver calibre 38 foi apreendido com ele.

O caso está sendo investigado na Delegacia Metropolitana de Caucaia. Em nota, a Polícia Militar afirmou que “que está prestando total apoio e acompanhamento à recuperação do policial”. Fonte: G1-CE

Caso Bruno e Dom revelou fragilidade da proteção aos indígenas

Atalaia do Norte (AM), 27/02/2023 - A presidente da Funai, Joênia Wapichana, durante visita a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), para anunciar a retomada de ações de proteção a povos indígenas.

Nascida em uma comunidade indígena da zona rural de Boa Vista (RR) e militante de longa data do movimento, a atual presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, acredita que o assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, em junho de 2022, voltou a atrair a atenção do país e do mundo para um problema histórico: a fragilidade da proteção dos territórios indígenas de todo o Brasil, em particular da Amazônia.

“O que me pergunto é: será que o caso teria toda esta repercussão se não houvesse um jornalista estrangeiro entre as vítimas?”, comentou Joenia ao conversar com a reportagem da Agência Brasil sobre o duplo homicídio que completa um ano nesta segunda-feira (5). 

“Temos vários casos envolvendo [agressões de todos os tipo contra] os povos indígenas e que, geralmente, recebem pouca divulgação”, acrescentou a presidenta da Funai, afirmando que, de forma geral, a sociedade brasileira recebe “pouca informação quanto à seriedade do que se passa na região” amazônica.

Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organização vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dos 176 assassinatos de indígenas identificados no Brasil, em 2021, ao menos 99 foram registrados em estados da Amazônia, encabeçados pelo Amazonas, onde foram contabilizadas ao menos 38 ocorrências.

Memória

Dom e Bruno foram vistos ainda com vida, pela última vez, no dia 5 de junho de 2022, quando visitavam comunidades ribeirinhas do entorno da Terra Indígena Vale do Javari, próximas à Atalaia do Norte (AM). Correspondente do jornal The Guardian, o jornalista inglês estava percorrendo a região entrevistando lideranças comunitárias e outros personagens para um futuro livro-reportagem sobre a preservação da floresta amazônica.

Já Bruno coordenava reuniões com comunidades atendidas pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), organização não governamental para a qual trabalhava desde que se licenciou da Funai, em fevereiro de 2020, poucos meses após ser dispensado do cargo de coordenador-geral de Indígenas Isolados e de Recente Contato. Pessoas próximas alegam que a insatisfação de Bruno com os rumos que a equipe de governo do então presidente Jair Bolsonaro impunha à política indigenista foi decisiva para que ele pedisse licença alegando precisar tratar de assuntos pessoais. Ao passar a atuar nos projetos de autoproteção comunitária da Univaja, Bruno recebeu novas ameaças de morte – algo com que já convivia no serviço público e que informou às autoridades. 

“[Antes dos homicídios de Bruno e Dom] servidores da fundação, inclusive o próprio Bruno, vinham alertando para a necessidade de o órgão fortalecer suas Bases de Proteção Etnoambiental e garantir a segurança de seus trabalhadores, dos povos indígenas e das demais comunidades”, disse Joenia. “[Já após os assassinatos] Naquele momento de fragilidade, não só não foram dadas as devidas condições de segurança aos servidores, como se colocou em dúvida tudo o que estava se passando.” 

A presidenta da Funai admite que, apesar das ações implementadas após os assassinatos de Bruno e Dom, como o envio de policiais da Força Nacional de Segurança Pública, a região ainda sofre com a falta de efetivo para patrulhar uma área tão vasta quanto a da segunda maior terra indígena do país, com cerca de 8,4 milhões de hectares (cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial).

“É um desafio muito grande garantir a estrutura [necessária] à proteção dos territórios indígenas. Há questões administrativas como, por exemplo, o deficit de servidores, que é muito grande. Além do mais, para avançarmos com as políticas públicas [que cabem à fundação implementar], precisamos de pessoas preparadas”, ponderou Joenia. Ela assegurou que, “aos poucos”, a fundação e o governo federal vêm tentando atender as principais reivindicações do movimento indígena, como a retomada das demarcações de áreas da União destinadas ao usufruto exclusivo dos povos originários. Um exemplo citado por Joenia: após mais de quatro anos sem que nenhuma nova terra indígena fosse reconhecida, em abril deste ano o governo federal homologou seis novas reservas.

“Isso não vai se dar de um dia para o outro. A Funai tem buscado [realizar] ações mais permanentes, mas precisamos reforçar nossas estruturas. Aos poucos, o governo está fortalecendo as bases de proteção, mas é necessária uma política [de segurança pública] mais eficaz, mais permanente. É preciso, por exemplo, dar mais suporte à fiscalização fluvial, que é um gargalo, uma fragilidade que ficou bastante visível durante a recente crise [humanitária] yanomami”, finalizou a presidenta da Funai.

Fonte: Agência Brasil Edição: Akemi Nitahara

Roberto Jefferson é transferido para hospital privado no Rio

Roberto Jefferson fala à imprensa no Palácio do Planalto

O ex-deputado Roberto Jefferson foi transferido, na tarde deste domingo (4), do Hospital Hamilton Agostinho, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, para o Hospital Samaritano Botafogo, onde será submetido a tratamento médico. A informação é da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap).

A transferência foi autorizada neste domingo pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Embora tenha mantido a prisão preventiva do ex-deputado, que considera “necessária e imprescindível à garantia da ordem pública e à instrução criminal”, o ministro autorizou a saída imediata do ex-parlamentar do estabelecimento prisional onde se encontra, “tão somente para tratamento médico”. Jefferson está preso desde outubro de 2022.

Na unidade, Roberto Jefferson deverá receber tratamento médico completo e adequado, “sob pena de agravamento irreversível do seu estado de saúde, diante da gravidade e urgência da situação”, indica o ministro Moraes. Ele lembrou que o ex-deputado já vinha sendo acompanhado por esse hospital.

A decisão se baseia em informações da Seap que revelam insuficiência do tratamento médico recebido no hospital penitenciário. Em relatório assinado pelos médicos Vicente Eduardo Amado de Sousa e Itauan Vieira Espínola, foi relatado que o paciente foi encaminhado ao Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho (Seap-HA) em 30 de maio, em decorrência de piora do estado geral. Jefferson foi atendido e encaminhado para consulta psiquiátrica no Hospital Penal Roberto Medeiros na mesma data, onde foi constatado um quadro de depressão. Após a consulta psiquiátrica, o preso retornou à unidade de origem. Na última sexta-feira (2), entretanto, foi levado novamente ao Seap-HA, devido a uma queda e desorientação.

De acordo com informação da Seap, Roberto Jefferson apresenta “quadro de confusão mental, escala de coma de Glasgow 14, relatando ouvir vozes com mensagens inconsistentes com a realidade (alucinação auditiva), estado geral ruim, acianótico, eupneico, anictérico, hipocorado, desidratado, recusa alimentar”. Além disso, tem um hematoma na região frontal esquerda. A conclusão da Seap é que Jefferson necessita de tomografia de crânio, seguida de avaliação neurocirúrgica em caráter de urgência devido a possível traumatismo craniano decorrente de queda. Deverá ainda realizar exames de rastreio para recidiva de neoplasias.

Medidas cautelares

A transferência para o Hospital Samaritano deverá ser seguida de medidas cautelares, decidiu o ministro do STF. Entre elas, destaque para a proibição de receber visitas sem prévia autorização judicial, à exceção de sua esposa e advogados regularmente constituídos, observadas as regras hospitalares; proibição de frequentar ou acessar, inclusive por meio de sua assessoria de imprensa, ou qualquer outra pessoa, as redes sociais apontadas como meios da prática dos crimes a ele imputados (YouTube, Facebook, Instagram e Twitter ou quaisquer outras não citadas); proibição de conceder qualquer espécie de entrevista sem prévia autorização judicial; proibição de uso de celular, tablet, ou quaisquer outros aparelhos eletrônicos de comunicação.

Alexandre de Moraes esclareceu que o descumprimento injustificado de quaisquer dessas medidas levará ao retorno do preso ao estabelecimento prisional. A decisão deve ser cumprida imediatamente, com fornecimento de escolta policial pela Polícia Penal, 24 horas por dia, enquanto durar a internação.

Roberto Jefferson foi preso no ano passado, acusado de tentar matar policiais federais, contra os quais arremessou três granadas. Os agentes foram à sua casa cumprir um mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes. Dois agentes ficaram feridos. No local, foram apreendidas armas e munições.

Matéria atualizada às 17h21 para incluir a informação de que o ex-deputado Roberto Jefferson já foi transferido para o Hospital Samaritano

Fonte: Agência Brasil Edição: Juliana Andrade

Banca divulga gabaritos de provas do concurso do Corpo de Bombeiros do Piauí

Banca divulga gabarito de prova do concurso do Corpo de Bombeiros do Piauí  — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Ao todo, foram disputadas 400 vagas, sendo 200 para contratação imediata e 200 para cadastro de reserva. A remuneração é de R$ 3.817,773, além de vantagens por desempenho.

O Núcleo de Concursos e Produção de Eventos (Nucepe), banca organizadora do concurso do Corpo de Bombeiros Militar do Piauí, divulgou os gabaritos das provas realizadas neste domingo (4), em Teresina.

Segundo a Nucepe, 4.038 candidatos estavam aptos a participar do certame, mas 550 deles, 13,6% do número total, não compareceram à prova.

A prova é a primeira etapa do concurso, que possui cinco: exame de saúde; exame físico; avaliação psicológica e investigação social. Foram disputadas 400 vagas, sendo 200 para contratação imediata e 200 para cadastro de reserva.

As vagas foram destinadas para pessoas com ensino superior completo e distribuídas também pelo sistema de cotas e de gênero, sendo 135 para o sexo masculino em ampla concorrência e 45 para candidatos negros e/ou pardos e 15 para o sexo feminino e cinco para mulheres negras e ou pardas de acordo com Lei Estadual nº 7.626/2021.

A remuneração é de R$ 3.817,773, além de vantagens por desempenho.

A prova objetiva testou conhecimentos básicos (português, matemática, informática, conhecimentos gerais e regionais) e específicos (legislação e noções de Direito). Os candidatos fizeram anida uma redação. Fonte: G1-PI

Homem de 34 anos é assassinado a tiros dentro de casa em São Julião, no Piauí

Viatura do Instituto Médico Legal IML Teresina Piauí — Foto: Andrê Nascimento/ G1 PI

José Uenes Bezerra, de 34 anos, foi assassinado dentro da casa onde morava. Até o momento, nenhum suspeito pelo crime foi preso.

Um homem de 34 anos chamado José Uenes Bezerra foi assassinado dentro da casa onde morava em São Julião, no Sul do Piauí, neste domingo (4).

Segundo a Polícia Civil, José Uenes foi morto a tiros. Até o momento, nenhum suspeito pelo crime foi preso.

Os policiais foram acionados e iniciaram a investigação, e fizeram buscas pela região para tentar localizar suspeitos. Fonte: G1-PB

Sine-PB disponibiliza mais de 600 vagas de emprego a partir desta segunda-feira (5)

Carteira de Trabalho — Foto: Reprodução

Vagas são para oito cidades diferentes da Paraíba. Maior número é para atendente de telemarketing, com 300 vagas.

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-PB), sediado em João Pessoa, disponibiliza, nesta segunda-feira (5), 672 vagas de emprego. As oportunidades serão oferecidas em João Pessoa, BayeuxCabedeloCampina GrandeGuarabiraPombalSão Bento e Santa Rita.

O maior número de vagas está na capital paraibana, um total de 423, sendo 300 delas disponíveis para operador de telemarketing. Já em Campina Grande, estão em oferta 154 vagas de emprego. Entre as opções, 14 para agente de censo e pesquisas amostrais, 12 para ajudante de carga e descarga de mercadoria e 10 para atendente de lanchonete.

No posto Sine-PB de Guarabira, são oferecidas 37 vagas, das quais 20 são para costureira em geral e sete para vendedor (porta a porta e pracista).

Em Santa Rita, estão disponíveis 36 vagas de emprego, sendo oito para agricultor polivalente. No município de São Bento há 15 vagas variadas, em Cabedelo são quatro e três na cidade de Pombal.

O Sine-PB possui atualmente 19 postos em funcionamento distribuídos em 15 municípios: João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Mamanguape, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga, São Bento, Santa Rita, Cabedelo e Patos.

O órgão realiza o trabalho de recrutamento de pessoal para empresas instaladas ou que irão se instalar no estado. Esses serviços podem ser solicitados pelo e-mail estadual@hotmail.com. Fonte: G1-PB

Veja concursos públicos com vagas abertas de 4 a 11 de junho na Paraíba

Veja concurso público e seleções com editais publicados de 4 a 11 de junho na Paraíba — Foto: Divulgação/CREF10

Ao todo, estão sendo oferecidas 259 vagas em um edital com inscrições abertas.

A Paraíba tem um edital de concurso público aberto com vagas no estado, de 4 a 11 de junho. São 259 oportunidades em áreas diferentes.

Concurso da prefeitura de Cachoeira dos Índios

  • Vagas: 259
  • Nível: fundamental, médio e superior
  • Salários: R$ 1.320,00 a R$ 3.978,50
  • Prazo de inscrições: até 3 de julho
  • Local de inscrições: site da organizadora
  • Edital da seleção Fonte: G1-PB

No Maranhão, 1º casamento coletivo indígena busca facilitar o acesso a direitos básicos

Indígenas Krikati enfim puderam casar no civil — Foto: Reprodução/TV Mirante

53 casais participaram da cerimônia, que respeitou a cultura local. Eles não tinham se casado no civil devido aos custos processuais.

No interior do Maranhão, um casamento de indígenas respeitou as tradições e reconheceu os direitos de dezenas de cidadãos brasileiros que são invisibilizados.

O casamento civil aconteceu na aldeia São José, terra do Povo Krikati, uma das 24 etnias de indígenas no Maranhão. Ao todo, 53 casais participaram do 1º Casamento Comunitário Indígena, em uma oportunidade que nunca tinha acontecido por causa dos custos processuais.

“Do reconhecimento da união deles surgem direitos, inclusive previdenciários, com a morte de algum deles”, explicou a juíza Adriana Chaves.

“Foi uma oportunidade para nós, que não casamos, tanto cultural quanto oficialmente no Cartório”, declarou Lidionesa Krikati.

Todo o cerimonial do casamento comunitário foi adaptado respeitando a cultura indígena. Começa com a sagrada pintura, e depois os noivos se reúnem em um terreiro, enquanto as noivas aguardam em um casarão.

“É uma visão muito diferente pra gente, povos indígenas, poder casar no vestido. Então é uma experiência nova”, disse Celiana Krikati.

A noiva espera o noivo deitada em casa e depois os dois são aconselhados por um ancião da aldeia, o seu Urbano, que já fez esse papel várias vezes e agora se casou com a dona Filomena Krikati, de 102 anos, que se vestiu de pluma de gavião para a ocasião especial.

Após anos de relacionamento, seu Urbano e dona Filomena Krikati enfim se casaram no civil — Foto: Reprodução/TV Mirante

Na casa do seu Urbano, uma grande família foi reunida para celebrar a união dele com a Filomena, patriarcas de quatro gerações. O casamento não existia no papel e, por isso, o momento é tão aguardado pelos filhos.

“É muito importante pro meu pai e pra minha mãe porque são muitos anos vivendo e só agora que nós estamos fazendo casamento”, contou Maria José Krikati, filha de dona Filomena.

Jackson Krikati assina a certidão de casamento durante o 1º Casamento Comunitário Indígena no Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

O casamento comunitário atendeu o pedido dos próprios indígenas, durante uma audiência pública para discutir o acessos dos povos indígenas à justiça. Eles relataram dificuldades em situações que exigem documentos, como a certidão de casamento.

“Hoje eu posso dizer, de forma livre e espontânea, que sou casado”, afirmou Jackson Krikati. Fonte: G1-MA

Aposta feita em São Luís acerta a quina e ganha mais de R$ 72 mil na Mega-Sena

Bilhete volante loteria mega-sena mega sena versão 2018 — Foto: Marcelo Brandt/G1

Aposta feita na capital maranhense faturou o total de 72.766,96 no sorteio realizado nesse sábado (3). As dezenas sorteadas foram 07 – 14 – 24 – 53 – 58 – 60.

Uma aposta feita em São Luís, acertou os cinco números do sorteio da Mega-Sena e faturou R$ 72.766,96. O sorteio foi realizado nesse sábado (3).

Uma aposta simples acertou as seis dezenas do concurso 2.598 da Mega-Sena. O vencedor, de Rio Grande da Serra, na Grande São Paulo, faturou sozinho um prêmio de R$ 66.093.916,13. A aposta foi feita na lotérica Rio Grande. As dezenas sorteadas foram 07 – 14 – 24 – 53 – 58 – 60. O próximo concurso será na quarta-feira (7). O prêmio é estimado em R$ 3 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa. Fonte: G1-MA