Blog do Walison - Em Tempo Real

Sine Paraíba oferta mais de 850 vagas de emprego a partir desta segunda-feira (14)

Carteira de Trabalho Digital — Foto: Leonardo Bosisio/g1

Há oportunidades de trabalho em João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Guarabira, São Bento, Monteiro, Bayeux e Cabedelo.

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-PB) disponibiliza, a partir desta segunda-feira (14), 859 vagas de trabalho. Desse total, 689 são para João Pessoa. Há oportunidades de emprego em Campina GrandeSanta RitaGuarabiraSão BentoMonteiroBayeux e Cabedelo.

Em João Pessoa são oferecidas 689 vagas, com destaque para operador de telemarketing ativo, que tem 550 delas. Também se destacam auxiliar de logística, com 13 oportunidades, e motorista carreteiro, com oito.

Campina Grande abre a semana oferecendo 94 vagas. Entre elas, dez para consultor de vendas; nove para serralheiro; cinco para eletricista de instalações e quatro para estoquista.

Em Santa Rita existem 37 vagas. São dez para auxiliar de linha de produção; três para servente de obras; três para borracheiro e duas para jardineiro.

Em Guarabira, estão disponíveis 13 vagas. Oito são para servente de obras, duas para vendedor pracista, duas para pedreiro e uma para farmacêutico.

No município de São Bento, há 11 vagas de trabalho, das quais nove são na área de vendas. Monteiro tem oito vagas de emprego distribuídas entre os cargos de operador de vendas, repositor de mercadoria e auxiliar de limpeza.

Na cidade de Bayeux, estão disponíveis três vagas para costureira em geral, duas para vendedor pracista e uma para mecânico de motor a diesel. Cabedelo tem apenas uma vaga de trabalho em oferta para o cargo de auxiliar de logística.

O Sine-PB possui atualmente 15 postos em funcionamento, e mais quatro Unidades de Atendimento em 15 municípios: João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Mamanguape, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga, São Bento, Santa Rita, Cabedelo e Patos.

O Sistema realiza o trabalho de recrutamento de pessoal para empresas instaladas ou que irão se instalar no estado. Esses serviços podem ser solicitados pelo e-mail: estadual@hotmail.com. Fonte: G1-PB

Motorista de ônibus é preso com mais de 300 celulares sem documentação no interior do Ceará

Celulares e acessórios foram encontrados em bagageiro de ônibus, no Ceará. — Foto: PMCE/Reprodução

O material estava no bagageiro do veículo, e foi encontrado durante fiscalização da Polícia Militar em Iguatu.

O motorista de um ônibus foi preso com 310 celulares e acessórios sem a documentação necessária em Iguatu, no interior do Ceará. A apreensão foi realizada, neste domingo (13), Batalhão de Policiamento de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual (BPRE), durante abordagem de rotina.

O material foi encontrado dentro do bagageiro do ônibus, na CE-375, durante vistoria ao veículo. O condutor não possuía documentação necessária da carga que transportava, caracterizando, em tese, o crime de descaminho previsto na legislação penal brasileira.

O suspeito, identificado como Adão Rodrigues da Silva, 42 anos, e todo o material apreendido foi apresentado na Delegacia da Polícia Federal, onde foi autuado pela autoridade policial com fundamento no art. 334, do Código Penal Brasileiro. Fonte: G1-CE

Motociclista de 37 anos morre após colidir frontalmente com caminhão em Luís Correia, litoral do Piauí

BR 402, em Luís Correia, Piauí — Foto: Divulgação/PRF

Segundo a PRF, a suspeita é que vítima tenha invadido a pista contrária, colidindo frontalmente sua moto modelo Biz com o caminhão.

Um homem de 37 anos morreu na noite de sábado (12) após colidir a moto que pilotava com um caminhão na BR 402, em Luís Correia, a 350 km de Teresina. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu a ocorrência e informou que o acidente se tratou de uma colisão frontal.

O motorista do caminhão, de 34 anos, ficou ileso. Conforme a PRF, a causa presumível para o acidente é que o motoqueiro tenha ingerido bebida alcoólica. O teste de alcoolemia foi realizado no motorista do caminhão, mas deu negativo para o consumo de alcool.

A perícia esteve no local e o Instituto de Medicina Legal (IML) de Parnaíba fez a remoção do corpo. Fonte: G1-PI

Homem mata namorado de ex-companheira, em Campina Grande

Caso está sendo investigado pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa de Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Suspeito entrou no apartamento da ex-companheira, onde a vítima também estava, atirou contra ele e fugiu em seguida.

Um homem identificado como Adelson Anacleto, conhecido como Adelson da Batata, matou a tiros o atual namorado de sua ex-companheira. O caso aconteceu na noite deste sábado (12), no bairro do Alto Branco, em Campina Grande.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Jackson Leandro Ribeiro da Silva, de 33 anos. Por volta das 21h, suspeito foi até o apartamento da ex-companheira, onde a vítima também estava, atirou contra ele e fugiu em seguida.

A motivação do crime está sendo investigada pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa de Campina Grande, mas a suspeita é de que tenha sido por ciúmes. A Polícia Civil ressaltou também que está investigando possíveis ajudantes na fuga do suspeito. Até o momento, ele não foi localizado. Fonte: G1-PB

Pais que lutam: eles combatem racismo e se multiplicam em amor

12/08/2023, O pai Hugo Teles com seus filhos. - Matéria para o dia dos pais. Foto: Aquivo Pessoal
12/08/2023, Três pais, um filho:- Matéria para o dia dos pais. Foto: Aquivo Pessoal
12/08/2023, Três pais, um filho: Pedro aprende sobre respeito e diversidade dentro da própria casa – Foto- Arquivo Pessoal

“Do Leme ao Pontal, não há nada igual…”. Foi à beira do mar, no Leme, na zona sul do Rio de Janeiro, cantada pelos versos de Tim Maia, que a história de uma família recomeça. Foi lá, há cerca de 10 anos, que Juliano Almeida expressou para o marido, Roberto Jardim, sobre o maior sonho: ser pai. Um grande amigo de longa data, Ricardo Souza, que é solteiro, também se sensibilizou com as palavras de Juliano, e resolveu ajudar intensamente na procura e nos trâmites da adoção de um menino. O sonho na beira da praia responde hoje como uma realidade. Pedro tem oito anos, é negro e chama os três homens de “pai”. Uma história de proteção multiplicada e, como todo amor, não há igual…

Aliás, desde cedo, o menino ouviu em casa que ninguém é igual. “Alguém comentou na escola que ele era adotado e ele veio perguntar para a gente. Ele lida de uma forma muito tranquila porque a criança entende como natural”, afirma Juliano, de 50 anos, que é produtor cultural. Para os adultos, uma transformação em andamento.  

“Ser pai é uma oportunidade que a pessoa tem para se tornar um melhor ser humano”, entende o marido Roberto, que trabalha como contador. “É uma mistura de sensações. Ao mesmo tempo que é um amor que não tem como medir, é uma preocupação diária que dividimos”, avalia o amigo, Ricardo, de 49, estilista, que está morando na cidade de Cabo Frio, a 200 km da capital fluminense.

Juliano recorda que foi despertado também para ser pai ao observar e sofrer diante das injustiças como a fome e abandono nas ruas. Ele, o marido e o amigo multiplicam-se também entre eles para equilibrar amor e limites no processo de educação. Os três buscam, na medida do possível, agendar eventos e até viagens para os quatro estarem juntos. Um compromisso deles na criação do menino é tratar a diversidade de forma natural e ser contra toda forma de preconceito. “Ele ainda não passou por episódio de racismo. A gente traz para ele a naturalidade da pluralidade de cor de pele, de sexo e de religiões”.

“Ele me procurou para falar de racismo”

Nesse caminho, o sociólogo Helton Souto, presidente do Instituto Dacor (Ong de combate ao racismo), entende que é possível tratar de temas como o preconceito racial de uma forma natural com a criança, a fim de que ela se sinta empoderada para perguntar o que quiser. Como pai de Augusto, de 7 anos, um menino negro, como ele, Souto entende que falar de racismo é desafiador a qualquer momento, mas necessário. Ele, a mãe, que é branca, e o filho vivem em São Paulo (SP).

“A valorização da identidade e da autoestima é bastante Importante. Às vezes, uma criança negra vai ter que lidar com manifestação de racismo de uma forma muito crua”. O pesquisador lida com esse tema em casa. “É preciso fortalecer essa identidade e a oportunidade de falar sobre isso. Meu filho viveu uma situação racista na escola. Falaram do cabelo dele. Ele chegou em casa sem entender. Ele puxou esse assunto e conversei com ele”. Desde então, o garoto encontra no pai um ouvido atento para eventuais surpresas e dúvidas sobre tudo o que é incompreensível.

A experiência fez com que os pais do menino procurassem a escola para conversar, o que foi uma oportunidade de uma aproximação contra o racismo. A forma natural de falar sobre preconceito acaba sendo tratada até quando vão jogar videogame e não encontrarem um personagem de pele e cabelo semelhante aos do pai e filho. “Eu não vou dar aula sobre identidade racial para meu filho. A vivência é o melhor caminho”. O pai fica orgulhoso do filho, que mesmo tão cedo questiona por que ainda tem tanta gente em situação de rua.

Conversa enquanto brinca

Pai de uma menina de cinco anos de idade, Liah, o professor de educação física Anderson Rosa, de 36, morador de Brasília, tem a parceria da esposa, Lélia Charliane, que é professora de história.  “A gente divide todas as tarefas. Não existe essa coisa de tarefa de homem e tarefa de mulher. Com a minha filha, a gente brinca de tudo. A gente sempre está conversando”. 

O pai pergunta como é que foi o dia dela. E cada dia tem uma novidade. Um dos temas é a conversa sobre a diversidade da cor de pele. “A gente procura falar para ela o tempo todo essa questão de ela ser negra. Criamos ela para ser empoderada mesmo”.

Foi a esposa, diretamente, e a filha, pela presença, que o professor entendeu que é necessário se defender dos preconceitos. “A gente tem conversado com ela desde pequena. Conseguimos mostrar para ela de uma forma natural”.

Inspirações

12/08/2023, O pai Hugo Teles com seus filhos. - Matéria para o dia dos pais. Foto: Aquivo Pessoal
12/08/2023, Hugo Teles, pai de Camila e João, afirma que adoção e racismo não são tabus dentro de casa. Foto: Arquivo Pessoal

Por falar em experiência forte, a história de paternidade do advogado Hugo Teles, de 44 anos, é inspiradora. Pai de João, de 13 anos, e de Camila, de 12, ele se preparou para a paternidade, a grande experiência de sua vida. Ele e a esposa, Karina, adotaram os amores da vida quando eram bebês. Tudo foi tão transformador para ele que se tornou voluntário em um grupo de apoio à adoção.

Quando criança, ele teve um câncer linfático e, depois, descobriu que era estéril. “Optamos pelo caminho da adoção. Nessa caminhada, eu construí a minha a minha ideia do que seria um pai antes dos meninos chegarem”. Ele e a esposa começaram a frequentar grupos de apoio e discussão de paternidade e maternidade por adoção. “Foi tão inspirador que passamos a ajudar as pessoas que estavam na nossa situação anterior”.

Nesses grupos, puderam compreender mais sobre preconceitos, estigmas e desafios. Os pais brancos e os filhos negros conversam sobre racismo mesmo entendendo que, no caso da família deles, não houve até hoje algo explícito. “Depois que eu me tornei pai por adoção, comecei a perceber de uma forma diferente o racismo estrutural que existe no Brasil”. 

Para conversar sobre adoção e diversidade, o pai encontrou no cinema, e em histórias de heróis como Super-Homem e Homem Aranha, entre outros, um caminho. “Muitos super-heróis são filhos por adoção, por exemplo”. Além do cinema, o pai é parceiro do futebol de João e aprendeu pratos diferentes porque a filha gosta de cozinhar. O paizão não para nunca. Pula na piscina, anda de bicicleta, leva para escola. E volta para o grupo de adoção para ajudar outros pais a desfrutar da alegria, da aventura mais desafiadora e do amor incondicional que certa vez imaginou não ser possível.

Fonte: Agência Brasil Edição: Marcelo Brandão

Pais quilombolas e indígenas defendem legado de respeito à natureza

12/08/2023, Hilario Kanaikõ e família - Matéria para o dia dos pais. Foto: Aquivo Pessoal

A herança nas plantas da roça, no barulho do rio, no rochedo do monte, no canto dos pássaros, no movimento das manhãs, no silêncio da noite. O valor do respeito à terra e da luta para se manter no mesmo lugar. Para comunidades tradicionais, o significado da paternidade não está na ligado a bens que são deixados, mas ao legado que permanece. 

“O pai deve passar tudo. É um livro aberto a ensinar. Herança não tem o mesmo sentido que se tem em grandes cidades. Há uma diferença grande de olhar”, diz o indígena Hilário Kanaykõ Xakriabá, de 62 anos, morador da Aldeia Barreto Preto, em São João das Missões (MG).

A herança que ele recebeu do pai e que passou aos quatro filhos é o de reverenciar, conforme entende, as palavras e os gestos. Na comunidade em que vive, são cerca de mil pessoas na prática de agricultura de subsistência. Lá plantam milho, feijão, arroz, abóbora, melancia… 

“Precisa respeitar o meio ambiente para a roça e para a pesca continuarem vivas”. Ele explica que o seu povo está em 42 aldeias, incluindo também os povoados que vivem em Itacarambi, cidade vizinha. Ele diz que o pai, na figura dos mais velhos e também dos caciques, é ouvido em cada palavra pelos mais novos. 

12/08/2023, Filha Márcia e José Fragoso. - Matéria para o dia dos pais. Foto: Aquivo Pessoal
12/08/2023, Márcia Ferreira da Silva destaca os ensinamentos de luta pela terra transmitidos pelo pai, José Fragoso. Foto: Arquivo Pessoal

Um professor

A herança é a luta, conforme explica o cacique José Fragoso, de 71 anos, do povo pataxó. Ele vive em Bom Jesus da Lapa (BA), na Aldeia Tibá. Ele é pai de cinco filhos. E busca tentar passar o que ouviu do pai dele e também do avô. “O pai é como um professor. O que eu ouvi passei pra eles”. 

“Eles” são mais até que os filhos biológicos. São as mais de 100 pessoas que vivem na aldeia. Como Fragoso se tornou o mais velho no lugar, é como se fosse um pai deles todos. Foi com os mais antigos que aprendeu o melhor momento para a banana, abacaxi, melancia e para o urucum. Aprendeu que tem que haver respeito à natureza. O excedente do que consomem é vendido em feirinha na região. Neste ano, a prefeitura com o que é plantado pelos indígenas, motivo de grande orgulho do pai indígena. 

Uma das filhas do cacique é a agente de saúde Márcia Ferreira da Silva, de 47 anos, que se emociona ao falar do pai. “Ele me ensinou o respeito às pessoas e ao meio ambiente. Ele sempre focou muito valorizar a mãe terra, a nossa cultura e o modo de viver, para não deixar acabar. Ele nos motiva sempre a nunca desistir”.

Quilombo, o gol e o futuro

12/08/2023, Florisvaldo e Marcos Flávio. - Matéria para o dia dos pais. Foto: Aquivo Pessoal
12/08/2023, Orgulho do pai, Florisvaldo, Marcos Flávio é surdo e jogador da Seleção Brasileira para deficientes auditivos. Foto: Arquivo Pessoal

Ainda em Bom Jesus da Lapa (BA), uma comunidade quilombola, a Araçá Cariacá, também busca manter os ensinamentos dos pais, dos mais velhos. Florisvaldo Rodrigues, de 51, vive em gratidão com a comunidade de mais de 700 pessoas. Ele recorda que o maior presente como pai que ele recebeu foi o apoio de todos na criação de um filho deficiente auditivo, Marcos Flávio da Silva, de 25 anos. 

“As pessoas me ajudaram, estimularam que ele praticasse esporte e hoje ele joga em Brasília, na Seleção Brasileira para pessoas com deficiência auditiva”. Segundo ele, um presente que ele não esperava.

O rapaz afirmou, à reportagem da Agência Brasil,  que tem muito amor pela comunidade em que nasceu e cresceu, e também e pelo pai que o impulsionou a buscar seus sonhos. “Eu agradeço muito por esse momento que estou passando e quero ajudar a minha família. Como surdo, eu fiquei muito feliz por eles me aceitarem. Eu tenho muito intimidade com meu pai porque ele é guerreiro e amoroso por mim e para minha família. Estou sem palavras para dizer”. As palavras e os sonhos concretizados do filho formam o golaço que o pai comemora todos os dias. 

Fonte: Agência Brasil Edição: Marcelo Brandão

Quatro apostadores dividem prêmio da Mega-Sena de R$ 116,2 milhões

Bilhetes de aposta da mega-sena

Quatro apostadores – dois de Sinop (MT), um de Fortaleza e um de Uberaba (MG) acertaram as seis dezenas no Concurso 2.620 da mega-sena realizado na noite desse sábado (12) em São Paulo. Cada um vai receber R$ 29 milhões.

Os números sorteados foram 04 – 06 – 13 – 21 – 26 – 28.

A quina teve 404 ganhadores e pagará o prêmio individual de R$ 23.042,04. Os 21.667 vencedores da quadra receberão, cada um, R$ 613,76.

O próximo sorteio da Mega-Sena será quarta-feira (16). A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, tanto nas casas lotéricas quanto pela internet, no site das loterias Caixa.

Fonte: Agência Brasil Edição: Graça Adjuto

Jovem que vendia brigadeiros à base de maconha é presa em flagrante no MA

Jovem de 19 anos foi presa nessa quinta-feira (10), em Imperatriz; Nas redes sociais onde divulgava os produtos, a jovem explicava que os efeitos de ingerir a maconha.

Uma jovem de 19 anos foi presa em flagrante nessa quinta-feira (10), em Imperatriz, a 626 km de São Luís, por comercializar brigadeiros feitos à base de maconha.

Segundo a Polícia Civil, a jovem fazia ampla divulgação do comércio ilícito nas redes sociais utilizando logomarca, postagens dos efeitos do uso do produto bem como entregava pessoalmente o produto solicitado por seus clientes e também através de aplicativos de entrega.

De acordo com a polícia, nas redes sociais onde divulgava os produtos, a jovem explicava que os efeitos de ingerir a maconha, invés de fumar, poderiam ser um pouco mais lentos para começar, mas seriam muito mais intensos e duradouros.

Durante a prisão dela, os policiais apreenderam 11 brigadeiros produzidos à base de maconha, um pote contendo substância pastosa à base de maconha utilizada no preparado dos “doces”, uma porção de substância vegetal análoga à droga conhecida como maconha, balança de precisão e caderno com a contabilidade das vendas.

A jovem foi conduzida à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, onde vai ficar à disposição da Justiça. Fonte: G1-MA