Blog do Walison - Em Tempo Real

Ministra defende mudança na legislação sobre paridade política

Rio de Janeiro(RJ), 14/11/24 - A ministra das Mulheres, Cida Golçalves, participa da atividade autogestionada “Superação das Desigualdades entre mulheres e homens no Mercado de Trabalho: a relevância da Lei de Igualdade Salarial

A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, defendeu nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, mudanças na legislação brasileira que trata da paridade entre mulheres e homens na política.

“No G20, o Brasil ainda é o penúltimo. Temos vários países com paridade. O México tem mais de 54% [de mulheres ocupando cargos na política] e está chegando a 60%, por exemplo, de senadoras e deputadas. Os países que têm lei de paridade estão avançando. Está faltando isso”, avaliou.

Ela acrescentou que “essa é a grande questão: precisamos fazer um debate no Brasil. Temos uma lei de cotas que coloca 30% de cotas para as mulheres, tanto para serem candidatas nos partidos quanto no financiamento. Mas só estamos vendo avançar quando é obrigatória a paridade. É eleger, garantir a eleição de mulheres, colocar as mulheres nos espaços de poder. Portanto, precisamos mudar, aqui no Brasil, a legislação.”

Experiência mexicana

Em entrevista durante o programa Giro Social, do Canal Gov, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Cida destacou que a pasta, em companhia da primeira-dama Janja da Silva, tem promovido um debate nacional junto a partidos e parlamentares. A ministra contou que chegou a ouvir a experiência de senadoras mexicanas “para saber como se deu o processo para que elas chegassem onde chegaram”.

“Precisamos alterar a legislação. Precisamos, a partir de agora, não é de cotas que não elegem as mulheres. Precisamos, de fato, de cadeiras. Precisamos da garantia de que possamos eleger as mulheres em todos os municípios. Independentemente de partido ou de qualquer coisa, é uma mulher que vai sentar naquela cadeira e vai poder defender o seu município e ter voz. Esse é o primeiro processo no Brasil: alterar a legislação e garantir paridade” enfatizou.

E finalizou: “O segundo é, de fato, investirmos para que as mulheres possam ser liderança. As mulheres hoje não têm condições de fala. As lideranças estão ameaçadas, sofrem violência política de gênero, as redes sociais terminam agredindo essas mulheres, sejam jornalistas, sejam influencers, sejam lideranças de comunidades. Precisamos enfrentar também a violência política de gênero para garantir espaços às mulheres”, concluiu a ministra. Fonte: Paula Laboissière e Gabriel Brum – Repórteres da Agência Brasil e da Rádio Nacional

Negociadora de Acordo de Paris diz que eleição de Trump é desafio

Rio de Janeiro (RJ), 15/11/2024 - A economista, diplomata e negociadora chefe do Acordo de PARIS, Laurence Tubiana durante plenária que discute sustentabilidade, mudança do clima e transição justa no G20 Social, no Boulevard Olímpico na zona portuária da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Sob o impacto do resultado das eleições norte-americanas, o G20 Social pediu o reconhecimento da urgência para acelerar a transição ecológica e enfrentar as mudanças climáticas. Em meio a catástrofes recentes, como as inundações em Valência, na Espanha, a seca na Amazônia, os incêndios florestais e as enchentes no Rio Grande do Sul, representantes da sociedade civil e do governo ressaltaram a necessidade de reconstruir o modelo de desenvolvimento econômico global o mais rápido possível.

Negociadora-chefe do Acordo de Paris, assinado em 2015, a economista, professora e diplomata francesa Laurence Tubiana ressaltou o desafio de conscientizar a população mundial após a eleição de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos. Na plenária que elaborará um documento final sobre sustentabilidade, mudanças climáticas e transição ecológica, Laurence advertiu para os riscos do negacionismo climático.

“Há alguns dias, as eleições americanas deram poder a Trump. E ele fez um caso para negar a crise climática e as transições para as políticas que estão prontas para acontecer. Uma parte significativa dos Estados Unidos e do mundo nega a crise climática, apesar dos furacões recentes na Flórida e na Carolina do Norte. É um desafio que temos diante da gente, com líderes globais dizendo que isso não existe”, afirmou Laurence Tubiana.

Para a economista, o Brasil terá um papel importante nos próximos anos para manter os compromissos acertados nas últimas Conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP). “Neste momento, na COP, todos os países estão obrigados a apresentar sugestões sobre o clima de alguma maneira. O papel do Brasil é muito crucial no topo de tudo isso. É necessário solidariedade, não só de governos, mas das próprias pessoas e dos setores econômicos”, declarou.

Citando o exemplo das emissões de gases de efeito estufa dos voos aéreos, Laurence Tubiana disse que a solidariedade é essencial para evitar que a maior parte dos custos da transição ecológica caia sobre a população mais pobre. “A gente precisa reduzir emissões em geral, mas isso não está sendo feito de forma justa. A gente precisa pensar quem consome mais e reduzir essas barreiras. As pessoas que voam [proporcionalmente] emitem gás carbônico, mas não contribuem como deveriam para reduzir esse problema”, ressaltou.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, também mencionou a eleição de Donald Trump. Segundo Teixeira, a sociedade precisará mostrar resistência de agora em diante. Ele também criticou a retirada da Argentina da COP 29, no Azerbaijão.

“Nos últimos dias, a Argentina se retirou da Conferência do Clima, e tivemos a eleição de Trump. A mobilização social é fundamental neste momento e será ainda mais essencial de agora em diante. Daí, a importância do G20 Social ouvir as reivindicações da sociedade”, acrescentou.

Alerta

Representando a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, que está no Azerbaijão, o secretário executivo da pasta, João Paulo Capobianco, fez um alerta. Sem mencionar diretamente a eleição de Trump, Capobianco disse que o planeta está em um momento crucial e precisa urgentemente de consenso em relação à transição ecológica porque o limite de 1,5°C de aquecimento foi estourado com seis anos de antecedência.

“Estamos indo no caminho correto, mas falta muito. Primeiro, é necessário garantir que o compromisso de redução de gases estufa seja compatível com a realidade que vivemos. O limite de 1,5°C de aquecimento foi atingido em 2024, não em 2030. O compromisso de manter isso foi inviabilizado. A proteção das populações mais vulneráveis está relegada a 14º plano. As ações hoje estão concentradas em mitigar os efeitos das catástrofes, não em investimentos para preveni-las”, advertiu.

Para Capobianco, o G20 Social, evento paralelo à Cúpula de Líderes do G20, é um fórum privilegiado para discutir um novo modelo de desenvolvimento ouvindo a sociedade. “O G20 concentra 80% do PIB [Produto Interno Bruto] mundial e 80% das emissões de gás estufa no planeta. A pressão do G20 Social na busca de soluções representa um esforço fundamental para manter os compromissos dos países em cumprir promessas, reduzir emissões de gás estufa na proporção necessária e avançar nos investimentos”, acrescentou.

O G20 é o grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana. Fonte: Welton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Indígenas cobram demarcações para avançar em transição ecológica

Rio de Janeiro (RJ), 15/11/2024 - A representante do movimento indígena, Marciele Tupari durante plenária que discute sustentabilidade, mudança do clima e transição justa no G20 Social, no Boulevard Olímpico na zona portuária da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Qualquer modelo de transição ecológica precisa contemplar a demarcação de terras indígenas e a proteção das populações nativas de invasores, disse nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, a representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Marciely Ayap Tupari (foto). Em plenária sobre desenvolvimento sustentável no G20 Social, ela citou a ameaça do Marco Temporal e criticou o projeto de exploração da Petrobras na Margem Equatorial.

“Os povos indígenas são 5% da população mundial, mas preservamos 80% da biodiversidade de todo o planeta. Graças tanto ao nosso conhecimento ancestral como ao sangue de nossos parentes derramados”, declarou a líder indígena.

Ela ressaltou que os próprios indígenas vivem em harmonia com o meio ambiente e têm muito a contribuir no G20 Social, evento paralelo à Cúpula de Líderes do G20, grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana.

“A sustentabilidade, hoje colocada como solução, sempre pusemos em prática. Queremos que nosso conhecimento seja utilizado. As consequências que estamos sentindo hoje são consequências de ações de 20 anos atrás. O que a gente vai esperar nos 20 anos à frente? Será que estamos preocupados com futuras gerações?”, declarou.

Em relação ao Marco Temporal, Tupari disse que a ameaça aos direitos dos povos indígenas continua avançando. Ela defendeu que o G20 Social considere a demarcação como um meio de enfrentamento às mudanças climáticas.

“Hoje no Brasil, estamos sofrendo um retrocesso muito grande, principalmente sobre o Marco Temporal. Hoje [estamos] debatendo para que o Estado brasileiro coloque a demarcação das terras indígenas como pauta climática”, declarou.

Tupari cobrou não apenas o avanço nas demarcações como a proteção das etnias, que, segundo ela, atuaram na linha de frente no combate aos invasores no governo anterior. “Não adianta só demarcar [terras indígenas]. Precisa garantir a proteção deles. A gente precisa olhar para indígenas na linha de frente defendendo territórios, disse.

Burocracia

A representante da Apib também criticou a burocracia na concessão de financiamentos aos povos nativos. Segundo ela, o dinheiro prometido por organismos internacionais não chega à população indígena por causa de restrições impostas tanto pelos bancos multilaterais como pelo governo brasileiro.

“A gente quer ter acesso a esses financiamentos que são colocados para nós, mas não conseguimos porque existe muita burocracia. Hoje, os movimentos indígenas [estão] criando fundos para ver se conseguem resolver esses problemas e acessar os financiamentos”, afirmou. “Nas COP [Conferências das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas], eles só criam fundos. A gente ouve muitas promessas, mas não vê nada acontecer”, garantiu.

Petróleo

A líder indígena criticou o projeto da Petrobras de explorar a Margem Equatorial, área de grandes reservas de petróleo entre a costa do Rio Grande do Norte e a do Amapá. A potencial exploração de óleo na região, que inclui a foz do Rio Amazonas, é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis danos ambientais.

“Hoje não temos mais como barrar o limite de 1,5°C de aquecimento. Não podemos mais aumentar a extração de combustíveis fósseis. Se o Brasil quer vender para fora a imagem de país sustentável, não pode explorar petróleo na Região Amazônica”, avaliou Tupari, sob aplausos da plateia.

A representante da Apib disse, ainda, que os movimentos indígenas estão mobilizados para defender seus direitos e se manifestar contrários à exploração da Margem Equatorial no próximo ano, durante a COP 30, em Belém, no Pará. Fonte: Welton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Fim da Novela: Decisão da Justiça Eleitoral de Codó Permite que o número de 19 vereadores seja mantido

Com essa decisão judicial os vereadores eleitos que até então andavam temerosos e receosos com a possibilidade de perderem os mandatos outorgados democraticamente por meio do voto popular agora podem ficar em paz e se preparar com honradez para servir a população codoense nesse mandato que se inicia no dia 01/11/2024.

Com a decisão, os vereadores eleitos de forma democrática para as 19 vagas em 2024 poderão assumir seus mandatos normalmente, inclusive  Teonilo do Garra que foi eleito pela primeira vez e o já vereador  Pastor Max que foi reeleito, que estavam desde o resultado final das eleições correndo  risco de perder seus mandatos na Casa Legislativa de Codó – MA. Dessa maneira a Câmara Municipal de Codó seguirá o rito normal nomeando todos os parlamentares eleitos democraticamente.

Polícia prende casal suspeito de coordenar roubos de motociclistas de aplicativo em Timon

A Polícia Civil de Timon prendeu um casal que seria líder de uma quadrilha que roubava motociclistas de aplicativo que vinham de Teresina, no Piauí.

Segundo as investigações, o casal J.H.S.S (24 anos de idade) e E.S.N (20 anos de idade) coordenou o roubo de várias motos, no bairro Miguel Arraes. Na prática, eles solicitavam as corridas nos aplicativos, e o motociclista era assaltado quando chegava no ponto de embarque do passageiro.

Após o crime, eles ainda vendiam as motos em Santa Inês, segundo a Polícia Civil. O casal foi levado à delegacia e a polícia segue à procura de outros dois homens que também participavam dos roubos.

Um dos casos – ‘Patricinha do aplicativo’

Em junho, a Polícia Civil uma mulher conhecida como ‘Patricinha do Aplicativo’, em Timon. Ela era quem servia de ‘isca’, atraindo motoristas de aplicativo para lugares onde eles eram surpreendidos por homens armados que anunciavam o assalto.

Em um dos casos, um piloto do aplicativo pegou a ‘patricinha’ próximo à Praça da Bandeira, em Teresina/PI, com destino a Timon. Porém, ao chegar ao destino no Bairro Leonel Brizola, foi surpreendido por dois homens armados com pistola e revólver.

O piloto perdeu o aparelho celular e, em seguida, os dois homens e a mulher subiram na moto e fugiram.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou a passageira e descobriu que um dos assaltantes era companheiro amoroso dela. Ele já tinha várias passagens pela polícia por crime de roubo à mão armada.Por: G1 MA

IEL realiza seletivo com vagas em Açailândia, Balsas, Rosário e Caxias

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é a maior instituição de educação profissional da América Latina. No Maranhão, possui oito unidades distribuídas em sete municípios. A entidade está com vagas abertas para instrutores(as) de nível médio e superior. As inscrições para o processo seletivo SENAI 18/2024, conduzido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MA), começam dia 12 de novembro e encerram dia 25 de novembro.

Para nível médio há vagas para instrutor na área de soldagem (1), em Açailândia; Vestuário (1), em Balsas, e Mecânica Automotiva (1) e Informática (1) em Rosário. O contrato é por prazo indeterminado, com carga horária de 220 horas mensais e salário de R$ 3.974,33. Já para instrutor de nível superior o salário é de R$ 5.341,17, carga horária de 220 horas/mês e o contrato por prazo indeterminado em Açailândia, a vaga é para instrutor de ensino superior em Eletroeletrônica (1); em Balsas, para Informática Software (1) e Mecânica (1) e em Caxias a oportunidade é para contrato por prazo determinado (6 meses) a área de Segurança no Trabalho (1).

As inscrições começaram dia 12/11/2024 e encerram dia 25/11/2024. Os interessados devem se inscrever no processo seletivo do IEL pelo link https://sistemas.fiema.org.br/seletivos/. Todo atendimento referente ao processo seletivo será feito pelo e-mail seletivo@fiema.org.br.Por: Coordenadoria de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA

 

Iracema Vale é reeleita presidente da Assembleia Legislativa do MA

Após votação em segundo turno na Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA), a deputada Iracema vale foi reeleita à presidência mesmo após dois empates seguidos.

O Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Maranhão determina, no Artigo 8º, Inciso VI, que, em caso de empate, o candidato mais idoso será eleito?.

A votação durou cerca de uma hora novamente cada candidato recebeu 21 votos.

O primeiro turno da eleição ocorreu na manhã desta quarta-feira (13) durante Sessão Preparatória e teve votação secreta e terminou empate. 21 votos para Iracema Vale e 21 para Othelino Neto. O decano da Casa, ex-presidente Arnaldo Melo (PP), foi quem conduziu o processo. Ele explicou as regras para a manutenção da lisura do pleito e abriu a votação em ordem alfabética. Aluízio Santos (PL) foi o primeiro a votar. Wellington do Curso (Novo) foi último.

A votação ocorreu por meio de cédula, depositada em urna única, que estava lacrada durante o pleito.

IRACEMA VALE

Iracema Cristina Vale Lima nasceu na capital São Luís, em 18 de junho de 1968. É enfermeira e funcionária pública federal. Filha do taxista João Ivo Vale e da professora Francisca das Graças Lima Vale.

Iracema está na política partidária há três décadas. É casada com Herlon Costa e mãe de dois filhos: Marcos Vinícius e Herlon Júnior. Filiada ao PSB, foi eleita deputada estadual no pleito de 2022, sendo a parlamentar mais votada do Maranhão com 104.729 votos.

Sua primeira eleição para um cargo eletivo foi em 2000, quando conquistou uma vaga de vereadora no município de Urbano Santos. Em 2004, foi reeleita para novo mandato no Legislativo Municipal. Em 2012, foi eleita prefeita de Urbano Santos, sendo reeleita no pleito de 2016.

Nos dois mandatos, desenvolveu diversos projetos que impulsionaram o desenvolvimento do município, beneficiando setores como a Agricultura Familiar, gerando emprego e renda para a comunidade. Suas ações lhe renderam três premiações de Prefeita Empreendedora, concedidos pelo Sebrae.

Como gestora, construiu estradas, abrindo canais de acesso para cidades vizinhas e povoados adjacentes. Na Cultura, apoiou grupos de manifestações folclóricas. Criou também as secretarias de Emprego e Renda e da Mulher.

Na área da educação, recuperou e construiu mais de 40 escolas, erradicou barracões usados como unidades de ensino, incentivou o esporte com a construção de quadras poliesportivas.Por: Kailane Nunes / Ipolítica

Uema abre inscrições para professores substitutos em Caxias, Balsas, São Luís, Presidente Dutra e São Bento

A Universidade Estadual do Maranhão (Uema) anuncia a abertura das inscrições para o Processo Seletivo Simplificado de contratação de Professores Substitutos, visando o preenchimento de 16 vagas distribuídas em cinco cidades do Maranhão.

Com contratos de um ano, as vagas contemplam os campi de Caxias, Balsas, São Bento, São Luís e Presidente Dutra, atendendo às demandas específicas de diversas áreas como Matemática, Sociologia, Filosofia, Antropologia, Economia, Educação, Física, Linguística, Letras, Artes e Libras.

As inscrições para o seletivo estarão abertas de 12 a 20 de novembro de 2024, exclusivamente pelo site https://concursoseseletivos.uema.br. Cada campus realizará as provas nos dias em sua sede, conforme as datas e áreas especificadas nos editais. Os candidatos aprovados terão remuneração entre R$ 2.508,74 e R$ 6.886,82, de acordo com a titulação e carga horária.

Os resultados dos processos seletivos serão divulgados até o dia 26 de dezembro de 2024 no site oficial da UEMA e no Diário Oficial do Estado do Maranhão. A universidade recomenda que todos os candidatos leiam atentamente os editais para obter informações detalhadas sobre os requisitos de cada vaga, as áreas de conhecimento, a documentação necessária e o cronograma completo.

Para consultar os editais, os candidatos podem acessar os links abaixo:

Edital Nº 465/2024 – Campus Caxias
https://www.uema.br/2024/11/edital-n-o-465-2024-prog-uema/

Edital Nº 466/2024 – Campus Balsas

https://www.uema.br/2024/11/edital-n-o-466-2024-prog-uema/

Edital Nº 467/2024 – Campus São Bento

https://www.uema.br/2024/11/edital-n-o-467-2024-prog-uema/

Edital Nº 468/2024 – Campus São Luís

https://www.uema.br/2024/11/edital-n-o-468-2024-prog-uema/

Edital Nº 469/2024 – Campus Presidente Dutra

https://www.uema.br/2024/11/edital-n-o-469-2024-prog-uema/

Edital Nº 470/2024 – Campus São Luís

https://www.uema.br/2024/11/edital-n-o-470-2024-prog-uema/

Para mais informações e inscrição, acesse o portal de seletivos da UEMA: https://concursoseseletivos.uema.br. Por: Ascom/ UEMA

Duas pessoas morrem em graves acidentes na BR-316

Duas pessoas morreram durante dois acidentes envolvendo batidas de motocicletas e carro, ocorridos na BR-316, nessa segunda-feira (11). Os casos aconteceram nos trechos entre as cidades de Codó e Bacabal.

Na zona rural da cidade de Codó, um homem identificado como Flávio Ribeiro Lindoso, de 41 anos, de São Luís, morreu durante uma batida frontal entre dois carros de passeio.

Flávio chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Geral de Codó, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois de ter dado entrada no hospital. De acordo com a polícia, as causas do acidente estão sendo investigadas.

Em Bacabal, um acidente envolvendo duas motos resultou na morte de Cláudio Alves de Sousa, que morreu no local. Ele estava indo em direção à zona rural de Bom Lugar, quando se envolveu no acidente.

O outro motociclista saiu ferido com fraturas nas pernas e foi levado em estado grave para o Hospital Regional de Bacabal. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal do Maranhão (PRF-MA), uma das motos seguia na contramão da via e causou o acidente.Por: G1 MA

Após cinco anos, Brasil recupera certificado de eliminação do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, em 2019, o Brasil voltou a receber da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o status de país livre da doença. O último registro de sarampo no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, aconteceu em junho de 2022, no Amapá.

Durante cerimônia em Brasília nesta terça-feira (12), o diretor da Opas, Jarbas Barbosa, avaliou que, quando se consegue reunir capacidade técnica e liderança política comprometida com a causa, “as coisas acontecem”. “Ver um presidente liderando uma retomada do programa de imunização, usando broche do Zé Gotinha, sendo vacinado e dizendo às pessoas que se vacinem faz uma diferença tremenda”.

Antes do evento, Jarbas Barbosa se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, e entregou o certificado pessoalmente a Lula. “Esse diploma é resultado da força da retomada e da competência do sistema de vacinação brasileiro”, destacou o presidente em comunicado.

“É muito importante que se reconheça isso, até para que sirva de exemplo a outros chefes de Estado da região para terem o mesmo compromisso e darem o impulso que os programa de imunização precisam”, disse presidente da Opas.

Em seu discurso, Jarbas lembrou que as Américas figuram, atualmente, como a região do mundo que mais recuperou a cobertura vacinal após a pandemia de covid-19. “Isso é importante porque a pandemia foi um golpe. A gente estima que 23% ou 24% das crianças deixaram de se vacinar durante a pandemia”.

“Mas a verdade é que, nas Américas, por vários fatores, desde 2015, as coberturas vacinais já vinham num processo de declínio – lento, mas extremamente preocupante. Então, o fato de ter não só recuperado [coberturas vacinais], mas ter sido a região que recuperou com mais força nos dá um alento muito grande. Em breve, estaremos com os 95% [de cobertura vacinal] que a gente precisa.”

“Não nos esqueçamos de que o sarampo continua a existir no mundo – na Europa, na Ásia, na África, em todos os outros continentes. Teremos casos importados de sarampo. O preocupante é quando não tivermos esses casos – provavelmente porque a vigilância não teve capacidade de detectar. Precisamos manter o binômio vacinação elevada e homogênea e vigilância sensível.”

Ao receber o certificado, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, classificou o status de país livre do sarampo como uma conquista importante. “Uma conquista que vem do compromisso da capacidade técnica, sem dúvida, mas essa capacidade está no nosso país. Ela precisava ser mobilizada junto com a sociedade, com a excelente cooperação com a Opas”.

“É um movimento que se traduz em um movimento nacional, de gestores, da comunidade científica, da comunidade de vigilância, do Parlamento”, disse. “É uma conquista, mas não podemos descansar. A luta continua”, completou.

Para o presidente da Câmara Técnica Nacional de Especialistas, Renato Kfouri, a recertificação brasileira é resultado da retomada dos investimentos em vacinação e na vigilância epidemiológica. “Tive a oportunidade de presidir essa câmara técnica e vi um trabalho sendo feito neste Brasil afora com propósito e compromisso – duas palavras que têm todo significado nesse dia de hoje”.

Análise
Em nota, a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, comemorou a recertificação, mas alertou que a manutenção do status depende de mobilização constante, já que o vírus continua a circular. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que, em 2023, mais de 320 mil casos foram confirmados em todo o planeta.

“Perder o certificado, algo que o histórico recente mostra não ser impossível, seria um grande retrocesso. Estamos no caminho certo, mas precisamos estar atentos e redobrar os nossos esforços, até porque o sarampo não é a única doença com a qual devemos nos preocupar”, disse. “Evoluímos bastante, mas boa parte das vacinas, a exemplo da que previne a pólio, permanece com a cobertura aquém do desejado.”

Linha do tempo
Após o registro dos últimos casos de sarampo no ano de 2015, o Brasil recebeu, em 2016, a certificação da eliminação do vírus. Nos anos de 2016 e 2017, não foram confirmados casos da doença no país. Em 2018, entretanto, com o grande fluxo migratório associado às baixas coberturas vacinais, o vírus voltou a circular e, em 2019, após um ano de franca circulação do sarampo por mais de 12 meses, o Brasil perdeu o status.

Dados do ministério indica que, entre 2018 a 2022, foram confirmados 9.329, 21.704, 8.035, 670 e 41 casos de sarampo, respectivamente. Em 2022, os estados que confirmaram casos foram: Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá, sendo que o último caso confirmado foi registrado no Amapá, com data de início do exantema (erupções cutâneas) em 05 de junho.

Em 2024, o Brasil chegou a registrar dois casos confirmados, mas importados, sendo um em janeiro, no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão; e um em agosto, em Minas Gerais, proveniente da Inglaterra.

Sarampo
A pasta define o sarampo como uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente crianças e pode causar complicações graves, como diarreias intensas, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). “A maneira mais efetiva de evitar o sarampo é por meio da vacinação”, ressaltou o ministério. Por: Agência Brasil