Às vésperas de retomar o pagamento do auxílio emergencial, a Caixa Econômica Federal convida os usuários do aplicativo Caixa Tem a atualizar os dados cadastrais no aplicativo. Clientes nascidos em novembro podem fazer o procedimento a partir de hoje (30).
A atualização é feita inteiramente pelo celular, bastando o usuário seguir as instruções do aplicativo, usado para movimentar as contas poupança digitais. Segundo a Caixa, o procedimento pretende trazer mais segurança para o recebimento de benefícios e prevenir fraudes.
Ao entrar no aplicativo, o usuário deve acessar a conversa “Atualize seu cadastro”. Em seguida, é necessário enviar uma foto (selfie) e os documentos pessoais (identidade, CPF e comprovante de endereço).
O calendário de atualização segue um cronograma escalonado, conforme o mês de nascimento dos clientes. O cronograma começou no último dia 14 para os nascidos em janeiro e terminará amanhã (31), para os nascidos em dezembro.
Confira o cronograma completo abaixo:
Mês de nascimento
Data de atualização
Janeiro
14/3 (domingo)
Fevereiro
16/3 (terça)
Março
18/3 (quinta)
Abril
20/3 (sábado)
Maio
22/3 (segunda)
Junho
23/3 (terça)
Julho
24/3 (quarta)
Agosto
25/3 (quinta)
Setembro
26/3 (sexta)
Outubro
29/3 (segunda)
Novembro
30/3 (terça)
Dezembro
31/3 (quarta)
No ano passado, a Caixa abriu mais de 105 milhões de contas poupança digitais, das quais 35 milhões para brasileiros que nunca tiveram contas em banco. Além do auxílio emergencial, o Caixa Tem foi usado para o pagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm).
Uma lei sancionada no fim de outubro autorizou a ampliação do uso das contas poupança digitais para o pagamento de outros benefícios sociais e previdenciários. Desde dezembro, os beneficiários do Bolsa Família e do abono salarial passaram a receber por essa modalidade. Por Agência Brasil
Ladrões furtam documentos do Cartório de Vitória do Mearim — Foto: Divulgaçã/Tribunal de Justiça
Criminosos furtaram no último dia 22 5.554 folhas de papel de segurança que pertenciam ao cartório do município de Vitória do Mearim, a 178 km de São Luís.
Segundo a polícia, os criminosos entraram no local após fazerem um buraco na parede voltado para um terreno baldio, por onde entraram. No cartório, eles mexeram nos armários e levaram os documentos.
Ainda de acordo com a polícia, os ladrões levaram um notebook, uma câmera de segurança, uma cafeteira e um carimbo do cartório.
Alerta de Fraude
Após o furto, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Paulo Velten, determinou a imediata publicidade da ocorrência, e dos números sequenciais dos documentos, no portal do Poder Judiciário e divulgação aos meios de comunicação, para alertar as demais serventias extrajudiciais em todo o país, a fim de evitar fraudes em documentos oficiais, a exemplo de cadastros em programas de distribuição de renda como o auxílio emergencial. Fonte G1-MA
A Embraer apresentou pela primeira vez em voo o seu novo carro voador elétrico. O protótipo em tamanho reduzido decolou da sede da Embraer em Gavião Peixoto (SP) na quarta-feira (24).
O projeto faz parte da Eve Urban Air Mobility Solutions, dedicada a desenvolver o ecossistema de mobilidade aérea urbana.
A empresa vem desenvolvendo um portfólio de soluções para preparar o mercado, incluindo a certificação do veículo elétrico de decolagem e pouso vertical (eVTOL) e a criação de soluções de gestão de tráfego aéreo urbano.
Detalhamento
O projeto de eVTOL da Embraer conta com dez hélices, sendo oito na horizontal e duas na vertical e se parece com um drone grande, porém, com o objetivo de transportar passageiros.
No início, o veículo deverá ter no comando um piloto, mas a intenção do projeto é que, no futuro, o voo seja totalmente autônomo.Por Agência Brasil
Uma nova frente de incêndio teve início na Chapada da Diamantina, localizada na região central da Bahia. Dessa vez o fogo está restrito ao Morro do Camelo, onde 34 bombeiros já estão atuando, com a ajuda de oito brigadistas voluntários e de duas aeronaves modelos air tractor do Programa Bahia Sem Fogo, da secretaria estadual do Meio Ambiente (Sema).
“Os bombeiros e brigadistas trabalham com mochilas costais, pás, foices e enxadas, fazendo aceiros e apagando as chamas para evitar que o fogo se propague ainda mais”, informou o Corpo de Bombeiros baiano.
Os primeiros focos de incêndio na região foram identificados no dia 22, na região da Serra do Mandassaia, em Lençóis, a cerca de 420 quilômetros de Salvador. Segundo o diretor da superintendência estadual de Proteção e Defesa Civil, Paulo Sérgio Menezes Luz, o incêndio já estava quase extinto na madrugada do dia 25, mas acabou ressurgindo em pontos isolados.
Na sexta-feira (26), após o trabalho de rescaldo, o fogo foi considerado extinto, mas acabou reiniciando na noite desse sábado (27).Por Agência Brasil
A dois meses e 29 dias da gestão Zé Francisco em Codó parte da Avenida Santos Dumont foi obstruída com blocos de concreto que podem causar acidentes com vítimas fatais a qualquer instante.
Não se sabe ao certo qual seria a intenção da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Codó quando do nada simplesmente resolveu obstruir boa parte da avenida Santos Dumont podendo causar danos em veículos e até mesmo mortes de codoenses que transitam por essa rua diariamente que é uma das ruas mais movimentadas da cidade de Codó, nunca em toda a história de Codó foi visto uma medida que coloque em risco as vidas dos codoenses.
Atenção Câmara Municipal de Codó, atenção Departamento Municipal de Transito de Codó, é preciso que se tome uma medida em caráter urgência afim de que os tais blocos de concreto sejam definitivamente retirados da avenida, desafogando o trânsito e ao mesmo tempo zelando pelas vidas dos codoenses que transitam por lá todos os dias, zelar pelas vidas dos codoenses é dever do prefeito bem como dos vereadores.
Moradores do Residencial Ramille demonstram o total abando o qual tem sido submetidos na atual gestão de Codó, são buracos para todos os lados e muito mato que tem causado transtornos e muita indignação dos moradores que residem ali e que não sabem mais o que fazer, nem a quem recorrer para solucionar esses problemas que tem ocasionado prejuízos nos carros e facilitado a ação criminosa nessas imediação.
Está mais do que na hora do governo do Zé olhar pelos moradores desse bairro que tem sofrido demasiadamente em virtude do abandono extremo durante esses quase três meses de gestão.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu no início da manhã de hoje (28), no Rio de Janeiro, mais duas remessas de insumo farmacêutico ativo (IFA) suficientes para produzir 12 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, usada na imunização contra a covid-19.
O produto, procedente da China, chegou ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) às 6h22 deste domingo. Inicialmente, o voo estava previsto para chegar às 18h de ontem (27). O motivo da mudança da data se deveu a um atraso na conexão do voo.
Na última quinta-feira (25), a Fiocruz já havia recebido uma remessa para produzir 6 milhões de doses. Esta semana, está prevista a chegada de uma nova carga suficiente para fabricar 5 milhões de vacinas.
As 23 milhões de doses serão produzidas pela própria Fiocruz e, uma vez prontas, serão entregues ao Ministério da Saúde, entre abril e maio.
Este mês, a Fiocruz já produziu e entregou 1,8 milhão de doses de vacinas produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).
Ainda está prevista a entrega de mais 2,1 milhões de doses nesta semana, que irão completar os 3,9 milhões de vacinas previstas até o fim desta semana. Fonte Agência Brasil
Uma pessoa negra que é automaticamente reconhecida como gorila em uma plataforma digital para fotos. Em uma mídia social, o recorte automático de uma foto fora do padrão de visualização privilegia rostos de pessoas brancas. Em outra rede, uma mulher negra tem seu alcance de postagens aumentado em 6.000% ao publicar mulheres brancas.
Esses exemplos não são pontuais e vêm sendo alvo de críticas e reflexões de usuários da internet e pesquisadores. Como modelos matemáticos, os chamados algoritmos, poderiam ser racistas? O pesquisador Tarcizio Silva, doutorando em Ciências Humanas e Sociais na Universidade Federal do ABC (UFABC), explica que é necessário se perguntar como esses sistemas são usados de forma a permitir “a manutenção, intensificação e ocultação do racismo estrutural”. Silva desenvolveu uma linha do tempo que demonstra casos, dados e reações.
“A solução não está somente na transparência de códigos, mas sim na apropriação e crítica social da tecnologia”, diz. Como os sistemas são alimentados, quais dados são aceitos, quem cria as tecnologias e quem é incluído ou excluído na multiplicação de dispositivos automatizados são algumas das questões levantadas por Silva. “O racismo algorítmico é uma tecnologização e automatização do racismo estrutural”, avalia.
Idealizadores do blog Tecnocríticas, Renata Gusmão, Gabriela Guerra e Felipe Martins atuam na área de tecnologia da informação (TI) e usam a internet para discutir, entre outros temas, a ausência de neutralidade da tecnologia. “Quem pensa esses algoritmos são pessoas dentro de uma sociedade machista, racista, desigual. Logo a lógica por trás de uma solução carrega esses mesmos valores. Não estão considerando a diversidade dos usuários finais e acabam reforçando desigualdades e discriminações do mundo ‘real’”, apontam em entrevista por e-mail à Agência Brasil.
#AlgoritmoRacista
Um dos casos de maior repercussão recentemente ocorreu no Twitter, com o recorte automático de fotos que privilegiavam rostos brancos. Milhares de usuários usaram a hashtag #AlgoritmoRacista, na própria rede, para questionar a automatização que expunha o racismo. Silva explica que essa descoberta mostrou o uso de algoritmos baseados em redes neurais, cuja técnica encontra regiões de interesse sobre a imagem a partir de dados levantados por rastreamento de olhar.
“Um acúmulo de dados e pesquisas enviesadas que privilegiavam a estética branca resultou no sistema que o Twitter usava e não conseguiu sequer explicar corretamente onde estava a origem da questão”, disse o pesquisador. Na época, a plataforma se comprometeu a revisar o mecanismo. “Devíamos ter feito um trabalho melhor ao prever essa possibilidade quando estávamos projetando e construindo este produto”.
“É assim que o racismo algorítmico funciona, através do acúmulo de uso de tecnologias pouco explicáveis e pouco ajustadas que a princípio otimizam algum aspecto técnico, mas na verdade mutilam a experiência dos usuários”, acrescenta o pesquisador.
Reconhecimento facial
Fora das redes sociais, os danos do racismo algorítmico podem ser ainda maiores. Dados levantados pela Rede de Observatórios de Segurança mostram que, de março a outubro de 2019, 151 pessoas foram presas a partir da tecnologia e reconhecimento facial em quatro estados (Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraíba). Nos registros que havia informações sobre raça e cor, ou quando havia imagens das pessoas abordadas (42 casos), observou-se que 90,5% eram negras. “As principais motivações para as abordagens e prisões foram tráfico de drogas e roubo”, aponta o relatório.
Silva lembra que, em países da Europa e regiões dos Estados Unidos, essa tecnologia tem sido alvo de questionamentos ou banimento. “Os motivos são vários, de imprecisão, a baixo custo-benefício ou a promoção de vigilantismo e violência estatal”, explica. Ele aponta que o sistema é impreciso para identificar faces de minorias. “Mas não importa um futuro onde o reconhecimento facial seja mais preciso: é uma tecnologia necessariamente racista em países onde seletividade penal e encarceramento em massa são o modus operandi do Estado”.
Saídas
Para os integrantes do Tecnocríticas, combater essa expressão discriminatória dos algoritmos passa por garantir mais diversidade na área de TI. “Seja garantindo que times responsáveis por pensar essas soluções tenham diversidade racial e de gênero, por exemplo, seja treinando robôs com dados diversos. Uma outra questão, também muito importante, é que a indústria de tecnologia responde às dinâmicas econômicas, então nem sempre essas soluções são as que realmente resolvem os problemas das pessoas, mas sim, as que geram lucro”, avaliam.
Silva acredita que o primeiro passo para a proteção é a “superação de qualquer presunção de neutralidade das tecnologias”. Ele aponta que tecnologias digitais emergentes, como o reconhecimento facial para fins policiais ou criação de escore de risco para planos privados de saúde já “nascem como derrotas humanitárias”. “Se efetivamente nos comprometermos com princípios do valor da vida humana, chegaremos à conclusão de que algumas tecnologias algorítmicas não deveriam sequer existir.”Fonte Agência Brasil