Maranhão entra em alerta crítico para casos graves de síndromes respiratórias, diz boletim da Fiocruz

O Maranhão entrou em cenário de atenção crítica para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o novo boletim InfoGripe, divulgado nesta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dados indicam tendência de crescimento acima de 95% no longo prazo.

O levantamento aponta que tanto o estado quanto a capital, São Luís, estão em nível de atividade classificado como alto risco. Entre os vírus em circulação, a influenza A é a principal preocupação, por concentrar a maioria das internações e mortes entre adultos e idosos.

Entre as crianças, o maior risco está relacionado ao vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de internações nessa faixa etária.

A campanha de vacinação já está disponível nos municípios maranhenses, com doses sendo aplicadas nas unidades de saúde e em ações extramuros ao longo das próximas semanas. A recomendação é que o público-alvo procure o ponto de vacinação mais próximo, portando documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação.

Quem pode se vacinar?

 

A campanha de vacinação contra influenza 2026 no Maranhão é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
  • Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto)
  • Idosos a partir de 60 anos
  • Povos indígenas e quilombolas
  • Professores
  • Trabalhadores da saúde
  • Forças de segurança e salvamento
  • Forças armadas
  • Caminhoneiros
  • Trabalhadores portuários
  • Trabalhadores dos Correios
  • Trabalhadores do transporte coletivo
  • Pessoas com deficiência permanente
  • Pessoas com comorbidades
  • Pessoas em situação de rua
  • População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional
  • Meta é vacinar 90% do público-alvo

 

Monitoramento de casos no estado

 

A Secretaria de Estado da Saúde informou que segue realizando o monitoramento contínuo dos casos de síndrome gripal e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o Maranhão.

O trabalho inclui a investigação dos vírus respiratórios em circulação e o apoio aos municípios para o atendimento adequado e oportuno dos casos. Fonte: G1-MA

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