Blog do Walison - Em Tempo Real

Lençóis Maranhenses registram 15.511 visitantes em fevereiro de 2026

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses registrou 15.511 visitantes em fevereiro de 2026, considerando o fluxo combinado de Barreirinhas e Santo Amaro. Os dados são da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Barreirinhas e da Secretaria Municipal de Turismo de Santo Amaro, com análise do Observatório do Turismo do Maranhão (Obstur-MA).

Em comparação com fevereiro de 2025, quando foram registrados 11.770 visitantes, o resultado indica variação no fluxo turístico no período. O levantamento também aponta, para o recorte conjunto de Barreirinhas e Santo Amaro, percentual mensal de 138,56% em 2026, com variação acumulada de 138,56%. Em 2025, o percentual mensal foi de 31,78%, com variação acumulada de 91,33%.

No recorte por município, Barreirinhas registrou 9.200 visitantes em fevereiro de 2026, frente a 7.251 em fevereiro de 2025. O levantamento indica ainda, para o ano anterior, variação acumulada de 162,60% em fevereiro, com percentual mensal de 26,88%.

Em Santo Amaro, o fluxo foi de 6.311 visitantes em fevereiro de 2026, comparado a 4.519 em fevereiro de 2025. Em relação a 2025, o mês de fevereiro apresentou percentual mensal de 39,65%, com variação acumulada de 37,20%.

No comparativo do 1º trimestre, os dados apontam crescimento no fluxo. Em Barreirinhas, o total passou de 25.269 visitantes em 2025 para 30.157 em 2026, com variação de 19,34%. No fluxo combinado de Barreirinhas e Santo Amaro, o volume foi de 48.070 visitantes em 2025 e 50.906 em 2026, com variação de 5,90%.

Segundo o coordenador do Observatório do Turismo do Maranhão, Igor Almeida, os dados permitem acompanhar a dinâmica da visitação. “Quando observamos os dados, é possível entender como o fluxo se comporta fora do período de maior concentração de visitantes, como janeiro. Isso ajuda a identificar variações entre os meses e a acompanhar o ritmo da atividade turística ao longo do ano. A partir dessas informações, conseguimos planejar melhor as ações e organizar a visitação nos Lençóis Maranhenses”, explicou.

Fonte: blog do John Cutrim

Maranhão continua com mais Bolsa Família que trabalho com carteira assinada

Em 9 Estados brasileiros, há mais famílias recebendo o Bolsa Família do que empregados formais com Carteira de Trabalho assinada, segundo dados de fevereiro de 2026.

Os Estados com mais Bolsa Família que emprego formal hoje são: Maranhão, Pará, Piauí, Bahia, Paraíba, Amazonas, Alagoas, Acre e Amapá. Na comparação com fevereiro de 2025, saíram da lista Sergipe, Pernambuco e Ceará.

O Brasil como um todo tem 48,8 milhões de pessoas com emprego formal e 18,8 milhões de famílias no Bolsa Família.

A dependência do Bolsa Família na economia do trabalho registrou uma forte queda em 2025, mas se estabilizou agora no início de 2026.

Em fevereiro, havia 38,6 beneficiários do programa social para cada 100 pessoas com Carteira de Trabalho assinada. Esse patamar está estável desde agosto do ano passado.

O recorde de dependência do auxílio foi em janeiro de 2023, quando havia 49,6 cadastros para cada 100 registros formais de trabalho. Aquele mês foi também o 1º da atual administração de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: blog do John Cutrim

Mulher é presa, e companheiro suspeito de integrar facção criminosa foge durante abordagem em Parnarama

Uma mulher foi presa, e um homem apontado pela polícia como integrante de facção criminosa e recém-saído do sistema prisional fugiu durante uma abordagem realizada nessa quarta-feira (2), na região do povoado Taboca, zona rural de Parnarama, região leste Maranhense.

Segundo a polícia, o homem conseguiu escapar por uma área de mata próxima à estrada, deixando para trás a companheira e a motocicleta, que já havia sido apreendida duas vezes.

A mulher foi revistada, e na bolsa que estava com ela, os policiais encontraram drogas, como maconha e cocaína, além de embalagens para a comercialização dos entorpecentes. Também foi apreendido um revólver calibre 38 com cinco munições no tambor e outras 11 em uma sacola.

Ainda de acordo com a polícia, a mulher foi encaminhada para a Central de Flagrantes de Timon, onde permanece à disposição da Justiça. As equipes seguem em buscas para localizar o homem, que fugiu no momento da abordagem. Fonte: G1-MA

Suspeito de tentativa de homicídio reage à abordagem policial e é preso em Itinga do MA

Um jovem de 18 anos foi preso na noite dessa quinta-feira (2) durante uma ação conjunta das polícias Civil e Militar em Itinga do Maranhão. Ele tinha um mandado de prisão preventiva por tentativa de homicídio qualificado e também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Segundo a Delegacia de Polícia de Itinga, o suspeito é apontado como autor de disparos de arma de fogo contra um jovem de 19 anos. O crime ocorreu no dia 18 de março, no bairro Vila Emanuela. A vítima foi socorrida e sobreviveu.

O investigado foi localizado no bairro São Sebastião, em via pública, acompanhado de outras pessoas, onde, segundo a polícia, estaria comercializando drogas. Durante a abordagem, um dos indivíduos conseguiu fugir armado. Já o suspeito reagiu e fez menção de sacar um objeto da cintura, sendo baleado pelos policiais.

Após ser atingido, o suspeito foi socorrido e levado ao hospital municipal, onde recebeu atendimento médico. Com ele, os policiais apreenderam porções de maconha, crack e cocaína, além de dinheiro em espécie.

Após receber alta médica, o mandado de prisão preventiva foi cumprido. O jovem, que também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, permanece à disposição da Justiça. Fonte: G1-MA

Maranhão entra em alerta crítico para casos graves de síndromes respiratórias, diz boletim da Fiocruz

O Maranhão entrou em cenário de atenção crítica para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o novo boletim InfoGripe, divulgado nesta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dados indicam tendência de crescimento acima de 95% no longo prazo.

O levantamento aponta que tanto o estado quanto a capital, São Luís, estão em nível de atividade classificado como alto risco. Entre os vírus em circulação, a influenza A é a principal preocupação, por concentrar a maioria das internações e mortes entre adultos e idosos.

Entre as crianças, o maior risco está relacionado ao vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de internações nessa faixa etária.

A campanha de vacinação já está disponível nos municípios maranhenses, com doses sendo aplicadas nas unidades de saúde e em ações extramuros ao longo das próximas semanas. A recomendação é que o público-alvo procure o ponto de vacinação mais próximo, portando documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação.

Quem pode se vacinar?

 

A campanha de vacinação contra influenza 2026 no Maranhão é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
  • Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto)
  • Idosos a partir de 60 anos
  • Povos indígenas e quilombolas
  • Professores
  • Trabalhadores da saúde
  • Forças de segurança e salvamento
  • Forças armadas
  • Caminhoneiros
  • Trabalhadores portuários
  • Trabalhadores dos Correios
  • Trabalhadores do transporte coletivo
  • Pessoas com deficiência permanente
  • Pessoas com comorbidades
  • Pessoas em situação de rua
  • População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional
  • Meta é vacinar 90% do público-alvo

 

Monitoramento de casos no estado

 

A Secretaria de Estado da Saúde informou que segue realizando o monitoramento contínuo dos casos de síndrome gripal e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o Maranhão.

O trabalho inclui a investigação dos vírus respiratórios em circulação e o apoio aos municípios para o atendimento adequado e oportuno dos casos. Fonte: G1-MA

Maranhão adere a proposta de subsídio ao diesel

O Maranhão está entre os estados que já indicaram adesão à proposta do governo federal que prevê subsídio a importadores de diesel, com o objetivo de conter a alta no preço do combustível no país. A medida ainda será formalizada por meio de medida provisória.

Ao todo, pelo menos 20 estados já sinalizaram participação na iniciativa, que busca reduzir os impactos do aumento do diesel, especialmente no transporte e no custo de vida da população.

Outros estados ainda não se manifestaram sobre a proposta, enquanto o Distrito Federal já se posicionou contra a adesão. O governo do Rio de Janeiro informou que deve aguardar a publicação oficial da medida para decidir.

De acordo com o Ministério da Fazenda, a proposta deve ser implementada mesmo sem unanimidade entre os estados. A expectativa é que a medida provisória seja publicada ainda nesta semana.

CNB

Moraes marca depoimento de Eduardo Bolsonaro em processo no STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 14 de abril o interrogatório do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na ação penal que trata da acusação de coação no curso do processo.

Desde o ano passado, Eduardo, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Conforme a decisão do ministro, o interrogatório deve ser realizado por videoconferência. O ex-deputado não é obrigado a participar da audiência.

Antes de marcar o depoimento, Moraes determinou a notificação de Eduardo por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular. Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela Defensoria Pública da União (DPU).

Em novembro do ano passado, por unanimidade, o STF aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte.

No final de 2025, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu cassar o mandato dele.

A decisão foi tomada após Eduardo deixar de comparecer a um terço do total de sessões deliberativas da Câmara dos Deputados, como prevê a Constituição. O filho de Bolsonaro faltou a 56 das 71 sessões realizadas em 2025, o equivalente a 79% das sessões. Fonte: Agência Brasil

Aéreas preveem “consequências severas” com reajuste do querosene

reajuste de 55% no querosene de aviação (QAV) anunciado nesta quarta-feira (1°) pela Petrobras deverá ter “consequências severas” na aviação civil, especialmente na abertura de novas rotas e ofertas de serviços. A avaliação é da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa as principais companhias aéreas do país. 

Segundo a entidade, com o reajuste, somado ao aumento de 9,4% em vigor desde 1º de março, o combustível passa a responder por 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. 

“A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo”, diz a Abear.

A entidade explica que, embora mais de 80% do QAV consumido no Brasil seja produzido internamente, sua precificação acompanha a paridade internacional.

“Isso intensifica os efeitos das oscilações do preço do barril de petróleo sobre o mercado doméstico, ampliando os impactos de choques externos sobre os custos das companhias aéreas”.

A Abear representa as empresas Azul, Boeing, Gol, Gol Log, Latam, Latam Cargo, Rima, Sideral e Total Express.

Reajustes

Para reduzir os impactos do aumento anunciado hoje, a Petrobras informou que vai parcelar o reajuste para o querosene de aviação (QAV). Distribuidoras que atendem à aviação comercial poderão optar por pagar apenas 18% de aumento e parcelar a diferença em até seis vezes, a partir de julho.

O preço do QAV é estipulado pela Petrobras mensalmente, sempre no dia 1º. O reajuste deste mês acontece no momento em que o mundo enfrenta uma escalada no preço do barril do petróleo por causa da guerra no Irã. 

No início de março, o reajuste médio do QAV havia sido de cerca de 9%; e em fevereiro, de -1%. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), atualmente os combustíveis representam cerca de 30% dos custos totais das companhias aéreas. Fonte: Agência Brasil

Trump amplia retórica bélica contra Irã e minimiza alta do petróleo

Em seu primeiro pronunciamento nacional desde o início da guerra, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou na noite desta quarta-feira (1º) que as forças militares norte-americanas estão “desmantelando sistematicamente” a capacidade de defesa do regime do Irã e que os objetivos “estratégicos centrais” do conflito, iniciado há 32 dias, estariam próximos de serem atingidos.

Na declaração, de cerca de 20 minutos, Trump exaltou o que diz serem vitórias no campo de batalha e prometeu ampliar os ataques ao logos das próximas semanas, sem descartar negociações.  

“Vamos atacar com extrema força nas próximas duas a três semanas. Vamos levá-los de volta à idade da pedra, onde pertencem. Enquanto isso, as negociações continuam. Mudança de regime não era nosso objetivo — nunca dissemos isso —, mas ela ocorreu em função da morte de praticamente todos os líderes originais. Todos morreram”, disse o norte-americano.

“O novo grupo é menos radical e mais razoável. Ainda assim, se nesse período não houver acordo, temos alvos estratégicos definidos.”

Esses alvos, segundo ele, seriam usinas de geração de energia.

“Não atacamos o petróleo, embora seja o alvo mais fácil, porque isso eliminaria qualquer chance de sobrevivência ou reconstrução”, pontuou.

Em diversos momentos, sem apresentar evidências claras, Trump exagerou na retórica e afirmou ter “destruído e esmagado” forças militares iranianas, como a Marinha e a Força Aérea do país persa.

Apesar disso, não soube explicar porque o Estreito de Ormuz, passagem entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, por onde circulavam até 20% das exportações de petróleo, segue com acesso controlado e restrito pelos iranianos, com fortes impactos no preço internacional dos combustíveis.

A esse respeito, Trump declarou que os EUA não dependem do óleo comercializado por essa via disse que países que dependem devem se responsabilizar pelo acesso do canal marítimo.

“Os Estados Unidos importam quase nenhum petróleo pelo Estreito de Ormuz — e não importarão no futuro. Não precisamos disso. Derrotamos e praticamente dizimamos o Irã. Eles estão devastados e os países do mundo que recebem petróleo pelo Estreito de Ormuz precisam cuidar dessa passagem.Nós ajudaremos, mas devem liderar a proteção do petróleo do qual dependem tanto”, afirmou.

Aliados e alta petróleo

Trump agradeceu e citou o nome dos países aliados no Oriente Médio, como Israel, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein. Esses países, que mantêm bases norte-americanas em seus territórios, têm sido alvo do Irã em retaliação aos ataques de Israel e EUA.

Sobre a alta do petróleo, o presidente dos EUA minimizou o problema, dizendo ser uma situação passageira.

“Muitos americanos têm se preocupado com o recente aumento no preço da gasolina aqui no país. Esse aumento de curto prazo é resultado direto de ataques terroristas insanos do regime iraniano contra petroleiros comerciais em países vizinhos que nada têm a ver com o conflito. Isso é mais uma prova de que o Irã jamais pode ser confiável com armas nucleares”, afirmou.

Ao citar o tempo de duração da guerra para justificar sua continuidade, Trump comparou com outros conflitos militares históricos em que os EUA já se envolveram ao longo do último século.

“A participação americana na Primeira Guerra Mundial durou 1 ano, 7 meses e 5 dias. A Segunda Guerra Mundial durou 3 anos, 8 meses e 25 dias. A Guerra da Coreia durou 3 anos, 1 mês e 2 dias. A Guerra do Vietnã durou 19 anos, 5 meses e 29 dias. A Guerra do Iraque durou 8 anos, 8 meses e 28 dias. Estamos nessa operação militar poderosa, estratégica, há 32 dias. E esse país foi devastado, deixando de ser uma ameaça relevante. Este é um investimento real no futuro dos seus filhos e netos”, afirmou.

Silêncio sobre protestos

No pronunciamento, Trump não citou as centenas de manifestações que reuniram milhões de norte-americanos, nas principais cidades do país, como Nova York, Dallas, Filadélfia e Washington, ao longo do último final de semana.

Os manifestantes, que protestaram inclusive em dezenas de cidades pequenas e médias, criticam o envolvimento do governo na guerra e as ações policiais voltadas para a deportação de imigrantes dos EUA.

É a terceira onda de protestos nos últimos meses e, de acordo com a imprensa norte-americana, o presidente vive sua pior avaliação desde o início do segundo mandato, há pouco mais de um ano, como cerca de um terço de aprovação apenas, de acordo com levantamentos de institutos de pesquisa de opinião. Fonte: Agência Brasil