O carro de luxo do cantor Péricles, avaliado em R$ 300 mil, foi vendido por apenas R$ 12 mil após ser roubado, segundo a Polícia Civil de São Paulo. Um suspeito de participar do assalto foi preso nessa quarta-feira, 22, em Santo André, no Grande ABC – mesma região onde ocorreu o crime.
O cantor foi roubado na noite da quinta-feira da semana passada, dia 16, quando saía de uma casa com a mulher e a filha. Ele teve o veículo, uma Land Rover Discovery, levado pelos criminosos. O carro foi encontrado no dia seguinte em um desmanche na zona leste da capital paulista, mas não havia ninguém no local.
Nessa quarta-feira, policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um primeiro suspeito de participar do crime – a hipótese é de que ao menos duas pessoas estejam envolvidas. A abordagem aconteceu na Vila Metalúrgica, em Santo André.
O procurado, segundo a polícia, continuava circulando pelo Grande ABC no Fiat Uno utilizado durante o roubo ao cantor. A prisão foi realizada por agentes da 3.ª Delegacia Divecar (Investigações sobre Desmanches Delituosos) do Deic.
Conforme a polícia, o suspeito admitiu participação no roubo ao carro de Péricles. A investigação apontou ainda que o veículo, avaliado em R$ 300 mil, acabou sendo vendido por R$ 12 mil a um desmanche. Não foi especificado se é o mesmo onde o carro foi encontrado.
O envolvido foi indiciado por roubo, e as investigações prosseguem. A equipe da 3ª Divecar procura ainda um outro suspeito de participar do crime, que teria sido o responsável por ameaçar o cantor durante o assalto, utilizando uma arma de fogo.
O assalto
Imagens publicadas nas redes sociais mostram quando uma pessoa vestindo capuz se aproxima e aponta a arma para Péricles. O cantor, que está ao lado do veículo, coloca as mãos para o alto. O criminoso assume o volante e sai com o carro. Um provável comparsa aparece logo em seguida em um automóvel branco, usado para o transporte da dupla de assaltantes.
Além do automóvel, os ladrões levaram cartões bancários, documentos e uma mochila com pertences das filhas do sambista. A assessoria do cantor informou que Péricles e sua família não sofreram agressões, nem se feriram durante o assalto. O assalto aconteceu por volta das 20h30, na Vila Camilópolis, e foi registrado como roubo à mão armada no 2º Distrito Policial de Santo André. Fonte:O Estadão
O valor de R$ 2,105 bilhões arrecadados por meio de tributos estaduais em 2022, como Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), foi repassado para os 223 municípios da Paraíba.
Houve uma alta de 4,85% sobre o valor repassado em 2021, que foi de R$ 2,007 bilhões.
Somente de ICMS, foram destinados R$ 1,866 bilhão aos municípios em 2022. Outros R$ 239 milhões são referentes ao IPVA.
As 10 cidades que mais receberam cotas do ICMS referentes a 2022 são as seguintes:
João Pessoa – R$ 426,3 milhões, correspondentes a 22,84%;
Campina Grande – R$ 260,7 milhões, correspondentes a 13,96%;
Cabedelo –R$ 163 milhões, correspondentes a 9,20%;
Alhandra – R$ 77,855 milhões, correspondentes a 4,17%;
Conde – R$ 32,839 milhões, correspondentes a 1,76%;
Bayeux – R$ 27,358 milhões, correspondentes a 1,46%;
Sousa – R$ 25,742 milhões, correspondentes a 1,37%;
Pitimbu – R$ 21,104 milhões, correspondentes a 1,13%;
Cajazeiras – R$ 19,551 milhões, correspondentes a 1,04%;
No ano passado, o ICMS representou 91,7% das receitas dos impostos estaduais. Esses recursos financiam as políticas públicas dos municípios paraibanos, principalmente nas cidades consideradas de portes médio e grande, que receberam maior repasse.
Na prática, por exemplo, a cada R$ 100 arrecadados do ICMS mensalmente, R$ 25 são destinados aos municípios.
Os dados do Índice de Participação dos Municípios (IPM) e o valor do repasse dos dois tributos estaduais aos 223 municípios do Estado (ICMS e IPVA) são informados no portal da Secretaria do Estado da Fazenda. Fonte: G1-PB
Na tarde desta quarta-feira (22), a Polícia Militar de Lima Campos conduziu um indivíduo que atentou contra a vida do próprio avô.
De acordo com informações, o agressor teve um surto e, em posso de um facão (rabo de galo), chegou a desferir vários golpes contra o idoso, que deu entrada no Hospital de Lima Campos.
A vítima ficou com lesões no rosto, mão esquerda, punho esquerdo, ombro, além de ter a orelha esquerda amputada. O crime ocorreu no Povoado Olaria.
Quando os agentes chegaram, encontraram o suspeito ainda em posse do facão. Ele foi conduzido sem lesões corporais.
Em conversa com os policiais, ele confessou a autoria do ato e justificou o crime afirmando que ficou fora de si porque um espírito “baixou” nele.
O indivíduo permanece preso e deverá responder pelo crime de tentativa de homicídio.
O dinheiro será destinado às áreas de agricultura, desenvolvimento social e defesa civil. No encontro, o governo avaliou as demandas de prefeitos, deputados, vereadores e entidades de trabalhadores do campo sobre ações emergenciais para enfrentar a seca no Rio Grande do Sul.
Amanhã (23), uma comitiva de ministros viaja ao estado para avaliar os estragos da estiagem. A Região Sul do Brasil tem mais de 300 municípios em situação de emergência, das quais quase 200 com reconhecimento oficial.
A expectativa é de que, durante a viagem, sejam anunciadas medidas de auxílio aos atingidos pela seca, entre elas, uma linha de crédito emergencial para pequenos e médios produtores. No início de fevereiro, uma comitiva gaúcha esteve em Brasília em busca de ajuda para o estado.
Além do ministro da Integração e do Desenvolvimento Social, Waldez Góes, devem integrar a comitiva ao Rio Grande do Sul os ministros do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira; da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, além do presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edgar Pretto.
A Caixa Econômica Federal paga hoje (23) a parcela de fevereiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7. O valor mínimo corresponde a R$ 600.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,86 milhões de famílias, com recursos de R$ 13,2 bilhões. O valor médio recebido por família equivale a R$ 606,91.
Desde o mês passado, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.
O pagamento do adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos ainda não começou. Em janeiro, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que o valor extra só começará a ser pago em março, após um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Auxílio Gás
O Auxílio Gás também será pago hoje às famílias inscritas no CadÚnico, com NIS final 7. Com valor de R$ 112 em fevereiro, o benefício segue o calendário do Bolsa Família.
Com duração prevista até o fim de 2026, o programa beneficia 5,95 milhões de famílias neste mês. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg. Apenas neste mês, o governo gastará R$ 667,2 milhões com o benefício.
Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) instalou no início desta semana uma barreira física no Rio Uraricoera, que é principal acesso aos garimpos instalados na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. A ação ocorreu em conjunto com a Funai.
De acordo com o Ibama, a barreira consiste em um cabo de aço de 240 metros de comprimento, que atravessa o leito do rio. Com isso, as embarcações que deixam os garimpos são obrigadas a parar na base de operação na aldeia Palimiú para uma revista.
“Dessa forma, agentes ambientais impedem a saída de minerais e equipamentos utilizados em atividades ilegais, além de bloquear o acesso de mais garimpeiros ao local”, informa o Ibama, em mensagem nas redes sociais. A barreira ficará no local por tempo indeterminado.
Mais duas balsas estão posicionadas no meio do rio com agentes do Ibama e da Força Nacional, que permanecem 24 horas em vigilância para abordagem das embarcações.
Atualmente, 18 líderes munduruku estão sob ameaça de morte, segundo levantamento dos próprios indígenas. Localizada no alto curso do Rio Tapajós, no Pará, a Terra Indígena (TI) Munduruku tem 2.382 mil hectares e é um dos três solos indígenas que concentram 95% do garimpo ilegal no país, juntamente com os territórios yanomami e kayapó. A área equivale a 2 mil campos de futebol. Na região, a atividade intensificou-se a partir de 2016.
A recente desmobilização do garimpo em terras yanomami, em Roraima, aumenta o receio dos munduruku de que o problema se agrave ainda mais. Lideranças indígenas destacam que retaliações normalmente ocorrem após a retirada de garimpeiros.
Na semana passada, lideranças yanomami do Amazonas denunciaram a entrada de garimpeiros na região do Pico da Neblina, procedentes de Roraima.
Entre as lideranças ameaçadas que tiveram de deixar suas casas por pressão de criminosos está Maria Leusa Munduruku, coordenadora da Associação das Mulheres Munduruku Wakoborũn. Ela conta que tomou a decisão de se esconder para se manter em segurança, pela primeira vez, durante o governo de Jair Bolsonaro.
Desde 2018, sofre ameaças e já soma dois períodos em que teve que deixar tudo para trás. No primeiro deles, foi embora com o marido e os filhos. Da última vez, deixou o território com cerca de 35 pessoas de sua família.
Em maio de 2021, Maria Leusa, que se tornou liderança quando ainda estava no ensino médio, viu a casa dela, no município de Jacareacanga, sudoeste do Pará, ser incendiada por invasores da TI.
Combate ao garimpo
O Instituto Socioambiental (ISA) diz que, em maio de 2021, lideranças munduruku acionaram organizações parceiras para denunciar o incêndio à pequena aldeia indígena Fazenda Tapajós. Os autores do crime foram garimpeiros, que reagiram logo após a Operação Mundurukânia, que combatia garimpos clandestinos na região.
A ação contou com agentes da Polícia Federal (PF), Força Nacional, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional do Índio (Funai).
“Em março de 2021, depredaram a sede das associações, dentro do município de Jacareacanga e, em maio de 2021, queimaram e atacaram a aldeia da Maria Leusa. É necessária uma articulação mais bem feita nesse sentido, para que a gente possa salvaguardar nossas lideranças e seu território. A autodemarcação e a fiscalização são as duas ações mais importantes do movimento, por exemplo, na agenda deste ano “, relata a antropóloga Rosamaria Loures, que também atua como assessora do povo munduruku.
No que diz respeito à mineração ilegal, no fim de novembro de 2022, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou à PF e ao Ibama informações sobre medidas de combate à atividade, na área da TI Munduruku que fica no sudoeste do Pará.
O MPF considerou os danos “um cenário dantesco”. Um mês antes, o MPF já havia reiterado pedido à Justiça Federal, para que a União, o Ibama e a Funai articulassem ação emergencial de enfrentamento ao garimpo.
De acordo com levantamento do MapBiomas, somente na TI Munduruku, há 21 pistas de pouso, o que acende o alerta para a presença de garimpeiros no local. A maioria delas (80%) está a uma distância de 5 quilômetros ou menos de algum garimpo.
Operações
Lideranças afirmam que, em seguida à repressão de crimes praticados em terras indígenas, há retaliação por parte dos criminosos, um aspecto que preocupa especialistas.
Para a antropóloga Rosamaria, a atuação de forças de segurança do governo deve ser contínua, e não apenas em operações isoladas.
“Acaba que essas operações que estão acontecendo na Mundurukânia [Vale do Tapajós] trazem, posteriormente, muitos problemas para as lideranças”, diz.
Segundo Maria Leusa, os ataques do ex-presidente Jair Bolsonaro aos indígenas dificultaram a resistência dos munduruku. “A primeira ameaça foi do próprio governo [Bolsonaro], quando ele falava que não ia demarcar nenhum centímetro de terra”, afirma a líder, que, em 2018, foi secretária de Assuntos Indígenas do município de Jacareacanga.
“E, depois, os invasores aproveitam esse discurso de maldade para tentar nos intimidar. Eles vão lá, entram com tudo, com escavadeira, usam os parentes com a corrupção, os nossos parentes que caem na ganância. Isso foi uma realidade bem triste. Muitos parentes foram para a ganância”, desabafa.
Território
De acordo com o ISA, além do assédio da cadeia da mineração ilegal, há pressões por parte dos setores elétrico, para o funcionamento de hidrelétricas, e de transportes e infraestrutura, por causa da construção de hidrovias, ferrovias e portos. Essa realidade marcada pela violência faz com que lideranças equiparem as condições deles às de refugiados. Isso porque, ao saírem de suas terras, rompem contatos com parentes, têm acesso reduzido a alimentos que fazem parte de sua dieta e cortam a interação com seu espaço.
A TI é habitada por comunidades munduruku, apiaká e indígenas em isolamento voluntário. Junto com a TI Sai Cinza e a TI Kayabi, reúne cerca de 145 aldeias munduruku. Os munduruku estão ainda no Médio Tapajós, na TIs Sawre Muybu e Sawre Ba’pin, além das reservas indígenas Praia do Índio e Praia do Mangue. Um povo presente no Pará, no Amazonas e em Mato Grosso, que, geralmente, vive às margens de rios navegáveis.
O nome Mundurukânia se refere ao Vale do Tapajós, território mantido sob domínio dos munduruku desde o fim do século 18. Segundo o ISA, a população munduruku tem atualmente cerca de 14 mil pessoas.
Os munduruku receberam esse nome dos parintintins, povo rival. A denominação significaria “formigas vermelhas”, uma alusão ao perfil dos guerreiros munduruku, que atacavam em massa os territórios de adversários.
Governo
A Agência Brasil procurou o Ministério da Justiça e Segurança Pública para saber sobre o modelo de operações de segurança em terras indígenas e aguarda retorno.
Objetivo é ampliar colaboração com as investigações, diz ministro.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou hoje (22) que determinou a instauração de um novo inquérito da Polícia Federal para ampliar a colaboração com as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, que conduzia o veículo em que ela estava.
O crime completa cinco anos no dia 14 de março e ainda não houve conclusão sobre mandantes e motivações.
“Estamos fazendo o máximo para ajudar a esclarecer tais crimes”, disse o ministro, ao anunciar a medida nas redes sociais.
Dino publicou imagens de uma portaria do Setor de Inteligência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, segundo o qual o delegado Guilhermo de Paula Machado Catramby é o responsável pelo caso. A portaria instaura o inquérito determinando que as investigações apurem todas as circunstâncias que envolvem os crimes.
As investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apontaram o sargento reformado e expulso da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) Ronnie Lessa como o autor dos disparos, com colaboração do ex-policial militar Élcio Queiroz.
Eles estão presos preventivamente desde 2019 e respondem por duplo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emboscada e recurso que dificultou a defesa da vítima) e pela tentativa de homicídio contra uma assessora de Marielle, que também estava no veículo e sobreviveu.Fonte: Agência Brasil
No Maranhão, estão sendo ofertadas 70 vagas imediatas e 12 para cadastro de reserva. O candidato interessado deve ter nível médio completo.
As inscrições para o concurso público do Banco do Brasil se encerram nesta sexta-feira (24). São ofertadas 70 vagas mais cadastro de reserva para o cargo de escriturário, na função de agente comercial, no Maranhão. O salário previsto é de R$ 3.622,23 para jornada de 30 horas semanais.
As inscrições devem ser feitas no site da Fundação Cesgranrio. O candidato interessado deve ter nível médio completo. No Maranhão, estão sendo ofertadas 70 vagas imediatas e 12 para cadastro de reserva. Veja o edital.
Além da remuneração, o aprovado terá participação nos lucros ou resultados, vale-transporte, auxílio-crèche; ajuda alimentação/refeição, auxílio a filho com deficiência, previdência complementar, acesso a plano de saúde, plano odontológico básico e a programas de educação e capacitação.
Provas
O concurso terá provas objetivas e prova de redação, que serão aplicadas no dia 23 de abril. As provas terão duração de 5 horas. No momento da inscrição, o candidato deverá escolher a UF/Macrorregião/Microrregião e a cidade de realização das provas.
Ou seja, ao optar por concorrer à determinada UF/Macrorregião/Microrregião, o candidato estará automaticamente vinculado a ela para fins de realização de provas, de classificação e de contratação. O candidato deve verificar no Anexo I do edital a lista de municípios abrangidos dentro de cada macro e microrregião.Por: G1 MA
A programação de atendimento será de quinta-feira (23) a sábado (25). No total, a população de 18 municípios será beneficiada com consultas, exames e a distribuição de colírio.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) leva o Mutirão do Glaucoma para municípios das regiões de Bacabal e Balsas. No total, a população de 18 municípios será beneficiada com consultas, exames e a distribuição de colírio. A programação de atendimento será de quinta-feira (23) a sábado (25).
Na Regional de Bacabal, o atendimento será nas cidades de Bom Lugar, Lago Verde, Conceição do Lago Açu, Olho d’água das Cunhãs, Bacabal, São Luís Gonzaga do Maranhão, Brejo de Areia, Altamira do Maranhão, Paulo Ramos e Vitorino Freire.
As consultas serão em horários pré-estabelecidos no turno da manhã e tarde. Os locais de atendimento serão divulgados nas redes oficiais da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
O glaucoma é uma doença nos olhos causada por uma lesão caracterizada pelo aumento da pressão intraocular que, se não tratada, pode levar à cegueira. A doença pode ser tratada e controlada com colírios, laser e, também, cirurgia. Confira abaixo a agenda do mutirão: