O órgão lamentou o ocorrido e informou que presta assistência à família da vítima. A Polícia Civil investiga o caso.
Um manobrista de 31 anos morreu atropelado por um trem, nesta sexta-feira (26), enquanto trabalhava em uma plataforma do Centro de Manutenções Vila das Flores do Metrofor, em Pacatuba, município da Região Metropolitana de Fortaleza. Ele caiu da estrutura, e morreu no local.
O órgão lamentou o caso, e explicou que o funcionário terceirizado executava serviço de manutenção dos trens.
“Em parceria com a empresa terceirizada, a companhia está prestando todo o apoio aos familiares e colegas de trabalho da vítima, inclusive com acompanhamento de assistente social e psicóloga e também com auxílio para acionamento do seguro de vida”, disse o Metrofor em nota.
Por fim, o órgão disse que colabora com o trabalho pericial e que o Centro de Manutenções conta com rotina de treinamentos e reciclagens dos colaboradores, bem como uso de todos os EPIs necessários.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Civil apura as circunstâncias de uma morte registrada nesta sexta-feira (26), na cidade de Pacatuba. Equipes da Polícia Militar e da Perícia Forense foram acionadas e colheram informações que subsidiarão as investigações. O caso está a cargo da Delegacia Metropolitana de Pacatuba. Fonte: G1-CE
Na oportunidade, o governador Rafael Fonteles citou os projetos inseridos no plano serão de obras de rodovias, obras hídricas e a ligação multimodal, do Sul com o Porto de Luís Correia.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, esteve na noite desta sexta-feira (26) no Piauí para apresentar a plenária do Fórum do Plano Plurianual (PPA) Participativo, que vai percorrer todos os estados e o Distrito Federal.
O evento aconteceu no Centro de Convenções de Teresina e contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias e do secretário-geral da Presidência da República, Márcio Macedo.
Na oportunidade, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, citou os três projetos no estado que serão inseridos no plano. São eles:
obras de rodovias;
obras hídricas (construção de barragens);
ligação por multimodal, do Sul com o Porto de Luís Correia.
“O governo pediu 10 obras, mas no primeiro momento só podemos receber três obras estruturantes. Não vai caber tudo no orçamento, mas será possível porque além do orçamento federal, o governo vai apresentar um novo PAC que contará com parceria privada”, declarou Tebet.
O governador Rafael Fonteles agradeceu o retorno do diálogo federativo entre estados e municípios. “Aqui no Piauí estamos bem desenvolvidos com educação, saúde e segurança. Me alegro que esse diálogo voltou também entre o povo e os movimentos sociais. Esse diálogo foi acabado nos últimos quatro anos, na esfera administrativa e social”, afirmou.
Brasil participativo
A ministra reforçou o pedido do presidente Lula para que o planejamento conte com a participação do povo. Ela lembrou que a sociedade pode usar a plataforma ‘Brasil participativo’, do governo federal, para fazer a suas escolhas nos programas elencados e deixar sugestões.
“Essa plataforma já conta com 65 mil participantes que estão debatendo. Essa plenária tem a função de ouvir, assim como a plataforma. As prioridades serão construídas pelo Piauí. Sabemos que está claro que a expansão do Bolsa Família é um pedido, o aperfeiçoamento do Minha Casa, Minha Casa”, afirmou.
Tebet destacou que o Piauí está “à frente do tempo por estar avaliando o orçamento”, mas que o momento é de planejamento.
“Vamos apresentar o projeto até o dia 31 de agosto e o Congresso vai aprova até o final do ano. Ele vai direcionar todas as ações e programas do orçamento brasileiro de 2024 a 2027. O Congresso ao analisar, pode esticar um pouco. É mais simples fazer um orçamento com os estados do que fazer um do governo federal”, disse.
O PPA Participativo 2024-2027 apontará as prioridades do governo para os próximos quatro anos. Os cidadãos podem participar de forma direta através de uma plataforma digital. Qualquer pessoa com cadastro no Gov.Br poderá fazer e eleger propostas para o PPA até 10 de julho deste ano.Fonte: G1-PI
O aviso se entende até as 10h deste sábado (27). O alerta se estende ao Leste Maranhense, Norte Maranhense e Oeste Maranhense.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta sexta-feira (26), um alerta amarelo de chuvas intensas para o Maranhão. O aviso se entende até as 10h deste sábado (27). O alerta se estende ao Leste Maranhense, Norte Maranhense e Oeste Maranhense.
De acordo com o Inmet, o alerta amarelo (perigo potencial) prevê para todo o estado chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos intensos entre 40 a 60 km/h.
Cuidados
• Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
• Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
• Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
• Durante as chuvas, deve-se evitar a manutenção em telhados e cercas elétricas devido ao risco de ser atingido por descargas atmosféricas (raios).
• Se estiver na rua, não fique em áreas como campos de futebol, piscina, lagos, lagoas, praias, árvores, mastros, locais elevados ou embaixo de postes e fiação elétrica. O recomendado é procurar um abrigo.
• Se algum cabo cair enquanto estiver no trânsito, não se aproxime e nem toque em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica.
• Em casos de alagamento, procure um local, longe de postes e árvores, e espere o nível da água baixar. Mas, se notar que o carro está sendo arrastado pela água, abandone o veículo e procure um local seguro. Por segurança e após avaliação técnica em áreas alagadas, às vezes, é necessário fazer o desligamento da energia, com o propósito de evitar acidentes envolvendo rede elétrica. Logo que o nível da água baixar, a energia voltará a ser religada com segurança para todos.https://1f93ad5224b109cc2befba0153772e4d.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-40/html/container.html
Veja as cidades que estão em alerta amarelo no Maranhão
De acordo com órgão, a Netflix terá o prazo de 5 dias para prestar esclarecimentos sobre a cobrança.
O Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon-MA) notificou a Netflix pela nova política da empresa de cobrar um adicional de R$ 12,90 por mês de usuários que compartilham suas senhas da plataforma com pessoas que residem em outra casa.
De acordo com o Procon, a Netflix terá o prazo de 5 dias para prestar esclarecimentos sobre a cobrança. A recusa à prestação das informações solicitadas, no prazo indicado, caracteriza crime de desobediência, ficando sujeita a sanções administrativas, além de outras providências cabíveis.
Caso recebam comunicação da empresa sobre a mudança na forma de compartilhamento e cobrança da assinatura, os consumidores podem, segundo o Procon-MA, formalizar uma denúncia com prints e sua documentação pelo app VIVA PROCON ou site do órgão.
Como funciona a cobrança
A Netflix explica que o titular da conta pode adquirir um ponto extra por R$ 12,90 ou transferir o perfil da outra pessoa, que, por sua vez, terá que arcar com uma nova assinatura.
“A conta Netflix deve ser usada por uma única residência. Todas as pessoas que moram nesta mesma residência podem usar a Netflix onde quiserem, seja em casa, na rua, ou enquanto viajam”, explica a empresa.
Senhas compartilhadas
Em abril de 2022, a Netflix reportou uma perda de 200 mil assinantes entre janeiro e março daquele ano. Segundo a Bloomberg, em balanços trimestrais, foi a primeira vez que a gigante do streaming registrou resultado negativo nesse quesito desde 2011.
Na época, a Netflix destacou o aumento da competição no segmento e apontou que tem perdido oportunidades de elevar o número de pagantes por conta de senhas compartilhadas.
A empresa estima que 100 milhões de usuários desfrutam de senhas compartilhadas em todo o mundo.Por: G1 MA
Falta de condições e necessidade de trabalho são as principais causas.
Quando deixou Araioses, no Maranhão, de ônibus e percorreu mais de 2 mil quilômetros até Brasília, em 2017, Maria de Fátima Santos, então com 18 anos de idade, sonhava engatar em uma profissão no comércio e voltar aos estudos. Aos 15 anos, Maria de Fátima tinha abandonado a escola, no quinto ano fundamental, para ajudar em casa.
Ela trabalhava no interior maranhense como diarista. Os livros não tinham espaço, nem eram prioridade na rotina da jovem. Hoje, em Brasília, a escola é só um sonho distante. Atualmente, perto dos 25 anos de idade, ela vive da coleta de objetos no lixo de condomínios para conseguir algum recurso, pagar o aluguel e mandar ao menos R$ 50 para a mãe, que ficou em Araioses.
Da escola, Maria de Fátima diz que sente falta das aulas de matemática. “Eu gostava e iria me ajudar na minha vida hoje.”
Deixar a escola em plena juventude não é raro no Brasil, conforme aponta uma pesquisa realizada pelo Sesi/Senai (Serviço Social da Indústria/Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), em parceria com o Instituto FSB Pesquisa. Depois dos 16 anos, apenas 15% estão em salas de aula.
”Os dados são fortes. Só 15% da população atualmente estuda. É claro que, na idade escolar, o número sobe para 53%”, afirmou o diretor-geral do Senai e diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi.
Das pessoas que não estudam, 57% disseram que abandonaram a sala de aula porque não tinham condições. A necessidade de trabalhar é o principal motivo (47%) para interrupção dos estudos.
“Um número muito alto de pessoas deixa de estudar por falta de interesse na escola que, muitas vezes, não tem elementos de atratividade para os jovens e certamente esses números se agravaram durante a pandemia”, afirmou Lucchesi.
O levantamento mostrou que apenas 38% das pessoas com mais de 16 anos de idade que atualmente não estudam alcançaram a escolaridade que gostariam.
Para 18% dos jovens de 16 a 24 anos, a razão para deixar de estudar é a gravidez ou o nascimento de uma criança. A evasão escolar por gravidez ou pela chegada de um filho é maior entre mulheres (13%), moradores do Nordeste (14%) e das capitais (14%) – o dobro da média nacional, de 7%.
Preparo
O levantamento revela também que a maioria dos jovens acima dos 16 anos de idade considera que a maioria dos que têm ensino médio ou ensino superior considera-se pouco preparada ou despreparada para o mercado de trabalho.
O levantamento foi realizado com uma amostra de 2.007 cidadãos com idade a partir de 16 anos, nas 27 unidades da federação. As entrevistas foram feitas entre 8 e 12 de dezembro do ano passado.
Entre as pessoas que responderam a pesquisa, 23% disseram que a alfabetização deveria ser prioridade para o governo, seguida pela instituição de creches (16%) e pela ênfase no ensino médio (15%).
A educação pública é vista como boa ou ótima por 30% da população, índice que sobe para 50% quando se fala de educação privada.
Entre os fatores para aumentar a qualidade, os mais citados são o aumento do salário dos professores, mais capacitação deles e melhores condições das escolas.
Avaliação
Pelo menos 23% das pessoas ouvidas na pesquisa avaliaram a educação pública como ruim ou péssima e só 30% a consideraram ótima ou boa. A educação privada é avaliada como boa ou ótima por 50% dos entrevistados.
Para Rafael, Lucchesi, a pesquisa traz uma dura reflexão sobre a necessidade de aumentar a qualidade da educação e também a atratividade da escola e, “como resultado geral, melhorar a produtividade das pessoas na sociedade”Por: Agência Brasil
As inscrições, que são gratuitas, devem ser realizadas de forma presencial até esta sexta-feira (26).
Estão abertas, até esta sexta-feira (26), as inscrições para 2.560 vagas em cursos presenciais ofertados nas Unidades Vocacionais do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA).
As inscrições, que são gratuitas, devem ser realizadas exclusivamente de forma presencial nos locais identificados no edital, das 8h às 12h; e das 14h às 18h. A confirmação de matrícula ocorrerá de 30 a 31 de maio.
Ao todo, serão abertas 61 turmas distribuídas nos seguintes municípios maranhenses:
* Açailândia
* Barra do Corda
* Bequimão
* Caxias
* Carolina
* Codó
* Coroatá
* Imperatriz
* Loreto
* Palmeirândia
* Pedreiras
* Pinheiro
* Pindaré-Mirim
* Ribeirãozinho
* São Bento
* São Mateus
* São Luís
Para saber sobre os cursos que serão ofertados pelo IEMA em cada município e demais informações acesse o edital.Por: G1 MA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, anunciam um novo programa de estímulo à indústria de carros. O objetivo, segundo o governo, é ampliar o acesso a veículos populares e “alavancar a cadeia produtiva ligada ao setor automotivo brasileiro”.
Segundo informado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o evento de lançamento do programa será no Palácio do Planalto, na manhã desta quinta-feira (25), data em que se celebra o Dia da Indústria.
Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou a jornalistas que o programa foi desenhado pela área econômica, sob coordenação de Alckmin, e a pedido do presidente Lula.
“A gente apresentou para o presidente algumas possibilidades de medidas de estímulo à indústria”, afirmou, sem especificar detalhes das medidas.
Com o homem, estavam cerca de R$ 150 mil em joias e semi-joias, além de celulares e relógios das vítimas.
Um dos três homens suspeitos de assaltar uma joalheria, em João Pessoa, na quarta-feira (24) foi preso pela Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio da capital (DCCPAT) horas depois do crime. Segundo a polícia, o homem estava no bairro do Rangel, e é considerado o mentor do assalto à loja. Com ele, foi encontrado todo o material roubado.
O crime aconteceu em uma joalheria no Centro da cidade, na tarde da quarta-feira, e foi flagrado por câmeras de segurança. As imagens mostram o momento em que os homens entram armados na loja, rendem um funcionário e mandam duas clientes, que aguardavam o atendimento, para outra parte do local, onde aconteceu a ação. Eles roubaram celulares e outras mercadorias, e fugiram em um carro.
O carro foi encontrado pela Polícia Militar no bairro de Mangabeira, e foi levado para a Central de Polícia Civil. Horas depois, à noite, a equipe da DCCPAT conseguiu localizar o suspeito mentor do crime. No local onde ele estava, foram recuperadas joias e semi-joias avaliadas em cerca de R$ 150 mil, bem como relógios e aparelhos celulares de funcionários da loja.
Conforme a Polícia Civil, o suspeito preso já havia sido detido diversas vezes, e recentemente teria atuado em um arrombamento a uma loja de perfumes em Santa Rita, e a uma loja de roupas no bairro do Geisel, em João Pessoa.
A polícia indica ainda que após o crime da quarta-feira, todo o material foi entregue para este suspeito, para que ele decidisse a parte que caberia aos outros integrantes. O homem preso também deu suporte aos assaltantes na ação, e é um dos que aparece nas imagens no momento em que coletava o produto do crime. Até às 7h20 desta quinta-feira (25), os outros dois suspeitos não haviam sido localizados. Fonte: G1-PB
Segundo a Polícia Federal, os investigados são suspeitos principalmente de falsificar comprovantes de renda para obter empréstimos estudantis.
A Polícia Federal do Piauí cumpriu, na manhã desta quinta-feira (25), dois mandados de busca e apreensão em Teresina contra um suposto esquema criminoso de falsificações de documentos relativos aos financiamentos estudantis, causando prejuízo ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES).
“Os investigados seriam responsáveis por uma série de fraudes cometidas no programa do Ministério da Educação, custeado com verbas da União, principalmente na falsificação de comprovantes de renda visando a obtenção dos empréstimos estudantis. Até o momento não há indícios da participação de servidores públicos no esquema”, informou a PF em nota.
A denominada Operação Falso Holerite mobilizou Policiais Federais para o cumprimento dos mandados expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Federal de Teresina em dois endereços da capital do Piauí.
Os investigados serão ouvidos na sede da Polícia Federal e poderão responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação e uso de documento falso. Fonte: G1-PI
De acordo com a Polícia Civil, o homem é gerente da empresa Terpa Construções, que também é alvo da investigação.
Foi preso preventivamente, na manhã dessa terça-feira (23), o homem suspeito de ter contratado invasores para realizar uma desapropriação ilegal na comunidade de Baixão dos Rocha, em São Benedito do Rio Preto, a 247 km de São Luís. O homem, que não teve a identidade revelada, é gerente da empresa Terpa Construções, que também é alvo da investigação da Polícia Civil.
O grupo armado chegou a levar tratores para destruir as casas, mas o lamaçal impediu que as máquinas chegassem até os moradores. São 57 famílias no total/ que moram há mais de 80 anos na comunidade e vivem da agricultura familiar.
A Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI) segue investigando o caso, no intuito de identificar os demais envolvidos no ataque que devem responder pelos crimes de milícia armada, associação criminosa e crimes contra o meio ambiente.
Audiência
A Secretaria dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop) realizou na quarta-feira (19), no Tribunal de Justiça do Maranhão, uma audiência de conciliação entre a comunidade tradicional Baixão dos Rochas.
Durante a audiência, houve um acordo em que a comunidade terá posse do território de 400 hectares e que será construída uma estrada para garantir o acesso e o trânsito dos agricultores. O título da terra será coletivo em nome da Associação dos Agricultores e Agricultoras Familiares do Povoado Baixão dos Rochas.
Participaram da audiência representantes da comunidade, advogados e empresários das empresas Bomar e Terpa; equipes da Defensoria Pública do Estado (DPE); do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma) e o presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, Antônio Pedrosa.
‘Acordo momentâneo’
Ao g1, Antônio Pedrosa, presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, afirma que o acordo é considerado ‘momentâneo’, já ainda há muitos elementos do conflito em instância judiciais para serem resolvidos por parte do Governo do Estado. Algumas situações a serem resolvidas, por exemplo, como o licenciamento ambiental e o registro da matrícula do imóvel do fazendeiro da área.
“O processo judicial não se refere ao patrimônio de terras que está em jogo. Encerra-se um aspecto do conflito, que é a ação possessória, mas existe elementos de conflito ainda que devem ser resolvidos pelo Governo do Estado. Como a matrícula do imóvel do fazendeiro que o órgão de terras diz que tem irregularidade e, depois, a licenciamento ambiental relacionado à floresta nativa, que tem embargos e o Estado precisa resolver isso com esses órgãos ambientais”, explicou Antônio Pedrosa.
Antônio Pedrosa explica que a decisão da comunidade, em aceitar o acordo, aconteceu para que eles pudessem viver em uma área protegida de casos de violência, por parte de ‘jagunços’, até que questões burocráticas sobre as terras sejam resolvidas definitivamente.
“O acordo foi celebrado como uma estratégia dos moradores de ter uma área sobre o abrigo de qualquer tipo de violência, até que essas questões todas sejam resolvidas nas suas instâncias administrativas. A comunidade poderia ficar muito tempo esperando a resolução do conflito e esperando uma sentença de método desfavorável, onde podem ficar até sem nada. Por isso que a comunidade aceitou fazer o acordo como uma estratégia de luta que eles vão travar por muito tempo”, disse o presidente.