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Muro de prédio construído na areia da praia do Bessa, em João Pessoa, vai ser derrubado

Muro de prédio construído na areia da praia do Bessa, em João Pessoa, vai ser derrubado — Foto: Reprodução / CBN João Pessoa

Informação foi confirmada pelo Ministério Público da Paraíba na noite desta quarta-feira (31).

O muro de contenção de um prédio que está sendo construído no bairro do Bessa, em João Pessoa, com uma obra que vai até a faixa areia da praia, vai ser derrubado, confirmou o Ministério Público da Paraíba (MPPB), na noite desta quarta-feira (31).

No início deste mês foi realizada uma reunião para tratar sobre o caso. Na ocasião, o MPPB propôs a demolição do muro, porém, a construtora Delta, responsável pelo empreendimento, apresentou uma contraproposta, alegando que a retirada total do muro prejudicaria as construções já instaladas dos imóveis vizinhos da obra. A empresa pediu que fosse retirada parte das extremidades, escalonando-as. E também se propôs a fazer a construção de um mirante de acesso exclusivamente público.

Ainda na reunião, realizada no dia 2, ficou decidido que a empresa Delta teria que apresentar proposta à Sudema, com novo estudo de viabilidade ambiental, e a Semam e Sudema teria 30 dias para encaminharem relatório circunstanciado sobre o estudo e o projeto apresentados pela construtora.

No entanto, de acordo com a promotora de Justiça Claudia Cabral Cavalcante, do MPPB, “após a instrução, foi constatado junto à Sudema que a construção do muro de contenção, da forma como foi feita, não estava dentro dos limites do licenciamento tendo a obra violado as condicionantes impostas pela Sudema, enquanto órgão licenciador”, explicou nesta quarta-feira.

Ainda segundo a promotora, em decorrência disso, a Sudema lavrou o auto de infração, cuja penalidade final é a demolição, na forma perseguida pelo Ministério Público, uma vez que uma obra não licenciada não tem como permanecer.

O prazo administrativo da tramitação da decisão já está transcorrendo e nos próximos dias sairá o ato “porque tem questões técnicas de execução que precisam ser planejadas”, finalizou a promotora.

g1 entrou em contato com a Delta Engenharia via e-mail, solicitando um posicionamento sobre a decisão. Até a publicação desta matéria nenhuma resposta havia sido enviada pela empresa.

Entenda o caso

A obra chamou atenção em fevereiro deste ano, após uma moradora de João Pessoa filmar a construção e divulgar nas redes sociais. Logo o vídeo viralizou nas redes, muito por conta do Edifício Avoante erguer um quebra-mar (paredão de concreto) para além dos limites de outras construções que já existem na vizinhança.

Em fevereiro, a Delta Engenharia publicou uma nota, pouco depois da postagem viralizar, para dizer que a empresa “sempre esteve e sempre estará compromissada com a engenharia, atendendo e seguindo as normas técnicas, respeitando todas as diretrizes no tocante às exigências federais, estaduais e municipais”. A construtora disse ainda que detém autorizações e alvarás de instâncias como Prefeitura Municipal de João Pessoa, Secretaria de Meio Ambiente do Governo da Paraíba, Marinha do Brasil, Sudema e Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba.

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) do Governo da Paraíba informou por meio de nota que o tipo de intervenção retratado é de “baixo impacto ambiental” e que essa técnica já vem sendo usada para contenção do avanço do mar em outros estados. O órgão, inclusive, disse que fez vistoria presencial para atestar a legalidade da obra.

A diretora de Uso do Solo da Secretaria de Planejamento da Prefeitura de João Pessoa (Seplan-JP), Perla Felinto, declarou, em fevereiro, que a construtora Delta reuniu todas as licenças ambientais estaduais e federais antes de iniciar a obra e que, tal como foi atestado pela pasta, tudo estava rigorosamente dentro do que diz a lei.

Procurada pela rádio CBN, a Superintendência do Patrimônio da União na Paraíba (SPU-PB), informou que a obra não tem autorização do órgão, que a empresa chegou a solicitar, mas foi indeferida pois se tratava de uma estrutura que estaria inserida dentro do lote. No caso, segundo a SPU/PB, apenas as obras que estão fora dos limites do lote, em área de uso comum do povo, como a praia, é que estão sujeitas à Autorização de Obras prévia. Fonte: G1-PB

Pai é suspeito de estuprar filha adolescente; polícia descobriu casa usada para os abusos em Teresina

Pai é suspeito de estuprar filha adolescente; polícia descobriu casa usada para os abusos em Teresina  — Foto: Divulgação/PCPI

Homem não participou da criação da menina e se aproximou recentemente, ganhando a confiança da família.

A equipe da DPCA cumpriu mandado de prisão preventiva de acusado de estuprar a filha de 17 anos de idade.

Em outubro de 2022 a mãe da vítima denunciou o ex companheiro pelo crime de estupro qualificado.

O pai se aproximou da vítima após anos afastado – pois não participou da criação da filha – e ao se aproximar, conquistou a confiança da vítima e da família.

O acusado residia na Vila Operária, mas mantinha outra casa no mocambinho para levar a vítima e praticar os abusos. Fonte: G1-PI

Incêndio atinge fábrica têxtil na Grande Fortaleza

Fábrica têxtil é atingida por incêndio em Maracanaú. — Foto: Maracanauense/ Arquivo pessoal

Bombeiros foram acionados por volta das 4h30, por pessoas que passavam pelo local e perceberam o fogo.

Uma fábrica têxtil foi atingida por um incêndio no Bairro Pajuçara, em Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza, nesta quinta-feira (1º). O fogo começou durante a madrugada e formou uma cortina de fumaça de cor escura, que pôde ser vista de vários pontos do município. Não há informações sobre feridos.

Conforme o Corpo de Bombeiros, os agentes foram acionados às 4h30, por pessoas que passavam pelo local e perceberam o fogo. Inicialmente, populares tentaram debelar as chamas com a utilização de extintores, mas o fogo se espalhou pelo local.

Ainda segundo os bombeiros, sete veículos da corporação foram enviados ao local. ” Ainda não há dimensões dos danos, tendo em vista que o incêndio está em andamento”, informou o Corpo de Bombeiros.

Funcionários estavam trabalhando na fábrica quando o incêndio começou por volta das 4h30 desta quinta-feira (1º). — Foto: Maracanaunse/ Arquivo pessoal

A fábrica estava funcionando e haviam funcionários no local quando o fogo começou. Os que entrariam no expediente na manhã de hoje foram liberados. Essa é a segunda vez, em menos de três anos, que ocorre um incêndio na empresa. Fonte: G1-CE

Campanha de vacinação contra febre aftosa é prorrogada em todo Maranhão

Campanha de vacinação contra febre aftosa é prorrogada em todo Maranhão — Foto: Divulgação/Governo do Maranhão

Campanha de vacinação contra a febre aftosa foi prorrogada para até o dia 30 de junho. O período para comprovação da vacinação também teve sua data prorrogada até o dia 10 de julho.

A Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED-MA) comunica que a campanha de vacinação contra a febre aftosa foi prorrogada para até o dia 30 de junho. O período para comprovação da vacinação também teve sua data prorrogada até o dia 10 de julho.

O Ministério da Agricultura acatou a solicitação encaminhada pela AGED informando que devido às fortes chuvas que atingiram algumas regiões do Estado, acarretou na intrafegabilidade de alguns criadores para imunizar seus rebanhos.

A meta da campanha deste ano é ultrapassar 95% dos rebanhos bovinos e bubalinos vacinados contra aftosa, chegando a 100% dos animais imunizados. Fonte: G1-MA

Zoológico da Bica, em João Pessoa, recebe nova leoa

Mimi tem 17 anos e foi transferida do zoológico de Teresina, no Piauí, para a Bica de João Pessoa — Foto: Patrícia Cantisani/Divulgação/Parque Zoobotânico Arruda Câmara

Mimi foi transferida do zoológico de Teresina, no Piauí, e chegou à Paraíba na segunda-feira (29). Felina vai fazer companhia a Leona, que já vive na Bica.

Mimi é a nova leoa do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa. A felina, que tem 17 anos, vivia no zoológico de Teresina, no Piauí, e chegou à Paraíba na segunda-feira (29), com o objetivo de fazer companhia a Leona, leoa de 15 anos que já vive na Bica.

De acordo com o diretor do Parque Arruda Câmara, Rodrigo Fagundes, a expectativa dos técnicos e cuidadores do parque é de que a presença de Mimi ajude a melhorar a qualidade de vida de Leona. “Com a companhia de uma nova amiga, Leona terá a oportunidade de interagir, brincar e estabelecer vínculos sociais, o que certamente contribuirá para sua qualidade de vida e bem-estar”, disse.

O transporte de Mimi foi feito com acompanhamento de uma equipe profissional e não houve intercorrência. A felina, por vir de um zoológico, já está adaptada a uma dieta regrada e de cambeamento.

Mimi chegou à Bica, em João Pessoa, na segunda-feira (29) — Foto: Patrícia Cantisani/Divulgação/Parque Zoobotânico Arruda Câmara

“De prontidão, a Mimi já adentrou direto ao seu cabeamento, foi tomar água e cheirar todo o ambiente, mas a gente não faz a aproximação das leoas de imediato, elas ficam sendo aproximadas com muito cuidado e avaliação comportamental por parte da equipe técnica, para ver como os animais se enxergam através das grades. Depois a gente vai aumentando essa interação entre as duas, até chegar ao ponto onde não seja mais necessário separá-las por nenhuma barreira física e daí a Mimi e a Leona possam ser boas amigas na nossa área do parque”, disse Thiago Nery, chefe de divisão do zoológico da Bica.

A apresentação de Mimi ao público vai ser feita após um período de adaptação, que vai permitir que ela se familiarize totalmente com o local. O comportamento de ambas as leoas e a interação entre elas vai ser monitorado pela equipe do zoológico.

A última companhia de Leona, na Bica, havia sido o leão Simba, que chegou em janeiro de 2021. Porém, o animal já era idoso e tinha um quadro de saúde frágil, e acabou morrendo em março do mesmo ano. Fonte: G1-PB

Ministra diz ter esperança de que Senado rejeite marco temporal

Brasília (DF) 31/05/2023 Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara. fala sobre as políticas de demarcações de terras indígenas e de desapropriações de terras, na CCJ da Câmara. Foto Lula Marques/ Agência Brasil.

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, disse ter esperança de que o Senado rejeite o Projeto de Lei nº 490, cujo texto base foi aprovado na terça-feira (30), na Câmara dos Deputados, por 283 votos favoráveis e 155 contrários.

“Apesar do que assisti ontem, tenho esperança e acredito que os parlamentares e as parlamentares comprometidos com a vida irão se empenhar para barrar o projeto no Senado”, declarou a ministra ao participar, hoje (31), de uma audiência pública a convite da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados.

Proposto em 2007 pelo ex-deputado federal mato-grossense Homero Pereira, que faleceu em 2013, o PL 490 ficou conhecido como Projeto do Marco Temporal. O termo faz alusão à tese de que os povos indígenas só têm direito às terras que ocupavam em 5 de outubro de 1988, quando a atual Constituição Federal foi promulgada.

Na Carta Magna, os constituintes reconheceram o chamado direito originário dos povos indígenas sobre as terras que tradicionalmente ocupam. Também estabeleceram a responsabilidade da União demarcar, em até cinco anos, não só as áreas habitadas em caráter permanente, mas também aquelas que indígenas usem para suas atividades produtivas, bem como as consideradas imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários ao bem-estar e à reprodução física e cultural das comunidades.

No próximo dia 7, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar o julgamento sobre a legalidade da tese do marco temporal.

Substitutivo

O texto aprovado pela Câmara dos Deputados é um substitutivo. Ou seja, uma proposta alternativa apresentada pelo relator da matéria, o deputado Arthur Maia (União-BA), que altera substancialmente a propositura legislativa original. Além de sobrepor o marco temporal ao direito originário constitucional, o substitutivo também prevê a proibição de que as áreas demarcadas sejam ampliadas e a autorização para que comunidades indígenas possam plantar cultivares transgênicos em seus territórios. A proposta permite a anulação de processos demarcatórios que não atendam às novas regras.

“Uma lei ordinária jamais terá o poder de alterar o texto constitucional”, afirmou a ministra Sônia Guajajara, durante a audiência da CCJ da Câmara, referindo-se ao PL 490, o qual classificou como exemplo da “postura anti-indígena de alguns parlamentares”. “Sabemos que, infelizmente, para muitas pessoas deste país ainda é muito difícil compreender o conceito da dívida histórica [que o país tem com os indígenas]. Até mesmo para alguns parlamentares desta Casa, as políticas públicas afirmativas que visam à reparação desta dívida histórica nem deveriam existir.”

Após mencionar que há séculos os indígenas são obrigados a enfrentar “a violência institucional”, Sônia Guajajara rebateu que a aplicação do Marco Temporal nos processos demarcatórios ajudem a trazer segurança jurídica e paz ao campo. “Sabemos que os conflitos entre indígenas e proprietários rurais existem e que, inclusive, aumentaram consideravelmente nos últimos anos, mas a razão para que estes conflitos não cessem é apenas uma: a morosidade do Estado brasileiro em demarcar os territórios indígenas. Não haverá segurança jurídica no campo sem que todas as terras indígenas sejam demarcadas”, acrescentou a ministra, garantindo que o reconhecimento das terras indígenas seguirá sendo uma prioridade do governo federal.

“Quero deixar claro que, apesar das investidas deste Parlamento, que visam a restringir e negar os direitos constitucionais dos povos indígenas, o compromisso do presidente Lula em garantir as pautas socioambientais e indígenas permanece de pé. Apesar das movimentações para tentar alterar a estrutura organizacional do atual governo, a política demarcatória das terras indígenas prosseguirá.”

Aqui no Senado, nosso empenho será para ampliar o debate, aprofundar a discussão, incluir e defender os representantes dos povos indígenas, garantindo os direitos constitucionais de quem vive nestas terras desde sempre. Esse é o nosso compromisso! https://t.co/JCtdjq3EZB— Randolfe Rodrigues (@randolfeap) May 31, 2023

Nesta manhã, o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues usou as mídias sociais para reafirmar [https://twitter.com/randolfeap/status/1663910997696937994] que, no Senado, a base governista se empenhará “para ampliar o debate, aprofundar a discussão, incluir e defender os representantes dos povos indígenas, garantindo os direitos constitucionais de quem vive nestas terras desde sempre”. Ontem, o senador já tinha classificado a aprovação do PL 490 como um “retrocesso”, uma “violação” e um “frontal ataque aos direitos dos povos indígenas”.

Fonte: Agência Brasil Edição: Maria Claudia

STF condena Collor a oito anos e dez meses de prisão

Brasília  - O senador Fernando Collor de Mello participa da sessão do Senado destinada a analisar e votar projetos orçamentários. Entre os projetos o PLN 5/15, que ajusta a meta fiscal (Valter Campanato/Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-senador e ex-presidente Fernando Collor a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos da Operação Lava Jato. Apesar de decisão, Collor pode recorrer em liberdade.

Após sete sessões consecutivas de julgamento, a Corte definiu a pena do ex-senador com base no voto do revisor da ação penal, ministro Alexandre de Moraes. O relator, Edson Fachin, defendeu pena de 33 anos e 10 meses de prisão, mas ficou vencido na votação.

Com base no entendimento de Moraes, Collor foi apenado a 4 anos e 4 meses pelo crime de corrupção passiva e a 4 anos e 6 meses por lavagem de dinheiro. As duas penas, somadas, chegam ao total de 8 anos e 10 meses.  O ministro entendeu ainda que a acusação de associação criminosa prescreveu porque Collor tem mais de 70 anos.

Nas sessões anteriores, o tribunal entendeu que Collor, como antigo dirigente do PTB,  foi responsável por indicações políticas para a BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras, e recebeu R$ 20 milhões em vantagens indevidas em contratos da empresa. Segundo a denúncia, os crimes ocorreram entre 2010 e 2014.

Dois ex-assessores de Collor também foram condenados, mas poderão substituir as penas por prestação de serviços à comunidade.

Defesa

No início do julgamento, o advogado Marcelo Bessa pediu a absolvição de Collor. A defesa alegou que as acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR) estão baseadas em depoimentos de delação premiada e não foram apresentadas provas para incriminar o ex-senador.

Bessa também negou que o ex-parlamentar tenha sido responsável pela indicação de diretores da empresa. Segundo ele, os delatores acusaram Collor com base em comentários de terceiros.

“Não há nenhuma prova idônea que corrobore essa versão do Ministério Público. Se tem aqui uma versão posta, única e exclusivamente, por colaboradores premiados, que não dizem que a arrecadação desses valores teria relação com Collor ou com suposta intermediação desse contrato de embandeiramento”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil Edição: Nádia Franco

Ceará tem mais de 7 mil acidentes de trânsito em 2023; veja dicas de prevenção

Motociclista morre após colidir com carro em cruzamento do Bairro Aldeota, em Fortaleza. — Foto: Leábem Monteiro/ SVM

O Ceará teve 7.217 ocorrências relacionadas a acidentes de trânsito entre janeiro e maio de 2023 registradas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) — o que representa um aumento de 18% em comparação a igual período do ano passado, quando foram contabilizados 6.068 casos desse tipo. Com isto, o órgão sugeriu comportamentos a serem reforçados ou evitados para diminuir essa estatística.

O tema entre em voga neste Maio Amarelo, quando ocorre campanha mundial que tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da segurança no trânsito.

“O Samu Ceará, como serviço de atendimento de urgência e emergência, sabe da importância dessa prevenção de acidentes no trânsito. Os profissionais trabalham diariamente para salvar vidas. Lembro que a prevenção é a chave para evitar tragédias, preservar a saúde e a integridade física das pessoas”, disse o coordenador da Central de Regulação de Urgências de Eusébio, Jefferson Oliveira.

A Secretaria da Saúde estadual, por meio do boletim epidemiológico sobre Acidentes de Transporte Terrestre, informou que, dos 25.869 óbitos por acidentes de trânsito entre os anos de 2009 até 2022, a maior parte envolveu:

  • Os motociclistas (39,1%);
  • Seguidos de vítimas por outros acidentes de transportes terrestre (25,3%)
  • Pedestres (18,7%)
  • Automóveis (13,0%)
  • Ciclistas (2,8%)
  • Pessoas vítimas de veículo de transporte pesado (1,1%).

Por isso, o atendimento pré-hospitalar reforça a importância do uso do capacete, do cinto de segurança e da cadeirinha para crianças, de acordo com a idade. Para o Samu Ceará, é fundamental, ainda, respeitar os limites de velocidade, não usar o celular enquanto dirige e não consumir bebidas alcoólicas antes de assumir o volante.

“Juntos podemos fazer a diferença e contribuir para um trânsito mais seguro e humano. Cuide da sua vida e da vida dos outros. Respeite as leis de trânsito e dirija com prudência. O Samu Ceará está sempre à disposição para atender a população em caso de emergência, mas a prevenção é a melhor opção”, avaliou Oliveira.

O Samu Ceará realiza atendimento de urgência e emergência e possui a maior cobertura do Brasil, alcançando 183 dos 184 municípios cearenses. As equipes têm a responsabilidade de transportar pacientes aos hospitais e unidades de saúde. Fonte: G1-CE

Idoso de 62 anos fica gravemente ferido após colidir caminhonete com carreta na BR-135, no Sul do Piauí

Idoso de 62 anos fica gravemente ferido após acidente na BR 135 em Bom Jesus, Piauí — Foto: Reprodução

Um idoso de 62 anos ficou gravemente ferido após a caminhonete com uma carreta, no município de Bom Jesus, Sul do Piauí. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o segundo condutor saiu ileso do acidente.

O acidente aconteceu na manhã desta terça-feira (30). A PRF informou que o motorista da carreta tem 29 anos e seu teste para alcoolemia deu negativo para o consumo de álcool.

“O idoso seguia no sentido Redenção do Gurguéia-Bom Jesus, quando invadiu faixa de fluxo contrário colidindo com a carreta que seguia no sentido contrário”, afirmou a PRF.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e encaminhou a vítima para o Hospital Regional de Bom Jesus. A polícia disse também que não foi possível realizar o teste de alcoolemia no idoso devido à gravidade do acidente. Fonte: G1-PI

Homem acusado de matar a esposa é condenado a 18 anos de prisão no Maranhão

Homem acusado de matar a esposa é condenado a 18 anos de prisão no Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

Embora a motivação do crime tenha sido ciúmes, Raimundo Dário Furtado não teve a pena aumentada pela qualificadora de feminicídio. Crime aconteceu em 2006, no bairro Vila Maranhão, em São Luís.

A Justiça do Maranhão condenou, a 18 anos de prisão, Raimundo Dário Furtado por ter matado a esposa, Jackeline Duarte Silva em São Luís. O caso aconteceu em 2006, no bairro Vila Maranhão, na zona rural da capital maranhense.

O réu foi levado a júri por homicídio com agravante de motivo fútil. Isso porque, na época, ainda não havia a qualificadora de feminicídio, que entrou em vigor em 2015 no Maranhão.

“O tempo não interfere. Agora quanto mais qualificadoras, pedidas e reconhecidas pelo conselho, a pena vai aumentando. Mas quanto a isso, é um fato que aconteceu antes da entrada em vigor da lei que alterou o artigo 121, incluindo a qualificadora do feminicídio. Então não pode se retroagir para não prejudicar o acusado, por isso, hoje, não se fala em feminicídio”, explica José Ribamar Goulart Heluy Júnior, juiz.

De acordo com a Polícia Civil, Jackeline foi morta a facadas por ciúmes. Ela vivia há dois anos com o acusado e tinha um relacionamento turbulento e com brigas, segundo a família. Raimundo Dário fugiu após o crime e só foi preso em 2019. Em seguida, ele foi posto em liberdade para aguardar o julgamento com o uso de tornozeleira eletrônica.

“Infelizmente é o caso de violência doméstica clássica. O marido matou a companheira por uma situação que ela saiu para assistir um bloco de carnaval. Curiosamente ela foi inclusive com um filho dele, de 14 anos, mas quando voltou as circunstâncias são dentro do lar, não dá para a gente ter um conhecimento pleno, mas ela foi morta a facadas”, disse o promotor Samaroni Maia.

Durante o julgamento, três testemunhas que são familiares da vítima e do acusado, foram ouvidos. A primeira testemunha foi a irmã de Raimundo, Maria de Lurdes, ela afirmou não saber sobre relacionamentos conturbados e maus tratos contra Jackeline e as ex-mulheres dele.

A irmã de Jackeline foi a segunda vítima a ser ouvida. Ela contou como era a rotina do casal e disse que Raimundo afirmou que mataria a vítima após uma briga e porque ela havia decidido terminar o relacionamento.

Ao ser ouvido, o réu disse que cometeu o crime em legítima defesa. Entretanto, ele não soube explicar porque testemunhas e as mulheres com quem ele viveu antes, alegaram que ele era agressivo durante os relacionamentos.

Família da vítima acompanhou o julgamento do caso — Foto: Reprodução/TV Mirante

Fonte: Agência Brasil