Uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas o homem havia falecido ainda no local do acidente, na localidade Santana. O nome dele não foi divulgado.
Um homem de 42 anos morreu vítima de um acidente de motocicleta na cidade de Pedro II, na noite de quarta-feira (11). O nome dele não foi divulgado.
Segundo a Polícia Militar, o homem trafegava sozinho pela localidade Santana, na zona rural de Pedro II, quando perdeu o controle numa moto numa curva.
Após sair da estrada, ele caiu no matagal na lateral da pista e bateu com a cabeça numa pedra. Uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas o homem havia falecido ainda no local do acidente.
Ele foi identificado apenas como Francisco. Familiares dele estiveram presentes, e acompanharam a retirada do corpo dele do local pelo Instituto Médico Legal (IML). Fonte: G1-PI
Aposentada fretou o veículo para pagar uma promessa. Ao todo, 50 pessoas estavam no ônibus, sendo que cinco precisaram ir para o hospital.
Um ônibus que levava romeiros para o município de Juazeiro do Norte, no Ceará, tombou na BR-230, em João Pessoa, na manhã desta quinta-feira (12). O motorista do veículo morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas.
Depois de sair da pista, o veículo só parou quando atingiu o muro de uma escola estadual, localizada às margens da rodovia.
Os passageiros conseguiram sair do ônibus. Quatro idosos e uma criança de 8 anos foram levados para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Confira o estado de saúde das vítimas:
Menina de 8 anos – estado de saúde estável, mas em observação por ter batido a cabeça;
Idosa de 61 anos – recebeu alta médica;
Idosa de 71 anos – em observação;
Idoso de 78 anos – em observação;
Idosa de 79 anos – em observação no setor de neurologia, com estado de saúde estável.
Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) isolou o local do acidente. Por enquanto, não é possível explicar o que causou o tombamento. Fonte: G1-PB
Desde os primeiros minutos desta quinta-feira (12), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) colocou em ação a Operação Nossa Senhora Aparecida 2023. A meta é reduzir a violência no trânsito, com a queda no número de acidentes e de mortes nas rodovias. A mobilização seguirá até as 23 horas e 59 minutos de domingo (15).
Neste período, quando é comum o aumento do fluxo de veículos nas estradas, o policiamento preventivo de acidentes e de fiscalização da PRF ganhará reforço, sobretudo, em pontos das rodovias federais com maior incidência de acidentes graves.
Em São Paulo, onde há grande concentração de romeiros que se deslocam a pé – por diversas rotas – até o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Aparecida, as equipes da PRF vão acompanhar parte do trajeto feito pelos fiéis.
Morte de romeiro
Na madrugada de segunda-feira (9), um romeiro de 67 anos morreu atropelado na Rodovia Presidente Dutra durante o percurso para o Santuário Nacional de Aparecida para as celebrações do Dia da Padroeira do Brasil, nesta quinta-feira (12).
De acordo com a PRF, o atropelamento aconteceu por volta das 4h, no km 178, na região de Guaratema. O romeiro, que caminhava pela faixa de rolamento e não pelo acostamento, morreu na hora. De acordo com a PFR, chovia quando a vítima foi atingida por um carro.
Causas de acidentes
Segundo a PRF, as causas mais comuns de acidentes nas rodovias brasileiras estão relacionadas a ultrapassagens indevidas, excesso de velocidade, não uso do cinto de segurança e demais dispositivos de retenção obrigatórios, como assentos de elevação, falta de uso do capacete, embriaguez ao volante, pouco ou nenhum tempo de descanso; e muito frequentemente, , uso de telefone celular ao volante. Historicamente, essas condutas estão diretamente relacionadas aos altos índices de letalidade.
O conflito entre o Hamas e Israel pode gerar efeitos indiretos à economia brasileira, avalia a economista e especialista em comércio exterior Lia Valls. Pesquisadora associada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), ela disse à Agência Brasil que pode haver consequências envolvendo o mercado de petróleo. Embora Israel e Palestina não produzam petróleo, uma eventual escalada do conflito poderia envolver países vizinhos como o Irã.
“Convulsiona mais, você tem mais restrições ao comércio como um todo, a demanda mundial cai e, obviamente, vai haver menos espaço para o crescimento das exportações”, disse ela.
Apesar dessa possibilidade, em um primeiro momento, a pesquisadora não crê em impactos para a balança comercial brasileira. “O que pode afetar é mais uma questão global, porque a gente não tem nenhum comércio importante com nenhum dos dois países envolvidos.”
A pesquisadora da FGV ponderou que haverá mais transformações geopolíticas, como resultado do conflito entre Israel e o Hamas. Lia Valls avaliou que efeitos globais seriam sentidos se os Estados Unidos aumentassem muito as sanções sobre o Oriente Médio. Nesse caso, o Brasil pode sair prejudicado, porque exporta muito para a região.
Os principais produtos brasileiros exportados para o Oriente Médio entre janeiro e setembro deste ano foram carne de aves (U$$ 2,13 bilhões ou 21% do total), açúcar (15% da pauta), soja (14%) e minério de ferro (15%). A participação equivale a 4,3% da pauta brasileira. Entre os importados pelo Brasil nesse período, destaque para adubo (29%), óleos combustíveis (28%) e óleo bruto de petróleo (24%). As importações correspondem a 3,3% da pauta do Brasil.
Lia reiterou que o comportamento das exportações do Brasil vai depender muito da duração da guerra. Caso demore a acabar, terá efeitos sobre o comércio global, com os países aumentando medidas protecionistas, sinalizou a economista.
Nos primeiros nove meses de 2023, a participação de Israel nas exportações do Brasil alcançou 0,2%, atingindo 0,6% nas importações. Israel está em 52% lugar no ranking das exportações brasileiras e em 34% nas importações. Entre janeiro e setembro deste ano, o principal produto exportado para Israel foi petróleo (US$ 139 milhões), seguido de carne bovina (US$ 118 milhões) e soja (US$ 106 milhões). “O valor é muito pequeno”, disse a economista. O Brasil importou de Israel adubo, ou fertilizantes, que representaram 44% da pauta, com valor da ordem de US$ 471 milhões, o que, na avaliação de Lia, é pouco para a pauta brasileira.
A carne de frango brasileira vai chegar ao mercado argelino. O Itamaraty informou nesta quinta-feira (12), em Brasília, que o Brasil e a Argélia concluíram negociações para a abertura do mercado daquele país à carne de frango brasileira.
Isso foi possível, segundo a pasta, “após a revisão de certificados e auditorias que subsidiaram a análise e o estabelecimento de requisitos fitossanitários para importação do produto nacional”.
O Brasil é o maior exportador e o segundo maior produtor de carne de frango no mundo, consolidando-se como um fornecedor confiável e competitivo, que destina 36% da produção nacional ao mercado externo.
Integração
De acordo com o Itamaraty, a abertura do mercado argelino é resultado do trabalho integrado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
As exportações brasileiras do produto em 2023 atingiram, até agosto, US$ 6,73 bilhões, número 5,5% superior ao total alcançado no mesmo período de 2022.
No ano passado, o Brasil exportou US$ 9,52 bilhões de carne de frango, com embarque de 4,6 milhões de toneladas para 170 mercados. Os principais mercados importadores da carne de frango brasileira são China, Japão, Emirados Árabes e Arábia Saudita. Fonte: Agência Brasil Edição: Kleber Sampaio
No primeiro ataque, um homem morreu. No segundo, a vítima foi uma mulher. Polícia ainda não informou a motivação do crime.
Pelo menos duas pessoas foram mortas e outras seis ficaram feridas após um ataque a tiros, na noite da quarta-feira (11), em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa.
Segundo a Polícia Militar, dois homens em uma moto chegaram em uma rua, no bairro Imaculada, e começaram a atirar em pessoas que estavam na frente de uma casa. Nesse primeiro ataque, um homem não resistiu aos ferimentos e morreu.
Depois, a dupla seguiu na moto em direção a outra rua, do mesmo bairro, onde fez mais disparos. Nesse segundo ataque, uma mulher e a sobrinha dela foram algumas das atingidas. A criança está internada no Hospital de Trauma de João Pessoa. Mas a tia também não resistiu e morreu.
A polícia ainda não informou quem são os homens que cometeram os crimes, nem qual teria sido a motivação deles. A dupla ainda não foi presa. Fonte: G1-PB
Foi preso, nessa terça-feira(10), mais um suspeito de envolvimento em diversos roubos a residência e estabelecimento comerciais nos municípios de Paço do Lumiar e São José de Ribamar, região Metropolitana de São Luís.
O homem, que foi preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva, é apontado como um dos autores de um roubo em que criminosos torturaram fisicamente e psicologicamente a vítima, que teve mais de R$ 100 mil em dinheiro e joias roubados.
Além dele, outras quatro pessoas foram presas durante a ação da Polícia Civil do Maranhão, em operações de combate aos crimes de tráfico de drogas, roubo a residência e ‘saidinha bancária’, na Grande Ilha. Fonte: G1-MA
Carros em alta velocidade e motociclistas praticando ‘grau’ passam com frequência na avenida em frente à Residência Universitária, da Universidade Federal do Piauí (UFPI).
Estudantes que moram na Residência Universitária, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), denunciaram rachas de carros e motocicletas no período da noite na Avenida Universitária, na Zona Leste de Teresina. Eles reclamaram da falta de sinalização no local.
“A situação está bem complicada, pois além dos rachas, os motoristas passam em alta velocidade. Muitos acidentes já aconteceram na Avenida Universitária. Isso ocorre com frequência por volta das 22h-23h, quando o fluxo de estudantes da UFPI cai”, disse o jovem.
O estudante contou também que os que residentes da Residência Universitária recorreram a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários da UFPI (Praec), que os informou que o assunto deve ser tratado com a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans). Eles solicitaram a instalação de um radar ou lombada na área.
Paula Barcelos, estudante e membro do Conselho de Moradores da Residência Universitária, relatou que a faixa de pedestres e a lombada que faziam parte da avenida foi retirada antes do retorno das aulas presenciais da Instituição, em 2022.
“Desde quando as atividades presenciais voltaram e eu retornei para a Residência Universitária, a avenida está sem a lombada e a faixa de pedestres, pois ela foi recapeada. Fiz o pedido para o retorno das duas e falaram que não teria como, pois a via agora faz parte da prefeitura. Desde então, os rachas vem acontecendo na madrugada”, contou Paula.Por Sthefany Prado*, g1 PI
O embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zohar Zonshine, falou com exclusividade à Agência Brasil, nesta quarta-feira (11), em Brasília, sobre o conflito iniciado no Oriente Médio no último fim de semana. Para ele, ainda não é hora para uma mediação. O diplomata lamentou a morte de civis com os bombardeiros em Gaza, mas defendeu que as ações são necessárias e espera, com a guerra, que as relações de Israel com a Faixa de Gaza mudem para sempre.
“Acho que, neste momento, ainda é cedo para mediação porque a maneira com que o Hamas começou a guerra [contra] Israel ainda não terminou e vai terminar quando nós obtivermos as metas que temos que cumprir”, afirmou.
Após intensificar o bombardeio contra a Faixa de Gaza, o Ministério da Defesa de Israel informou que pretende ocupar o território por terra.
Questionado se o cerco a Gaza e o intenso bombardeio não podem causar a morte de muitos civis, o embaixador Zonshine respondeu que o Hamas faz os lançamentos de foguetes de áreas residenciais.
“O povo palestino, que é refém nas mãos do Hamas, infelizmente vai pagar parte desse preço da brutalidade e da agressividade das opções do Hamas, infelizmente. A ideia de Israel não é atacar civis, ao contrário do método de Hamas. A ideia deles é atacar e matar civis”, acentuou.
Sobre a posição e as ações do governo brasileiro em relação ao conflito, o diplomata israelense afirmou que a expectativa dele é que o Brasil “vai mostrar solidariedade, mas também uma palavra clara de condenação ao terrorismo do lado do Hamas”.
O diplomata acrescentou esperar que a guerra modifique para sempre as relações entre a Faixa de Gaza e Israel. “A era de agressões entre Gaza e Israel não vai continuar como era antes”, concluiu.
Confira, a seguir, a entrevista na qual o representante do governo de Israel no Brasil fala das dificuldades para viver em paz com os vizinhos, da não consolidação do Estado da Palestina 75 anos após a criação do Estado de Israel e das acusações de que Israel pratica um regime de apartheid contra os palestinos.
Agência Brasil: Como o governo de Israel analisa o posicionamento e as ações do governo do Brasil, até o momento, em relação ao conflito? Daniel Zohar Zonshine: Nós estamos em contato com o governo brasileiro e a expectativa é que o governo brasileiro vai mostrar solidariedade, mas também uma palavra clara de condenação ao terrorismo do lado do Hamas. Os dias passam e isso é tempo para mostrar de maneira bem clara a posição do governo do ponto de vista humano e de interesse humano e límpida.
Agência Brasil: Como o Brasil poderia ajudar para mediar esse conflito uma vez que o país está como presidente do Conselho de Segurança da ONU? Zonshine: Acho que, neste momento, ainda é cedo para mediação, porque a maneira como o Hamas começou a guerra [contra] Israel ainda não terminou e vai terminar quando nós obtivermos as metas que temos que cumprir. Agora, depois vamos começar com uma mediação para ver de que maneira podemos continuar. Mas as coisas que tiveram antes não vão continuar, nem a possibilidade de o Hamas continuar a atacar Israel. Hamas vai pagar um preço. A sociedade israelense é uma sociedade forte e vai se recuperar. Israel vai se recuperar desse choque que recebeu. Só depois disso é que podemos falar de mediação.
Agência Brasil: A reação ao ataque do Hamas adotada por Israel com bloqueio completo de Gaza e o intenso bombardeio aéreo numa região tão densamente povoada não podem levar a um número muito alto de baixas civis? O que Israel tem feito para reduzir essas baixas de civis? Zonshine: Essa guerra não é uma guerra que nós começamos, não é uma guerra que nós queremos. Quem começou essa guerra tem que levar resultados não só do lado israelense, também do lado deles. Não pode ser que, depois desse ataque do Hamas, nós vamos sentar em casa e o Hamas vai continuar a fazer o que ele está fazendo. Nós lamentamos esse assunto e o fato é que o Hamas vem atuando por dentro de áreas povoadas, áreas residenciais, lançando foguetes contra Israel. O povo palestino, que ficou refém nas mãos do Hamas, infelizmente vai pagar parte desse preço da brutalidade e da agressividade das opções do Hamas, infelizmente. A ideia de Israel não é atacar civis, ao contrário do método de Hamas, a ideia deles é atacar e matar civis. Estamos numa guerra e nessa guerra, infelizmente, [haverá] mais vítimas dos dois lados.
Agência Brasil: A maior parte da comunidade internacional, incluindo o Brasil, defende que a saída para as hostilidades seria a consolidação de um Estado palestino economicamente viável. Por que essa saída ainda não foi possível após 75 anos da criação do Estado de Israel? Zonshine: Esta é uma pergunta que tem que [se] fazer não só com a situação desses dias. Tenho certeza que tem solução que todo mundo vai gostar, todo mundo dos dois lados, para, pelo menos, chegar a uma situação de convivência. Convivência para que os dois lados possam viver lado a lado, em paz, desenvolver a vida, economia, desenvolver educação, educação para uma vida melhor para os dois lados. Lá, a educação é de ódio contra os outros. Desde o início do Estado de Israel, a ideia de Israel é viver em paz com seus vizinhos. Quero mencionar que, em 2005, Israel saiu completamente da Faixa de Gaza e o Hamas, que está dominando lá quase desde esse tempo, escolheu investir os recursos para destroçar Israel. O dinheiro que eles recebem vai para atacar Israel e não para construir escolas e hospitais. Nos últimos dias, a União Europeia parou o financiamento que deu para livros de educação na Faixa de Gaza porque os livros lá têm criação de ódio contra Israel. Isso não é uma coisa que pode continuar. Israel e outras entidades não podem aceitar. Acredito que tem que diferenciar o Hamas do povo palestino. Hamas não representa o povo palestino. Hamas é uma organização terrorista e o povo palestino merece uma coisa melhor do que isso. Israel não tem nada contra o povo palestino, mas só contra o grupo terrorista do Hamas que está dominando a Faixa de Gaza.
Agência Brasil: Muitos críticos à política de Israel para com a Palestina, que incluem organizações de direitos humanos como Anistia Internacional e Human Rights Watch, alegam que o tratamento de Israel para o povo palestino configura um regime de Apartheid e que isso seria um combustível para manutenção dessas hostilidades. Como que Israel tem encarado essa questão e por que não ocorre a desocupação dos territórios que a Resolução 181 da ONU sugere que fiquem sob controle da Palestina? Zonshine: Tem que diferenciar a Faixa de Gaza da Cisjordânia. Em 2005, Israel saiu completamente da Faixa de Gaza e deixou os palestinos lá para manejar as vidas deles. E, pelo contrário, Israel ainda está abastecendo água, abastecendo eletricidade e outras coisas e tem um crédito, um tipo sistema econômico entre os dois. A escolha do Hamas de atacar Israel não melhorou a vida deles e é uma coisa muito lamentável. Agora, na Cisjordânia temos outra situação, temos lá uma cooperação com a Autoridade Palestina. Mas também temos lá coisas que devem ser melhoradas. Temos que negociar com a Autoridade Palestina, que representa o povo palestino, mas lá tem os extremistas que fazem as coisas serem mais difíceis. Mas o fato é que Israel está abastecendo Gaza com eletricidade e água e recebe de lá foguetes. Isso é uma coisa que não pode continuar e não podemos aceitar. A ideia de Israel não é o sofrimento das pessoas de Gaza, mas as responsabilidades do Hamas, que domina a faixa de Gaza, para melhorar a vida das pessoas de lá e não só destruir. Não pode deixar toda a responsabilidade sobre Israel, há mais responsabilidades que o mundo tem que entender que não é só Israel que domina.
Agência Brasil: Como que o governo de Israel espera que esse conflito termine? Qual seria uma boa resolução para esse conflito? Zonshine: A situação, que começou no sábado, não pode terminar como era antes. A era de agressões entre Gaza e Israel não vai continuar como era antes. Infelizmente, não era nosso objetivo, mas não podemos aceitar esse tipo de ataque e o Hamas vai pagar um preço pesado pela agressividade e atrocidades que fez contra Israel. Israel deve proteger e vai proteger seus cidadãos e vai reconstruir, vai voltar a vida e plantar árvores em troca das árvores que foram queimadas pelo Hamas. Vai reconstruir o que foi destruído pelo Hamas. No Oriente Médio, não podemos mostrar fraqueza. E se o Hamas vai pensar que, com essa agressividade e atrocidade ele pode ganhar alguma coisa, ele perdeu nesse sentido.
A celebração da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, no feriado prolongado que começa nesta quinta-feira (12), deve atrair 250 mil pessoas ao município de Aparecida, no Vale do Paraíba, em São Paulo. A estimativa é do governo do estado de São Paulo, que calcula que cerca de 2,3 milhões de pessoas devem viajar ao estado e movimentar mais de R$ 4 bilhões.
A projeção foi feita pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo. Em nota, o governo destaca que a ocupação média dos meios de hospedagem já está em 72%, e que a busca pelas 11 cidades que integram a Região da Fé deve atingir os 78%. O itinerário liga os visitantes aos municípios de Aparecida, Cachoeira Paulista, Canas, Cunha, Guaratinguetá, Lagoinha, Lorena, Piquete, Potim, Tremembé e Roseira.
A cidade de Aparecida é um dos principais destinos de turismo religioso de São Paulo e um dos que mais concentram fiéis católicos na América Latina. No município, fica o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, o maior templo católico do Brasil e a maior igreja do mundo em celebração a Maria.
Além da Região da Fé, há a opção, para os católicos, do Caminho da Fé, que conecta mais de 50 cidades paulistas. Uma delas é o município de Águas da Prata, localizado na divisa com o sul de Minas Gerais, e que ganhou fama pelo ecoturismo e belezas naturais que oferece aos habitantes e visitantes. Para a região, a expectativa é de que a taxa de ocupação nos hotéis chegue a 95% durante o feriado.