Seguem abertas até o dia 15 de novembro as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Alagoinha do Piauí, a 397 km ao Sul de Teresina. São 37 vagas para cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários chegam até R$ 8 mil.
As inscrições podem ser realizadas no site da organizadora do processo seletivo, o Instituto Legatus. As taxas de inscrições são:
R$ 85 para cargos de nível fundamental;
R$ 98 para cargos de nível médio;
R$ 125 para cargos de nível superior.
As vagas do concurso são para os seguintes cargos: agente de controle interno (1); assessor jurídico (1); assistente social (2); cirurgião-dentista (1); enfermeiro (1); farmacêutico (1); fisioterapeuta (2); fonoaudiólogo (1); médico (1); nutricionista (2); professor de 1º ao 5º ano (1); professor de educação física (1); professor de educação infantil (2); professor de matemática (2); psicólogo (3); agente comunitário de saúde (2); agente de combate a endemias (1); auxiliar administrativo (2); técnico em enfermagem (3); técnico em informática (1); técnico em saúde bucal (1); auxiliar de serviços gerais (1); motorista B (3); e vigia (1).
O concurso será constituído de prova escrita objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, e avaliação de títulos, de caráter classificatório. A prova será dia 17 de dezembro. O resultado final será divulgado no dia 16 de fevereiro. Fonte: G1-PI
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2648 da Mega-Sena, sorteadas nesta terça-feira (24).
Os números sorteados foram 20 – 44 – 45 – 46 – 56 – 59.
Com isso, o prêmio da faixa principal para o próximo sorteio, na quinta-feira (26), está estimado em R$ 60 milhões.
A quina teve 38 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 90.552,96. Já a quadra registrou 2.775 apostas vencedoras, e cada ganhador receberá um prêmio de R$ 1.771,43.
As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.
“O transporte público sendo queimado é só a ponta de um problema gigantesco que a gente vive na zona oeste”, diz um morador* desta região do Rio de Janeiro onde 35 ônibus e um trem foram queimados na segunda-feira (24) pela maior milícia do estado. Ele conta que, no dia a dia, paga mais caro por itens como galões de água e botijão de gás, além de não poder escolher serviços de internet ou de TV a cabo, sendo obrigado a contratar aqueles que são controlados pelas milícias.
“Até a água que a gente bebe é determinada, às vezes, pela milícia. Eu posso comprar no raio da minha casa por um valor. Se eu trabalho em outro bairro mais distante, e lá for mais barato, eu não posso levar para onde eu moro por risco de sofrer alguma violência. Eles impactam muito o ir e vir das pessoas. É muito complicado, complicado até de falar. É um silêncio que parece calma, mas é medo”, afirma.
Na segunda-feira, os veículos foram queimados em reação à morte de Matheus da Silva Rezende, o Faustão, ligado à milícia e que foi morto pela polícia. A reação do crime organizado é considerada pela Rio Ônibus o maior ataque à frota da cidade já realizado em um único dia. A ação, classificada de terrorista pelo governo do estado, chamou a atenção para as milícias, cujo domínio cresce no Rio de Janeiro.
Atualmente, cerca de 20% da área da região metropolitana do Rio de Janeiro é controlada por algum grupo armado, e as milícias dominam metade dessas áreas, conforme o Mapa dos Grupos Armados, lançado nesta terça-feira (13), em uma parceria do Instituto Fogo Cruzado com o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos, da Universidade Federal Fluminense (GENI-UFF). Em 16 anos, as áreas dominadas pelas milícias cresceram 387%.
De forma geral, as milícias são grupos paramilitares formados tanto por servidores públicos da área de segurança quanto por civis da área de segurança. Segundo o professor José Claudio Sousa Alves, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, as milícias desenvolvem-se a partir dos grupos de extermínio, que se formaram a partir dos anos 1990. As relações foram se tornando mais complexas e, de acordo com Alves, há acordos de milícias inclusive com facções do tráfico. Não se trata de uma única milícia, são grupos que inclusive rivalizam entre si. Por terem surgido de dentro do estado, são organizações que guardam proteção e influência tanto dentro das forças de segurança quanto na política.
Para Alves, os ataques aos veículos mostram a amplitude das áreas sob domínio de tais organizações, que “vêm crescendo e aprofundando a capacidade de atuação e estão sendo capazes de alterar o cenário muito rapidamente, de fazer alianças e continuar com estrutura de poder”. “O poder miliciano está muito mais amplo e muito mais penetrado na estrutura social e geográfica de todo esse eixo da Zona Oeste, de Santa Cruz, Recreio, Barra, passando todos esses territórios, manifestando o seu poder agora, poder muito mais consolidado”, acrescenta o professor.
Aumento da violência
A tensão nos territórios controlados por esses grupos prosseguiu nesta terça-feira. “Enquanto a gente está falando, a polícia está passando. É tensão que não cessa. Estão mandando o comércio fechar. Os comerciantes, além de pagar sobretaxa, sofrem violências, e esse tensionamento agora interfere na vida econômica das famílias. Quem tem comércio, quem vende um lanche, quem tem sorveteria, uma coisa pequena, está fechado neste momento. Bem cruel a nossa vida nesse cenário”, diz o morador da zona oeste.
A apreensão permanece no dia a dia, quando as pessoas precisam pagar uma taxa mensal para que seja feita a segurança local. “As pessoas das casas pagam taxa mensal de segurança, que a gente não sabe que segurança que é, na verdade. É o inverso disso. Pagam uma taxa para não sofrer uma violência de quem lhes cobra.”
Dados do Instituto Fogo Cruzado mostram que o número de mortos a tiros na zona oeste mais do que dobrou, registrando aumento de 127% de 2022 para 2023. De janeiro a outubro deste ano, foram 248 mortes, contra 109 no mesmo período de 2022. O número de tiroteios aumentou 55%: foram 475 de janeiro a outubro de 2022, e 737 de janeiro a outubro de 2023.
De acordo com o instituto, as chacinas também dispararam. Foram quatro chacinas entre janeiro e outubro de 2022, que deixaram 12 mortos. No mesmo período deste ano, foram oito casos, com 50 mortos. Enquanto, em 2022, houve uma chacina policial, com três mortos, em 2023, foram oito chacinas policiais, com 28 mortos.
Segundo o coordenador do Instituto Fogo Cruzado no Rio de Janeiro, Carlos Nhanga, a relação entre a milícia e o Estado é o que mais dificulta o combate a esses grupos. “O fato dela estar intrinsecamente ligada ao Estado hoje é o maior problema do enfrentamento às milícias e ao crime organizado como um todo. Você tem agentes com informações privilegiadas do poder público cedendo essas informações para o crime organizado. É muito difícil imaginar que haja um combate de fato efetivo para frear a atuação da milícia”, diz Nhanga.
Combate às milícias
Após os ataques, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, determinou que toda a força policial do estado esteja nas ruas, com o uso de viaturas, carros blindados, helicópteros e drones. Após os incêndios criminosos de segunda-feira, 12 pessoas foram detidas. Segundo Castro, seis foram liberadas por ausência de “indício de autoria e materialidade”.
De acordo com a polícia, o homem morto, que desencadeou os ataques, conhecido como Faustão, era o número 2 na hierarquia da milícia em Santa Cruz e Campo Grande, na zona este. O líder Zinho (Luis Antônio da Silva Braga), líder da mesma organização, Tandera (chefe de outra milícia) e Abelha (líder do Comando Vermelho) são procurados pela polícia, informou o governador.
Tanto Alves quanto Nhanga defendem ações estruturais para enfrentar o crime organizado.
A busca por líderes de determinadas organizações não vai, sozinha, solucionar a questão, afirma Nhanga. “Ano após ano, tanto o Estado quanto a imprensa elegem ali o bandido mais procurado e mais perigoso do Rio de Janeiro e, como consequência disso, temos várias operações, tiroteios, mortes, impactos nos serviços públicos durante essa caça a um título que se renova anualmente”, diz. “São diferentes nomes, mas sempre com o estado operando como mesmo método, individualizar, personificar toda uma estrutura criminosa numa mesma pessoa para dar uma sensação de combate ao crime organizado.”
Segundo o coordenador do Instituto Fogo Cruzado, dados como os levantados pela instituição podem ser úteis para desenhar políticas públicas voltadas para as áreas de maior crescimento do crime organizado e para traçar tendências que podem ajudar o estado.
O professor Alves diz que, para haver uma solução, primeiro, seria necessário reconfigurar a estrutura da segurança pública, indo além do conflito bélico, que, segundo ele, tem sido a política pública praticada. “Tem que mudar a raiz dos confrontos, tem que dialogar com a população de cada região. As pessoas têm que se transformar, elas próprias, em autoras de políticas públicas que vão ajudar a resolver seus problemas. Não podem ser meramente massa de manobra eleitoral. É preciso mudar a forma de lidar com a população, transformá-la em uma população ativa.”
Alves defende ainda políticas voltadas para a cultura, para atividades que deem perspectiva de vida e de renda aos jovens, especialmente nas regiões mais pobres. Isso fará com que eles sejam menos cooptados pelo crime organizado. “Se não caminha nessas direções, não vai resolver esse problema nunca. Pode matar quantos você quiser dizendo que está resolvendo o problema. Isso é uma balela, é uma mentira. Você está é empurrando o problema, ampliando o problema”, diz o professor.
*O morador da zona oeste entrevistado pela Agência Brasil não foi identificado por questão de segurança
Sem formas de controlar a reprodução do inseto, especialistas apontam solução de podar ou cortar árvores comprometidas. Nesta terça-feira (24), mais duas árvores atacadas pelo besouro caíram em Fortaleza.
Em Fortaleza, a ameaça dos besouros metálicos tem derrubado árvores da mesma família botânica há pelo menos três anos. Nesta terça-feira (24), mais duas mungubeiras caíram pela ação dos insetos, também conhecidos como baratão-verde-metálico ou mãe-do-sol. Enquanto não há inseticida para conter o Euchroma gigantea, as soluções recomendadas incluem nutrição das árvores, podas e cortes.
A presença do besouro assusta porque as larvas dele perfuram a madeira e enfraquecem a base das árvores, que chegam a perder galhos ou cair por completo. O dano é significativo porque cada larva pode possuir uma cabeça de dois centímetros, o que gera vários buracos na estrutura da planta.
O besouro tem sido avistado em Fortaleza há dez anos e começou a provocar quedas de árvores de grande porte nos últimos três anos, como detalha Leonardo Jales, ambientalista e membro do Movimento Pró-Árvore. Como explica, o besouro tem atacado árvores da família Malvaceae e da subfamília Bombacoideae.
Espécies de árvores atacadas em Fortaleza:
Mungubeira (amazônica)
Paineira ou samaúma (amazônica)
Barriguda-do-sertão (nativa)
Xixá (nativa)
Baobá (africana)
O ambientalista esclarece que, até agora, os insetos conseguiram derrubar apenas mungubeiras e samaúmas da cidade. Espécies como xixá, baobá e barriguda-do-sertão não caíram, mas tiveram a presença dos besouros, acendendo um sinal de alerta para riscos no futuro.
Nesta terça-feira (24), mais duas mungubeiras foram ao chão pela ação do inseto gigante: uma no Parque Adahil Barreto, no bairro Dionísio Torres, e outra em uma rua do bairro Passaré. Com elas, já são pelo menos dez quedas de árvores da cidade neste mês de outubro.
A invasão do besouro metálico, nativo da Amazônia, desperta a preocupação de quem acompanha o tema. Ele tem se espalhado pelas cidades brasileiras sem a presença e o controle dos predadores naturais. Além da perda das árvores, o problema representa riscos para pessoas e patrimônio nos casos de quedas.
Embora grupos de pesquisadores em São Paulo e Minas Gerais tenham buscado desenvolver um controle químico, ainda não existem inseticidas para combater o besouro metálico, comenta o Lamartine Soares, professor do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Assim, monitorar a saúde das árvores que podem ser atingidas é uma das principais estratégias para tentar contornar o problema.
“A solução é remover, de maneira imediata, os indivíduos (árvores) que apresentam sinais e sintomas mais acentuados. Se estiver na fase inicial, é possível reduzir o peso da copa, investindo em nutrição dessa planta, entrando com adubação para tentar fortalecer o indivíduo. E avançando os sinais e sintomas, aumentando a presença do inseto nesse processo de monitoramento, é preciso recomendar a supressão”, explica o pesquisador.
Qualquer pessoa pode identificar se uma árvore está sendo atacada pelo baratão-verde-metálico. Além dos sinais visíveis, a planta que está sendo enfraquecida pela ação das larvas do inseto soltam uma substância pegajosa no tronco com um odor forte e característico.
Como identificar a presença do inseto nas árvores:
As ponteiras apresentam desfolha
As folhas da planta danificada ficam menores e amareladas
Na base da planta, começa a aparecer gomose, que é como se fosse uma secreção que a espécie contaminada desenvolve para se proteger do invasor, com um odor malcheiroso
Em estado avançado, há descamação na base da planta. Ou seja, o tronco desfarela e raízes superficiais quebram facilmente
Exemplo de Minas Gerais
O primeiro semestre do ano traz mais preocupações: além de ser um período de mais reprodução do inseto, os ventos e as chuvas aumentam os riscos de queda das árvores.
Como alerta o ambientalista Leonardo Jales, a poda ou o corte das árvores não pode ser feito sem autorização da Prefeitura. Em Fortaleza, o cidadão pode solicitar o serviço quando houver necessidade de corte de até nove árvores.
Estes serviços podem ser solicitados pelo telefone 156 ou pela abertura de processo nas Centrais de Acolhimento nas 12 Regionais da Prefeitura de Fortaleza.
Ninguém se feriu, houve somente danos materiais. A causa do incêndio será confirmada pela perícia criminal.
Um incêndio atingiu uma loja de operadora celular na tarde desta terça-feira (24) em Floriano, Sul do Piauí. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo foi causado por um curto-circuito.
O estabelecimento fica localizado na Avenida Bucar Neto, Centro de Floriano. As chamas iniciaram próximo ao motor do portão da loja.
No momento do incêndio, as portas da loja se fecharam. Os bombeiros precisaram utilizar uma alavanca para adentrar no estabelecimento e controlar as chamas.
Ninguém se feriu, houve somente danos materiais. A causa do incêndio será confirmada pela perícia criminal. Fonte: G1-PI
Vitória Fernanda Freitas passou uma semana internada em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos e morreu, assim como seu bebê.
A Polícia Civil confirmou a morte da jovem Vitória Fernanda Freitas, grávida de sete meses que foi espancada dentro da kitnet onde morava, no bairro Jardim São Cristóvão, em São Luís.
A vítima foi encontrada com vários ferimentos por um tio, no dia 15 deste mês, após passar o dia anterior sem dar notícias aos familiares. Ela foi levada para um hospital e passou uma semana internada em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos e morreu, assim como seu bebê.
Segundo a Casa da Mulher Brasileira, a consistência das agressões e a forma que Vitória foi encontrada dão indícios de que ela também teria sofrido violência sexual. O caso é investigado, mas ainda não há suspeitos. Fonte: G1-MA
O Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau), em João Pessoa, está oferecendo aulas de matemática para o Enem 2023. As aulas, que são gratuitas e abertas para todos os interessados, acontecem nos sábados, 28 de outubro e 4 de novembro, das 8h30 às 12h.
As aulas de matemática para o Enem 2023 são ministradas por alunos e professores dos cursos de engenharia civil e análise e desenvolvimento de sistemas (ADS).
“É um projeto extremamente importante, porque matemática é uma das matérias fortes de pontuação no Enem e sabemos que muitos alunos têm medo dela. Então, o objetivo é descomplicar cada vez mais a matemática e, por isso, todo sábado teremos a revisão com questões de provas anteriores para resolvermos de maneira mais clara e objetiva”, destacou o professor e coordenador do curso de ADS da Uninassau João Pessoa, Felipe Tomé.
Para participar das aulas de matemática para o Enem ofertadas pela Uninassau, não é necessário fazer inscrição.
Prepare-se de forma gratuita para o Enem com dicas, aulas e correção de redação. Fique por dentro de tudo com o Lá Vem o Enem. Fonte: G1-PB
Uma mulher morreu na manhã desta terça-feira (31) após ter o corpo queimado, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, a família da vítima informou que o ex-namorado ateou fogo na mulher. Os investigadores tratam o caso como feminicídio. O crime aconteceu no sábado (21) e a vítima foi internada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos.
A vítima foi identificada como Sueli da Silva, de 31 anos. Ela deu entrada inicialmente no Ortotrauma de Mangabeira, mas foi transferida para o Trauma. Inicialamente, o caso foi registrado como acidente doméstico.
A Polícia Civil teve conhecimento do crime apenas na manhã desta terça-feira, quando a morte foi constatada e a família procurou a delegacia para buscar uma documentação. Na ocasião, a mãe da vítima informou que o homem ateou fogo na mulher. Segundo o delegado Paulo Josafá, a mãe de Sueli da Silva também comunicou à polícia que o casal brigava constantemente e estavam há um mês separados.
O delegado também identificou que o suspeito, Leandro de Brito Nazario, possuía um mandado de prisão em aberto por conta de uma condenação por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. O delegado solicitou a custódia do homem.
Paulo Josafá também informou que o suspeito também se queimou durante o crime e foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. A assessoria da unidade hospitalar informou que o estado de saúde do suspeito é regular.
O suspeito vai passar por audiência de custódia e prestar depoimento quando tiver alta da unidade hospitalar. Fonte: G1-PB
De acordo com a polícia, durante a operação dois celulares foram apreendidos. O suspeito foi conduzido até a delegacia especializada e liberado em seguida.
Um jovem de 22 anos foi detido e cumprindo um mandado de busca e apreensão domiciliar, na manhã desta quarta-feira (24), em Parnaíba, Litoral do Piauí. Segundo a Polícia Civil, ele é investigado por divulgar e armazenar em seus celulares pornografia infantil.
“Já foi constatado que ele realmente armazenou e enviou vídeos com cenas de crianças sendo abusadas. Apreendemos seus aparelhos e os aparelhos encontrados serão periciados. Criminosos que praticam essa modalidade de crime sabem esconder bem esse tipo de conteúdo, então, a pericia é complexa”, informou o Delegado da Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher e aos Grupos Vulneráveis de Parnaíba, Ayslan Magalhães.
De acordo com a polícia, durante a operação dois celulares foram apreendidos. O suspeito foi conduzido até a delegacia especializada e logo após liberado. Caso comprovado o armazenamento, o homem poderá ter de 3 a 6 anos de prisão.
Além do Piauí, a operação foi realizada em mais dois estados, Ceará e Rio Grande do Sul.
Como denunciar
O armazenamento ou compartilhamento de material envolvendo pornografia infantil é crime previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e deve ser denunciado.
No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão; de 3 a 6 anos para quem compartilhar; e de 4 a 8 anos de prisão para quem produz conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.
No Piauí, é possível denunciar por meio de B.O virtual, denúncia anônima no site da Polícia Civil ou na DRCI, que fica localizada no Espaço Cidadania da Unidade Show Automall, na Avenida João XXIII, 5335, bairro Santa Isabel, em Teresina. Fonte: G1-PI
Ação durou 10 dias e foi realizada em uma região que compreende a BR-230. Ao todo, 31 pessoas vão responder por crime ambiental e maus tratos.
Uma operação liderada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF-MA) e contou com o apoio de força de segurança e duas organizações não governamentais, resgataram 472 animais silvestres no Maranhão. A ação durou 10 dias e foi realizada em uma região que compreende a BR-230.
Entre as espécies resgatada, a maioria eram papagaios. Dos animais, quatro espécies vivem em regiões de cerrado no Maranhão. Os traficantes se aproveitam do período de reprodução e montam armadilha nos ninhos e roubam os filhotes.
A maioria das aves que foram apreendidas poderiam morrer durante o trajeto. Ao todo, 31 pessoas vão responder por crime ambiental e maus tratos e as multas somadas, podem passar de R$ 1 milhão.
Além dos papagaios, pássaros menores que estavam em gaiolas foram resgatados e em seguida, devolvidos à natureza. Entretanto, parte dos papagaios estão em abrigos onde serão alimentados por uma equipe de veterinários e biólogos, até que estejam em condições para retornar à natureza.
“A intenção é a gente continuar cuidando deles até que possam ser soltos. Fazer um projeto de reintrodução cientificamente tenha aprovação, tudo certinho, com monitoramento, mas é um projeto que a gente não sabe se vai dar certo ou se eles vão ser encaminhados para um CETA”, disse Pedro Henrique Yamassaki, biólogo.
Segundo o Grupo de Enfrentamento à Crimes Ambientais da Polícia Rodoviária Federal, todos anos, pelo menos 5 mil animais são resgatados em operação contra o tráfico de animais silvestres.
“Aqui é um corredor bastante específico porque os traficantes usam, pega aqui o papagaio e outros animais silvestres. Então vai para Caruaru, Feira de Santana, onde tiver rodovia, eles estão despachando esses animais. Ela foca onde tem o elo, dessas pessoas que pegam o animal e ficam jogando de um para outro”, explica Inspetor Caio Leonel. Fonte: G1-MA