Se você gosta de um feriado, vai ficar decepcionado com o que estar por vir em 2024. O ano não promete muito nesse quesito: além de ter apenas dois feriados prolongados no ano inteiro, três dos cincos feriados do segundo semestre cairão em finais de semana.
Em 2024, os únicos feriados do segundo semestre serão o da Proclamação da República (15 de novembro) e o Natal (25 de dezembro), que caem em uma sexta-feira e quarta-feira, respectivamente.
Os únicos feriados prolongados de 2024 serão o do Carnaval (12 e 13 de fevereiro, segunda e terça) e Corpus Christi (30 de maio, quinta-feira).
José Alberto Moreno Mendes, de 47 anos, era líder da comunidade Jaibara dos Rodrigues, na zona rural de Itapecuru-Mirim.
No fim da tarde de sexta-feira (27), o presidente de uma comunidade quilombola, no interior do Maranhão, foi assassinado a tiros.
José Alberto Moreno Mendes, de 47 anos, era líder da comunidade Jaibara dos Rodrigues, na zona rural de Itapecuru-Mirim, a 108 km de São Luís. Ele é o décimo quilombola assassinado no Maranhão entre os anos de 2020-2023 (veja, no fim da matéria, a lista dos outros nove mortos).
Segundo informações da Polícia Civil do Maranhão, José Alberto estava nas proximidades de casa, por volta das 17h50, quando foi abordado por dois homens que estavam em uma motocicleta Honda Bros preta, sem placa.
Um dos homens desceu da motocicleta e efetuou cinco disparos de arma de fogo em direção à vítima. José Alberto foi alvejado com três tiros no rosto e dois nas costas. O líder quilombola foi a óbito ainda no local do crime.
“Todas as investigações já se iniciaram, o corpo foi mandado para o IML (Instituto Médico Legal), para que a perícia fosse feita e pudesse esclarecer detalhes importantes, como coleta de projéteis, para que nosso inquérito seja robusto o suficiente, para a identificação da autoria”, explicou o delegado regional de Itapecuru-Mirim, Samuel Morita.
José Alberto Moreno Mendes deixa mulher e quatro filhos.
Por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) afirmou que o caso já está sendo investigado. Leia, abaixo, a nota na íntegra.
A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão esclarece que a Polícia Civil já iniciou investigação e trabalha para elucidar o crime.
Esclarece ainda que, informações preliminares apontam que o assassinato teria ocorrido nas imediações da residência da vítima, no povoado Jaibara dos Rodrigues, do Território Monge Belo, localizado a cerca de 20 km da sede de Itapecuru.
A SSP informa que, tão logo tomou ciência do fato, equipes das Polícias Civil e Militar foram deslocadas para a região. A Delegacia Geral de Policia Civil já designou delegado da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) para acompanhar as investigações.
O corpo da vítima deu entrada no Instituto Médico Legal na noite de sexta (27), sendo liberado para a família na madrugada deste sábado (28). Equipe do Instituto de Criminalística (Icrim) foi enviada para Itapecuru, para realizar a perícia em local do crime, a fim de sejam colhidas o máximo de provas que contribuam com a investigação e completa elucidação do assassinato e prisão dos envolvidos.
De acordo com a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras do Estado do Maranhão (FETAEMA), José Alberto é o décimo quilombola assassinado no Maranhão entre os anos de 2020-2023. Ainda segundo a FETAEMA, em nenhum dos casos houve a identificação dos mandantes ou dos executores.
Veja, abaixo, a lista completa das outras nove vítimas mortas em comunidades quilombolas no Maranhão:
1. Wanderson de Jesus Fernandes – assassinado em 5 de janeiro de 2020, na Comunidade Quilombola Cedro, na cidade de Arari.
2. Celino Fernandes – assassinado em 5 de janeiro de 2020, na Comunidade Quilombola Cedro, na cidade de Arari.
3. José do Carmo Corrêa Júnior – assassinado em 12 de novembro de 2021, na Comunidade Quilombola Bom Lugar, na cidade de Penalva.
4. Maria José Rodrigues – assassinada em 12 de novembro de 2021, na Comunidade Quilombola Bom Lugar, na cidade de Penalva.
5. João de Deus Moreira – assassinado em 29 de outubro de 2021, no Quilombo Santo Antônio, na cidade de Arari.
6. Antônio Gonçalves Diniz – assassinado em 2 de julho de 2021, na cidade de Arari.
7. José Francisco Lopes Rodrigues – assassinado em 8 de janeiro de 2022, na Comunidade Quilombola Cedro, na cidade de Arari.
8. Edvaldo Pereira Rocha – assassinado em 29 de abril de 2022, na Comunidade Quilombola Jacarezinho, na cidade de São João do Sóter.
9. Moacir de Jesus dos Santos Corrêa – assassinado em 27 de junho de 2022, na Comunidade Quilombola Encantado, na cidade de Pinheiro.Por: G1 MA
Em depoimento, a mãe afirmou que o filho costumava agredi-la e cometeu o crime após um novo episódio de violência. A mulher vai responder em liberdade.
Uma mulher de 51 anos matou o próprio filho com uma facada na tarde deste sábado (28), no Bairro das Indústrias, em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, a mulher afirmou em depoimento que o homem a agrediu, e que isso teria motivado o crime. A mãe também disse que era vítima de espancamentos constantes por parte do filho. A mulher vai responder em liberdade.
De acordo com o delegado Paulo Josafá, a mulher afirmou que não lembrava detalhadamente do momento em que esfaqueou o filho, e apenas percebeu o que fez quando viu o homem caído no chão.
Segundo a mulher, o homem era agressivo e costumava bater nela quando bebia, mas no dia seguinte ele dizia que não lembrava das agressões.
O homem foi identificado como Fabiano da Silva Martins, de 35 anos. A Polícia Civil informou que ele possuía antecedentes criminais, inclusive por violência doméstica contra uma ex-companheira, e estava no regime semiaberto.
Após se apresentar à Polícia Civil, a mulher foi liberada para responder o crime em liberdade. a polícia considerou a alegação de legítima defesa. Fonte: G1-PB
Imagens feitas por moradores mostram os policiais tentando negociar com os assaltantes e a troca de tiros.
Criminosos armados fizeram uma funcionária de uma farmácia refém durante assalto, na noite deste sábado (28), no bairro Bela Vista III, Zona Sul de Teresina.
Policiais militares da Força Tática do 22º Batalhão faziam rondas no momento do crime e chegaram a trocar tiros com os assaltantes.
Vídeos feitos por moradores mostram os policiais tentando negociar com os assaltantes e a troca de tiros.
Um dos criminosos acabou baleado e preso. Ele foi encaminhado para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT). O outro assaltante fugiu em uma moto. Fonte: G1-PI
Em consequência dos acidentes, 1.883 pessoas ficaram feridas. Imprudência e desrespeito às leis de trânsito são as infrações mais registradas.
De janeiro a junho de 2023, São Luís registrou 2041 acidentes envolvendo motociclistas, com 1883 feridos. Os dados são da Secretaria de Trânsito e Transportes.
Imprudência e desrespeito às leis de trânsito são as infrações mais registradas pela central de videomonitoramento de São Luís. Já em relação aos locais, a Avenida Jerônimo de Albuquerque tem o maior número de acidentes envolvendo motos, com 146 registros desde o ano passado.
A pressa durante as horas de pico é a principal causa da maioria dos acidentes. Ao longo da avenida, é possível facilmente flagrar diversas infrações, como motoqueiros pilotando de chinelo e utilizando faixa de pedestre para fazer retorno, além de entrarem pela contramão.
“Fizemos um levantamento dos trechos críticos dessas avenidas. Geralmente, em primeiro lugar está a Avenida Jeronimo de Albuquerque, logo em seguida vem a Avenida dos Franceses, Guajajaras e Daniel de La Touche. Em todas essas avenidas, a gente buscou o trecho crítico para que a gente pudesse mover ações educativas com mais eficiência. Então não só nas vias, mas também buscar quais as empresas que estavam no trecho, quais as escolas, para a gente levar a educação para o trânsito para aqueles usuários da via”, afirmou Adriane Pinheiro, coordenadora de educação para o trânsito da SMTT.
Na região da Forquilha, em poucos minutos a equipe da TV Mirante flagrou motoqueiros fazendo retorno em local proibido, sendo eles as principais vítimas de acidentes na capital. Fonte: G1-MA
O líder do Hamas na Faixa de Gaza, Yahya Sinouar, disse neste sábado (28) que estava pronto para concluir “imediatamente” uma troca dos reféns que o movimento palestino detém por “todos os prisioneiros palestinios” detidos por Israel.
“Estamos prontos para concluir imediatamente uma troca para libertar todos os prisioneiros nas prisões do inimigo sionista em troca de todos os reféns nas mãos da resistência”, declarou Sinouar num comunicado divulgado pelo movimento Hamas.
No ataque que deu início à guerra contra Israel, o grupo palestino sequestrou cerca de 200 pessoas, além de ter matado 1,4 mil. Desde então, Israel tem realizados ataques cada vez mais intensos à Faixa de Gaza, região da Palestina controlada pelo Hamas. Mais de 7 mil civis palestinos já morreram com a guerra.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse à imprensa hoje que os esforços para garantir a libertação de dos reféns continuarão mesmo durante a ofensiva terrestre contra o Hamas em Gaza.
Questionado se os contatos para libertar os reféns continuariam mesmo durante a ofensiva terrestre, Netanyahu respondeu: “sim”.
Sobre a proposta de troca de reféns por prisioneiros palestinos, ele disse que foi discutida no gabinete de guerra israelense, mas se recusou a entrar em detalhes, dizendo que revelar seria contraproducente.
Duzentos metros separam uma igreja evangélica (Assembleia de Deus) e um espaço que se tornou também referência na comunidade do Córrego do Sargento, na zona norte no Recife. São evangélicos os criadores e a maioria dos participantes do Coletivo Sargento Perifa, entidade que trabalha a comunicação contra a desinformação no lugar, com site de notícias, redes sociais e outras ações concretas. Sensibilizados pelas vulnerabilidades, como falta de escola ou posto de saúde, e também pelas mentiras que subiam o morro, os integrantes do coletivo descobriram que era necessária união da comunidade, que tem cerca de 250 famílias.
Um dos criadores do coletivo, o jovem jornalista Gilberto da Silva, de 24 anos de idade, nasceu e foi criado na comunidade. Cresceu também frequentando a igreja junto com a família, tanto que colaborava na comunicação dos religiosos. Foi fazer jornalismo para contar a história do lugar simples “que ama”.
Durante a faculdade, ficava incomodado com o teor de programas sensacionalistas que divulgavam o Córrego do Sargento apenas como um lugar de violência ou crimes. “Há sim problemas sociais, mas também tem outras histórias diferentes na comunidade”.
O coletivo conta atualmente com 70 integrantes. Já foram mais de 50 matérias, além das mais de 1.000 postagens em redes sociais.
Religiosos e pesquisadores buscam reduzir desinformação em periferias – Foto: Coletivo Sargento Perifa
Ele classifica como desinformação o processo de criminalização da periferia. Havia, pois, muito a comunicar. O auge desse incômodo foi durante a pandemia da covid-19, quando mensagens negacionistas rodavam a comunidade, como ataques à vacinação.
“Quando chegávamos em nossa comunidade, todo mundo estava sem máscara como se não tivesse pandemia. A comunicação foi e tem sido uma articuladora para que outros projetos de comunidade possam surgir”, disse. Como é o caso do trabalho em saúde.
De casa em casa
Religiosos e pesquisadores buscam reduzir desinformação em periferias – Foto: Coletivo Sargento Perifa
Uma das moradoras voluntárias do coletivo é a enfermeira Joselma Carvalho, de 52 anos de idade. Ela presta atendimento dentro da comunidade e auxilia os moradores para tirar dúvidas. “Desde que era técnica de enfermagem, procuro passar informações corretas e orientar os moradores para atendimento”, disse a profissional de saúde.
Gilberto Silva lembra que a desinformação, que estava “correndo solta” durante a pandemia, foi a motivação para criar um conselho de comunicação comunitária para se defenderem. “Os próprios moradores se chamam de sargentinos, tal é a identificação que a comunidade tem com o lugar em que moram”, disse. Para o coletivo organizar as ações, realiza, independentemente do IBGE, um censo para buscar informações sobre a comunidade.
Também é criadora do coletivo a jornalista Marthiene Oliveira, de 33 anos de idade, que nasceu no bairro da Linha do Tiro, onde está a comunidade do Córrego do Sargento. Ela acrescenta que o levantamento busca ouvir os moradores sobre as principais dúvidas do dia a dia, incluindo as vulnerabilidades. Ela avalia que a igreja também tem um papel muito importante para a comunidade. “A igreja é um ponto de encontro, de fé e de reunião da nossa comunidade”.
Pelo coletivo e na igreja, conversam sobre os principais desafios da comunidade, como infraestrutura urbana e educação. “Como a gente está falando de favela, a gente precisa de letramento racial. Havia pessoas que não se enxergavam como pretas, vendo como se fosse algo negativo. A comunidade é preta, 90% pelo menos”. A jornalista comunitária entende que a desinformação é um desafio permanente que precisa ser enfrentado.
Pelo coletivo e igreja comunidade conversa sobre os principais desafios da comunidade, como infraestrutura urbana Foto: Coletivo Sargento Perifa
Vítimas
Outro enfrentamento à desinformação é realizado pelo Coletivo Bereia, no Rio de Janeiro. O projeto nasceu das pesquisas realizadas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a partir de 2016, quando se observava a circulação de desinformação em ambientes religiosos, especificamente cristãos e evangélicos, na área da saúde. O coletivo conta com 17 voluntários e produz cerca de 12 reportagens por mês.
“Com a pesquisa, nós ficamos muito surpreendidos com os resultados com um alto número de circulação de conteúdo falso, enganoso, em grupos religiosos. E ficamos alarmados”, disse a editora geral Magali Cunha. Ela é doutora em Ciências da Comunicação e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (Iser).
A partir disso, pesquisadores em jornalismo resolveram criar o projeto, que inspirado em agências de checagem no Brasil, buscaram se dedicar especificamente à circulação em grupos de igrejas. O Bereia foi criado em 2019 com trabalho voluntário.
“O trabalho é feito com um respeito muito grande, justamente identificando que os grupos religiosos são os maiores alvos da desinformação que circula com mais intensidade. Buscamos fazer prestação de serviço a esses grupos, para que eles possam perceber como se tornam alvos da indústria da desinformação”, explica a editora e pesquisadora.
Templo sem desinformação
De outra forma, a pesquisadora em teologia e pastora Wall Moraes, de 65 anos de idade, de Brasília, tem atuado também para reduzir os processos de desinformação. Ela fez parte da criação do programa Superando a História Única que tem por objetivo dar visibilidade social a pastoras e pastores com olhar afirmativo e inclusivo. “Esse programa foi fundamental porque nós recebemos vários retornos de protestantes progressistas que estavam em regiões onde estavam sendo atacados por suas visões”.
Religiosos e pesquisadores buscam reduzir desinformação em periferias- Foto: Coletivo Sargento Perifa
Para ela, o principal desafio pós-pandemia é orientar para o fato que os púlpitos de organizações religiosas não sejam utilizados com viés político-partidário e também que espalhem desinformações, levando em conta que pesquisas mostram que pessoas pretas de periferia são mais afetados e por isso precisam não serem vítimas de mentiras que circulam.
A pesquisadora adianta que um grupo inter-religioso, do qual ela faz parte, está elaborando uma cartilha de orientação a membros de qualquer igreja. Esse material abordará temas como a tolerância religiosa e a conduta para buscar informações de qualidade. A previsão é que o lançamento seja no dia 30 de novembro.
O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Paulo Pimenta, anunciou a criação de um Grupo de Trabalho (GT) para discutir a participação social na comunicação pública.
O anúncio, feito nessa sexta-feira (27), ocorreu em reunião com o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jean Lima, e com os integrantes do extinto Conselho Curador da empresa.
O conselho foi extinto em 2016 por medida provisória do ex-presidente Michel Temer, o que contribuiu com o desmonte da comunicação pública no país, eliminando a participação da sociedade civil na EBC.
“O anúncio de formação desse GT é um alento depois de tanto tempo de espera pela retomada da EBC de fato pública. Mas precisamos garantir a participação da sociedade nessa discussão”, disse Akemi Nitahara, representante dos trabalhadores no conselho, cassado em 2016. “É a participação social que garante que os interesses da sociedade serão levados em conta na produção dos conteúdos”, acrescentou.
Como será
O GT será formado por três integrantes da Secom, três integrantes da diretoria da EBC, três representantes do antigo Conselho Curador da empresa e três representantes das entidades representativas dos trabalhadores. Segundo a Secom, o objetivo do grupo é debater a participação social, definir diretrizes e propor medidas para o aprimoramento da comunicação.
“O Conselho Curador, que foi extinto, era um espaço importante de diálogo com a sociedade e que merece ser respeitado e ouvido. Dentro de um esforço de diálogo com relação à comunicação pública e a EBC, vamos constituir um grupo de trabalho reunindo Secom, EBC, representações de servidores e também a representação da sociedade civil, para juntos pensarmos propostas e ideias na perspectiva de se melhorar cada vez mais a comunicação pública no Brasil”, disse o ministro, em nota divulgada pela Secom.
Para Nitahara, o Conselho Curador é fundamental para garantir que a EBC seja, de fato, uma empresa de comunicação pública. “Desde 2016, com a cassação do colegiado pelo Temer, não se pode mais chamar a EBC tecnicamente de uma empresa de comunicação pública. O Comitê Editorial, previsto pela mudança feita na lei, não supre essa demanda, já que ele não tem funções práticas, pode ser considerado figurativo”, finalizou.
O crime aconteceu nas proximidades da residência de familiares da vítima.
André Luís dos Santos, de 22 anos, foi assassinado a tiros na tarde dessa sexta-feira (27), na porta de casa, no Povoado Soinho, Zona Rural Leste de Teresina.
De acordo com o subtenente Ivan, do 5º Batalhão da Polícia Militar do Piauí, a vítima estava na rua quando foi baleada por dois homens em uma motocicleta. André conseguiu correr, mas caiu dentro da residência de sua família.
Ainda conforme a polícia, o homem residia na Vila Fraternidade, na região do bairro Satélite, mas estava na casa de familiares, onde o crime ocorreu.
A vítima era usuária de drogas e a PM acredita que se trata de uma execução. O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) vai investigar o caso. Fonte: G1-PI
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta sexta-feira (27), com 120 votos favoráveis, a proposta de resolução sobre o conflito no Oriente Médio apresentada pela Jordânia e que foi assinada por 39 países com assento no colegiado. A proposta aprovada pede uma “trégua humanitária imediata, duradoura e sustentada que conduza ao cessar das hostilidades”.
O documento pede ainda “a libertação imediata e incondicional de todos os civis que permanecem ilegalmente mantidos em cativeiro”.
Para a aprovação de um texto apresentado em caráter emergencial na Assembleia Geral, são necessários os votos de dois terços dos países. Outros 14 países votaram contra a proposta e 45 se abstiveram.
A Assembleia Geral da ONU reúne os representantes de 193 países-membros da organização. As resoluções da Assembleia Geral não funcionam como uma ordem, representando mais um gesto político.
Entre os países favoráveis à proposta na votação de hoje estão Brasil, Jordânia, Argentina, Egito, China, Líbano, Rússia, Portugal, Arábia Saudita e África do Sul. Já Israel, Estados Unidos, Guatemala, Áustria, Hungria e Paraguai votaram contra.
Mais cedo, a proposta da Jordânia foi criticada pela embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfild, por não condenar o Hamas e por não citar o termo reféns, referindo-se às mais de 200 pessoas sequestradas no dia 7 de outubro pelo grupo que controla a Faixa de Gaza.
Proposta
Além da liberação de civis e trégua humanitária, o documento aprovado pela ONU exige que as partes cumpram com o direito internacional, que os civis da Faixa de Gaza tenham acesso aos bens e aos serviços essenciais, como água, alimentos e medicamentos, e que se anule a ordem de Israel para evacuação de todas as pessoas do norte do enclave palestino.
Por fim, a resolução afirma que “uma solução justa e duradoura para o conflito israelense-palestino só poderá ser alcançada por meios pacíficos, de acordo com as resoluções relevantes das Nações Unidas e do direito internacional e com base no a solução de dois Estados”.