Blog do Walison - Em Tempo Real

Haddad diz que Congresso “disciplinou” programa para setor de eventos

São Paulo (SP) 30/04/2024 - Ministro Fernando Haddad durante entrevista a imprensa.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, elogiou nesta terça-feira (30) o Congresso Nacional pela aprovação do projeto de lei que prorroga o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Serviços (Perse), de incentivo ao setor de eventos, até dezembro de 2026. 

“Quero agradecer mais uma vez a Câmara e o Senado pelo fato de terem aprovado essa restrição que foi feita no Perse com regras que filtram o programa e estabelecem uma governança que coloca a ideia do Orçamento aprovado no ano passado”, disse Haddad, em entrevista a jornalistas.

A proposta aprovada hoje pelo Senado fixa um teto de R$ 15 bilhões em renúncia fiscal e reduz de 44 para 30 as atividades beneficiadas pelo programa. O texto aprovado pelos senadores manteve as regras que já haviam sido aprovadas na semana passada pela Câmara dos Deputados. Agora, o projeto vai à sanção presidencial.

“Ao contrário do que às vezes as manchetes sugerem: ‘Câmara e Senado aprovam gasto’, na verdade, o que aconteceu foi exatamente o contrário. A Câmara e o Senado, e eu agradeço tanto ao Arthur Lira quanto ao Rodrigo Pacheco, disciplinaram e moralizaram um programa que estava dando muito problema não por culpa do Congresso, mas porque o desenho permitia que ele fosse burlado. E isso foi definitivamente corrigido”, disse Haddad.

“Agora todas as empresas terão que se habilitar. E ao fazermos a habilitação, elas passam a consumir crédito que o programa prevê até o final de 2026. Hoje esse é um programa bem desenhado”, acrescentou.

Durante a entrevista, o ministro também comemorou o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) que apontou queda de 7,9% na taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2024 e também a divulgação do saldo positivo de empregos com carteira assinada.

“Fechamos o trimestre com geração de empregos, com 719 mil novas vagas no Brasil no primeiro trimestre. Esse é um número muito substantivo, muito importante. Uma das metas do presidente Lula é voltar aos patamares de geração de emprego da época em que ele governou o Brasil”, disse ele.

“A Pnad também teve o melhor número em dez anos. Isso se combina com algo muito importante que é a inflação controlada. Estamos combinando a geração de emprego com uma inflação bastante controlada nesses primeiros meses do ano”, destacou.

Desoneração

Sobre as críticas do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), sobre a ação do governo pela derrubada da desoneração da folha de pagamento de empresas e prefeituras até 2027, Haddad disse que o governo está aberto a “aperfeiçoar a relação” com o Legislativo.

“O governo não tem dificuldade de relacionamento com as duas Casas, muito pelo contrário”, disse. “Nós estamos vinculados a pareceres sólidos sobre essa matéria, e nós não podemos pecar por omissão, sob pena de responsabilização. Quem está no Executivo tem algumas atribuições e responsabilidades, inclusive dos órgãos de controle, que exigem do Executivo uma providência”, acrescentou.

Para Pacheco, a ação foi um erro primário do Executivo e gerou uma crise de confiança na relação entre os Poderes.

Fonte: Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel

Governo empenha R$ 14 bilhões em emendas parlamentares em quatro meses

Brasília (DF) 25-03-22024 Ministro Alexandre Padilha durante Coletiva no Senado Federal.  Foto Lula Marques/ Agência Brasil

O empenho (autorização) de emendas parlamentares atingiu a marca de R$ 14 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, disse nesta terça-feira (30) o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Em publicação na rede social X, antigo Twitter, o ministro anunciou o cumprimento do compromisso com o Congresso.

“Estamos fechando o dia de hoje, 30 de abril, com um recorde de publicação de empenhos de emendas parlamentares. Ultrapassamos R$ 14 bilhões de publicados para empenho dessas emendas parlamentares, entre emendas individuais e emendas de bancada. Isso é mais recurso para a saúde, para a estrutura das cidades. O Ministério da Saúde foi o campeão já nesse empenho. Parabéns ao trabalho do Ministério da Saúde”, afirmou Padilha no vídeo, de quase dois minutos.

Segundo Padilha, a maior parte dos recursos das emendas foi destinada a ações de saúde.

“Mais de 90% desses recursos são para redução de filas de cirurgia, redução de filas de exames, apoiar o trabalho das equipes da saúde da família, dos agentes comunitários de saúde, reforço dos hospitais, para as Santa Casas, ações que contribuem para a saúde do nosso povo”, acrescentou.

O ministro ainda fez uma comparação com anos anteriores. Nos quatro primeiros meses de 2023, disse Padilha, o volume de emendas empenhadas estava em R$ 350 milhões. Em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, ano das últimas eleições municipais, os R$ 14 bilhões equivalem a mais de três vezes o gasto autorizado.

Padilha disse haver espaço de quase R$ 1 bilhão em emendas individuais cujos gastos ainda não foram indicados pelos municípios, pelas entidades nem pelos parlamentares beneficiados. Por causa da legislação eleitoral, os recursos precisam estar empenhados até 30 de junho.

O Executivo estava sendo pressionado pelo Congresso a liberar R$ 11 bilhões em emendas parlamentares até o fim de abril. O governo, no entanto, até agora cumpriu apenas a fase de empenho (autorização), enquanto os deputados e senadores cobravam a execução (o pagamento) das emendas nesse período.

A autorização garante o pagamento das emendas nos próximos meses, já que a legislação eleitoral veda apenas o empenho a partir do segundo semestre. O Orçamento obedece a três fases: empenho (autorização), liberação (quando o governo verifica se o serviço foi executado) e pagamento (desembolso efetivo dos recursos).

Fonte: Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel

TSE pede mais provas em processo que pode cassar senador Jorge Seif

Brasília (DF), 22/06/2023 - Edifício sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (30) ampliar a investigação no processo que pode cassar o mandato do senador Jorge Seif (PL-SC) por abuso de poder econômico na campanha de 2022.

O TSE iniciou o julgamento de um recurso protocolado pela Coligação Bora Trabalhar, formada pelo PSD, Patriota e União Brasil.  Em novembro do ano passado, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Santa Catarina rejeitou as acusações contra Seif e manteve o mandato.

Para as legendas, Seif teve a candidatura beneficiada pelo empresário Luciano Hang, proprietário das lojas Havan. De acordo com o processo, foi ofertado ao senador estrutura para realização de viagens em aeronaves da empresa e transmissões nas redes sociais (lives), além do envolvimento pessoal de Hang na campanha.

Os partidos também apontam o suposto financiamento irregular da campanha por meio da participação do senador em uma feira promovida pelo Sindicato de Indústrias de Calçados de São João Batista (SC).

O uso de um helicóptero cedido pelo empresário Osni Cipriani para deslocamentos aos eventos da campanha também foi citado.

Ao analisar o caso, o ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do recurso, determinou que a Havan informe, no prazo de 24 horas, os prefixos de suas aeronaves. Aeroportos de Santa Catarina também deverão enviar ao TSE dados sobre pousos de aviões da empresa e a lista de passageiros. Em caso de descumprimento, será cobrada multa de R$ 20 mil.

O voto foi acompanhando pelos ministros André Ramos Tavares, Maria Isabel Galotti, Cármen Lúcia, Nunes Marques e o presidente, Alexandre de Moraes. Raul Araújo foi contra por entender que a investigação do caso não pode ser reaberta.

Defesa

No dia 4 de abril, primeiro dia do julgamento, a defesa do senador disse que não ficou provada a prática de abuso de poder econômico e de participação expressiva de Hang na campanha do candidato.

“A prova que se pretendeu produzir veio negativa. Mas a narrativa segue, e é quase uma desinformação processual”, disse a advogada Maria Claudia Bucchianeri.

Fonte: Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar

Brasil registra mais de 244 mil empregos formais em março

Carteira de trabalho digital.

O Brasil fechou o mês de março com saldo positivo de 244.315 empregos com carteira assinada. No acumulado do ano (janeiro/2024 a março/2024), o saldo foi positivo em 719.033 empregos, o que representa um aumento de 34% em relação aos três primeiros meses do ano passado.

O balanço é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado nesta terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, este foi o melhor resultado do Caged para o mês de março desde 2020. “Ou seja, é um momento importante, então eu creio que neste Primeiro de Maio nós temos motivos para fixar a luta da classe trabalhadora por melhores condições”, disse Marinho à Agência Brasil.

Números

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 46.236.308 em março deste ano, o que representa alta de 0,53% em relação ao mês anterior.

O maior crescimento do emprego formal no mês passado ocorreu no setor de serviços, com a criação de 148.722 postos. No comércio, foram criados 37.493 postos; na indústria, 35.886, concentrados na indústria da transformação; e na construção 28.666. O único grande grupamento com saldo negativo foi a agropecuária, com 6.457 postos a menos, em razão das sazonalidades do setor.

O salário médio de admissão foi R$ 2.081,50. Comparado ao mês anterior, houve decréscimo real de R$ 5,25, uma variação negativa de 0,25%.

A maioria das vagas criadas no mês de março foram preenchidas por mulheres (124.483). Homens ocuparam 119.832 novos postos. A faixa etária com maior saldo foi a de 18 a 24 anos, com 138.901 postos.

Regiões

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego no mês passado, sendo que houve aumento de trabalho formal em 25 das 27 unidades da federação. Alagoas e Sergipe registraram mais desligamentos que admissões, com saldo negativo de 9.589 postos (-2,2%) e 1.875 postos (-0,6%), respectivamente.

Em termos relativos, os estados com maior variação na criação de empregos em relação ao estoque do mês anterior são Acre, com a abertura de 1.183 postos, aumento de 1,13%; Goiás, que criou 15.742 vagas (1,02%); e Piauí, com saldo positivo de 3.015 postos (0,86%).

Em termos absolutos, as unidades da federação com maior saldo no mês passado foram São Paulo, com 76.941 postos (0,6%); Minas Gerais, com 40.796 vagas criadas (0,9%); e Rio de Janeiro, com a geração de 22.466 postos (0,7%).

As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na página do Ministério do Trabalho e Emprego.

Fonte: Agência Brasil Edição: Marcelo Brandão e Denise Griesinger

Brasil vai ampliar uso da bactéria wolbachia no combate à dengue

Rio de Janeiro (RJ) 09/02/2024 - Especial para matéria - Mosquitos com Wolbachia reduzem casos de dengue em Niterói.
Foto: Flávio Carvalho/WMP Brasil/Fiocruz

Seis municípios devem receber em julho as primeiras solturas de mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria wolbachia: Uberlândia em Minas Gerais; Londrina e Foz do Iguaçu, no Paraná; Presidente Prudente, em São Paulo, Joinville, em Santa Catarina; e Natal, capital do Rio Grande do Norte. No ano que vem, a estratégia será adotada em mais 22 municípios de Minas Gerais.  Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é o primeiro país a incorporar a tecnologia como política pública para reduzir os casos de dengue a médio e longo prazo.

O chamado método Wolbachia consiste em inserir a bactéria em ovos do mosquito em laboratório e criar Aedes aegypti que portam o microrganismo. Infectados, eles não são capazes de carregar os vírus que causam dengue, zika, chikungunya ou febre amarela e, quando se reproduzem, os mosquitos passam a bactéria para outros, fazendo com que menos insetos possam transmitir doenças para os seres humanos.

Brasília (DF), 09/04/2024, A Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, durante entrevista coletiva para  atualizar o cenário epidemiológico da dengue no país e apresenta as principais ações para prevenção e controle da doença.   Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel – Rafa Neddermeyer/Arquivo/Agência Brasil

Antes da soltura dos mosquitos, há uma etapa de engajamento comunitário pois, inicialmente, a comunidade tem a percepção de que o número de mosquitos aumentou na região. “Além disso, onde se solta o mosquito, não se pode aplicar inseticida, porque o método se baseia na mudança de população, substituindo mosquitos que têm a wolbachia por aqueles que não têm”, explica a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel.

Segundo Ethel, há uma série de critérios que precisam ser observados para que o município receba essa estratégia, principalmente a pouca variação de temperatura durante o dia, porque isso prejudica a adaptação do mosquito com a wolbachia.

De acordo com a secretária, a estratégia tem se mostrado bastante efetiva. Um exemplo é a cidade de Niterói, no estado do Rio, a primeira a receber o projeto na etapa de pesquisa, em 2014, que teve redução de 69,4% dos casos de dengue, 56,3% nos de chikungunya e 37% nos de zika. “Lá, o número de casos é bem inferior ao dos municípios vizinhos, mostrando que a médio e longo prazo a estratégia pode ser muito importante”, disse a secretária, em entrevista nesta terça-feira (30).

Outras cidades do país que estão utilizando o Método Wolbachia são o Rio de Janeiro, Campo Grande e Petrolina, em Pernambuco. Além do Brasil, Indonésia e mais três países participam da pesquisa em parceria com o World Mosquito Program.

Ontem (29), o Ministério da Saúde e o governo de Minas Gerais inauguraram a Biofábrica Wolbachia, em Belo Horizonte. A unidade, administrada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vai permitir ao Brasil ampliar sua capacidade de produção de uma das principais tecnologias no combate à dengue e outras arboviroses.

Fonte: Agência Brasil Edição: Nádia Franco

Programa para setor de eventos é prorrogado e vai à sanção

Brasília (DF) 30/04/2024 Sessão do Senado  semipresencial para apreciar e votar o projeto de lei (PL 1.026/2024) que estabelece novas regras para os incentivos ao setor de eventos. (Relatora da Matéria senadora Daniella Ribeiro) Foto Lula Marques/ Agência Brasil

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (30) o projeto de lei que prorroga o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Serviços (Perse), de incentivo ao setor de eventos, até dezembro de 2026. A proposta fixa um teto de R$ 15 bilhões em renúncia fiscal e reduz de 44 para 30 as atividades beneficiadas pelo programa. O texto aprovado pelos senadores manteve as regras que já haviam sido aprovadas na semana passada pela Câmara dos Deputados. Agora, o projeto vai à sanção presidencial.

A aprovação ocorreu após consenso firmado entre o Congresso Nacional o governo federal. O Perse foi criado em 2021, no contexto da pandemia de covid-19, como socorro ao setor de eventos, que ficou praticamente paralisado naquele período. O governo havia trabalhado, nos últimos meses, para encerrar completamente os benefícios tributários do programa, mas enfrentou resistência de parlamentares e do setores afetados. O acordo permite o fim gradual do programa em dois anos.

Pelo texto aprovado, as alíquotas de quatro tributos federais (IRPJ, CSLL, Cofins e  Contribuição para o PIS/Pasep) ficarão reduzidas a zero até o mês de dezembro de 2026, desde que observado o teto de custo fiscal do programa. As empresas tributadas com base no lucro real ou lucro arbitrado poderão contar com todos os benefícios do Perse em 2024, mas, em 2025 e 2026, a alíquota  reduzida a zero será restrita à Cofins e à Contribuição para o PIS/Pasep. Empresas de eventos que estavam inativas em março de 2022 não poderão participar do programa.

“Viva o Perse, sim ao Perse. Não é farra com dinheiro público. O Perse é justiça social para quem trabalha, para quem honra. Se houve em algum momento, e houve, algum erro durante o processo do percursos, que pode acontecer com qualquer programa, que se coloquem as travas, como foram colocadas”, afirmou a senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), em discurso após a aprovação simbólica do texto.

O projeto aprovado estabelece um acompanhamento bimestral da Receita Federal da isenção fiscal dos tributos. A expectativa é que o governo sancione a medida sem vetos, mantendo o acordo celebrado com o Legislativo e as empresas do setor, já nos próximos dias.

Fonte: Agência Brasil Edição: Juliana Andrade

Aluna do IFMA Caxias conquista segundo lugar na Olimpíada Brasileira de Zootecnia

Luziana Araújo da Silva é aluna do curso de bacharelado em Zootecnia do IFMA Campus Caxias.

A aluna Luziana Araújo da Silva, do curso de bacharelado em Zootecnia do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Caxias, alcançou o segundo lugar na etapa nacional da modalidade Individual Veterano na Olimpíada Brasileira de Zootecnia (OBZ). A competição, realizada desde 2019 pela Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ), tem como objetivo promover o conhecimento, a integração e o espírito olímpico entre estudantes de Zootecnia de todo o Brasil, além de identificar talentos na área.

Luziana foi destacada como a única representante do Maranhão na categoria individual veterana, demonstrando um resultado expressivo durante a competição. Em relação a essa conquista nacional, ela expressou sua gratidão aos orientadores e ao IFMA. “Não tenho palavras para expressar tamanha felicidade com essa conquista, principalmente por se tratar do meu último ano na graduação. Só tenho a agradecer a Deus pelas bênçãos em minha vida e aos profissionais do IFMA Campus Caxias por todo apoio e incentivo, principalmente aos professores Aldivan Rodrigues e Veronica Meira pelo suporte constante. Essa premiação foi crucial em minha jornada acadêmica, e sinto-me honrada em representar o estado do Maranhão nessa Olimpíada, contribuindo para a visibilidade do curso de Zootecnia do IFMA Campus Caxias”, disse.

A cerimônia de entrega da medalha está agendada para o dia 13 de maio, durante o Congresso Brasileiro de Zootecnia (ZOOTEC), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó, Santa Catarina. Na mesma ocasião, o IFMA estará representado por Aldivan Rodrigues Alves, indicado para receber o Prêmio Coordenador do Ano na Graduação.

O professor Aldivan Rodrigues, coordenador do curso, destacou que a participação dos alunos na OBZ faz parte de uma estratégia de melhoria da qualidade dos cursos de graduação, implementada a partir de 2021. Com essa abordagem, o IFMA busca incentivar os campi a oferecerem um acompanhamento mais eficaz aos estudantes, visando melhorar o desempenho no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). “A campanha ‘Meu Conceito é nota 5’ inclui ações como palestras de conscientização, orientações nas redes sociais e produção de vídeos institucionais. Nesse contexto, a coordenação do Curso de Zootecnia promoveu a adesão dos alunos à Olimpíada Brasileira de Zootecnia, resultando na conquista da medalha de segundo lugar pela aluna Luziana Araújo da Silva na edição IV da OBZ”, comemorou o professor, que que também atua como orientador de Leonaria no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC).

Além disso, Aldivan destacou outros resultados expressivos do curso, como a conquista do oitavo lugar no Prêmio Estudante DEZ por Felipe Rodrigues, entre os 10 melhores do país. “Esses resultados refletem o compromisso com a qualidade do ensino no curso de Zootecnia do IFMA Campus Caxias, promovido pelo corpo docente e por todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem”, destaca.

Como orientadora da Luziana, Verônica Meira expressou grande satisfação com a conquista da aluna na Olimpíada Brasileira de Zootecnia. “Estou extremamente orgulhosa da Luziana e de todo o seu empenho. Essa premiação é o resultado do seu esforço e dedicação ao longo da graduação. Como orientadora, é gratificante ver o crescimento e sucesso dos nossos estudantes. A participação dela nessa competição nacional é um reflexo do potencial dos estudantes do curso de Zootecnia do IFMA Campus Caxias. Parabéns à Luziana e a todos os envolvidos nessa jornada”, disse.Por: Ascom/ IFMA

 

Empresa que omitir dados sobre igualdade salarial será fiscalizada

Afirmação foi feita pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou, nesta terça-feira (30), que as empresas que omitem dados sobre igualdade salarial terão “um olhar especializado” do área de fiscalização da pasta. “Se querem atenção, terão uma atenção”, disse, durante coletiva de imprensa para apresentar dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

Marinho comentou decisão da Justiça Federal que liberou alguns segmentos, como farmácias e universidades, de divulgarem as informações de transparência salarial e de critérios remuneratórios previstas na regulamentação da Lei da Igualdade Salarial. “Se tem coisa a esconder, vamos olhar. Então, essas [empresas] terão nossa atenção. E se trata de tão poucas, que nos aguardem a atenção. Mas elas podem, ainda, se quiserem, voltar atrás. Estamos abertos a dialogar. Esses segmentos que não nos procurarem para o diálogo receberão a visita do auditor-fiscal para observar o que é que eles querem esconder”, disse, lembrando que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1943, prevê fiscalizações das normas trabalhistas.

Segundo o ministério, das cerca de 50 mil empresas que se enquadram na lei, menos de 300 receberam autorização para omitir os dados. “Estamos falando de um número insignificante do ponto de vista de quantitativo”, disse, enaltecendo as empresas que estão “entendendo o espirito da lei e estão colaborando” para a política pública.

“A grande massa de empresas respondeu os dados, então queria agradecer a visão da grande maioria, esmagadora maioria dos nossos empregadores e empregadoras que responderam tranquilamente, com seriedade, as informações que nós estamos pedindo”, disse. “Chama atenção quem está resistindo, recorrendo ao Judiciário, que talvez esse não seja o melhor caminho. Se tem algum problema, a gente analisa, conversa, constrói, até porque nossa visão não é de autuar, de castigar, nada, muito pelo contrário, é de construir a partir do direito das mulheres de ter salário igual”, acrescentou.

A Lei da Igualdade Salarial, sancionada em julho do ano passado, torna obrigatória a igualdade salarial entre homens e mulheres quando exercerem trabalho equivalente ou a mesma função. As regras valem para empresas com 100 ou mais empregados e que tenham sede, filial ou representação no Brasil.

No mês passado, as confederações nacionais da Industria (CNI) e do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) entraram com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a Lei de Igualdade Salarial entre os gêneros. A ação, ainda sem decisão, pede uma medida cautelar para suspender os efeitos de alguns dos dispositivos, entre eles, o que determina a divulgação de relatórios de transparência salarial, explicando os critérios para os pagamentos. As confederações alegam que há risco de divulgação de dados individualizados, o que violaria o direito à privacidade.

Entretanto, de acordo com o ministro Luiz Marinho, os dados de transparência não são individualizados, “portanto não há qualquer razão para essa resistência”.

Na ação, as entidades alegam que não pretendem questionar o princípio da isonomia, mas “a necessidade de adequação da lei, para que desigualdades legítimas e objetivas, como o tempo na função e na empresa, e a perfeição técnica do trabalho, não sejam consideradas como discriminação por gênero”. Elas argumentam ainda que a exigência da divulgação de relatório de transparência salarial e aplicação de sanções a qualquer caso de diferença de remuneração são injustas, e justificam que planos de carreiras no meio corporativo vão além da questão de gênero.

Segundo Luiz Marinho, a transparência sobre a igualdade salarial será um dos temas a serem tratados pelo governo no âmbito das comemorações do 1º de Maio – Dia do Trabalhador. “É preciso chamar atenção do mundo empresarial, da necessidade de as empresas trabalharem com uma visão humanista em relação às necessidades e ao respeito aos direitos humanos, de homens e mulheres, em particular nesse debate, das mulheres”, disse.Por: Agência Brasil

Homem é preso suspeito de estuprar e engravidar adolescente de 12 anos em São José de Ribamar

De acordo com a polícia, desde o início deste ano, o investigado convivia com a adolescente como marido dela. No momento da prisão, o homem estava deitado na cama com a menor de idade.

Um homem, de 23 anos, foi preso em flagrante nessa segunda-feira (29) pelo crime de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 12 anos, no município de São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís. De acordo com a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) a adolescente está grávida.

O homem foi preso em sua residência no bairro J.Câmara. No momento da prisão, o homem estava deitado na cama com a menor de idade. O preso, que possui outros passagens pela polícia, foi levado à delegacia para ser submetido aos processos legais.

Ainda de acordo a polícia, desde o início deste ano, o investigado convivia com a adolescente como marido dela. Após tomar ciência do caso, a polícia iniciou a investigação a fim de apurar o caso, o que posteriormente foi confirmado de acordo com as denúncias.

A prisão em flagrante foi executada por uma equipe de policiais da Delegacia Especial de São José de Ribamar, com apoio da Guarda Municipal.Por: G1 MA

Servidores administrativos em greve fecham portões da UFPI e paralisam Restaurante Universitário em Teresina

Servidores administrativos em greve fecham portões da UFPI e paralisam Restaurante Universitário em Teresina — Foto: Maira Campos/ g1 Piauí

Os manifestantes haviam fechado as duas entradas do Centro de Ciências da Natureza. Apesar do protesto, as aulas estão acontecendo normalmente, mas alguns professores aderiram ao movimento, e cancelaram aulas.

Os servidores administrativos da Universidade Federal do Piauí (UFPI), que estão em greve, fecharam portões do Centro de Ciências da Natureza, no campus Petrônio Portella em Teresina durante um protesto nesta terça-feira (30).

Além de bloquear o acesso, os servidores também paralisaram o funcionamento dos Restaurantes Universitários do campus.

Os manifestantes haviam fechado as duas entradas do Centro de Ciências da Natureza. O protesto deve durar até as 9h30. O setor tem portões de ferro que são fechados durante a noite, e na manhã desta terça (30), os portões não foram abertos.

Apesar do protesto, as aulas estão acontecendo normalmente, mas alguns professores aderiram ao movimento, e cancelaram aulas.

Servidores também fazem protestos nos campi da UFPI de Bom Jesus e Picos.

Greve nas universidades e institutos federais

 

As paralisações fazem parte de um movimento nacional que pede a valorização dos docentes, incluindo reajuste salarial. Procurado pelo g1, o Ministério da Educação (MEC) disse que “vem envidando todos os esforços para buscar alternativas de valorização dos servidores da educação, atento ao diálogo franco e respeitoso com as categorias”. (veja detalhes mais abaixo).

Greve dos servidores

  • No IFPI, servidores administrativos estão em greve desde 15 de março e a instituição emitiu nota oficial a respeito.
  • Na Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), os servidores também estão em greve desde o dia 15 de março.
  • Na UFPI, devido à greve dos servidores, alguns serviços sofreram alteração desde 15 de março, data de início da paralisação. A instituição divulgou informações sobre as mudanças, como no Restaurante Universitário do campus Ministro Petrônio Portella, em Teresina.

 

Greve dos professores

  • No IFPI, a greve iniciou oficialmente nesta segunda (15).
  • Quanto à greve dos professores da UFPI, um dos movimentos que mais tem gerado dúvida entre estudantes e mesmo docentes, a Associação dos Docentes (Adufpi) informou que a greve está “com indicativo/construção de greve aprovada sem data de deflagração“.
  • Os representantes da categoria não divulgaram informações sobre a greve docente na UFDPar.

 

Reivindicações

 

➡️Quais as reivindicações dos trabalhadores? Os grevistas requerem:

  • reestruturação das carreiras;
  • recomposição salarial;
  • revogação de normas relacionadas à educação que foram aprovadas nos governos Temer (2016-2018) e Bolsonaro (2019-2022), como o novo ensino médio;
  • reforço no orçamento das instituições de ensino e reajuste imediato de auxílios estudantis.

 

O que diz o governo

 

➡️O que diz o governo? O Ministério da Gestão afirma que viabilizou, em 2023, um reajuste linear de 9% no salário dos servidores e de 43,6% no auxílio-alimentação. Segundo a pasta, foi o primeiro acordo firmado com as categorias nos últimos 8 anos.

Para 2024, o governo diz que apresentou uma proposta de:

  • elevar o auxílio-alimentação de R$ 658 para R$ 1 mil;
  • aumentar 51% dos recursos de assistência à saúde;
  • subir o auxílio-creche de R$ 321 para R$ 489,90.

 

Esses itens estão sendo debatidos com as entidades educacionais em mesas específicas, segundo o que o Ministério da Gestão disse ao g1.

O Sisasefe confirma que o diálogo dos sindicatos com o governo federal começou em junho de 2023, mas “o governo não mostrou um atendimento compatível às demandas da categoria até o momento”.

“A partir da reunião de 18/12/2023, os servidores federais da Educação Profissional, Científica e Tecnológica passaram a debater a possibilidade de construir uma greve — a qual foi aprovada em 27/03 com deflagração para 03/04”, afirma a entidade de trabalhadores.

➡️Há previsão de retorno às atividades? Não.

➡️Qual é o posicionamento dos alunos? A categoria estudantil está dividida: a maioria, segundo fontes afirmaram ao g1, é contrária à paralisação. Fonte: G1-PI.