Blog do Walison - Em Tempo Real

Centenas de indígenas do Maranhão protestam no Acampamento Terra Livre, em Brasília

Cerca de 500 indígenas de 14 povos do Maranhão participam, em Brasília, do Acampamento Terra Livre, considerado o maior encontro de povos originários do país. A mobilização reúne representantes de aproximadamente 120 povos e ocorre próximo ao Eixo Monumental.

Com o tema “O futuro não está à venda, a resposta somos nós”, o evento chega à 22ª edição e tem como foco pressionar autoridades por políticas públicas e garantia de direitos.

Coordenador das organizações indígenas da Amazônia Brasileira, Fabrício Guajajara. — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

Coordenador das organizações indígenas da Amazônia Brasileira, Fabrício Guajajara. — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

O coordenador das organizações indígenas da Amazônia Brasileira, Fabrício Guajajara, detalhou a participação maranhense.

“A gente veio aqui com três regiões, sul, centro-oeste e norte do Maranhão, entre os povos Guajajara, Capó, Canela, Gavião, Tricati. Somando todos, estamos com aproximadamente 500 pessoas. (…) Nós lutamos principalmente contra o Marco Temporal, que é uma ameaça grande aos territórios indígenas, que vai retroceder a muitas leis hoje que nos amparam”, afirmou.

Outras das principais pautas do acampamento são a defesa dos territórios indígenas, e a luta contra a exploração mineral e o avanço do desmatamento.

Rosilene Guajajara, liderança da Terra Indígena Caru — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

Rosilene Guajajara, liderança da Terra Indígena Caru — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

A liderança da Terra Indígena Caru, Rosilene Guajajara, destacou as preocupações com invasões e crimes ambientais.

“Um dos principais pontos discutidos é sobre as invasões, o avanço acelerado do desmatamento dentro dos territórios indígenas. Isso preocupa todos, principalmente a mineração, os grileiros e fazendeiros. São diversos problemas que hoje os povos indígenas enfrentam”, declarou.

Jacirene Guajajara, coordenadora de lideranças do território Arariboia — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

Jacirene Guajajara, coordenadora de lideranças do território Arariboia — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

A violência também é apontada como um dos principais desafios. Segundo Jacirene Guajajara, coordenadora de lideranças do território Arariboia, os conflitos têm resultado em mortes.

“Depois da desintrusão no nosso território, já teve recentemente um assassinato de uma liderança. Esse não é o primeiro. Vêm acontecendo vários assassinatos. A gente perdeu muitos guardiões, com muito derramamento de sangue. Por isso estamos aqui pedindo proteção e segurança”, relatou.

Ao longo da semana, as lideranças indígenas devem cumprir agenda no Congresso Nacional para apresentar reivindicações e dialogar com parlamentares. A programação do acampamento segue até sexta-feira.

Iracadju Ka’apor, representante do povo Ka’apor, da Terra Indígena Alto Turiaçu — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

Iracadju Ka’apor, representante do povo Ka’apor, da Terra Indígena Alto Turiaçu — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

Representante do povo Ka’apor, da Terra Indígena Alto Turiaçu, Iracadju Ka’apor ressaltou a importância da preservação territorial e cultural.

“Dentro do nosso território, a gente não é diferente de outras regiões. É a maior terra indígena do Maranhão, onde cerca de 85% da floresta ainda é preservada e a gente mantém 100% da língua. Isso é resistência. A gente pede mais apoio governamental.”

 

Além das pautas políticas, o acampamento também é um espaço de valorização cultural. Pinturas corporais, cocares, bolsas e pulseiras fazem parte das exposições montadas no local.

Dorilene Rodrigues Guajajara, da Associação das Mulheres Indígenas da Aldeia Juçaral, levou à Brasília o artesanato com miçangas do Maranhão — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

Dorilene Rodrigues Guajajara, da Associação das Mulheres Indígenas da Aldeia Juçaral, levou à Brasília o artesanato com miçangas do Maranhão — Foto: Rafael Cardoso/g1 Maranhão

A artesã Dorilene Rodrigues Guajajara, da Associação das Mulheres Indígenas da Aldeia Juçaral, falou sobre a diversidade da produção indígena.

“É importante porque são muitos povos e cada um tem sua característica de trabalho. Nós, do Maranhão, também temos nosso trabalho específico, e é muito importante estar mostrando”, destacou. Fonte: G1-MA

Queda de ponte de madeira após fortes chuvas causa transtornos a moradores em São José de Ribamar

Uma ponte de madeira caiu na quarta-feira (1º), após as chuvas que atingiram o bairro Trizidela da Maioba, em São José de Ribamar, a cerca de 32 km de São Luís. A estrutura ficava na Rua Santa Luzia e dava acesso ao outro lado do bairro, onde ficam um posto de saúde e várias escolas. Ninguém ficou ferido.

A falta de infraestrutura da ponte, que desabou, já vinha sendo denunciada pelos moradores há anos. Segundo a moradora e cabeleireira Weynna Lima, a estrutura estava completamente deteriorada, com partes comprometidas por cupins, e a comunidade não recebe amparo do poder público.

“Está toda destruída, sendo comida por cupins. A gente precisa de amparo e não tem. A ponte não existe mais, e agora os moradores perderam o direito de ir e vir”, diz Weynna.

 

Moradores denunciam que um empresário teria aterrado parte da vala por onde a água escoava. Com isso, a cada chuva, a enxurrada passa a arrastar trechos da rua. Imagens registradas por moradores mostram o risco no local após os temporais. Além disso, a força da água ameaça a estrutura de várias casas na região.

A casa da moradora Elinete Martins foi interditada pela Defesa Civil devido ao risco de desabamento. Ela relata que está sendo difícil deixar o imóvel por causa dos animais de estimação, que não podem ser levados para outro local.

“Está sendo difícil deixar a minha casa. Todo dia eu venho aqui porque tenho meus cachorros e não posso levá-los para outro lugar. Estou vindo todos os dias e atravessando por outra rua, porque a rua que a gente usava era a da ponte, e a ponte caiu”, conta Elinete.

 

Dezenas de moradores estão com medo por causa da erosão das margens, que avança rapidamente. Diante disso, a comunidade improvisa contenções na tentativa de amenizar os riscos.

A moradora Maria José Souza destacou a necessidade de providências urgentes.

“É preciso tomar uma providência, chamar o meio ambiente, qualquer órgão que possa resolver isso aqui. Não sou só eu, é muita gente sendo prejudicada”, afirma.

 

O que diz as autoridades?

 

A Prefeitura de São José de Ribamar informou que tem conhecimento da queda da ponte e que já iniciou o processo para a construção de uma nova estrutura no local. Também declarou que equipes estão sendo mobilizadas para avaliar a área e adotar soluções provisórias que garantam o acesso dos moradores aos serviços básicos.

A prefeitura acrescentou que não foi notificada sobre qualquer denúncia relacionada ao aterramento de uma vala feito por um empresário, mas que irá averiguar a situação.

 Fonte; G1-MA

Homem é preso suspeito de atropelar e matar o cachorro da ex-namorada em Imperatriz

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, no sábado (4), no Tocantins, um homem suspeito de atropelar e matar o cachorro de estimação da ex-namorada. O caso aconteceu no dia 22 de fevereiro, em Imperatriz, a 629 km de São Luís.

De acordo com as investigações da Delegacia Especial da Mulher (DEM), o suspeito tinha como alvo inicial da agressão a própria ex-namorada, devido o fim do relacionamento com o casal.

No entanto, o animal de estimação da ex-namorada virou alvo do suspeito, sendo atropelado e morto por ele. O crime foi registrado por câmeras de segurança.

Segundo a Polícia Civil, a Justiça do Maranhão expediu um mandado de prisão preventiva pelos crimes de ameaça e maus-tratos a animais, ambos inseridos em um contexto de violência doméstica.

Após semanas de investigação, o suspeito foi localizado em Axixá do Tocantins (TO). Ele foi preso com o apoio da Polícia Militar do Tocantins e, em seguida, encaminhado a uma unidade prisional, onde deve permanecer à disposição da Justiça. Fonte: G1-MA

Adolescente morre afogado após salvar duas crianças em açude na zona rural de Balsas, no sul do MA

Um adolescente morreu na tarde do último sábado (4), em um açude no povoado Laranja, na zona rural de Balsas, no sul do Maranhão. Ele havia acabado de salvar duas crianças de um afogamento quando se afogou.

Segundo Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), a vítima é Jeferson Araújo de Oliveira, de 14 anos, que estava em atividade recreativa com familiares em um açude situado em uma fazenda da região.

Testemunhas relataram que o adolescente não sabia nadar, mas entrou na água ao perceber que duas crianças estavam se afogando. Para tentar se manter na superfície, ele amarrou garrafas plásticas ao redor do corpo e improvisou um resgate.

Jeferson conseguiu alcançar e retirar as duas crianças da água. Mas, ao tentar voltar para a margem, as garrafas se soltaram e ele acabou se afogando.

Ainda de acordo com a PC-MA, o corpo do adolescente foi resgatado por familiares e vizinhos, que, em seguida, acionaram as forças de segurança para as providências cabíveis. Fonte: G1-MA

Missão espacial da Nasa divulga foto inédita da Lua

A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, divulgou neste domingo (5) uma foto inédita da Lua. O registro foi feito pelos astronautas que embarcaram na missão Artemis 2, que marca o retorno de viagens tripuladas ao entorno da Lua após 50 anos.

A foto é inédita porque conseguiu capturar a curvatura da Lua a olho nu. Antes, os demais registros foram feitos por equipamentos robóticos.

“História sendo feita. Nesta nova imagem da tripulação da missão Artemis 2, você pode ver a bacia oriental na borda direta do disco lunar. Essa missão marca a primeira vez em que toda a bacia é vista a olho nu”, informou a Nasa.

The Artemis II crew – NASA Astronaut Reid Wiseman Wiseman (far left), CSA (Canadian Space Agency) Astronaut Jeremy Hansen (center left) and NASA astronauts Christina Koch (center right) and Victor Glover (right) participated in a live media event in the Orion spacecraft during Flight Day 4. and seen live on the agency’s 24/7 coverage. Foto: NASA/Divulgação
Astronautas Reid Wiseman, Jeremy Hansen, Christina Koch e Victor Glover compõem a tripulação da missão Artemis 2 – Foto: Nasa/Divulgação

Na quarta-feira (1°), a agência espacial lançou a missão espacial de dez dias pelo entorno da Lua.

A tripulação é composta por quatro astronautas. Pela primeira vez, uma equipe da Nasa é formada por uma mulher, Christina Koch, e um astronauta negro, Victor Glover. Os astronautas Reid Wiseman e Jeremy Hansen também estão na viagem. Fonte: Agência Brasil

Trump alega ter resgatado piloto; Irã nega e mostra aeronaves abatidas

O conflito entre Irã e Estados Unidos foi para além dos mísseis e bombas de parte a parte. O Irã intensifica as respostas em uma guerra midiática proposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desde o começo. O capítulo mais recente, e talvez o de maior tensão até o momento, diz respeito à operação de resgate de um piloto estadunidense em território iraniano, após a queda do caça que ele pilotava, abatido por disparos inimigos.

Donald Trump disse, neste domingo (5), em sua rede social própria, a Truth Social, que as Forças Armadas de seu país resgataram o piloto com vida, embora “gravemente ferido”. “Resgatamos o piloto em plena luz do dia, algo incomum, passando sete horas no Irã. Uma incrível demonstração de bravura e talento de todos!”. Ainda não há, no entanto, fotos ou vídeos desse resgate ou do oficial resgatado.

Como uma resposta às declarações de Trump, a agência de notícias estatal iraniana Tasnin publicou várias fotos de destroços de aeronaves, supostamente norte-americanas. Seriam aeronaves abatidas pelo exército iraniano durante as tentativas estadunidenses de resgate do piloto desaparecido.

“O porta-voz do quartel-general das Forças Armadas do Irã anunciou neste domingo, 5, que forças militares iranianas destruíram várias aeronaves dos Estados Unidos no sul de Isfahan, frustrando uma tentativa de missão de resgate de um piloto de caça americano abatido”, disse a agência iraniana.

Iran, 05/04/2026 - wreckage of a US military aircraft destroyed in southern regions of Isfahan in central Iran.
The spokesperson for the Khatam al-Anbia Central Headquarters of Iran announced on Sunday, April 5, that that Iranian military forces have destroyed several US aircraft in southern Isfahan, thwarting an attempted mission to rescue a downed American fighter pilot.. Foto: Tasnin News/Divulgação
Agência iraniana de notícias mostra aeronaves abatidas e nega que piloto estadunidense tenha sido resgatado. Foto: Tasnin News/Divulgação

As fotos mostram destroços do que parecem ser dois helicópteros. Segundo a Tasnin, foram abatidos dois helicópteros Black Hawk e um avião de transporte C-130. “O porta-voz disse que a operação resultou na destruição de várias aeronaves hostis e descreveu o resultado [da operação] como outra derrota humilhante para os Estados Unidos, traçando paralelos com a fracassada operação Eagle Claw, de abril de 1980”, acrescentou a agência.

Fracasso em 1980

A operação Eagle Claw [garra de águia, em tradução livre] foi uma operação conduzida pelo Exército Estadunidense em 1980 para resgatar 52 reféns na embaixada dos Estados Unidos em Teerã, capital do Irã. Várias aeronaves, entre helicópteros e aviões, foram usados na operação. No entanto, os militares enfrentaram falhas mecânicas e problemas meteorológicos, em uma sequência de revezes que tiraram várias aeronaves de combate. Oito militares morreram na operação, antes mesmo de se aproximarem de Teerã. O resultado cada vez mais desastroso fez o presidente dos EUA na época, Jimmy Carter, concordar em abortar a missão. O fracasso da operação é sempre lembrado e comemorado entre os iranianos. Fonte: Agência Brasil

Sensor do ar de baixo custo será lançado no Acampamento Terra Livre

Um sensor de baixo custo para medir a poluição do ar, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) com a Universidade Federal do Pará (UFPA), será lançado nesta segunda-feira (6) no Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília.

O novo equipamento, segundo o pesquisador do Ipam Filipe Viegas Arruda, contribuirá para expandir a medição da qualidade do ar e permitir que o monitoramento, previsto pela Política Nacional de Qualidade do Ar (Lei 14.850/2024), seja mais completo.

“A gente quer que esse monitoramento seja feito além das cidades e alcance todas as categorias fundiárias como as comunidades tradicionais, unidades de conservação e propriedades rurais”, defende.

De acordo com o Relatório Anual de Acompanhamento da Qualidade do Ar 2025, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, há em todo o país 570 estações de monitoramento da qualidade do ar, das quais apenas 12 estão em Terras Indígenas.

RedeAr

O primeiro lote com 60 sensores de tecnologia nacional será distribuído a partir da rede Conexão Povos da Floresta, que reúne além do Ipam, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e o Conselho Nacional de Saúde (CNS).

A ideia é criar a RedeAr, a partir de setembro, para monitorar poluição, umidade e temperatura em comunidades tradicionais e áreas públicas da Amazônia Legal e integrar os dados gerados com índices de atendimento de doenças respiratórias, da Secretaria Nacional de Saúde Indígena (Sesai) e do Telesaúde.

Uma nota técnica do Ipam mostra que, em 2024, períodos de extremos climáticos, como secas severas agravadas por queimadas, resultaram em 138 dias de ar nocivo à saúde em estados da Região Amazônica.

“Muitas vezes se tem a falsa ideia de que os indígenas e as pessoas da Amazônia respiram ar puro. Não é isso que vem acontecendo”, alerta.

Tecnologia

O pesquisador explica que, atualmente, o principal equipamento utilizado no país é importado, o que torna o custo mais alto e dificulta a assistência técnica e garantia, especialmente em regiões fora dos centros urbanos.

“Além disso, o sensor não foi desenvolvido para a Região Amazônica, então, entra formigas, abelhas, insetos, aranhas, a poeira também afeta o equipamento. O que a gente fez foi desenvolver um sistema de proteção interna dos sensores”, explica.

O modelo nacional armazena os dados no próprio equipamento em caso de interrupção do sinal da internet e também viabiliza a integração dos dados gerados por outros modelos, facilitando o funcionamento do equipamento em rede.

Segundo Arruda, a partir da integração dos novos equipamentos com os já existentes e futuras expansões, é esperado que a RedeAr chegue a 200 sensores instalados até o final do ano.

“A gente espera ter um grande engajamento para também ter programas de educação ambiental e fortalecer as políticas de prevenção e combate a queimadas”, disse.

O equipamento estará exposto na tenda da Coiab na programação do Abril Indígena do Acampamento Terra Livre, que ocorre até o dia 11 de abril no Eixo Cultural Ibero-Americano, em Brasília. Fonte: Agência Brasil

Cerca de 50% dos deputados estaduais da Paraíba trocam de partido para as Eleições 2026

Pelo menos 19 dos 36 deputados estaduais da Paraíba trocaram de partido para disputar as Eleições 2026 por novas siglas. O prazo da janela partidária terminou neste sábado (4). Os dados foram levantados pelo g1 junto ao site oficial da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e aos anúncios feitos pelos próprios parlamentares.

Na ALPB, formada por 36 parlamentares, 19 anunciaram mudança na sigla para as Eleições 2026, número que equivale a cerca de 50% do total de deputados. Outros dois parlamentares anunciaram pré-candidatura para Senador e Deputado Federal, e um disputa as eleições suplementares de Cabedelo.

O partido Republicanos é o que mais teve aumento de filiações, saindo de oito para dez deputados. Já o PSB registrou maior número de deputados que saíram da sigla para outros partidos, saindo de seis para dois deputados.

Na Câmara Federal, três deputados anunciaram mudanças de sigla (confira a lista ao fim da matéria). Em todo o Brasil, 37 deputados federais anunciaram filiação a novos partidos.

A janela partidária autoriza a mudança partidária dentro das regras da lei eleitoral. Ou seja, o deputado que deixar a sigla em que está para seguir para outra legenda não perde o mandato por conta disso.

Mudanças na ALPB com a janela partidária

 

  1. Anderson Monteiro: MDB → PV
  2. Caio Roberto: PL → MDB
  3. Camila Toscano: PSDB → MDB
  4. Chió: Rede → PV
  5. Dr. Romualdo: MDB → PCdoB
  6. Eduardo Brito: Solidariedade (SD) → PSB
  7. Eduardo Carneiro: Solidariedade (SD) → PP
  8. Fábio Ramalho: PSDB → MDB
  9. Felipe Leitão: Republicanos → MDB
  10. George Moraes: União Brasil → PL
  11. Hervázio Bezerra: PSB → MDB
  12. João Gonçalves: PSB →PP
  13. Júnior Araújo: PSB → PP
  14. Luciano Cartaxo: PT → Republicanos
  15. Michel Henriques: Republicanos → PP
  16. Nilson Lacerda: União Brasil → Republicanos
  17. Tião Gomes: PSB → Republicanos
  18. Tanilson Soares: PSB → PP
  19. Tovar: PSDB → MDB

 

Na Câmara Federal

 

  1. Gervásio Maia (PSB) – PCdoB
  2. Messinho Lucena – PSD
  3. Wellington Roberto – PSD Fonte: G1-PB

Inscrições para cursos técnicos do IFPB começam nesta segunda (6)

Começam nesta segunda-feira (6) as inscrições para os cursos técnicos do Instituto Federal da Paraíba (IFPB). Ao todo, estão sendo ofertadas 740 vagas para maiores de 18 anos que já concluíram o Ensino Médio, com início curso previsto para o segundo semestre de 2026.

De acordo com o edital, os cursos possuem duração de, no máximo, dois anos (24 meses). As inscrições seguem até 11 de abril no site do IFPB.

Os cursos são gratuitos e não possuem taxa de inscrição. Os interessados precisam apresentar apenas o Histórico Escolar, comprovando a conclusão do Ensino Médio.

Há vagas para nove cidades, entre elas João PessoaCampina Grande e Patos (confira as vagas e locais aqui). Fonte: G1-PB