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Filho de vereador morre após passar mal em partida de futebol em Geminiano, no Piauí

Filho de vereador morre após passar mal enquanto jogava futebol no Piauí — Foto: Arquivo pessoal

Um jovem chamado Fernando Nawran, de 22 anos, filho do vereador Novinho (PSD), da cidade de Geminiano, a 329 km de Teresina, morreu após passar mal durante uma partida de futebol que ocorria na cidade. O caso aconteceu na sexta-feira (7).

Jaillson Campos (PSD), prefeito do município, informou que o rapaz estava jogando futebol no polo esportivo da cidade quando desmaiou e apresentou sinais de convulsão. Segundo ele, Fernando foi socorrido pelo pai e encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (Upa) de Picos.

O jovem não resistiu e morreu. Sua morte foi confirmada na unidade hospitalar.

O velório está ocorrendo na residência da família. O sepultamento ocorrerá neste sábado (8), no cemitério da família, localizado no povoado Ibiratanha, zona rural de Geminiano.

Em nota, a Prefeitura de Geminiano lamentou a morte do rapaz. Confira:

A Prefeitura de Geminiano, em nome do prefeito Jaillson Campos, manifesta o mais profundo pesar pelo falecimento de Fernando Nawran, filho do vereador Novinho. Neste momento de dor, a gestão municipal se solidariza com familiares e amigos enlutados e expressa as mais sinceras condolências pela perda. Fonte: G1-PI

Veja o que pode e não pode levar para o concurso da UFPB

Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) — Foto: Krystine Carneiro/G1

As provas objetivas do concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) serão aplicadas no próximo domingo (9) nas cidades de AreiaBananeirasJoão PessoaMamanguape e Rio Tinto. Pensando nisso, o g1 reuniu as principais informações sobre o certame, como o que o candidato pode e não pode levar.

Antes de conferir as regras para o dia das provas, já é possível ter acesso ao cartão de convocação das provas, que indica os locais e horários onde elas serão aplicadas.

Ao todo, estão abertas 116 vagas para cargos técnico-administrativos de níveis médio e superior, com salários que vão de R$ 2.667,19 a R$ 4.556,92 + R$ 1 mil de auxílio-alimentação.

O que pode ou deve ser levado para a prova

 

A organização do concurso recomenda que os candidatos cheguem ao locais de prova 60 minutos antes do fechamento dos portões.

É obrigatório que os candidatos levem documento físico de identidade com foto, caneta esferográfica de tinta azul ou preta e cartão de convocação.

Serão aceitos como documento de identidade as carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurança Pública, pelos Institutos de Identificação e pelos Corpos de Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens, conselhos etc.); passaporte brasileiro; certificado de reservista; carteiras funcionais expedidas por órgão público que, por lei federal, valem como identidade; carteiras de trabalho ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com foto.

Lanches só serão permitidos no local de prova se estiverem sempre à vista do fiscal ou dos aplicadores do exame.

O que não pode ser levado para a prova

 

Durante o período de aplicação das provas, não será permitido ao candidato o uso de óculos escuros, boné, chapéu, gorro, lenço, qualquer tipo de arma ou objetos parecidos, celular, relógio, controle de alarme de carro, pendrive, fone de ouvido, calculadora, notebook, tablet, gravador, ponto eletrônico e transmissor/receptor de mensagens.

Equipamentos como celular, rádio comunicador e aparelhos eletrônicos dos candidatos devem permanecer desligados, tendo a bateria retirada, sendo acomodados em local indicado pelos fiscais de sala de prova.

Concurso da UFPB

 

  • Vagas: 116
  • Nível: médio e superior
  • Salários: R$ 2.667,19 a R$ 4.556,92 + R$ 1 mil de auxílio-alimentação
  • Inscrições: de 18 de novembro a 17 de dezembro
  • Data das provas objetivas: 9 de fevereiro
  • Edital do concurso da Universidade Federal da Paraíba Fonte: G1-PB

Apenas dez países entregaram metas climáticas; prazo termina segunda

Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima – COP28. – Meio Ambiente; mudanças climáticas; poluição do ar; fumaça fábricas; chaminés; CO2. Foto: Ralf Vetterle/Pixabay

A nove meses da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, o prazo estabelecido no Acordo de Paris para entrega da terceira geração de Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) terminará na segunda-feira (10). Dos 197 países que fazem parte do tratado, apenas dez atualizaram suas ambições para redução de gases do efeito estufa.

Este ano, o Acordo de Paris, o maior tratado global firmado por líderes para evitar a piora dos impactos climáticos e limitar o aquecimento global em 1,5 grau Celsius (ºC), completa dez anos, mas as nações têm falhado nessa ambição. Até 2035, para estabilizar os termômetros nesse nível, acima da temperatura pré-industrial, será necessário reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 57%, aponta o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Em janeiro, ao apresentar as prioridades das Nações Unidas para o ano de 2025, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que os países devem centrar esforços para criar planos capazes de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 60% até 2035, com claras metas de diminuição da produção e consumo de combustíveis fósseis. Ele destacou ainda o trabalho para impulsionar as ações, “em estreita colaboração com o anfitrião da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, COP30, o presidente Lula do Brasil.”

Compromissos

O Brasil responde atualmente por 2,45% das emissões globais, de acordo com o relatório de 2024 do Banco de Dados de Emissões para Pesquisa Atmosférica Global (Edgar, na sigla em inglês) e foi o segundo país a atualizar a NDC, depois apenas dos Emirados Árabes Unidos.

Na nova ambição, estabeleceu uma faixa de redução das emissões entre 59% a 67%, para 2035, na comparação com 2005. O corte levará o país a uma emissão líquida anual de 850 milhões de toneladas a 1,05 bilhão de toneladas de gás carbônico equivalente (CO2e), unidade utilizada para medir as emissões de gases do efeito estufa em relação ao seu potencial de aquecimento do planeta.

No caso dos Emirados Árabes Unidos, que representam atualmente 0,51% (Edgar) das emissões globais, a redução foi menos ambiciosa, com uma meta de corte em 47% para 2035, em comparação com 2019, o que levaria o país a um volume anual de o 103,5 milhões de toneladas de CO2e.

O terceiro país a entregar a NDC foi os Estados Unidos, ainda em 2024, antes mesmo de anunciar a saída do Acordo de Paris. A contribuição apresentada foi coerente com o segundo maior emissor de gases do efeito estufa do planeta, que hoje representa 11,25% (Edgar) das emissões globais. A ambição é pela redução na faixa de 61% a 66% para 2035, em comparação com as medições de 2005.

O Uruguai, que representa apenas 0,08% das emissões globais, encerrou as entregas de NDCs no ano de 2024, com o compromisso de limitar as emissões de gases do efeito estufa a partir de medição dos níveis absolutos de dióxido carbônico (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), que representam 99,3% das emissões no país. Para 2035, o país estabeleceu os limites de emissões de CO2 em até 9,6 milhões de toneladas, de CH4 em 818 mil toneladas e de N2O em até 32 mil toneladas; além de limitar em 30% o consumo de hidrofluorcarbonetos – gases sintéticos presentes em aerossóis e usados em sistemas de refrigeração, na comparação com níveis de 2022.

O país também apontou o avanço adicional que é possível ser alcançado com a disponibilidade de condições que vão além do que o Uruguai dispõe, como financiamento internacional. Nesse caso, as metas condicionadas acresceriam aos limites reduções de CO2 em mais 960 mil toneladas, de CH4 em mais 61 mil toneladas e de N2O em mais 2 mil toneladas; a limitação do consumo de hidrofluorcarbonetos chegaria a 35%.

2025

Nos dois primeiros meses deste ano, mais seis países apresentaram suas metas: Suíça, Reino Unido, Nova Zelândia, Andorra, Equador e Santa Lúcia , que respondem juntos por apenas 1,1% das emissões globais. Enquanto a Suíça, com 0,08% das emissões globais, apontou para uma redução de 65%, o Reino Unido – que responde por 0,72% – foi além e assumiu o compromisso de mitigar 81% das emissões, até 2035. Ambos usam como parâmetro comparativo as emissões em 1990.

A Nova Zelândia, responsável por 0,16% dos gases na atmosfera, apontou para uma faixa entre 51% e 55% de redução das emissões, para 2035, na comparação com 2005. Diferente dos demais países que já chegaram à terceira geração de NDC, essa foi a segunda atualização de ambição tanto para o país da Oceania, quanto para a Suíça, que haviam apresentado suas primeiras versões respectivamente em 2021 e 2017.

Andorra entregou a terceira geração da NDC também dentro do prazo e, apesar de ser um local com baixíssimas emissões que nem chegam a representar um percentual (370 mil toneladas de CO2e em 2005), pretende reduzir suas emissões a 137 mil toneladas de CO2e, em 2035, o que representa um compromisso de mitigar 63%.

Assim como em Andorra, os gases de efeito estufa gerados em Santa Lúcia não chegam a representar um percentual nas emissões globais, mas o país insular também atualizou a NDC em sua terceira versão ampliando a ambição de 14,7% para 22% para os setores energético e de transporte, até 2035, tendo como base as medições de 2010.O país também estabeleceu uma meta condicionada que poderia elevar esse percentual a 32%, caso haja disponibilidade de recursos para geração de energia geotérmica.

O país qualificou ainda sua NDC com a ampliação de sua capacidade de captação dos gases do efeito estufa, que deverá atingir 251 mil toneladas de CO2e por ano, até 2035, permitindo a retirada de mais 10% dos gases já emitidos para a atmosfera.

O Equador usou o ano de 2010 como referência para apontar uma redução de 7% para as emissões em 2035, o que equivale a 8,8 milhões de toneladas de CO2e. O país, que atualmente representa 0,14% das emissões globais, adicionou ainda uma meta condicionada de alcançar até 8%, o que equivaleria a 10,6 milhões de toneladas de CO2e.

Os dez países, que juntos representam 15,3% das emissões globais, reafirmaram o compromisso net zero para 2050, o que significaria alcançar a neutralidade entre as emissões e a remoção de gases da atmosfera, por meio de medidas de compensação como restauração de vegetação nativa e o próprio mercado de carbono. Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil

Governo promete processo mais humanizado para deportados

Brasília (DF) 08/02/2025 - Segundo grupo de brasileiros deportados dos EUA desde o início da gestão Trump desembarcou no Ceará na sexta-feira (7/2) e foi levado em avião da FAB até Belo Horizonte
Foto: FAB/Divulgação

O segundo voo com brasileiros deportados pelos Estados Unidos chegou na noite de ontem (8) ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. Antes de chegar ao Brasil, o voo fez escala técnica em Porto Rico. A primeira parada em território nacional foi em Fortaleza, no período da tarde, onde alguns dos passageiros optaram por desembarcar. Dos 111 repatriados, 88 seguiram em avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para Minas Gerais.

Funcionários do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), sob liderança da ministra Macaé Evaristo, receberam os deportados.

“É muito importante, quem puder, conversar com a nossa equipe para trazer algumas informações que nos ajudem nessa negociação para melhorar a condição de voo dessas pessoas que estão voltando para o Brasil”, disse a ministra durante recepção em Confins. “Aos poucos, a gente vai conseguir fazer com que esse processo seja menos doloroso e mais humanizado. Essa é a nossa tarefa, estamos aqui para isso, então contem com a gente.”

Segundo Ana Maria Gomes Raietparvar, da Coordenação-Geral de Promoção dos Direitos das Pessoas Migrantes, Refugiadas e Apátridas, a recepção dos repatriados deixou os brasileiros aliviados já na primeira parada em Fortaleza.

“O atendimento foi muito bom, considerando que foi a primeira vez em que o Ceará recebeu repatriados. Tivemos um apoio enorme, fizemos um acolhimento humanitário, e as pessoas, quando viam a gente, ficavam aliviadas. Alguns chegaram envergonhados, mas, quando viram como seria a recepção, relaxaram bastante”, afirmou.

Um grupo de trabalho (GT) formado por representantes do governo brasileiro e do governo dos Estados Unidos (EUA) monitorou o voo. Cinco horas antes da chegada ao Brasil, o governo dos EUA disponibilizou a lista com o quantitativo e o perfil dos repatriados. Não houve registros de passageiros sob alerta da Interpol.

De acordo com a Polícia Federal, a maioria dos repatriados é jovem: oito pessoas têm até 10 anos de idade; 11 têm entre 11 e 20 anos; 38 têm entre 21 e 30 anos; e 33 estão na faixa etária dos 31 a 40 anos. Apenas 17 têm entre 41 a 50 anos e quatro têm 51 anos ou mais, sendo o mais velho do grupo com 53 anos de idade.

O grupo tem 85 homens, dos quais 71 estavam desacompanhados. Apenas 26 são mulheres, das quais 12 estavam desacompanhadas. Cerca de 25% (28 pessoas) do grupo veio em núcleo familiar.

A sala de autoridades do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, foi transformada em Posto de Acolhimento aos Repatriados. A estrutura também inclui acesso à água, alimentação, pontos de energia, internet e banheiro.

No local, foram disponibilizados canais para que os repatriados possam entrar em contato com familiares e obter orientações sobre serviços públicos de saúde, assistência social e trabalho, regularização vacinal e matrícula na rede de ensino. Fonte: Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

Brasil recebeu 194.331 migrantes em 2024

Imigrantes venezuelanos cruzam a fronteira com o Brasil.

O Brasil registrou a chegada de 194.331 migrantes em 2024. Os venezuelanos lideram a lista de abrigados, com 94.726 pessoas recebidas pela Operação Acolhida. Os dados são da 8ª edição do Boletim da Migração, divulgado pela Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Segundo a pasta, a reunião familiar foi o principal motivo para as solicitações de abrigo no país, com 16.567 justificativas. Na sequência, vêm trabalho e investimentos, com 14.507 justificativas, e estudo, com 8.725.

Os pedidos para cumprir missão religiosa foram 2,3 mil; para fixar residência em fronteiras somaram 1.966 e receber acolhida humanitária 4.317.

Os dados mostram ainda que, no ano passado, foram pedidas 68.159 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado, dos quais, 13.632 já foram concedidos; 24.887 foram extintos, 28.890 arquivados e 318 indeferidos.

“A Venezuela segue como principal nacionalidade entre refugiados reconhecidos (12.726), seguida por Afeganistão (283) e Colômbia (121)”, informa o boletim.

Venezuelanos

Em dezembro do ano passado entraram no país 5.837 venezuelanos. O principal ponto de entrada é Pacaraima, em Roraima. Na cidade e em Boa Vista, são ofertados atendimentos da Operação Acolhida, resposta humanitária que oferece suporte ao deslocamento voluntário, seguro e organizado de populações refugiadas e migrantes.

Segundo dados da operação, os venezuelanos que entraram no Brasil vivem, atualmente, em 1.026 municípios de todas as regiões do país. As cidades de Curitiba e Manaus são as que somam maior número de migrantes recepcionados pela operação.

No final de janeiro deste ano, as ações da operação chegaram a ser suspensas após a Organização Internacional para as Migrações (OIM), braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para atendimento de migrantes e refugiados, informar o bloqueio do repasse de verbas por 90 dias determinado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, no dia 26.

No dia seguinte, o governo federal se reuniu com representantes da organização para discutir o impacto da suspensão das atividades realizadas pela entidade no âmbito da Operação Acolhida. Na ocasião, foi definido que o governo executaria as ações da OIM.

“As autoridades brasileiras estão mobilizadas e seguem em tratativas para reduzir os impactos da ausência das equipes da OIM na operação logística e na gestão de abrigos. Entre as ações emergenciais estão a realocação de servidores das áreas de saúde, assistência social, da Polícia Federal e Defesa para manterem, em caráter emergencial, as atividades essenciais”, disse o MJSP em nota.

Segundo o ministério, o grande volume de pessoas migrando da Venezuela indica a necessidade de o “governo federal prosseguir com políticas voltadas à crise humanitária daquele país”.

Brasileiros no exterior

Em relação aos brasileiros no exterior, os dados mostram que, até 2023, 4.996.951 cidadãos brasileiros viviam fora do país.

“As principais regiões de destino são a América do Norte (2,26 milhões) e a Europa (1,67 milhão). Os Estados Unidos seguem como o país com o maior número de brasileiros residentes (2,08 milhões), seguido por Portugal (513 mil)”, informou o ministério.

Fonte: Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

 

Mulher é morta a facadas no distrito de Galante, em Campina Grande

Mulher é morta a facadas no Distrito de Galante, em Campina Grande — Foto: Ademar Trigueiro/TV Paraíba

Uma mulher, de 27 anos, foi assassinada a facadas no início da tarde desta sexta-feira (7), no distrito de Galante, em Campina Grande. O suspeito do crime, de 54 anos, teve um relacionamento com ela. O homem tentou tirar a própria vida.

Segundo a Polícia Militar, o homem não aceitava a decisão da mulher de pôr um fim no relacionamento.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, o caso aconteceu quando a vítima andava na rua e o homem lhe ofereceu uma carona. A vítima recusou, mas o homem seguiu acompanhando a vítima até uma região isolada.

Neste local, o homem passou a desferir diversos golpes de faca na região do pescoço da vítima. Em seguida, ele utilizou a mesma arma para desferir golpes contra si próprio.

De acordo com a PM, ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital de Trauma de Campina Grande para atendimento médico.

O homem, de 54 anos, suspeito de praticar o crime de feminicídio contra a ex-companheira em Galante foi preso em flagrante pela Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ele está custodiado no hospital e à disposição da Justiça. Fonte: G1-PB

Homem é encontrado morto dentro de casa com facadas no pescoço e peito em José de Freitas

Homem é assassinado a facadas dentro de casa em José de Freitas. — Foto: Pedro Lima/g1 Piauí

Weriston Fabrício Dias Silva foi assassinado a facadas na madrugada desta sexta-feira (7), dentro de casa, no Residencial Boa Esperança, em José de Freitas, município distante 52 km de Teresina.

A Polícia Militar informou que o corpo da vítima tinha seis perfurações feitas por faca, sendo cinco no pescoço e uma na região do tórax. Segundo testemunhas, o homem foi visto pela última vez na noite de quinta-feira (6) com amigos.

Uma guarnição do 16º Batalhão da Polícia Militar (16º BPM) foi acionada na manhã desta sexta (7) por moradores da região e, ao chegarem na residência de Weriston, encontraram o homem morto.

Ainda não há informações sobre a autoria ou motivação do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil do Piauí. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para remover o corpo da vítima. Fonte: G1-PI

Polícia Civil cumpre mandados de prisão contra 13 detentos acusados de matar colega de cela dentro do Complexo de Pedrinhas, em São Luís

Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís — Foto: Divulgação/Governo do Maranhão

A Polícia Civil do Maranhão cumpriu, na manhã desta sexta-feira (7), 13 mandados de prisão preventiva contra indiciados pelo crime de homicídio qualificado contra um detendo, que foi assassinado no dia 14 de dezembro de 2023, dentro de uma cela do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

Após a morte do preso, identificado como Elexassandro dos Anjos Rodrigues, de 26 anos, os 13 detentos que estavam com ele disseram durante os interrogatórios que a morte teria acontecido de forma natural, por uso de drogas. Porém, essa versão foi descartada pelas provas periciais.

Com base na investigação coordenada pela Delegacia de Homicídios da Área Sul da Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP), Elexassandro dos Anjos foi brutalmente assassinado por asfixia, em um ataque premeditado e realizado de forma cruel, pelos 13 detentos que agiram em conjunto, impedindo qualquer chance de defesa da vítima.

Os laudos periciais apontaram que Elexassandro sofreu agressões antes de ser morto, apresentando lesões na face e boca, sinais que indicavam asfixia. Além disso, um saco plástico com líquido avermelhado foi localizado dentro da cela, reforçando os indícios de que o preso foi sufocado. A motivação do crime não foi divulgada pela Polícia Civil.

O inquérito policial foi concluído em novembro de 2024, quando foi representada a prisão preventiva dos indiciados. Já em dezembro do mesmo ano, eles foram denunciados pelo Ministério Público do Maranhão. A prisão preventiva dos detentos foi decretada pela Justiça no dia 22 de janeiro de 2025.

Diante da gravidade dos fatos e do risco à ordem pública, os mandados foram cumpridos no próprio sistema prisional, onde os acusados já estavam custodiados.

Com a prisão preventiva decretada e os indiciados formalmente denunciados, o processo segue para a próxima fase, com o julgamento a cargo do Tribunal do Júri. Fonte: G1-MA

Políticas do governo vão levar dólar a ‘patamar adequado’, diz Haddad

Brasília (DF) 20/12//2024 Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante café da manhã com jornalistas  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na manhã de hoje (7) que as políticas que o governo tem tomado para levar o dólar a um “patamar adequado” terão reflexos nas próximas semanas. A afirmação foi feita pelo ministro durante uma entrevista concedida ao programa Manhã Cidade, da Rádio Cidade, de Caruaru (PE).

“A política que estamos adotando para trazer esse dólar em um patamar mais adequado também vai ter reflexo nos preços nas próximas semanas”, disse o ministro, durante a entrevista.

O ministro não detalhou quais seriam essas ações, mas destacou que a eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos fez o dólar se valorizar no mundo todo no ano passado, o que ajudou a pressionar os preços dos alimentos. No entanto, disse o ministro, neste momento, o dólar já começou a perder força.

“No final do ano passado, nós tivemos uma ocorrência que foi a eleição do Trump, nos Estados Unidos. E isso fez com que o dólar se valorizasse no mundo inteiro. Agora, se você acompanhar o que está acontecendo, o dólar está perdendo força. Já chegou a R$ 6,30 no ano passado e hoje está na casa dos R$ 5,77. Então, isso também colabora para redução do preço dos alimentos no médio prazo”, destacou.

Para o ministro, a safra recorde prevista para este ano também deverá ajudar a reduzir os preços dos alimentos. “A partir de março nós vamos começar a colher essa safra, que vai ser recorde. Nós vamos colher como nunca colhemos. E tem o ciclo do boi também, que está no final. E isso tudo vai ajudar a normalizar essa situação”, disse.

Durante a entrevista, o ministro afirmou ainda que a política de valorização do salário mínimo “é uma das formas de garantir que o trabalhador mantenha seu poder de compra” e que isso tem sido uma meta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após sete anos de congelamento do salário mínimo nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro.

“O salário mínimo ficou congelado por sete anos. Mas desde que o presidente Lula assumiu, há apenas dois anos, o valor que estava R$ 1.100 foi reajustado para R$ 1.518. Obviamente que você não consegue corrigir sete anos de má administração em dois. Mas eu penso que o presidente Lula, com o compromisso que tem com as pessoas que precisam mais do Estado, já começou uma política de valorização do salário mínimo”, destacou Haddad.

“Vamos continuar tomando as medidas de aumentar o salário mínimo, corrigir a tabela do Imposto de Renda, melhorar o poder de compra do salário, baixar o dólar e melhorar a safra para combater os preços altos”, reforçou o ministro. Fonte: Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil