Blog do Walison - Em Tempo Real

Bandeja de ovos pode ser encontrada por quase R$ 50 em João Pessoa

Bandejas de ovos em supermercado — Foto: Romildo de Jesus/Estadão Conteúdo

A bandeja de ovos mais cara vendida em João Pessoa custa R$ 47,99, segundo levantamento do Procon Paraíba. O produto, que contém 30 unidades, foi identificado em um supermercado no bairro de Manaíra.

Por outro lado, a opção mais econômica, também com 30 unidades, custa R$ 20,99 e também está disponível em um supermercado no bairro de Manaíra. A diferença de preço entre as duas opções é de R$ 27.

A pesquisa foi realizada no dia 18 de fevereiro em 15 estabelecimentos, analisando 91 produtos, incluindo ovos comuns e caipiras com diferentes quantidades. O estudo também forneceu variações de preços de produtos da mesma marca em diferentes supermercados.

Entre os ovos comuns, uma marca que vende bandejas com 10 unidades apresentou uma diferença de preço de 73,97%. Em um supermercado no Aeroclube, o item pode ser adquirido por R$ 7,99, enquanto outro estabelecimento no mesmo bairro vende a mesma bandeja por R$ 13,90, uma variação de R$ 5,91.

No caso dos ovos caipiras, uma marca que comercializa bandejas com 10 unidades apresenta uma variação de 44,65%. No bairro dos Bancários, o preço é de R$ 12,99, enquanto no Aeroclube chega a R$ 18,79, uma diferença de R$ 5,80 para o consumidor.

Já uma outra marca, que vende bandejas com 20 unidades, teve uma oscilação de preço de 13,99%. O menor valor encontrado foi de R$ 22,80, em um supermercado no Geisel, enquanto o maior chegou a R$ 25,99, em um estabelecimento de Manaíra, uma economia de R$ 3,19. Fonte: G1-PB

Acusado de assassinar ex-mulher a facadas é condenado a 25 anos de prisão pelo Tribunal do Júri em Teresina

Acusado de assassinar ex-mulher a facadas é condenado a 25 anos de prisão — Foto: Reprodução/ Tribunal de Juri

Valmir Feitosa dos Santos, de 34 anos, acusado de assassinar a ex-companheira Liana Linhares Lopes, de 28 anos, com 21 facadas no dia 27 de novembro de 2023, foi julgado nesta quinta-feira (20). O julgamento foi realizado na sede da 1ª Vara do Tribunal Popular do Júri.

  • Por volta das 18h, após decisão do conselho de sentença, Valmir foi condenado a 25 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado, e R$ 100 mil de indenização à família da vítima. A defesa informou ao juízo que irá recorrer da decisão.

 

O Juri acolheu as teses da acusação e condenou Valmir pelo crime de homicídio qualificado, com as qualificadoras de:

  • feminicídio (crime cometido em contexto de violência doméstica, motivado pela condição de mulher);
  • recurso que dificultou defesa (o réu golpeou a vítima enquanto ela estava desarmada, dentro de casa, sem esperar um ataque);
  • motivo torpe (réu não se conformava com fim do relaciomanto);
  • crime cometido por meio cruel (vítima foi esfaqueada até a morte);

 

O Júri não acolheu a tese da defesa, de que Valmir teria cometido um crime privilegiado (motivado por relevante valor moral, na tentativa de reaver o laço familiar com a vítima).

Liana Linhares foi assassinada a golpes de faca, dentro de casa, diante de uma de suas filhas, uma menina que tinha 11 anos na época. Liana deixou três filhas, de 6, 8 e 13 anos.

Sandriele Sousa Vasconcelos, cunhada de Liana e testemunha de acusação, destacou durante o julgamento que Liana decidiu terminar o relacionamento pelo ciúme excessivo e abuso de drogas por parte de Valmir.

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Piauí (MPPI), Valmir e Liana mantiveram um relacionamento por pelo menos 13 anos, que resultou em três filhos.

Relatos de testemunhas apontaram que durante o relacionamento Valmir envolveu a vítima em um ciclo de violência, de diversas formas.

Filha presenciou e tentou impedir o crime

 

Ainda segundo a denúncia, Liana foi atacada dentro de casa, no bairro Parque Vitória, Zona Sul de Teresina, com uma faca de cozinha, por volta das 22h.

No momento das facadas, a mulher gritou pelo irmão, que ao chegar no local se deparou com Liana já ensanguentada e uma das filhas do casal, de 11 anos, tentando segurar o pai. Após o crime, vizinhos conseguiram conter Valmir com uma corda até a chegada da Polícia Militar.

Ele foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT), por conta das agressões que sofreu, mas foi encaminhado para a Central de Flagrantes em seguida. Liana morreu ainda no local do crime, antes da chegada da equipe de socorristas.

Segundo familiares, havia uma medida protetiva que ordenava que o ex-companheiro ficasse longe dela. Os dois haviam se separado há cerca de 1 ano.

Ainda conforme o MP, a defesa de Valmir Feitosa dos Santos alegou em agosto de 2024 que não havia provas suficientes para o emprego das qualificadoras dos incisos I (mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe), III (com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum) e IV (à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido) do §2º do art. 121 do Código Penal Brasileiro. Fonte: G1-PI

Homem é preso no Maranhão com carregamento ilegal de canetas de Mounjaro avaliadas em R$ 400 mil

Carregamento foi apreendido em posse de um passageiro no Aeroporto de Imperatriz (MA) — Foto: Divulgação/Policia Federal

A Polícia Federal (PF) prendeu um homem com um carregamento de medicamentos importados ilegalmente no Aeroporto Prefeito Renato Moreira em Imperatriz, no sul do Maranhão. O suspeito estava em posse de 61 canetas de Mounjaro, medicamento usado para auxiliar o emagrecimento, avaliadas em cerca de R$ 400 mil.

De acordo com a Polícia Federal, o medicamento foi importado de Londres, na Inglaterra, e seria vendido para pessoas jurídicas no Maranhão. A venda do produto é restrita a pessoas físicas que apresentem a documentação exigida pela Anvisa para importação e uso próprio (RDC nº 81/2008 e a RDC nº 488/2021).

Além das canetas de Mounjaro, a PF apreendeu com o suspeito quatro aparelhos celulares sem nota fiscal. Devido as irregularidades, ele foi autuado pelos crimes de descaminho e contrabando.

O homem foi encaminhado às autoridades competentes para que fossem tomados os procedimentos cabíveis.  Fonte: G1-MA

Voo da Latam retorna ao Galeão após avião colidir com pássaro

Rio de Janeiro (RJ), 20/02/2025 - Avião da Latam Airlines que partiu do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, com destino ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, precisou retornar após colidir com um pássaro. Foto: Latam/Divulgação

A companhia aérea Latam informou que a aeronave que realizava o voo LA3367 (Rio de Janeiro/Galeão-São Paulo/Guarulhos), que decolou às 10h35 desta quinta-feira (20), retornou ao aeroporto da capital fluminense após um bird strike (colisão com pássaro). O pouso ocorreu às 11h04, e o voo que iria para São Paulo foi cancelado. A parte da frente do avião ficou destruída.

“A Latam lamenta os transtornos causados e informa que está oferecendo a assistência necessária para todos os clientes impactados, que serão reacomodados em voos da companhia previstos para hoje e amanhã (20 e 21). Por fim, a Latam reitera que adota todas as medidas de segurança técnicas e operacionais para garantir uma viagem segura para todos”, diz nota divulgada pela empresa.

Em seu Linkedin, o diretor executivo da Latam, Jerome Cadier, comentou o incidente e disse podia apostar que a primeira ação na justiça contra a companhia aérea, pedindo indenização por dano moral por cancelamento do voo chegaria “amanhã mesmo”.

“Hoje um desabafo! Agora há pouco, mais uma colisão com pássaro (bird strike, na aviação). A aeronave voltou em segurança, mas obviamente o voo foi cancelado, atrapalhando a vida de todos os passageiros, e obviamente da cia [companhia] aérea também. Posso apostar com vocês que a primeira ação na justiça contra a cia aérea, pedindo indenização por dano moral por cancelamento deste voo vai chegar amanhã mesmo…e assim segue a aviação brasileira…a pergunta é: quem paga a conta?”, escreveu o executivo.

RIOgaleão

Segundo a concessionária RIOgaleão, o incidente foi registrado a uma altitude classificada como colisão fora do sítio aeroportuário de acordo com o Plano de Gerenciamento do Risco da Fauna da concessionária, aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os dados serão encaminhados à Anac e ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

“O RIOgaleão reitera seu compromisso com a segurança operacional do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. A concessionária realiza diariamente ações de manejo de fauna para reduzir os riscos de colisões entre aeronaves e aves dentro do sítio aeroportuário, como monitoramento e dispersão de aves, incluindo atividades de falcoaria”, diz nota da concessionária. Fonte: Agência Brasil

Moraes nega pedido de Bolsonaro para entregar defesa em 83 dias

Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (20), em Brasília, pedido feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para apresentar defesa no prazo de 83 dias.

A solicitação foi feita após Moraes determinar a intimação dos advogados do ex-presidente para se manifestarem sobre a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito da trama golpista. O prazo de 83 dias seria para compensar o mesmo período em que o processo ficou na procuradoria para a elaboração da denúncia.

Sem amparo legal

Na decisão, Moraes disse que o pedido não tem amparo legal. “Os requerimentos alternativos formulados para a concessão de 83 dias de prazo ou prazo em dobro [30 dias] carecem de qualquer previsão legal, pois a legislação prevê o prazo de 15 dias, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/90 e no art. 233 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal”, justificou.

Mais cedo, a defesa de Bolsonaro alegou que a denúncia possui muitos documentos e o prazo de 15 dias – previsto em lei – não é suficiente para os advogados exercerem a defesa.  Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil

Cid diz que Bolsonaro pressionou ministro a insinuar fraude nas urnas

Presidente Jair Bolsonaro e seu então ajudante de ordens, Mauro Cid
18/06/2019
REUTERS/Adriano Machado

O tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, afirmou que o então presidente pressionou o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, para que este inserisse em um relatório que seria possível fraudar as urnas eletrônicas.

A declaração consta em um dos vídeos dos depoimentos de delação, que tiveram o sigilo liberado nesta terça-feira (20) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Em novembro de 2022, o Ministério da Defesa enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um relatório no qual técnicos das Forças Armadas concluíram que não foram encontradas fraudes no pleito presidencial daquele ano. Contudo, o documento não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas. Ao lado de representantes de outras entidades, os militares faziam parte da comissão de inspeção das urnas.

Segundo Cid, o general Paulo Sérgio Nogueira foi pressionado por Bolsonaro a insinuar que a fraude seria possível.

“Na verdade, ele [Bolsonaro] queria que escrevesse que tivesse [houve] fraude. Então, foi feita uma construção, uma discussão, e o que acabou saindo que não poderia comprovar porque não era possível auditar. Acabou sendo um meio termo do que o presidente queria e o que o general fez com o trabalho técnico”, afirmou.

O sigilo dos depoimentos foi retirado após o oferecimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e mais 33 investigados no chamado Inquérito do Golpe.

Defesa

Em nota divulgada após a denúncia, o advogado Paulo Cunha Bueno, representante de Bolsonaro, declarou que o ex-presidente “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou das instituições que o pavimentam”. Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil

Cid diz que juiz do TSE ajudou a espionar Alexandre de Moraes

Brasília (DF) 11/07/2023  Depoimento para CPMI do golpe do tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid, ex-ajudante-de-ordens do então presidente Jair Bolsonaro.Foto Lula Marques/ Agência Brasil.

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, disse, em depoimento de delação premiada, que o ministro Alexandre de Moraes foi monitorado por um juiz que atuava no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2022, época na qual o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) presidia a Justiça Eleitoral.

A confirmação está em um dos vídeos da delação, cujo sigilo foi retirado nesta quinta-feira (20) após a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 investigados no inquérito do golpe.

No início do depoimento, Moraes, que presidiu a delação, perguntou a Mauro Cid se ele tinha conhecimento das ações que foram realizadas para monitorá-lo.

Cid disse que cumpriu ordens de Bolsonaro e repassou a determinação para que fossem obtidas informações sobre Alexandre de Moraes.

“Solicitei ao coronel Câmara [um dos denunciados]. Não sei quem era o contato dele. Nunca perguntei. O que eu sei era aquele ministro, aquele elemento do TSE”, afirmou o tenente-coronel.

Após a confirmação, o próprio ministro pediu a palavra e afirmou que o juiz foi identificado. O nome ainda não foi divulgado.

“Não é um ministro, é um juiz que nós identificamos”, confirmou Moraes.

Nesta quarta-feira (19), a retirada do sigilo dos depoimentos escritos também confirmou que Moraes foi monitorado em outros momentos.

“Indagado sobre o motivo da determinação feita pelo então presidente Jair Bolsonaro para que fosse realizado o acompanhamento do ministro Alexandre de Moraes, respondeu que um dos motivos foi o fato de que o então presidente havia recebido uma informação de que o general Mourão estaria se encontrando com o ministro Alexandre de Moraes, em São Paulo.”

De acordo com a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), além do monitoramento de Moraes, Bolsonaro estava ciente e concordou com o planejamento e a execução de ações para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o plano intitulado “Punhal Verde Amarelo” foi arquitetado e levado ao conhecimento do então presidente da República. Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil

 

Greve do transporte público chega ao 4º dia em São Luís

Greve dos rodoviários chega ao quarto dia em São Luís (MA) — Foto: Divulgação

Sem acordo entre rodoviários e empresários, a greve deflagrada no sistema de transporte público de São Luís chegou ao 4º dia nesta quinta-feira (20). Até o momento, apenas os ônibus que atuam no sistema de semi urbano estão circulando devido a um acordo feito entre a categoria na quarta-feira (18).

Uma audiência de conciliação chegou a ser realizada na quarta-feira (19), na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), entretanto as partes não chegaram a um acordo. Segundo o TRT, o processo será analisado pela Justiça que deve divulgar nas próximas 24 horas uma resposta sobre os rumos da greve. Até o momento, não há expectativa para uma nova rodada de negociações entre as partes.

Durante a audiência, a Prefeitura de São Luís não apresentou propostas. A Justiça determinou que a Prefeitura deve apresentar o valor atualizado da tarifa de remuneração dos trabalhadores, conforme o contrato de concessão e sua memória de cálculo. O objetivo é fornecer elementos para a análise da tutela de urgência solicitada pelo Ministério Público do Trabalho do Maranhão (MPT-MA).

A Justiça do Trabalho manteve a determinação de que o Sindicato dos Trabalhadores deve garantir o funcionamento de 80% da frota circulante. O descumprimento dessa determinação poderá resultar em uma multa diária de R$ 100 mil. Entretanto, os ônibus não saíram das garagens.

Cadastro para pagamentos de corridas por app

 

A Prefeitura de São Luís começou a cadastrar usuários do transporte público para o uso de corridas por aplicativo pagas pelo município enquanto durar a greve dos rodoviários. O anúncio foi feito pelo prefeito Eduardo Braide (PSD) na noite dessa quarta-feira (19).

Cada pessoa cadastrada terá direito a dois vouchers por dia, no valor de R$ 30 cada. Caso a corrida ultrapasse esse valor, o passageiro terá que pagar a diferença. A medida busca amenizar os impactos da paralisação dos ônibus, que começou na última segunda-feira (17).

As corridas devem ser liberadas a partir desta quinta-feira (20) e serão financiadas com o valor do subsídio que seria repassado para as empresas de transporte da capital. Entretanto, a Prefeitura ainda não explicou como isso será feito.

Para ter acesso ao benefício, o usuário deve preencher um cadastro no site da Prefeitura de São Luís, informando:

  • Nome completo;
  • CPF;
  • Número de celular cadastrado no aplicativo de transporte;
  • Código do cartão de transporte urbano.

 

Ônibus do sistema semiurbano voltam a circular

 

Os ônibus que operam as linhas do transporte semiurbano, que atendem São José de RibamarPaço do Lumiar e Raposavoltaram a circular nas primeiras horas desta quarta-feira (19), conforme ficou definido após a terceira audiência de conciliação realizada no prédio-sede do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (Maranhão), no bairro Areinha.

Após intensas discussões sobre o transporte semiurbano, que é regulado pela MOB, as partes chegaram a um entendimento: foi decidido um reajuste salarial de 7% para os trabalhadores e um aumento de 10% no valor do ticket alimentação.

De acordo com a última atualização divulgada pela MOB, em setembro de 2024, o sistema semiurbano de transporte público da Grande São Luís conta com 444 ônibus, entre ativos e reservas, operados por 19 empresas em 82 linhas.

Quanto ao transporte urbano, que é regulado pela prefeitura de São Luís, as negociações serão retomadas em uma nova audiência de conciliação marcada para esta quarta-feira (19), às 11 horas, na sede do TRT. Fonte: G1-MA

Adolescente morre após passar mal dentro de academia em São José de Ribamar

Adolescente passou mal e morreu dentro de academia em São José de Ribamar — Foto: Divulgação/Clube do Treino

Um adolescente morreu após passar mal em uma academia nesta quarta-feira (19) no bairro Parque Vitória, em São José de Ribamar, cidade na Região Metropolitana de São Luís. A informação foi confirmada ao g1 por Célio Roberto, coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA),

De acordo com informações preliminares, o adolescente foi ao banheiro da academia, onde passou mal. Funcionários perceberam a movimentação estranha, tentaram entrar no local e a porta estava trancada. Após conseguirem arrombar a porta, encontraram o jovem já desmaiado.

Ele chegou a ser socorrido por funcionários e uma equipe do Serviço Móvel de Urgência e Emergência (SAMU) foi acionada, mas a vítima não resistiu e morreu. A causa da morte não foi divulgada. O caso será investigado pela Polícia Civil. Fonte: G1-MA