Blog do Walison - Em Tempo Real

Brics cobra US$ 1,3 trilhão em financiamento climático até a COP30

Rio de Janeiro (RJ), 07/07/2025 - O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva  e autoridades durante abertura da plenária Meio ambiente, COP 30 e saúde global, no BRICS, no Museu da Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Os países do Brics publicaram nesta segunda-feira (7) uma declaração conjunta em que cobram os países mais ricos a ampliarem a participação nas metas de financiamento climático. A iniciativa de captação de recursos, chamada Mapa do Caminho de Baku a Belém US$ 1,3 trilhão, destaca a importância de se chegar a esse valor até a COP30, em novembro.

“Expressamos séria preocupação com as lacunas de ambição e implementação nos esforços de mitigação dos países desenvolvidos no período anterior a 2020. Instamos esses países a suprir com urgência tais lacunas, a revisar e fortalecer as metas para 2030 em suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) e a alcançar emissões líquidas zero de GEE [gases do efeito estufa] significativamente antes de 2050, preferencialmente até 2030, e emissões líquidas negativas imediatamente após”, diz um dos trechos do documento.

A defesa do multilateralismo foi uma das principais bandeiras do grupo, reunido na Cúpula de Líderes, no Rio de Janeiro. Nesse sentido, o Brics reforça o papel da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e o Acordo de Paris como principal canal de cooperação internacional para enfrentar a mudança do clima.

O entendimento é de que a mobilização de recursos é responsabilidade de países desenvolvidos para com países em desenvolvimento. O grupo reconhece que há interesses comuns globais, mas capacidades e responsabilidades diferenciadas entre os países.

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O texto aponta a existência de capital global suficiente para lidar com os desafios climáticos, mas que estão alocados de maneira desigual. Além disso, enfatiza que o financiamento dos países mais ricos deve se basear na transferência direta e não em contrapartidas que piorem a situação econômica dos beneficiados.

“Enfatizamos que o financiamento para adaptação deve ser primariamente concessional, baseado em doações e acessível às comunidades locais, não devendo aumentar substancialmente o endividamento das economias em desenvolvimento”, ressalta o documento.

Os recursos públicos providos por países desenvolvidos teriam como destino as entidades operacionais do Mecanismo Financeiro da UNFCCC, incluindo o Fundo Verde para o Clima (GCF), o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), o Fundo de Adaptação, o Fundo de Resposta a Perdas e Danos (FRLD), o Fundo para Países Menos Desenvolvidos e o Fundo Especial para Mudança do Clima.

Além do envolvimento de capital público, são defendidos investimentos privados no financiamento climático, de forma a proporcionar também o uso de financiamento misto.

“Destacamos que o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), proposta para lançamento na COP30, tem potencial de ser um instrumento promissor de finanças mistas, capaz de gerar fluxos de financiamento previsíveis e de longo prazo para a conservação de florestas em pé”, diz a declaração.

Mercado de carbono

Outros destaques da declaração foram a defesa dos dispositivos sobre mercado de carbono, vistos como forma de catalisar o engajamento do setor privado. O Brics se compromete a trocar experiências e atuar em cooperação para promover iniciativas na área.

Em outro trecho do documento, é mencionado o apoio ao planejamento nacional que fundamenta as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), vistas como “principal veículo para comunicar os esforços de nossos países no enfrentamento à mudança do clima”.

Há ainda espaço para condenação e rejeição às medidas protecionistas unilaterais, tidas como punitivas e discriminatórias, que usam como pretexto as preocupações ambientais. São citados como exemplo, mecanismos unilaterais e discriminatórios de ajuste de carbono nas fronteiras (CBAMs), requisitos de diligência prévia com efeitos negativos sobre os esforços globais para deter e reverter o desmatamento, impostos e outras medidas. Fonte: Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

Combustível: governo prevê queda de preço se petróleo mantiver cotação

Brasília - Combustíveis têm primeira variação de preço em 2018 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que “há uma real possibilidade” de queda no preço da gasolina e do diesel nas próximas semanas, caso o valor do petróleo no mercado internacional se mantenha. Ele participou, nesta segunda-feira (7), da reunião de cúpula do Brics, no Rio de Janeiro.

“Nós estávamos muito apreensivos, naturalmente, com essa guerra entre Israel e Irã. A tensão diminuiu. Esperamos que termine”, disse o ministro, em entrevista.

Afirmou, ainda, que o governo tem se mobilizado para evitar cobranças abusivas nos preços dos combustíveis.

“O presidente Lula vem cobrando isso de forma reiterada para que, na bomba de combustível, cheguem as reduções feitas pela Petrobras. E nós estamos trabalhando de forma fiscalizatória. Esse é o papel do governo para que a gente tenha realmente o resultado desse esforço que é feito nas políticas públicas para poder construir justiça tarifária no país”, acrescentou.

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Cúpula do Brics

Silveira afirmou que o Brics discutiu, nesta cúpula, a questão da sustentabilidade, de forma “muito vigorosa”. “[O Brics] é um fórum internacional fundamental, inclusive para poder articular financiamento para a transição energética através do Banco do Brics”, disse.

O ministro citou ainda que a extração de minerais críticos, dos quais o Brasil e outros países do Brics têm reservas importantes, é fundamental para a transição energética.

Mas, segundo ele, é preciso buscar um equilíbrio entre as atividades econômicas e a legislação. Fonte: Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Lula diz que ameaça de taxação de Trump não preocupa nações do Brics

Rio de Janeiro (RJ), 07/07/2025 - Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante pronunciamento ao final do Brics.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de taxar em 10% países que se alinhem ao Brics, não causou preocupação durante a reunião de cúpula do bloco, segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro de líderes dos 11 países-membros e dez nações parceiras, no Rio de Janeiro, terminou nesta segunda-feira (7).

“Na reunião do Brics ninguém tocou nesse assunto, ou seja, como se não tivesse ninguém falado. Não demos nenhuma importância a isso”, disse Lula, em entrevista ao fim do encontro de líderes.

O presidente avaliou que a declaração de Trump – feita em seu perfil em uma rede social – foi irresponsável.

“Sinceramente, eu nem acho que eu deveria comentar, porque eu não acho uma coisa muito responsável e séria o presidente da república de um país do tamanho dos Estados Unidos ficar ameaçando o mundo através da internet”, acrescentou.

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Defesa da soberania

Lula disse, ainda, que os países são soberanos e que, se os Estados Unidos impuserem tarifas, os outros têm o direito de fazer o mesmo.

“Existe a lei da reciprocidade”, destacou Lula. “Respeito é muito bom. A gente gosta de dar e gosta de receber. E é preciso que as pessoas leiam o significado da palavra soberania. Cada país é dono do seu nariz”.

O presidente Lula comentou ainda as declarações de Trump sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente dos EUA, Bolsonaro está sofrendo uma caça às bruxas e ele deve ser deixado em paz.

“Esse país [o Brasil] tem leis. Esse país tem regra. Esse país tem um dono chamado povo brasileiro. Portanto, deem palpite na sua vida e não na nossa”, finalizou. Fonte: Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Lixões de 3 capitais podem gerar desastre como o de GO, diz associação

Padre Bernardo (GO), 26/06/2025 - Lixão que desabou em Padre Bernardo. Área que lixo desabou em Padre Bernardo. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Pelo menos três lixões de capitais brasileiras – Goiânia (GO), Manaus (AM) e Teresina (PI) – podem gerar desastre ambiental, semelhante ao que ocorreu em junho na cidade de Padre Bernardo (GO), no Entorno do Distrito Federal. O alerta é do presidente da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema), Pedro Maranhão. 

Segundo ele, essas cidades precisam imediatamente transferir as atividades de receber resíduos sólidos para aterros sanitários. “Essas três cidades têm opções para isso”, garante. A Lei de Resíduos do Solo, que completa 15 anos, em 2 de agosto prevê, em geral, que as cidades eliminem lixões e passem a ter aterros que tratem dos materiais.

Desastre em GO

No dia 18, pelo menos 40 mil metros cúbicos de resíduos do aterro sanitário privado Ouro Verde desmoronaram em uma área de conservação ambiental do município, com chorume escorrendo pelo Córrego Santa Bárbara. Os reflexos para o meio ambiente ainda são mensurados. A Justiça interditou provisoriamente o local no dia 26, mas os efeitos para a comunidade ainda estão longe de acabar.

“Aquele lixão era a crônica de uma morte anunciada, uma situação que estava se perpetuando. Nós já tínhamos denunciado e encaminhado à Justiça”, afirma Pedro Maranhão. Para ele, não se tratou apenas de um grande desastre ambiental, mas também social e econômico que teria ocorrido com a conivência da prefeitura, na avaliação dele.

Na semana passada, o prefeito de Padre Bernardo, Joseleide Lázaro, disse à Agência Brasil que a gestão municipal estava de “mãos  amarradas” em função das liminares que os proprietários do aterro conseguiram na Justiça.

Riscos elevados

A 250 quilômetros de Pedro Bernardo, a capital Goiânia tem, no entender de Pedro Maranhão, um dos lixões com maior risco. 

“A prefeitura disse que não é lixão, mas sim um aterro controlado. Aterro que não trata chorume nem gaseificação nem drenagem e não tem uma preocupação com o aproveitamento do resíduo, é um lixão”, diz o presidente da Associação.

Para ele, a expressão aterro controlado é uma espécie de eufemismo para não identificar o local como “aterro controlado” sem ser um aterro sanitário.

Outra capital citada por Pedro Maranhão com situação crítica é o de Teresina (PI). Na cidade, o pesquisador cita que a prefeitura tem interesse de abrir uma licitação para criar aterros sanitários. Em Manaus, também de acordo com o presidente da Abrema, a prefeitura destina o resíduo para um lixão, havendo possibilidade de transferir as atividades para um aterro.

Pedro Maranhão explica que um aterro sanitário é uma obra de engenharia que segue padrões e tem fiscalização. Um espaço com impermeabilização, tratamento de chorume e dos gases. Capta metano para não ir pro ar e gerar efeito estufa.

“Em Porto Alegre (RS), há um exemplo positivo de aterro. Mesmo com a catástrofe das chuvas no ano passado, não houve impacto na estrutura do aterro por lá”.

Consciência

Pedro Maranhão defende que tanto o judiciário quanto a sociedade devam receber mais informações sobre instalação de lixões e os impactos que podem gerar para as comunidades. Como são espaços “escondidos” do público, existe uma sensibilização quando ocorre um impacto concreto.

“A pessoa põe o lixo na porta da sua casa e não quer saber o que acontece com ele. É necessário exigir do gestor público uma solução ambientalmente correta para o resíduo. Mas, acho que há mais informações hoje do que antes”.

Providências

A respeito das cidades citadas por Pedro Maranhão, há solicitações de entidades como o Ministério Público e governos para fechamento dos lixões.

Em Teresina, por exemplo, a população ficou comovida com o atropelamento e morte de um menino de 12 anos no lixão.

Nesse cenário, integrantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público do Estado do Piauí (MP-PI) e Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) se reuniram no dia 2 de julho, com representantes da prefeitura de Teresina para pedir a eliminação do lixão. Procurador do MPT, Carlos Henrique Leite disse que o lixão será desativado e que os resíduos devem ser enviados para aterros privados.

Já a prefeitura de Goiânia recebeu estudo da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Goiás que constatou pelo menos “12 falhas gravíssimas” envolvendo o Aterro Sanitário Municipal de Goiânia. Segundo nota publicada pelo governo nesta sexta-feira (4), o local opera sem licença ambiental válida e em desacordo com normas técnicas legais.

“Por isso, é considerado um lixão. Duas ações de fiscalização foram realizadas lá, nos dias 1º de fevereiro e 24 de abril de 2025, e ajudaram a embasar o relatório”.

Entre as inadequações, o relatório aponta projetos de impermeabilização e drenagem ineficazes, sistema de monitoramento ambiental precário ou inexistente e risco real de deslizamentos e acidentes estruturais.

Segundo a Abrema, o aterro sanitário de Goiânia foi alvo de uma decisão judicial que determina seu fechamento gradual devido ao descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público de Goiás (MPGO) e à falta de licença ambiental válida.

Por outro lado, a prefeitura de Goiânia divulgou também, nesta semana, que um estudo do instituto de planejamento local mostraria que o lixão de Goiânia pode ser viabilizado pelos próximos 30 anos.

Em Manaus, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas defende que exista um aterro sanitário de fato.  Segundo a Abrema, estima-se que a cidade produz entre duas e três mil toneladas de lixo doméstico diariamente, o que mostra o tamanho do problema de um local.

Na cidade, haverá o Centro de Tratamento e Transformação de Resíduos (CTTR), a partir da iniciativa privada, que  vai aproveitar as emissões de gases do efeito estufa geradas na decomposição. Um terço das obras foi concluída. A nova infraestrutura pode começar a receber resíduos de todos os municípios localizados em um raio de 150 quilômetros da capital.

Agência Brasil buscou informações sobre providências da prefeitura local, mas não recebeu retorno até o fechamento desta reportagem.   Fonte: Agência Brasil

Caso Maria Ísis: laudo aponta que menina de 5 anos morreu após agressão no pescoço, no MA

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a causa da morte de Maria Ísis, de 5 anosfoi uma fratura na cervical provocada por ação contundente — ou seja, uma quebra na região do pescoço causada por um objeto duro ou pancada violenta. A menina morreu no dia do próprio aniversário, em Trizidela do Vale, no interior do Maranhão.

Segundo a Polícia Civil, o corpo da menina apresentava marcas de agressão por várias partes, além das lesões na cabeça. O caso é tratado como feminicídio com indícios de violência doméstica e maus-tratos.

O principal suspeito do crime é o padrasto da criança, José Jailson de Menezes Silva, de 26 anos, que está preso preventivamente, assim como a mãe da menina, Maria das Graças da Conceição Souzainvestigada por possível omissão. A polícia também suspeita que as agressões vinham acontecendo há pelo menos sete meses, período em que o homem convivia com a mãe da vítima. Ambos negam envolvimento no crime.

No dia do crime, o padrasto levou a criança até o hospital afirmando que a mãe logo chegaria, segundo a polícia. Depois disso, fugiu sem se identificar. Maria Ísis não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

A polícia realizou perícia na residência da família em busca de evidências sobre qual objeto foi utilizado para agredir a criança. A investigação segue em andamento.

Suspeito de matar enteada de 5 anos é preso em Trizidela do Vale; mãe da criança também foi detida após admitir que presenciou as agressões. — Foto: Reprodução/TV Mirante

Mãe e padrasto negam acusações

 

José Jailson de Menezes Silva, 26 anos, e Maria das Graças da Conceição Souza, de 24 anos, passaram por audiência de custódia no dia 28 de junho e se declararam inocentes das acusações.

Durante a audiência, feita por videoconferência, José Jailson afirmou estar sendo acusado de um crime que não cometeu.

Já Maria das Graças alegou que havia saído de casa para comprar umas coisas e não viu a filha sendo agredida.

Porém, Maria confessou em depoimento à Polícia Civil, que presenciou as agressões cometidas pelo companheiro contra a filha. Além disso, a defensora pública Laynara Karoline Costa Holanda Silva, responsável pela defesa de Maria das Graças, disse na audiência de custódia que durante entrevista, a mãe da vítima afirmou ter tentado impedir que a filha fosse agredidamas acabou também sofrendo agressões do companheiro, além de ser ameaçada de morte.

No entanto, a juíza plantonista Barbara Silva de Oliveira Aneth, que presidiu a audiência, afirmou que o exame de corpo de delito não apontou qualquer lesão no corpo de Maria das Graças, refutando as alegações dela de que teria sido agredia pelo companheiro.

Quanto a José Jailson, a defensora pública Laynara Karoline declarou que ele afirmou, em entrevista pessoal, que quem matou Maria Ísis foi a própria mãe da menina.

Na audiência, José também relatou que já tinha passagem pela polícia, por agredir uma pessoa na cidade de Igarapé Grande. Segundo dados do Tribunal de Justiça do Maranhão, o caso aconteceu em 2021, quando José foi autuado por lesão corporal contra uma pessoa menor de idade e com deficiência física.

Maria das Graças da Conceição Souza foi presa na sexta-feira (27), após confessar em depoimento que presenciou as agressões cometidas pelo companheiro contra a filha. Já José Jailson de Menezes Silva foi preso no sábado (28), em Trizidela do Vale. Fonte: G1-MA

Homem é morto com mais de 30 tiros no Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa

Local onde homem foi encontrado morto, na zona rural do Conde — Foto: Flávio Fernandes/TV Cabo Branco

Um homem foi morto com mais de 35 tiros na madrugada deste domingo (6), na zona rural do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa. A vítima foi identificada como José Francisco Santana Nascimento, de 22 anos.

Segundo a Polícia Civil, testemunhas informaram que o homem estava em casa com a família quando um grupo invadiu a residência e o levou à força para uma plantação. A perícia encontrou no corpo da vítima mais de 35 tiros. Pelo menos três armas diferentes foram utilizadas no crime.

José Francisco Santana Nascimento, de 22 anos, foi encontrado morto no Conde — Foto: Flávio Fernandes/TV Cabo Branco

Ainda não há informações sobre a quem são os suspeitos ou qual teria sido a motivação do crime. A Polícia Civil investiga o caso.Fonte: G1-PB

Mulher morre e outras três pessoas ficam feridas após carro capotar em Gurjão

Mulher morre e outras três pessoas ficam feridas após acidente em Gurjão — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Uma mulher morreu e outras três pessoas ficaram feridas após um grave acidente em Gurjão, no Cariri paraibano, na manhã deste sábado. De acordo com informações da Polícia Militar de Gurjão, as vítimas estavam em um carro que capotou.

A mulher que morreu foi identificada como Gisella da Costa Fonseca, de 24 anos. O filho dela, uma criança de dois anos, também estava no carro e ficou ferido. As outras duas pessoas que ficaram feridas são o motorista e a irmã de Gisella da Costa Fonseca.

Os três feridos foram socorridos para o Hospital de Trauma de Campina Grande. De acordo com a unidade de saúde, a criança tem quadro clínico estável. Já o motorista e a outra passageira estão em estado grave.

Fonte: G1-PB

Quatro pessoas são mortas a tiros e outras duas ficam feridas durante festa na Praia do Sol, em João Pessoa

Quatro pessoas foram mortas e duas ficaram feridas durante festa em uma casa na Praia do Sol — Foto: Antonio Vieira/TV Cabo Branco

Quatro pessoas foram mortas a tiros na madrugada deste domingo (6) na Praia do Sol, em João Pessoa. De acordo com o delegado Bruno Germano, as vítimas, dois homens e duas mulheres, estavam em uma festa realizada em uma casa alugada no local.

As vítimas foram identificadas como Danyelle Cristina Andrade da Silva, de 20 anos, Maria Clara Henriques da Costa, de 21 anos, Welton Rodrigues de Sousa, de 20 anos, e Rafael Daniel dos Santos Gomes, de 20 anos.

Casa fica localizada na rua Pedro Pereira da Cunha, em João Pessoa — Foto: Antonio Vieira/TV Cabo Branco

O delegado detalhou que os suspeitos chegaram em duas motos. Os suspeitos saíram atirando em todas as pessoas que estavam na casa, mas a suspeita é de que o alvo era o anfitrião da festa. Houve correria e duas das quatro vítimas morreram em uma esquina próxima à residência.

Outras duas pessoas ficaram feridas, e uma delas, uma adolescente de 17 anos, foi socorrida para o Hospital de Trauma de João Pessoa. A unidade de saúde informou que o estado dela é grave. Ainda não há informações sobre a segunda pessoa que ficou ferida

fONTE: g1-pb

Lei autoriza mototaxista a usar veículo com até 10 anos de fabricação em Teresina

Lei autoriza mototaxista a usar veículo com até 10 anos de fabricação em Teresina — Foto: Lucas Barbosa/G1

Mototaxistas podem licenciar veículos com até 10 anos de fabricação para o transporte de passageiros, a partir deste mês de julho, em Teresina. O Decreto nº 28.089 ampliou em mais cinco anos o tempo de vida útil da motocicleta para o trabalhador. A mudança foi publicada no Diário Oficial do Município na sexta-feira (4).

Assinada pelo prefeito de Teresina, Silvio Mendes (União), a medida considera os “avanços tecnológicos que promoveram alteração na vida útil das motocicletas” e está em vigor desde 1º de julho.

“Não será concedida nova permissão, tampouco serão renovadas as permissões já existentes, para os serviços de mototáxi, aos veículos com idade superior a 10 anos, contada da data de fabricação”, define o artigo 22 do decreto.

O texto também prevê a extensão do prazo para renovação da permissão de 60 para 90 dias. Ou seja, a permissão poderá ser cancelada quando não for requerida a renovação até 90 dias depois de vencida a respectiva validade.

Mudança

 

Decreto nº 28.089 é uma alteração do Decreto nº 5.136, de 19 de abril de 2002, assinado pelo então prefeito Firmino Filho e que aprova o Regulamento dos Serviços de Mototáxi do Município de Teresina.

A norma não previa permissões para os serviços de mototáxi, aos veículos com idade superior a cinco anos, contada da data de fabricação. Autorizava, no entanto, que o permissionário negociasse a permissão, caso não tivesse condições ou interesse de adquirir um veículo mais moderno, desde que atendesse às exigências da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans).

Renovação de alvará

 

Em Teresina, atualmente são cadastrados 2.300 motocicletas com alvará de mototáxi. No dia 9 de junho, a Strans iniciou os agendamentos dos permissionários para a renovação 2025. Eles terão um prazo de 90 dias úteis para agendar.

Caso o permissionário perca o prazo, ele deve procurar imediatamente a sede da Strans – localizada na Avenida Pedro Freitas, número 1252, bairro Vermelha, para avaliar a situação. Caso contrário, pode perder a permissão de circular como mototaxista em Teresina. Fonte: G1-PI

Motociclista e garupa morrem em colisão frontal com carro na BR-135, no Sul do Piauí

BR-135, no Sul do Piauí — Foto: Divulgação/Ministério da Infraestrutura

O condutor e o garupa de uma motocicleta morreram após uma colidirem frontalmente com um carro no km 364 da BR-135, no município de Bom Jesus, Sul do Piauí, na madrugada deste domingo (6). As vítimas ainda não foram identificadas pois, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não portavam documentos pessoais.

As circunstâncias do acidente ainda estão sob análise, conforme a PRF. Uma equipe está no local.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Instituto Médico Legal (IML) também foram acionadas para prestar socorro e realizar os procedimentos necessários.

Fonte: G1-PI