Blog do Walison - Em Tempo Real

“Serei candidato com ou sem Brandão”, garante Felipe Camarão

Em um evento “Diálogos pelo Maranhão”, na cidade de Tuntum, o vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), garantiu que será candidato ao governo em 2026.

Camarão deixou claro que não pretende recuar do projeto político que vem construindo e que não vai renunciar ao cargo.

“Eles fazem tudo para eu desistir. Mentem atacam, pedem para renunciar, tentam me comprar. Eu vou dar um recado claramente para eles: eu não vou renunciar, eu não vou desistir. Eu sou vice-governador do Maranhão e sou pré-candidato ao governo no ano que vem com ou sem Brandão. A decisão é dele”.

Fonte: blog do Neto Ferreira

Polícia Federal deflagra nova operação em Caxias e Codó

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (31), a Operação Falseta, com o objetivo de combater a aquisição e introdução em circulação de moeda falsa no estado.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, localizadas nos municípios de Caxias/MA e Codó/MA. Também foram determinadas as quebras de sigilo telemático.

As investigações em curso indicam que três indivíduos estariam envolvidos na aquisição de cédulas falsificadas e de papel-moeda para a eventual confecção de documentos falsos. Os investigados poderão responder pelos crimes de moeda falsa.

Fonte: blog do Gilberto Leda

Moradores de favelas protestam no Rio após megaoperação com 121 mortos

Moradores dos complexos da Penha e do Alemão e de outras favelas do Rio de Janeiro realizam um protesto na tarde desta sexta-feira (1º), após a morte de 121 pessoas na Operação Contenção, na última terça. Mesmo debaixo de chuva, milhares de pessoas se reuniram em um campo de futebol, na Vila Cruzeiro, uma das comunidades do Complexo da Penha, de onde pretendem sair em caminhada até a Avenida Brasil, uma das principais vias expressas da cidade.

Entre os participantes, se destacam as mães de jovens mortos durante outras operações policiais. Liliane Santos Rodrigues, moradora do Complexo do Alemão, perdeu o filho Gabriel Santos Vieira, de 17 anos, há apenas seis meses. O jovem estava na garupa de uma moto por aplicativo, a caminho do trabalho, quando foi baleado com cinco tiros durante uma perseguição policial.

“Eu estou sentindo a dor dessas mães. Foi um baque muito grande ver que um rapaz foi morto no mesmo lugar em que o meu filho morreu. Tem três dias que eu não sei o que é dormir direito. Muita gente julga, mas só sabe quem passa. Hoje eu estou aqui para dar força para essas mães.”

Até hoje, Liliane diz que tem poucas informações sobre o que aconteceu com seu filho e sobre quem fez os disparos que tiraram sua vida. Além de lutar por justiça, ela teme pela vida da filha mais nova, de apenas 9 anos.

“No dia da operação, eu estava dormindo, quando a minha filha entrou desesperada no meu quarto, tremendo, e falando ‘tá dando tiro’. Quando eu vi, ela tava alisando a foto do irmão no celular e chorando. Ela me perguntou: ‘Será que vai acontecer com a gente igual o que aconteceu com o meu irmão?’ Foi um dia desesperador. Parecia que os tiros estavam dentro da nossa casa.”

 

Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Essa tragédia dupla se abateu sobre a família de Nádia Santos, moradora do Complexo do Chapadão. Primeiro, ela perdeu Cleyton, morto a tiros em uma ação policial em 2015, depois foi o filho mais novo, Cleyverson, alvejado em 2022.

“Esse governador é o ‘Exterminador do Futuro’, porque ele extermina o futuro e os sonhos dos jovens. Ele poderia entrar com educação, com saneamento básico, com emprego, mas a única oportunidade que o governo deu pra eles foi caírem no narcotráfico e pegarem um fuzil na mão. Quando o governo não dá oportunidade, o tráfico abraça.

“E não é culpa nossa. Nenhuma mãe cria seu filho pra ver ele tombado sem cabeça. Eu ainda sangro pela morte dos meus filhos, mas hoje eu tô sangrando ainda mais pelas mortes desses 121 filhos”

Quem também participa da manifestação é Adriana Santana de Araujo, mãe de Marlon Santana de Araujo, um dos 28 mortos durante uma operação no Jacarezinho, em 2021, que figurava como a mais letal do Rio antes da realizada nesta semana.

Além de perder o filho, Adriana também foi vítima de uma fake news nas redes sociais, quando a identidade de uma mulher, que aparecia em uma foto segurando um fuzil, foi falsamente atribuída a ela. O sofrimento e as consequências da mentira obrigaram a microempreendedora a se mudar do Jacarezinho, onde vivia por quase 40 anos.

“Eu vim aqui porque eu sei o que essas mães de agora estão passando. A dor não passa nunca. A gente acostuma a viver com ela. Enterram os nossos filhos mortos e enterram nós, as mães, vivas. Logo depois que o Marlon morreu, meus outros filhos me protegeram do que tava sendo falado na internet. Depois de um tempo, eu pensei em voltar a trabalhar, pra seguir com a vida. Um dia, eu fui pegar um dinheiro na casa de um cliente, mas acabei batendo na porta errada, e o cara me disse: ‘se eu tivesse uma arma aqui, eu te matava, você tinha que morrer junto com o seu filho’”, lembra.

O protesto também reuniu membros de movimentos sociais e trabalhistas, como a dirigente sindical Raimunda de Jesus. “A forma que aconteceu aqui não acontece na Zona Sul, nas áreas mais ricas, mas lá também tem bandidos”.

“Nós, que moramos na periferia, somos discriminados. Mas o Estado não pode nos ver como inimigos. O Estado tem que tratar e cuidar do seu povo, de toda a sua população”, afirmou.

 

Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Segundo o governo do estado, a Operação Contenção foi realizada para cumprir 100 mandados de prisão e 180 de busca e apreensão contra a facção criminosa Comando Vermelho. A mobilização de cerca de 2,5 mil agentes fez da operação a maior em 15 anos no estado, mas o número recorde de mortos a tornou a mais letal da história.

Entre as 121 pessoas que morreram, quatro eram policiais e 117 eram civis. Segundo o governo do estado, 99 já foram identificados e 89 tiveram os corpos liberados para retirada no Instituto Médico Legal. Entre os que já tiveram a identidade divulgada, 78 tinham histórico criminal, e 42 tinham mandado de prisão pendente.

Entidades de direitos humanos e organizações da sociedade civil denunciam a operação como “massacre” e “chacina” e criticam a alta letalidade da ação, que inicialmente teve o número 58 mortos divulgado pelo governo do estado.

Familiares e moradores do Complexo da Penha, entretanto, retiraram dezenas de corpos de uma área de mata na região na madrugada seguinte à ação e relatam que tambem havia sinais de tortura e até mutilações nos cadáveres. Fonte: Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil

CNJ vai mapear organizações criminosas que atuam no país, diz Fachin

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, disse nesta sexta-feira (31) que o conselho vai mapear as organizações criminosas que atuam no país.

Mais cedo, Fachin participou da instalação de varas de combate à violência contra a mulher em Bauru, no interior de São Paulo.

Em meio à repercussão das mais de 120 mortes ocorridas durante a Operação Contenção, deflagrada pelas polícias do Rio de Janeiro para combater criminosos ligados do Comando Vermelho (CV), Fachin disse que mapeamento vai ajudar na elaboração de estratégias para reprimir o crime organizado.

“O Poder Judiciário está atento a isso e atuando fundamentalmente em duas frentes. A primeira delas é no âmbito do Conselho Nacional de Justiça. Nós estamos desenvolvendo e, em breve teremos, o mapa das organizações criminosas do Brasil, donde provém, onde estão, quais seus principais pontos de interesse para que, a partir de dados e evidências, todo o sistema de Justiça, incluindo, de modo especial, as polícias e a Polícia Federal, possa ter melhores políticas de combate às organizações criminosas”, afirmou.

Direitos Humanos

O ministro ressaltou ainda que o Supremo defende que a proteção dos direitos humanos deve ser tratada como medida de segurança pública.

“Onde há uma organização criminosa, há uma conexão, que começa dentro dos estabelecimentos penitenciários. É esse elo que precisa ser cortado”, completou.

ADPF das Favelas

Os desdobramentos da Operação Contenção são acompanhados na Corte por meio do processo que é conhecido como ADPF das Favelas, ação na qual o STF já determinou medidas para combater a letalidade policial na capital fluminense.

Na quarta-feira (29), o ministro Alexandre de Moraes pediu que o governador do Rio, Claudio Castro, preste esclarecimentos sobre a operação.

Moraes também marcou uma audiência na próxima segunda-feira (3), no Rio de Janeiro, para tratar do tema.Fonte: Andre Richter – Repórter da Agência Brasil

Lula assina Projeto de lei Antifacção e envia ao Congresso

presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta sexta-feira (31), o projeto de lei Antifacção para ser encaminhado ao Congresso Nacional ainda hoje em regime de urgência.

A Secretaria de Comunicação do governo confirmou a informação nesta tarde à imprensa, havendo apenas “pequenos ajustes de redação” ao texto que foi elaborado pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

proposta é levada ao Legislativo depois dos resultados da Operação Contenção, que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro.

Conforme havia sido informado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, a proposta inclui agravar a pena para lideranças e integrantes de organizações criminosas.

Os condenados pelo crime de “organização criminosa qualificada”, que passaria a ser um novo tipo penal, poderão receber a pena de 30 anos de prisão.

O texto prevê ainda a criação de um banco de dados nacional para ter uma espécie de catálogo de informações dessas facções com a finalidade de reunir informações estratégicas para investigação e rastreamento desses grupos.

Outro ponto é adotar ações para diminuir os recursos financeiros das facções de maneira mais rápida.

Um exemplo seria a apreensão de bens, direitos ou valores do investigado, inclusive durante o curso do inquérito ou quando houver suspeita de que sejam produtos ou instrumento de prática de crimes.

Infiltração

Outra ação prevista pela proposta é a de infiltração de policiais e colaboradores na organização criminosa durante a investigação e até a possibilidade de criar pessoas jurídicas fictícias para facilitar a infiltração na organização criminosa

O projeto de lei ainda apresenta outra possibilidade, durante a investigação, ao autorizar o monitoramento dos encontros realizados entre presos provisórios ou condenados integrantes de organização criminosas

Penas de prisão

A proposta defende a necessidade de aumento de pena da organização criminosa simples, de 3 a 8 anos de prisão para de 5 a 10 anos. O agravamento ainda maior (de dois terços ao dobro) das penas ocorreria nos casos do tipo penal caracterizado como  “organização criminosa qualificada”.

Entre os exemplos dessa característica, estão nos casos em que ficar comprovado o aliciamento de criança ou adolescente para o crime, ou mesmo quando a ação for funcionário público. Outra “qualificação” do crime organizado pode ser entendida nos casos de exercício de domínio territorial ou prisional pela organização criminosa.

São ainda situações de agravamento de pena o uso de arma de fogo de uso restrito ou proibido e quando houver morte ou lesão corporal de agente de segurança pública. Pelo projeto, o crime tipificado como de organização criminosa qualificada passa a ser considerado hediondo, ou seja, inafiançável.

Domínio territorial

O domínio territorial pelo crime organizado ocorre, conforme exemplifica o ministro da Justiça, em comunidades dominadas por facções, o que deixa os moradores vulneráveis.

Banco de dados

Em relação ao banco de dados, a intenção é ter o máximo de detalhes, inclusive até o DNA das pessoas envolvidas com o crime organizado.

Lula defende tramitação rápida

O presidente Lula usou as redes sociais para defender a proposta.

“O projeto cria mecanismos que aumentam o poder do Estado e das forças policiais para investigar e asfixiar financeiramente as facções”, explicou o presidente.

Lula entende que a proposta do Executivo garante instrumentos que blindam os órgãos públicos da atuação de membros desse tipo de organizações criminosas.

Ele aproveitou para argumentar também a favor da PEC da Segurança Pública, enviada ao Congresso em abril, em vista da possibilidade de ações integradas entre os órgãos federais, estaduais e municipais no combate aos criminosos.

“As facções só serão derrotadas com o esforço conjunto de todas as esferas de poder. Diferenças políticas não podem ser pretexto para que deixemos de avançar”.

Ele pediu ao Congresso que a tramitação seja rápida dos projetos. “As famílias brasileiras merecem essa dedicação”, finalizou o presidente. Fonte: Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

Corpos de adolescentes desaparecidos há mais de 10 dias são encontrados em Timon (MA), diz polícia

Os corpos de Welisson Ferreira e Victor Bruno Muniz da Silva, de 15 e 16 anos foram encontrados na manhã desta sexta-feira (31), em Timon (MA), cidade vizinha a Teresina (PI)Eles estavam desaparecidos desde o dia 20 de outubro.

De acordo com o 11º Batalhão da Polícia Militar (11º BPM), os adolescentes foram localizados em uma área de mata, próximo à Avenida Parnarama, em Timon. Os corpos estavam encapuzados e com marcas de tiros.

Um jovem de 19 anos identificado apenas como Kauã, foi preso na quarta-feira (29) suspeito de participação no sequestro dos adolescentes. Um rapaz chamado Lucas foi preso no dia 21 de outubro, também suspeito de envolvimento no crime.

Também na quarta, um adolescente também prestou esclarecimentos sobre o caso nesta quarta no Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Timon. No local, ele foi alvo de um mandado de internação cumprido no interior da própria unidade policial.

Os rapazes, que são amigos de infância, teriam ido à casa de irmãs, namoradas delas, e não foram vistos desde então. Lucas é primo das jovens, segundo familiares dos adolescentes.

“Andamos em todo esse mato atrás desses meninos sábado e ontem também. Eu só quero agilidade e que encontrem meu filho, vivo ou morto”, disse o ferreiro Valdenê Pereira, pai de Victor Bruno.

Ainda segundo o pai de um dos meninos, os dois rapazes trabalhavam em uma borracharia e não tinham envolvimento com o mundo do crime.

O Instituto de Medicina Legal (IML) irá realizar exames para confirmar se os corpos encontrados são de fato dos meninos. Fonte: G1-MA

Homem foragido da Justiça do Pará e de São Paulo é preso na BR-010 no Maranhão

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na quinta-feira (30) um homem, de 55 anos, foragido da Justiça do Pará e de São Paulo por homicídio. Ele foi preso no km 244, da BR-010, em Imperatriz (MA).

O homem dirigia um veículo quando foi abordado por agentes da PRF. Após consultar o sistema, ficou constatado que ele havia dois mandados de prisão em aberto por homicídio.

Um dos mandados havia sido expedido em 30 de maio de 2018, pelo Tribunal de Justiça do Pará, por meio da Vara Criminal de Tucuruí e o outro, expedido em 19 de dezembro de 2019 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Ele foi detido pela equipe da PRF, conduzido à Delegacia de Polícia Civil onde foram tomadas as providências legais.Fonte: G1-MA

Polícia apreende quase 50 kg de drogas e prende suspeito em Imperatriz

Uma operação da Polícia Militar apreendeu quase 50 quilos de drogas em Imperatriz, a 634 km de São Luís. Um homem foi preso durante a ação.

A operação foi conduzida por equipes do Serviço de Inteligência da corporação, que vinham monitorando um grupo suspeito de tráfico de drogas na região. As drogas estavam escondidas em um carro e em uma casa no bairro da Caema.

Ao todo, foram apreendidos 37 quilos de maconha, seis de crack e cinco quilos e meio de cocaína. Segundo a Polícia Militar, os entorpecentes vieram do estado de São Paulo e seriam distribuídos em Imperatriz.

O trabalho de identificação dos suspeitos e da rota do transporte das drogas foi feito pelo Serviço de Inteligência da PM. A polícia acredita que a droga seria fracionada e revendida na cidade.

Durante a apresentação no Plantão Central, o suspeito afirmou que recebeu dinheiro apenas para transportar os pacotes até Imperatriz. Outros dois homens que estavam com ele conseguiram fugir e seguem sendo procurados.

A Polícia Militar investiga há quanto tempo o grupo atua no tráfico entre São Paulo e o Maranhão. Imperatriz está na rota usada por criminosos por causa da localização estratégica da cidade, às margens da BR-010. Fonte: G1-MA

Flávio Dino refuta falsa publicação sobre operação no Rio de Janeiro

Nesta quarta-feira (29), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), desmentiu uma publicação falsa relacionada a ele nas redes sociais. A postagem criticava a operação da polícia do Rio de Janeiro realizada no estado carioca nesta terça-feira (28).

A mensagem sugeria que Dino teria chamado a mobilização policial de “um dos maiores crimes contra a humanidade”, em suposta defesa dos criminosos mortos e feridos durante a operação.

Por meio de nota publicada em suas redes oficiais, o ministro expressou. “Jamais fiz tal postagem. Além de tudo, com erros gramaticais e mal escrita. Também é uma MENTIRA absurda a de que julguei e absolvi a mim mesmo em um processo no STF. Fake news ridícula e abjeta”, disse.

Dino compreendeu a publicação como crime e lamentou a divulgação de desinformação em meio à grave crise de segurança no Rio de Janeiro. “Deplorável que desprezem as dificuldades dos moradores, dos profissionais da segurança e de todos que sofrem no Rio de Janeiro. Estes têm a minha solidariedade e respeito”, completou.

O Imparcial