Mísseis atingiram nessa terça-feira (14) uma base que abriga militares dos Estados Unidos no Iraque, informou o Ministério da Defesa do país.
Os mísseis caíram em uma base militar situada em Taji, ao norte de Bagdá. Segundo o ministério, não há informções sobre mortos ou feridos no complexo. Jornais locais dizem que alguns dos projéteis caíram fora da base e feriram três civis.
Milícias vinculadas ao governo iraniano ameaçaram lançar ataques no Iraque em retaliação pelo assassinato este mês, por um drone americano, de Qassem Soleimani, da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. Tem havido contínuos ataques a instalações que abrigam forças dos Estados Unidos, mesmo após o revide do Irã na semana passada, ao lançar mísseis tendo por alvo duas bases com militares americanos.
*Emissora pública de televisão do Japão
Irã: mecanismo de solução de disputas dificulta manutenção de acordo
Três nações europeias – Reino Unido, França e Alemanha – decidiram acionar um mecanismo de solução de disputas com o Irã devido a violações do acordo nuclear. A medida torna mais difícil a manutenção do pacto.
Os chanceleres dos três países disseram, em declaração conjunta nessa terça-feira (14), que “não tiveram outra escolha” senão acionar o mecanismo estipulado no acordo de 2015.
Os países vão manter negociações de alto nível para resolver a disputa. Se não conseguirem, sanções contra o Irã serão retomadas após procedimentos no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Reino Unido, França e Alemanha argumentam que o objetivo da medida é manter o acordo, no qual o Irã limita suas atividades nucleares em troca da suspensão de sanções.
O porta-voz da chancelaria iraniana, Abbas Mousavi, alertou, em nota, que Teerã vai preparar “uma séria resposta a quaisquer medidas destrutivas”. Mousavi também afirmou que o Irã vai apoiar “atos de boa-fé e esforços construtivos” para salvar o acordo.
*Emissora pública de televisão do Japão
Governo contratará 7 mil militares para reforçar atendimento no INSS
O governo pretende contratar temporariamente cerca de 7 mil militares da reserva para reforçar o atendimento nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e reduzir o estoque de pedidos de benefícios em atraso. O anúncio foi feito nesta terça-feira (14) pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, que prometeu que o estoque de processos acumulados caia para próximo de zero até o fim de setembro.
A contratação dos militares será voluntária, sem haver convocação. Eles serão treinados em fevereiro e em março, devendo começar a trabalhar nos postos em abril, recebendo adicional de 30% na reserva remunerada.
Segundo Marinho, a medida custará R$ 14,5 milhões por mês ao governo, mas ele disse que o custo deve ser compensado pela diminuição da correção monetária paga nos benefícios concedidos além do prazo máximo de 45 dias depois do pedido.
Paralelamente, entre 2,1 mil e 2,5 mil funcionários do INSS que hoje trabalham no atendimento presencial serão remanejados para reforçar a análise dos processos.
Outras medidas
De acordo com Marinho, até o fim da semana, o Diário Oficial da União publicará um decreto do presidente Jair Bolsonaro com as medidas. Ele anunciou ainda que, para diminuir o atraso, o governo dará prioridade às perícias médicas dos cerca de 1,5 mil funcionários do INSS afastados por problemas de saúde. Segundo o secretário, a expectativa é que cerca de dois terços dos servidores (cerca de 1 mil funcionários) voltem ao trabalho nos próximos meses.
Além disso, uma portaria do presidente do INSS restringirá a cessão de funcionários para outros órgãos. De agora em diante, a autarquia só cederá funcionários para cargos comissionados de nível 4 (DAS-4) e para cargos vinculados diretamente à Presidência da República. Atualmente, o INSS tem cerca de 200 funcionários cedidos.
O INSS também pretende ampliar os convênios com o setor privado para que o setor de recursos humanos de empresas formalizem os pedidos de aposentadoria. Atualmente, fundos de pensão de grandes empresas encaminham conjuntamente ao INSS os documentos exigidos dos empregadores, acelerando os processos. O governo quer estender o modelo a mais empregadores.
Simplificação
O decreto a ser editado também simplificará a tramitação dos pedidos de benefícios. O INSS passará a aceitar certidões antigas. O órgão vai verificar as súmulas administrativas em que o INSS foi vencido no Judiciário para deixar de recorrer dos pedidos dos benefícios em situações já pacificadas pela Justiça. O INSS também deixará de exigir a demonstração do vínculo quando o empregado e o empregador contribuam atualmente para a Previdência Social. Segundo Marinho, a medida acelerará principalmente a aposentadoria de empregados domésticos.
Segundo Marinho, desde meados do ano passado, o governo está reduzindo o estoque de processos empoçados no INSS. O número de pedidos de benefício com mais de 45 dias de atraso caiu de 2,3 milhões em julho do ano passado para 1,3 milhão atualmente. Nos últimos cinco meses, o governo tem conseguido diminuir o empoçamento em 67 mil e 68 mil processos por mês.
Caso esse ritmo continuasse, o estoque de processos em atraso só seria zerado em 16 ou 17 meses, nas estimativas de Marinho. Com as medidas anunciadas, o secretário disse que a redução nos processos em atraso deverá saltar para 160 mil por mês, permitindo a redução a quase zero dos pedidos com mais de 45 dias de atraso até o fim de setembro. Apenas os processos em que o INSS discorda da concessão do benefício, com falta de documento ou que dependem da Justiça. continuariam em atraso.
O secretário disse que o principal fator que provocou o aumento da fila de atendimento do INSS até a metade do ano passado foi a automatização dos pedidos de benefício. Em maio de 2018, com a inauguração da página Meu INSS, os pedidos dispararam. O número de requerimentos de aposentadorias, pensões, auxílios da Previdência Social e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) saltou de cerca de 715 mil por mês no início de 2018 para 988 mil mensais atualmente. O estoque começou a cair em agosto do ano passado.Fonte Agência Brasil.
Fábrica de fertilizantes da Petrobras no Paraná encerra atividades
A Petrobras aprovou o encerramento das atividades da fábrica de fertilizantes localizada em Araucária, no Paraná. A companhia diz que tentou vender a subsidiária Araucária Nitrogenados (Ansa), mas não conseguiu se desfazer do ativo, que dava prejuízos desde que foi adquirida, em 2013. Em nota, a Petrobras diz que os resultados da Ansa demonstram a falta de sustentabilidade do negócio: somente de janeiro a setembro do ano passado, o prejuízo foi de quase R$ 250 milhões. Para o fim deste ano, as previsões eram de resultado negativo superior a R$ 400 milhões.
De acordo com a nota, no contexto atual de mercado, a matéria-prima usada na fábrica – resíduo asfáltico – está mais cara do que seus produtos finais (amônia e ureia), e as projeções para o negócio continuam negativas. A Ansa é a única fábrica de fertilizantes do país que opera com esse tipo de matéria-prima.
A Ansa é uma subsidiária da Petrobras, com autonomia estatutária e personalidade jurídica distinta, patrimônio e gestão próprios, adquirida da Vale Fertilizantes S.A. Com a decisão de encerrar as atividades da fábrica, a Petrobras dá continuidade à estratégia de sair do segmento de fertilizantes e focar em ativos que gerem mais retorno financeiro e estejam mais ligados à sua área de atuação.
Segundo a nota, a Petrobras empenhou-se para vender a subsidiária, cujo processo de desinvestimento iniciou-se há mais de dois anos. As negociações avançaram com a companhia russa Acron Group, mas, conforme comunicado ao mercado em 26 de novembro passado, não se efetivou a venda.
A fábrica permanecerá paralisada em condições que garantam total segurança operacional e ambiental e a integridade dos equipamentos, informou a Petrobras.
Desligamento de pessoal
Como a fábrica de fertilizantes é o único ativo da Ansa, todos os 396 empregados serão desligados. Além das verbas rescisórias legais, eles receberão um pacote adicional composto de valores entre R$ 50 mil e R$ 200 mil, proporcional à remuneração e ao tempo trabalhado. Além disso, os planos médico e odontológico, o benefício farmácia e o auxílio educacional serão mantidos por até 24 meses. Eles terão também assessoria especializada de recolocação profissional.
Quando adquirida pela Petrobras, a Ansa já contava com o atual quadro de empregados. Na manhã desta terça-feira (14), o assunto foi discutido com representantes sindicais da categoria.
Petroleiros
Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o fechamento da Ansa fará a agroindústria brasileira depender mais da importação de fertilizantes. Junto com duas fábricas de fertilizantes arrendadas pela Petrobras em 2019, na Bahia e em Sergipe, a unidade de Araucária garantia o abastecimento de cerca de 30% do mercado brasileiro de ureia e amônia.
Para o diretor da FUP, Deyvid Bacelar, com o fechamento da Ansa e o arrendamento das fábricas da Bahia e de Sergipe, a agroindústria brasileira vai ficar nas mãos dos importadores de amônia e ureia, base para a produção de fertilizantes. “O país coloca em risco sua segurança e soberania alimentar. As fábricas de fertilizantes serviam como lastro para agroindústria escolher onde comprar”, disse Bacelar.
Segundo ele, a agroindústria agora ficará à mercê das oscilações no mercado internacional, da variação do dólar e do aumento dos preços dos fertilizantes no mercado interno.
*Com informações da Petrobras
Governo quer vender R$ 150 bi em participações em empresas em 2020
Depois de levantar cerca de R$ 105,4 bilhões com desestatizações ao longo do ano passado, o governo pretende vender R$ 150 bilhões em empresas neste ano, disse hoje (14) o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar.
O valor refere-se a privatizações totais, parciais e a venda de parcelas minoritárias de mais de 300 empresas de um total de 624 empresas com participação do governo federal. O secretário classificou de ousada a meta de desestatização, mas reiterou que Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil não serão privatizados totalmente. Banco do Nordeste e Banco da Amazônia também estão fora da lista.
Em relação aos Correios, o secretário disse que a situação da empresa ainda está em avaliação no Programa de Parceria de Investimentos (PPI), que só então definirá se a companhia será privatizada. Ele ressaltou que o projeto não será concluído neste ano por se tratar de uma empesa complexa e que alguma decisão sobre a estatal só sairá em meados ou no fim de 2021. O secretário, no entanto, descartou a liquidação ou extinção dos Correios.
Via rápida
Segundo Mattar, o projeto de fast track (via rápida) para as privatizações está pronto. No momento, o governo avalia se envia a proposta ao Congresso em fevereiro. Ele explicou que a proposta consiste em incluir as empresas passíveis de privatização diretamente no Plano Nacional de Desestatização (PND), sem passar pela etapa de análise e estudos no PPI. Caberia ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a outros bancos (públicos e privados) elaborar o processo de modelagem das desestatizações.
De acordo com o secretário, para economizar tempo, o projeto de lei listará as empresas já incluídas no programa de privatização. O governo, no entanto, deve encaminhar propostas de emenda à Constituição para permitir a venda da Casa da Moeda, que tem o monopólio garantido pela carta magna, e da Hemobrás, estatal de medicamentos para hemofílicos.
Enviado em novembro ao Congresso, o projeto de lei de privatização da Eletrobras é considerado prioridade pela equipe econômica. Mattar disse acreditar que a proposta será aprovada neste ano. Segundo o secretário, o Tesouro terá de aportar de R$ 14 bilhões por ano na companhia caso a venda não seja concluída.
O secretário especial também anunciou um pente-fino nos investimentos do Fundo de Infraestrutura do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), que financia empreendimentos com recursos dos trabalhadores. Ele disse que algumas suspeitas de investimentos ruins ou mal gerenciados serão enviadas ao Tribunal de Contas da União para investigação.
Balanço
Mattar fez um balanço das desestatizações em 2019. No ano passado, o governo conseguiu vender R$ 105,4 bilhões em participações. Metade do total, R$ 50,4 bilhões, deve-se à Petrobras, que se desfez de subsidiárias de distribuição e de gás. Ao todo, o governo vendeu totalmente participações em 71 empresas, das quais 13 subsidiárias, 39 coligadas e 19 empesas com participações simples da União.Fonte Agência Brasil.
Irã: autoridades usam balas reais contra manifestantes
A polícia e as forças de segurança iranianas dispararam balas reais e gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes que protestavam contra as autoridades, que negaram inicialmente ter abatido um avião ucraniano, informou hoje (13) a agência Associated Press (AP).
Os veículos de comunicação estatais do Irão não noticiaram imediatamente o incidente perto de Azadi, ou Praça da Liberdade, em Teerã, na noite desse domingo (12). No entanto, organizações não governamentais de defesa de direitos humanos já pediram ao Irã que permita que as pessoas protestem pacificamente, conforme permitido pela Constituição.
“Após traumas nacionais sucessivos em curto período de tempo, as pessoas devem poder expressar o luto e exigir responsabilidades em segurança”, disse o diretor executivo da organização não governamental (ONG) Centro para os Direitos Humanos no Irã, com sede em Nova Iorque.
“Os iranianos não deviam ter de arriscar a vida para exercer o direito constitucional de se reunir pacificamente”, acrescentou a ONG.
Vídeos enviados à organização e posteriormente analisados pela AP mostram uma multidão correndo, depois de uma granada de gás lacrimogêneo atingir os manifestantes.
As pessoas tossem e espirram enquanto tentam escapar, com uma mulher a gritar, em farsi: “Eles dispararam gás lacrimogêneo contra as pessoas! Praça Azadi. Morte ao ditador!”.
Outro vídeo mostra uma mulher sendo carregada, em meio a marcas de sangue no chão. Pessoas ao seu redor gritavam que ela foi baleada na perna.
“Ela sangra sem parar!”, disse uma pessoa.
Fotos e vídeos após o incidente mostram poças de sangue na calçada.
A Polícia antimotim, com uniformes e capacetes pretos, reuniram-se na Praça Vali-e Asr, na Universidade de Teerã, e em outros pontos da capital.
Membros da Guarda da Revolução patrulhavam a cidade em motos, e outras forças da segurança à paisana também foram mobilizados para as ruas. As pessoas olhavam para baixo, enquanto passavam rapidamente pela polícia, aparentemente para tentar não chamar a atenção.
Na quarta-feira (8), a queda do avião ucraniano, abatido por um míssil, causou a morte de todas as 176 pessoas que se encontravam a bordo, a maioria iranianas e canadenses.
Inicialmente, as autoridades iranianas negaram qualquer culpa das Forças Armadas no acidente. Após três dias, o Irã admitiu que o avião foi derrubado acidentalmente, diante das crescentes provas e acusações apresentadas por vários líderes ocidentais.
*Emissora pública de televisão de Portugal
Colômbia diz que que impediu atentado contra antigo líder das Farc

As autoridades colombianas anunciaram ter frustrado um atentado contra o antigo líder das Farc, Rodrigo Londono, promovido por rebeldes que não reconhecem o acordo de paz (2016) para terminar com meio século de conflito armado.
Nesse domingo (12), o presidente Ivan Duque divulgou mensagem noTwitter, elogiando uma “ação conjunta” da polícia e da procuradoria realizada em Alcala, no Departamento de Valle del Cauca, graças à qual foi possível impedir um ataque contra Rodrigo Londono, presidente do partido Farc (Força Alternativa Revolucionária Comum), que substituiu as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.
Um informante alertou as autoridades sobre um “ataque iminente” a Londono, de 60 anos, também conhecido pelo nome de guerra de Tymoshenko, no Departamento de Quindio (centro), disse aos jornalistas o diretor da polícia, Oscar Atehortua.
A polícia reforçou imediatamente a segurança de Rodrigo Londono e, no sábado (11), durante operação numa região vizinha, localizou dois motociclistas cuja fisionomia correspondia à descrição fornecida pelo informante.
Os suspeitos armados com pistolas abriram fogo e foram mortos numa troca de tiros com a polícia.
Os suspeitos “estavam a pouco mais de 1 quilômetro da propriedade” de Rodrigo Londono, disse o diretor da polícia. Um dos dois suspeitos foi identificado como um guerrilheiro que lutou durante 17 anos nas Farc.
Segundo o chefe da polícia, os agressores eram membros de um grupo dissidente das Farc, liderado por Hernan Dario Saldarriaga, apelidado de El Paisa, que durante anos liderou o comando de elite dos ex-guerrilheiros.
Saldarriaga é um dos três líderes de um grupo rebelde comunista que anunciou nova rebelião armada na Colômbia em agosto de 2019, liderada pelo ex-número 2 e antigo mediador durante as negociações de paz, Ivan Marquez.
Os ex-rebeldes que assinaram o acordo de paz pediram repetidamente garantias de segurança após a morte de dezenas de ex-combatentes desde 2016.
Segundo as autoridades, eles foram executadas por grupos de traficantes de drogas e até por grupos dissidentes das Farc ou membros do Exército de Libertação Nacional (ELN).
Em 2019, 77 ex-combatentes foram mortos, o número mais alto desde a assinatura do acordo de paz, segundo a Organização das Nações Unidas.
*Emissora pública de televisão de Portugal
Península Antártica pode sofrer invasão de espécies, alerta pesquisa
A península Antártica vai ficará sujeita nos próximos anos ao aparecimento de espécies invasoras, algumas delas que podem ter efeitos devastadores nos frágeis ecossistemas marinhos e terrestres polares, alerta um estudo hoje (13) divulgado, em Londres.
A pesquisa, publicada na revista científica Global Change Biology, identifica espécies não nativas com maior probabilidade de invadir a península Antártica nos próximos dez anos, fornecendo dados para que sejam tomadas medidas de redução do fenômeno.
O principal autor do estudo, Kevin Hughes, investigador ambiental do British Antarctic Survey (com base em Cambridge, trata dos interesses do Reino Unido na Antártida), trabalhou com uma equipe internacional de investigação para identificar espécies não nativas com maior probabilidade de ameaçar a biodiversidade e os ecossistemas da região da península Antártica, a partir da análise de centenas de trabalhos acadêmicos, relatórios e bases de dados, e, das 103 espécies consideradas em detalhe, 13 foram classificadas como maiores ameaças.
Turismo ameaça região
“A região da península Antártica é de longe a parte mais movimentada e mais visitada da Antártida. Devido ao crescimento do turismo e às atividades da investigação científica, espécies invasoras podem ser transportadas para a Antártida de muitas maneiras diferentes. Os visitantes podem transportar sementes e solo não estéril agarrados às roupas e ao calçado. Cargas importadas, veículos e suprimentos de alimentos frescos podem esconder espécies, incluindo insetos, plantas e mesmo ratos. As espécies marinhas são um problema particular, já que podem ser transportadas para a Antártida agarradas aos cascos dos navios. Podem ser muito difíceis de remover uma vez instaladas”, disse Kevin Hughes.
Os responsáveis pela investigação disseram que invertebrados marinhos – como mexilhões e caranguejos – são espécies com grande probabilidade de invadir a região, mas na lista estão também plantas com flores, ácaros e mesmo coqueiros.
Algumas das ilhas subantárticas, como a Marion ou a Geórgia do Sul, já foram invadidas por ratos e outros vertebrados, embora os investigadores acreditem que as condições na região vão continuar demasiado extremas para permitir que os ratos proliferem no exterior, ainda que possam sobreviver nas construções.
Matrículas nas escolas da rede pública estadual têm início nesta segunda-feira 13/01/2020
Dessa segunda-feira (13) até a próxima sexta-feira (17), estão abertas as matrículas para estudantes que pretendem ingressar na 1ª série do Ensino Médio nas escolas da rede pública estadual de ensino, sejam elas de tempo integral ou parcial, na capital e no interior do estado.

Para efetivar a matrícula na 1ª série, tanto da Educação Integral, quanto do Ensino Regular, os interessados devem ter concluído ou estar concluindo o 9º ano do Ensino Fundamental em escolas regulamentadas das redes estadual, municipal ou privadas.
O processo de matrícula consiste no comparecimento do estudante, ou dos pais ou responsáveis – no caso de estudantes com menos de 18 anos – à escola pretendida munido com original e cópia dos seguintes documentos: Histórico Escolar ou Declaração de escolaridade, emitida no prazo máximo de 30 dias pela última unidade de Ensino em que estudou; duas fotos 3×4 (recentes); Certidão de Nascimento ou Casamento; ou RG, com CPF do estudante, se possuir; RG e CPF do responsável legal, no caso de estudante menor de 18 anos; Laudo comprobatório de deficiências declaradas, se for o caso; fatura atualizada da concessionária de energia elétrica (máximo de três meses). Caso a fatura não esteja em nome do responsável pelo estudante, é necessário apresentar, juntamente, outro comprovante de endereço em nome da mãe/pai/responsável pelo aluno.
Para os estudantes que efetivaram a pré-matrícula para algum dos Centros Educa Mais, unidades escolares de educação em tempo integral, é necessária ainda a entrega do Termo de Adesão assinado pelo responsável, confirmando a opção pelo tempo integral e o questionário socioeconômico devidamente preenchido e assinado pelo responsável, documentos disponíveis no site da pré-matrícula disponibilizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc).
Cabe destacar que a entrega da documentação na unidade de ensino é obrigatória para os alunos que realizaram a pré-matrícula on-line, ou seja, é necessário comparecer à escola que recebeu a confirmação da reserva e entregar a documentação exigida para a validação da matrícula. E a não apresentação de quaisquer documentos exigidos implicará na impossibilidade de conclusão do processo de matrícula, sendo considerado desistente e, portanto, eliminado do processo, o estudante que não comparecer ou não se fizer representar, no ato da matrícula na escola, no local e prazo estipulados, ficando sua vaga disponível para a designação de outro estudante.
Já para os estudantes que, por algum motivo, não conseguiram realizar a pré-matrícula, a Seduc informa que é necessário procurar a escola que deseja estudar e verificar se há vaga disponível na 1ª série do Ensino Médio Integral ou parcial. Caso não haja disponibilidade, é necessário que os interessados se dirijam a outras escolas da rede estadual que tenham vagas disponíveis.
Rematrículas 2020
Para os alunos de 2ª e 3ª séries, a rematrícula será automática para os estudantes da casa e as vagas remanescentes serão preenchidas com alunos externos.
Os interessados em ingressar nessas séries, devem comparecer à escola desejada também no período de 13 a 17 desse mês, e se informar com a gestão escolar se ainda há vaga disponível.
Período de matrículas para o Ensino Fundamental
O período de matrículas para estudantes do Ensino Fundamental nas escolas da rede pública estadual de ensino também acontece de 13 a 17 de janeiro.
Ao todo foram disponibilizadas 819 vagas destinadas a estudantes que cursarão o 2°, 3°, 5°, 6°, 7°, 8° e 9°ano do Ensino Fundamental em 22 escolas localizadas na região metropolitana da capital maranhense, que ainda não foram municipalizadas.
Para a confirmação da matrícula dos estudantes, os pais ou responsáveis devem comparecer à escola munidos com cópia e original do RG e CPF, e com original e cópia dos seguintes documentos do estudante: Histórico Escolar ou Declaração de escolaridade, emitida no prazo máximo de 30 (trinta) dias pela última unidade de ensino em que estudou; duas fotos 3×4 (recentes); Certidão de Nascimento; RG, com CPF, se possuir; laudo comprobatório de deficiências declaradas, se for o caso; fatura atualizada da concessionária de energia elétrica (máximo de três meses).
Lembrando que, caso a fatura não esteja em nome do responsável pelo estudante, é necessário apresentar, juntamente, outro comprovante de endereço em nome da mãe/pai/responsável pelo aluno.
Ascom
Trump pede a líderes iranianos que “não matem manifestantes”
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, pediu hoje (12) às autoridades de Teerã que não matem os manifestantes que participam dos protestos por causa do abate de um avião ucraniano.
“Aos líderes do Irã — não matem os VOSSOS MANIFESTANTES”, escreveu Trump na rede social Twitter, recorrendo a letras maiúsculas para acentuar o conteúdo da mensagem.
“O mundo está olhando. E, mais importante, os Estados Unidos estão olhando”, acrescentou o governante, reiterando o teor de outra mensagem, divulgada nesse sábado (11), na qual alertou o regime de que “não poderia acontecer outro massacre de manifestantes pacíficos”.
Donald Trump referia-se às manifestações contra o aumento do preço da gasolina, ocorridas em meados de novembro no Irã e que foram fortemente reprimidas pelas autoridades do país.
Mais de 300 pessoas morreram durante os protestos de novembro, segundo denunciou a Anistia Internacional.
Ontem, as agências internacionais relataram que centenas de iranianos estavam se manfestando em Teerã, gritando palavras de ordem contra o sistema e a Guarda Revolucionária do Irã por causa do abate do avião ucraniano, um Boeing 737 da companhia Ukraine International Airlines (UIA).
Todas as 176 pessoas, incluindo 82 iranianos, que seguiam a bordo do aparelho morreram no acidente.
Os manifestantes concentraram-se inicialmente na porta da Universidade de Tecnologia Amir Kabir, em Teerã, para acender velas em homenagem às vítimas, mas a vigília acabou em um protesto contra as autoridades iranianas.
A manifestação foi marcada também pela detenção, durante curto período, do embaixador britânico no Irã, Rob Macaire, por suposta participação nos protestos. Ele negou ter participado da manifestação contra as autoridades.
O protesto aconteceu após o Irã ter admitido responsabilidade na queda do avião da companhia ucraniana.
Teerã admitiu que o avião foi abatido inadvertidamente por militares iranianos, que o confundiram com um míssil de cruzeiro devido ao estado de alerta decretado por causa da recente escalada de tensão entre Washington e Teerã.
A declaração de Teerã foi dada depois de informações de alguns países, especialmente dos Estados Unidos e do Canadá, de que o aparelho poderia ter sido abatido, inadvertidamente, pelo sistema de defesa antiaéreo iraniano.
*Emissora pública de televisão de Portugal
