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Brasileiros resgatados na China chegam à Base Aérea de Anápolis (GO)

Brasileiros resgatados na China chegam à Base Aérea de Anápolis (GO)

Os 34 brasileiros resgatados na China – são 31 repatriados e três diplomatas – chegaram à Base Aérea de Anápolis, em Goiás, na manhã deste domingo (9). Eles vieram em dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) enviados ao país asiático na última quarta-feira (5). As aeronaves pousaram às 6h05 e 6h12 vindas de Fortaleza, última escala técnica no trajeto da chamada Operação Regresso.

O resgate foi feito na cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto mundial do coronavírus. As aeronaves também trouxeram quatro poloneses e um chinês que desembarcaram em Varsóvia, na Polônia, um dos locais de escala para abastecimento.

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Brasileiros resgatados na China chegam à Base Aérea de Anápolis (GO) – Maristella Marszalek/Ministério da Defesa

Os repatriados vão permanecer em quarentena por 18 dias, no hotel de trânsito da Base Aérea de Anápolis, que foi especialmente preparado para essa operação. A tripulação –médicos, pilotos, enfermeiros, etc… – que participou do resgate também vai cumprir período de quarentena.

Todos ficarão em apartamentos individuais ou, no caso dos que são pais ou mães de crianças menores, poderão ficar no mesmo quarto. O grupo inclui crianças de 2 e 3 anos e outras de 7 a 12 anos. As visitas estão proibidas.

Os dois aviões da FAB com os resgatados a bordo decolaram de Wuhan, na China, no início da noite de sexta-feira (7). No trajeto para o Brasil, as aeronaves pararam para reabastecimento em Ürumqi (China), Varsóvia (Polônia), Las Palmas (Espanha), e em Fortaleza, já em território brasileiro.Fonte Agência Brasil.

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CNI propõe medidas para agilizar comércio do Paraguai, Uruguai e Chile

Enquanto o Brasil avançou na redução da burocracia para exportar e importar, países da América do Sul ainda precisam investir em modernização dos processos relacionados ao comércio exterior. Para estimular esses países, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) tem feito convênios com entidades do setor industrial para levantar os gargalos que impedem um fluxo de comércio mais rápido.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o BID, levantou 368 oportunidades de melhorias em processos ou políticas públicas relacionados ao comércio exterior no Paraguai, no Uruguai e no Chile. Para levantar essas oportunidades, foram feitas reuniões com representantes de empresas exportadoras e importadoras e de órgãos públicos ligados ao comércio exterior, totalizando 320 participantes. Ao final do levantamento, foram feitas 263 propostas de solução.

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, contou que a experiência do Brasil com a criação do Portal Único de Comércio Exterior ajudou na elaboração de propostas para os três países. O portal foi lançado em 2014, e passou a ser um guichê único de interação entre o governo e os importadores e exportadores. “Para criar o Portal Único, foram reunidas pessoas que trabalham com exportações nas empresas e elas orientaram sobre como era o processo e como deveria ser. Nossas burocracias são muitos parecidas. O Chile, por exemplo, tem ainda emissão de fatura e certificado de origem não digitalizados, é tudo no papel. Hoje, no Brasil quase tudo é informatizado. Fizemos a proposta de informatizar, dar transparência e evitar atrasos para esses três países”, disse. Segundo Abijaodi, o BID também fez convênio na Argentina para fazer o mesmo levantamento.

Para Abijaodi, a redução da burocracia nesses países vai ajudar também os exportadores e importadores brasileiros. “Como temos um grande comércio com o Mercosul [Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai] e com o Chile, vamos ganhar primeiro em rapidez. Aqui no Brasil, com o Portal Único, o processo de exportação foi reduzido de cerca de 15 dias para 8 dias. Há também ganhos em transparência. Por exemplo, no Portal Único do Brasil, o exportador coloca todos os documentos digitalizados dentro dessa página e aí os órgãos que participam desse processo vão aprovando e o exportador consegue acompanhar o encaminhamento. Lá nesses países ainda não foi feito isso”, explicou.

Abijaodi acrescentou que é preciso reduzir os prazos do comércio exterior nos outros países também. “Quando exportamos para esses países, a nossa saída está acelerada, está com transparência, está com segurança, mas na chegada encontra essa dificuldade da burocracia: vai ser tudo em papel e a aprovação demora. E se eles estiverem importando para nós, lá tem uma demora inicial pela burocracia e chega aqui no Brasil já está mais acelerado. Precisamos ganhar prazo tanto na origem como no destino”, acrescentou.

Com o levantamento feito, disse Abijaodi, agora cabe aos governos dos países implementarem as mudanças.

O resultado do trabalho da CNI e do BID está disponível na internet. Assim, quem quiser exportar para Paraguai, Uruguai ou Chile pode conhecer todo o processo nesse site. Segundo a CNI, há um acordo com os países para que na medida em as mudanças forem implementadas, será atualizado o processo de exportação e importação no site.Fonte Agência Brasil.

Lista de espera do Sisu será publicada na segunda-feira

Estudantes que fizeram a inscrição nas listas de espera de instituições de nível superior que usam o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderão conferir na próxima segunda-feira (10) a ordem de chamada para matrícula que será publicada pelo Ministério da Educação.

A lista de espera é um mecanismo para alocar estudantes em vagas que não foram ocupadas durante a primeira chamada. A escolha de duas opções de curso assinaladas durante o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), continua valendo.

Para o primeiro semestre de 2020 valerão as notas do Enem 2019. Os resultados das provas, que foram aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro serão divulgados em janeiro na Página do Participante e no aplicativo do Enem. Para acessar, é preciso informar CPF e senha. Ao todo, 3,9 milhões de candidatos participaram de pelo menos um dia de prova do Enem.

O Sisu oferece vagas em instituições públicas de ensino superior. A seleção é feita com base no desempenho no Enem. Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação do exame.Fonte Agência Brasil

Mobilização coletiva de acolhimento de alunos reduz bullying em escola

Mudanças promovidas na Escola do Ensino Fundamental Bairro Nossa Senhora da Conceição, em Juquitiba, interior de São Paulo, tiveram como resultado uma diminuição dos casos de bullying no estabelecimento de ensino. A experiência vitoriosa foi desenvolvida com base no projeto de pós-doutorado  da enfermeira Pamela Lamarca Pigozi, que o desenvolve no âmbito da Faculdade de Saúde Pública, na Universidade de São Paulo (USP).

O trabalho desenhado pela pesquisadora mobilizou dez professores e 150 alunos. Ela ressalta que a faixa etária em que se nota uma maior incidência do bullying é entre 11 e 14 anos de idade, fato que justificou a escolha de estudantes com esse perfil. Além dos membros da escola, participaram da ação dois enfermeiros e oito agentes de saúde.

Os resultados quantitativos do estudo ainda não foram fechados, mas os qualitativos indicam que a mobilização na escola teve “muito impacto”, afirma Pamela.

“Conversei com 20 adolescentes e uma das perguntas muito direta era: qual a sua percepção sobre a existência de bullying, com escala de 0 a 10, e a média foi 7. A maioria colocou [que houve] 8 de diminuição, de melhora. Alguns disseram que não aconteceu mais, que cessou o bullying, porque as vítimas começaram a se posicionar. E se posicionar não é ser reativo e violento, é só pedir: olha, você pode parar, por favor, que eu não estou gostando?”, explica.

A estrutura projetada

Para combater a prática de bullying nas turmas, definiu-se que os alunos teriam à disposição três instrumentos: rodas de conversa, um jornal comunitário e a caixa de diálogo. Todos eles selecionados coletivamente e pertencentes à linha da metodologia participativa.

Rodas de conversa

A roda de conversa serviu para que os alunos expressassem as próprias emoções e debatessem as formas de identificar casos de bullying e de como lidar caso testemunhassem um colega sofrendo com os atos. Pamela ressalta que buscou proteger os estudantes de julgamentos, não os dividindo em vítimas e agressores.

“Evitei essa rotulação. Todos devem ser acolhidos”, afirma ela. “Em todas as rodas, vi um ou dois alunos chorar. [A roda] Ativa uma via desse adolescente que é a empatia.”

À medida que as rodas eram realizadas, a pesquisadora e os educadores constataram que vários dos agressores tinham “contextos de saúde e sociais muito importantes, muitas vezes até mais do que as vítimas”. Garantir o direito à fala e à escuta, diz Pamela, equaliza o poder, horizontalizando as relações. “Basicamente, foi isso sobre a roda: dar poder de fala”, sintetiza.

Jornal comunitário

Quanto ao jornal comunitário, os participantes do projeto decidiram que quem produziria o conteúdo seriam estudantes apontados pelos colegas como líderes.

“Escolhemos os líderes de cada sala, que eram alunos que os outros viam como reflexo, como espelho. Não exatamente populares, mas líderes”, diz a enfermeira. No jornal, acrescenta ela, “a gente queria discutir sobre o clima escolar, o que os afetava positiva e negativamente e eles manifestaram. Foi muito curioso. Falaram de questões que influenciavam o clima escolar, desde racismo, LGBTIfobia, questões de gênero e como o respeito dentro da escola e o modo como as relações estavam relacionados a essas questões levantadas por eles”, explica.

“Foi um dispositivo de comunicação muito potente para falar sobre respeito, diálogo, acolhimento dos colegas, direitos humanos, igualdade de direitos. As questões de classe social surgiram com muita força”, emenda.

Sucesso de leitura, o jornal acabou sendo distribuído com tiragem de 200 exemplares, pelos agentes de saúde. O material pronto recebeu elogios ao ficar exposto em um museu a céu aberto da escola, por dois meses.

Caixa de diálogo

Já a caixa de diálogo foi o modo como Pamela e os professores encontraram de fortalecer o elo entre eles e os alunos. Por meio dela, os estudantes poderiam escrever tanto aquilo que os alegrava como aquilo que os incomodava. Dessa forma, teriam suas demandas, inclusive emocionais, escutadas por um professor de sua confiança.

“O objetivo é ser um canal de comunicação sigiloso, que vai garantir a privacidade e a resposta imediata a esse problema do adolescente”, esclarece a acadêmica.

“Combinamos que ele escrevia, lacrava a cartinha, colocava o nome dele dentro e por fora era o nome do adulto que ele queria que desse essa resposta pra ele. Pretendíamos responder em dois dias; no máximo, uma semana”, conta.

“No início, tivemos uma média de cinco cartas por dia. Algumas continham elogios, mas a maioria falava dos sentimentos, de angústia, solidão”, complementa a enfermeira, pontuando que a sua instrução para os professores foi de que não precisavam ser “especialistas” nem profissionais de saúde, mas sim demonstrar que os alunos estavam sendo verdadeiramente amparados por eles.

Bullying

A prática chamada de bullying tem origem na expressão de língua inglesa “bully”, que significa “valentão, brigão e tirano”, como menciona Pamela em um artigo sobre o tema (http://www.scielo.br/pdf/csc/v20n11/1413-8123-csc-20-11-3509.pdf). O conceito serve para caracterizar as situações em que um aluno persegue outro constantemente. Ou seja, há um padrão de atitudes.

As agressões, como ressalta a pesquisadora, não devem ser naturalizadas. Podem ser de natureza verbal, quando aparece na forma de apelidos, xingamentos ou importunação, ou de cunho sexual. Frequentemente, as vítimas também são violentadas por meio de chutes, empurrões, socos, tapas ou tem seus pertences roubados e intencionalmente estragados.

Muitas vezes, as vítimas também acabam sendo excluídas e isoladas pelos agressores. Outro comportamento que não pode ser visto como normal é quando um aluno espalha rumores com o objetivo de manchar sua reputação e desqualificá-lo.Fonte Agência Brasil

Maranhão inicia maior programa de Bolsa Atleta do Brasil

Na última sexta-feira (7), o governador Flávio Dino assinou o edital que contempla a criação do Bolsa Atleta, novo incentivo a atletas e paratletas no Maranhão. A iniciativa é o maior programa de Bolsa Atleta do Brasil, entre os estados brasileiros.

O benefício é um auxílio voltado para a aquisição de materiais esportivos, inscrições em eventos, passagem, alimentação e consultas médicas de atletas maranhenses.

Somente em 2020, o Governo do Maranhão irá investir R$ 30 milhões no apoio ao esporte no Estado, com ações de infraestrutura e eventos. Entre elas, também está a construção do novo ginásio Castelinho, anunciada pelo Governo no evento. A proposta é que a construção do novo ginásio assegure maior conforto, estrutura adequada, ampla e moderna, com o objetivo de garantir acessibilidade para todos.

“Temos um conjunto bastante amplo de ações que dizem respeito à valorização das práticas esportivas em todo o Maranhão. Estamos falando da construção de múltiplos equipamentos esportivos como quadras, parques, ginásios e campos de futebol, além de programas voltados para o bem-estar, esporte e lazer para todas as idades”, disse o governador Flávio Dino.

Bolsa Atleta

O programa é um auxílio aos atletas maranhenses e que tem como principal objetivo ajudar no custeio das despesas relacionadas à prática desportiva, como transporte, alimentação, inscrições e aquisição de materiais.  Neste primeiro ano, a bolsa terá o valor de R$ 500,00 por pessoa e será destinada a 100 atletas, que deverão se inscrever por meio de edital para concorrer às bolsas.

“Essa é uma política de inclusão, de formação de novos cidadãos. O esporte forma muito além de campeões, forma cidadãos. Por isso estamos aqui para comemorar esse novo programa que, com certeza, ajudará muitas crianças e jovens atletas do Maranhão”, concluiu Rogério Cafeteira, secretário de Esporte e Lazer.

A lei estadual Nº 11.010 de 24 de abril de 2019, que institui o programa Bolsa Atleta, tem como objetivo democratizar o acesso à prática esportiva, valorizando os atletas estudantis maranhenses, com bolsas que serão disponibilizadas a atletas e paratletas de base, de 10 a 25 anos.

Ascom

Coluna – Novo ranking no vôlei

A partir do dia 1º de fevereiro a Federação Internacional de Vôlei (FIVB, na sigla em inglês) passou a adotar um novo critério para a formação do ranking mundial. A classificação antiga era simples de ser calculada. Eram atribuídos pontos de acordo com a colocação das equipes nas principais competições do calendário. Os campeões olímpico e mundial, por exemplo, ganhavam 100 pontos cada. Na Liga das Nações eram concedidos 50 pontos ao vencedor.

O novo sistema é complexo. Ele adota um algoritmo que calcula pontuações a partir de cada de jogo oficial em competições organizadas pela federação. Esse algoritmo calcula probabilidades de resultados de cada jogo, baseando-se no histórico das equipes e levando em conta a posição deles no ranking mundial. Assim, tomando como exemplo um jogo masculino entre Brasil e Portugal, a probabilidade de dar 3×0 para os brasileiros é maior. Isso será identificado pelo algoritmo. Caso o resultado se confirme, o Brasil ganha uma pontuação não tão alta, já que aconteceu o que era esperado. Mas se Portugal surpreender e vencer os brasileiros, os portugueses ganharão mais pontos, por causa da “improbabilidade”, digamos assim, daquele placar. Ainda nessa simulação, o Brasil perderia pontos por causa do resultado inesperado.

Lembrando que uma partida de vôlei pode ter seis resultados diferentes: 3×0, 3×1, 3×2, 2×3, 1×3 e 0x3. O algoritmo atribuirá pontos para cada uma dessas possibilidades. A nova pontuação é dada após cada partida. Apesar de a nova classificação ter entrado em vigor no início de fevereiro, a FIVB começou a calcular os pontos para o novo ranking em janeiro de 2019. Ou seja, todos os jogos oficiais do ano passado foram levados em consideração.

No antigo ranking feminino, as oito melhores seleções do mundo eram, pela ordem: China, Estados Unidos, Sérvia, Brasil, Rússia, Holanda, Japão e Itália. No ranking atualizado com os novos critérios, a sequência tem China, Estados Unidos, Brasil, Itália, Turquia, Sérvia, Japão e Rússia. A principal diferença entre as duas listas é a posição da Sérvia. As atuais campeãs do mundo caíram da terceira para a sexta colocação. A explicação disso é justamente a forma como o novo ranking é organizado. Como em boa parte da temporada passada a seleção europeia foi representada por um time alternativo e perdeu jogos importantes contra rivais diretos (como o Brasil, por exemplo), a nova lista foi desfavorável para a Sérvia. Por outro lado, a Turquia deu um salto e passou da 12ª posição no ranking antigo para a 5ª no atual.

18/08/2019 amistoso de Vôlei  Brasil e Argentina
Com o novo sistema, a seleção feminina subiu uma posição no ranking – Arquivo/Gaspar Nóbrega/Inovafot

O ranking masculino que esteve em vigor até o último dia de janeiro trazia, pela ordem de classificação, Brasil, Estados Unidos, Polônia, Itália, Rússia, Argentina, Canadá e Irã nas primeiras oito colocações. A lista atualizada tem Brasil, Polônia, Estados Unidos, Rússia, Argentina, França, Itália e Irã. A principal diferença entre os rankings masculinos é a entrada da França, que subiu da 9ª para a 6ª posição.

O sistema de ranqueamento das seleções é importante porque é adotado pela FIVB como um dos critérios para a classificação em algumas competições, como os Jogos Olímpicos. O principal argumento da federação para realizar as mudanças no ranking foi torná-lo mais justo. Nesse sentido, acredito que o novo sistema, se funcionar conforme o prometido, tende a deixar os rankings mais equilibrados, de acordo com o que é visto nas principais competições internacionais. Um exemplo disso é a seleção feminina da Turquia, que vinha se destacando nas principais competições do ciclo olímpico, mas ocupava apenas a posição de número 12 na lista. O mesmo pensamento se aplica à França no masculino.

Outro fator que comprova a justiça do novo sistema é a comparação com os grupos dos Jogos de Tóquio. Nas competições masculina e feminina, das 12 seleções de cada gênero classificadas para Tóquio 2020, 10 delas (incluindo o anfitrião Japão) formam o top 10 das melhores seleções do planeta no novo sistema.Fonte Agência Brasil.

Mega-Sena pode pagar hoje R$ 90 milhões a quem acertar as seis dezenas

O concurso 2.232 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (8) à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo, deverá pagar um  prêmio estimado em R$ 90 milhões a quem acertar as seis dezenas.

O valor pode garantir um rendimento mensal de R$ 232 mil. O ganhador pode investir também em bens e adquirir 16 helicópteros.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país e também no portal Loterias CAIXA. Clientes com acesso ao Internet Banking CAIXA podem fazer suas apostas pelo computador pessoal, tablet ou smartphone. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.

Para jogar pela internet, o apostador precisa ser maior de 18 anos e fazer um pequeno cadastro.

O valor da aposta simples da Mega-Sena é de R$ 4,50.

Governo do Maranhão lança programa Bolsa Atleta

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel) lançou, nesta sexta-feira (7), o programa Bolsa Atleta, que visa incentivar o esporte estudantil maranhense, com o auxílio de R$ 500,00 mensais durante o período de 12 meses.

Lançamento do Programa Bolsa Atleta (Foto: Gilson Teixeira)

Na solenidade, também foi assinado o primeiro edital do programa, que disponibilizará 100 bolsas esportivas; sendo 70% para estudantes dos ensinos fundamental e médio, e 30% para estudantes de nível superior, respeitando os 5% das vagas reservadas a pessoas com deficiência, nas duas categorias.

O governador Flávio Dino destacou as várias ações de fortalecimento ao esporte realizadas no estado, ressaltando que essa é mais uma iniciativa que reflete o compromisso do Governo com as políticas públicas voltadas às práticas esportivas.

“O Bolsa Atleta se integra a um conjunto de iniciativas, que vão da promoção de eventos, como torneios e campeonatos, ao aprimoramento da infraestrutura esportiva, com a construção e reforma de quadras, ginásios e estádios. Só em 2019, foram investidos mais de R$ 30 milhões de reais na área”, disse o governador.

O secretário de Estado do Esporte e Lazer, Rogério Cafeteira, ressaltou que o programa paga o maior valor, proporcional, de bolsa atleta do País, inclusive acima do programa do governo federal, que paga R$ 370,00. Cafeteira destacou, também, a grande atenção da gestão Flávio Dino aos esportistas maranhenses.

“Dentre as várias iniciativas, temos como carro-chefe a Lei de Incentivo ao Esporte que, vale ressaltar, nunca foi tão usada como nessa gestão, apoiando vários atletas e projetos, como também outros programas que englobam práticas esportivas e de saúde”, frisou o secretário.

Ascom