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Novo coronavírus: Índia limita exportação de medicamentos

A Índia, o principal fornecedor mundial de medicamentos genéricos, restringiu a exportação de 26 ingredientes farmacêuticos e dos medicamentos feitos a partir deles. A decisão foi tomada devido aos estragos que a disseminação do novo coronavírus pode causar nas cadeias de suplementos.

Os medicamentos restritos incluem o paracetamol, um dos analgésicos mais utilizados. Foram impostas restrições semelhantes relativas ao antibiótico metronidazol, várias versões da vitamina B e mais oito produtos medicinais, anunciou o governo indiano, citado pela agência Bloomberg.

“A Índia restringiu a exportação de 26 ingredientes farmacêuticos ativos para exportação, o que representa cerca de 10% de sua capacidade de exportação”, afirmou o comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos, Stephen Hahn.

Na semana passada, a instituição norte-americana anunciou a escassez de medicamentos relacionados com o coronavírus.

Os fabricantes de medicamentos indianos confiam na China para quase 70% dos ingredientes ativos.

“Mesmo os medicamentos que não são produzidos na China obtêm seus ingredientes básicos lá”, disse o analista do China Market Research Group, Shaun Rein.

A Índia é a fonte de cerca de 20% dos suplementos mundiais de medicamentos genéricos do mundo. Contudo, depende da China para cerca de 66% dos componentes químicos necessários à produção desses fármacos.

Uma análise do governo indiano mostrou que 450 ingredientes de medicamentos podem ser afetados pela contenção de coronavírus na China, que inclui o bloqueio completo da província de Hubei – o centro da indústria farmacêutica do país.

“O setor está inteiramente conectado, de uma forma ou de outra, à China”, afirmou Rajvi Malik, presidente da Mylan NV, uma empresa norte-americana de produtos farmacêuticos.

Malik garantiu que, se o surto persistir, os fornecedores de ingredientes farmacêuticos e outros componentes de medicamentos vão ser afetados. A Mylan NV tenta encontrar alternativas para alguns ingredientes.

“Poderá haver escassez aguda”

Em comunicado, o diretor-geral do Comércio Exterior indiano afirmou que “as exportações de API – ingredientes farmacêuticos – e formulações feitas com esses ingredientes vão ser restringidas com efeito imediato”. Contudo, não esclareceu qual a extensão dessas restrições.

A limitação da exportação pode levar a “uma escassez nos próximos dois meses”, disse o presidente do Conselho de Promoção e Exportação de Produtos Farmacêuticos da Índia, Dinesh Dua, citado pela Reuters.

Nos Estados Unidos, as importações indianas representam cerca de 24% dos medicamentos e 31% de ingredientes para medicamentos.

Dua mostrou preocupação com a restrição e declarou que “se o coronavírus não for contido, poderá haver uma escassez aguda” de medicamentos.

Os especialistas afirmam que ainda não é possível perceber de que forma essa restrição vai interferir na disponibilidade dos medicamentos nos países que importam da Índia e dependem da China.

O governo indiano garantiu que existem estoques suficientes para os próximos três meses.

Os fabricantes de medicamentos têm o hábito de manter, para dois ou três meses, o estoque de “ingredientes-chave”. Contudo, com o fechamento das fábricas em Hubei, esse estoque “vai começar a diminuir”, acrescentam os especialistas.

“Se existir potencial escassez de medicamentos críticos, é preciso tomar medidas para garantir que voltem a estar disponíveis para os cidadãos”, afirmou o ex-chefe da unidade indiana da farmacêutica Novartis AG, Ranjit Shahani.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Projeto Sirius se prepara para inagurar estações de pesquisa

O Projeto Sirius – o maior acelerador de elétrons do mundo – deve inaugurar o funcionamento das primeiras 13 estações de pesquisa ainda neste semestre. A Agência Brasil visitou as instalações do imenso laboratório para compreender as atividades desenvolvidas com o uso da luz síncrotron – um espectro de luz especial que só pode ser obtida através da aceleração de elétrons a uma velocidade que beira a velocidade da luz.

Engenheiros, físicos, matemáticos, biólogos e uma equipe massiva de entusiastas de ciência estão envolvidos no comissionamento do Projeto Sirius. Localizado em Campinas, no interior do estado de São Paulo, o projeto representa um investimento de R$ 1,8 bilhão, e pode mudar a forma como a comunidade científica encara o Brasil. As pesquisas são feitas nas áreas de saúde, combustíveis, materiais, energia, química, física e em incontáveis experimentos de equipes altamente especializadas que criam propostas de estudo com a tecnologia de ponta aplicada no laboratório.

Projeto Sirius
O Projeto Sirius, em Campinas (SP), é o maior investimento já realizado em ciência e pesquisa no Brasil e deve funcionar integralmente em 2020.” – Rovena Rosa/Agência Brasil

“O Brasil tem todo o potencial para ocupar uma posição na ciência bastante respeitada. O país precisa da atividade científica, isso deve ser prioridade. No Sirius, pesquisadores, físicos teóricos, engenheiros e técnicos desenham e projetam conhecimento que transborda para todas as áreas da ciência. Estamos dominando um conjunto de técnicas e soluções extremamente avançadas”, afirmou Antônio José Roque da Silva, diretor do projeto Sirius.Fonte Agência Brasil.

Governo federal estuda isenção de impostos para a Ilha do Marajó

O arquipélago do Marajó, no Pará, que abriga alguns dos municípios com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, pode receber um programa de isenção de impostos federais. Seria uma retribuição ao governo do estado, que baixou um decreto para isentar em 100% o ICMS de operações realizadas na região.

A iniciativa, anunciada pelo governador Hélder Barbalho, faz parte das ações do programa Abrace o Marajó, coordenado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Em solenidade de lançamento do programa, na tarde desta terça-feira (3), no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro disse ter solicitado estudos para a isenção de tributos federais nos municípios que compõem o arquipélago. Segundo ele, a ideia é transformar a região em uma Zona Franca, como a de Manaus.

“O que eu tenho a dizer aos nossos amigos, aos irmãos do Marajó, como o Hélder anunciou aqui, agora há pouco, isenções de ICMS, eu havia conversado com ele há pouco, que ia tomar as providências junto ao ministro da Economia para que nós pudéssemos estudar o que fazer para isentar o que for possível nessa região. Seria algo muito parecido como uma Zona Franca do Marajó. Tenho certeza que alguma coisa sairá, afinal de contas, temos que integrar todo o Brasil”, disse Bolsonaro em discurso.

Pouco antes, Hélder Barbalho havia anunciado a isenção de ICMS para o Marajó e fez um apelo para que o governo federal fizesse o mesmo com os tributos da União. “O governo do estado, numa compreensão ousada de atração de investimentos para gerar emprego e mudar a realidade econômica do Marajó, baixou decreto de isenção de 100% de ICMS para operações que estejam sendo efetivadas no Marajó. Aí vem o meu pedido que, da mesma forma que o governo do estado está abrindo mão 100% de seu imposto estadual, o governo federal possa avaliar que possa ser isento o IPI, o PIS, o Cofins, que possamos fazer do Marajó uma zona de livre comércio para efetivamente garantir com que os paraenses possam ir e investir no Marajó”, disse.

O programa

O Abrace o Marajó, idealizado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, articula uma série de ações com diferentes órgãos federais, do estado e dos municípios para melhorar os serviços públicos e fomentar o desenvolvimento econômico e social da região. O arquipélago inclui o município com pior IDH do Brasil: Melgaço. Mais sete dos 16 municípios que compõe a região estão na lista dos 50 piores IDHs do país: Chaves, Bagre, Portel, Anajás, Afuá, Curralinho e Breves.

Entre os grandes problemas do Marajó estão os altos índices de exploração sexual e violência contra crianças e adolescentes, além da miséria e desemprego. Segundo dados oficiais, cerca de 5 mil pessoas possuem emprego com carteira assinada na região, para uma população total de mais de 530 mil habitantes.

Na primeira fase de implementação do programa, no segundo semestre do ano passado, foram realizados atendimentos médicos e jurídicos, além de audiências públicas, palestras sobre violência doméstica e exploração sexual infantil. A segunda fase do programa, anunciada hoje, inclui medidas para melhorar a oferta de serviços públicos na região, além do desenvolvimento econômico.

“Para quem não se lembra, o Marajó ficou mundialmente famoso pelo abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes que, ainda hoje, infelizmente, sobem nos barcos para trocarem seus corpos frágeis por comida, por centavos, por um litro de óleo combustível de embarcações. Hoje damos o primeiro passo para acabar com isso”, disse a ministra Damares Alves.

Entre as parcerias anunciadas pela ministra, estão protocolo de intenções e acordos de cooperação com três bancos públicos: Caixa Econômica, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A ideia, segundo informado pela pasta, é realizar projetos e ações conjuntas de sensibilização sobre direitos humanos, formação e capacitação de entes públicos e de desenvolvimento socioeconômico dos municípios do arquipélago.

Marajó

O Marajó é o maior arquipélago flúvio-marítimo do planeta, formado por cerca de 2.500 ilhas e ilhotas. Possui extensão territorial superior ao de países como Suíça e Holanda. A região concentra o maior rebanho de búfalos do país e também responde pela maior produção de açaí do mundo.

Ao todo, o Marajós é composto por 16 municípios: Afuá, Anajás, Bagre, Breves, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Gurupá, Melgaço, Muaná, Pone Pedras, Portel, Salvaterra, Santa Cruz do Arari, São Sebastião da Boa Vista e Soure.Fonte Agência Brasil.

BC avaliará em duas semanas impacto do coronavírus sobre inflação

O Banco Central (BC) esperará a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), daqui a duas semanas, para avaliar o impacto do coronavírus sobre a inflação. Em nota oficial emitida hoje (3) no início da noite, a autoridade monetária informou que é necessário esperar esse prazo para comparar qual efeito vai prevalecer: a desaceleração da economia global ou a deterioração dos ativos financeiros (alta do dólar e queda da bolsa).

“À luz dos eventos recentes, o impacto sobre a economia brasileira proveniente da desaceleração global tende a dominar uma eventual deterioração nos preços de ativos financeiros”, especificou o BC no comunicado, indicando que uma eventual recessão global pode ajudar a conter o impacto da subida do dólar sobre os preços.

“O Banco Central enfatiza que as próximas duas semanas permitirão uma avaliação mais precisa dos efeitos do surto de coronavirus na trajetória prospectiva de inflação no horizonte relevante de política monetária”, concluiu o texto. Segundo a autoridade monetária, o acompanhamento está sendo feito de forma atenta.

Hoje, o dólar comercial fechou acima de R$ 4,50 pela primeira vez na história. O euro comercial encerrou acima de R$ 5. A bolsa de valores teve queda de 1,02%. Hoje, o Federal Reserve, Banco Central norte-americano, reduziu os juros básicos dos Estados Unidos em 0,5 ponto percentual por causa do impacto do coronavírus sobre a economia mundial. A próxima reunião do Copom ocorrerá nos dias 17 e 18 deste mês.Fonte Agência Brasil.

Argentina registra primeiro caso de coronavírus

Na América Latina, mesmo com a maioria dos países sem casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19) até o momento, diversas autoridades já reconhecem que a chegada da doença é uma questão de tempo. Hoje (3), a Argentina confirmou o primeiro caso da doença.

Equador, México, Brasil e República Dominicana são os outros países afetados da região, com seis, cinco, dois e um caso, respectivamente.

Ainda hoje é esperada uma coletiva de imprensa na Argentina, onde o ministro da Saúde, Ginés González García, se pronunciará sobre o assunto. O homem infectado tem entre 40 anos e 45 anos e fez recentemente um voo com escala na Itália, país que já tem mais de 2 mil infectados. Os protocolos de atenção já foram aplicados e o homem está isolado em um quarto da Clínica Suiço Argentina, em Buenos Aires.

Bolívia

Na Bolívia, o ministro da Saúde, Aníbal Cruz, afirmou no Twitter que o país não fechará as suas fronteiras. “Estaríamos impulsionando o fluxo migratório ilegal, seria um prejuízo e não poderíamos identificar casos suspeitos”. Ele disse ainda que o país está preparado para detectar, isolar e tratar o coronavírus. “Até o momento, descartamos dois casos suspeitos, graças ao plano de resposta intersetorial que implementamos”.

A presidente interina do país, Jeanine Áñez, anunciou a aprovação de um decreto que permite aos governos locais a compra direta de medicamentos, insumos, equipamentos e serviços de consultoria para fazer frente à epidemia do coronavírus. “Pedimos tranquilidade à população, que se informem pelos canais oficiais, não minimizamos a situação, mas estamos assumindo as ações de prevenção do coronavírus com a maior responsabilidade”, disse.

Chile

Como medida de controle sanitário, o Chile determinou que, desde ontem (2), todos os passageiros que cheguem ao país façam uma declaração jurada sobre seu histórico de viagem dos últimos 30 dias e seu estado de saúde.

A subsecretária de Saúde Pública, Paula Daza, disse ontem (2) que “a chegada do Covid-19 ao país é iminente”. Ela disse ainda que o Chile vem se preparando para essa situação, tomando medidas de vigilância, fortalecendo hospitais e as redes de diagnóstico.

Ainda de acordo com a subsecretária, os casos sob vigilância “são de pessoas que chegaram de lugares com alta circulação do vírus, que não apresentam sintomas e são saudáveis. Mas eles foram recomendados a ficar em suas casas por 14 dias. Até o momento, tivemos cerca de 500 pessoas em acompanhamento, das quais cerca de 200 já completaram o período de quarentena e foram liberados a retomar suas vidas normais”.

Outros países

Na Colômbia, o governo aumentou o risco de contaminação de moderado a alto, embora não haja nenhum caso confirmado. Guatemala, Uruguai, Paraguai, Venezuela e El Salvador também não registraram casos.

Em Honduras, o governo destinou mais de 110 milhões de lempiras (cerca de R$ 20 milhões) para enfrentar o coronavírus e afirmou que o Laboratório Nacional de Virologia está abastecido e conta com pessoal qualificado para lidar com a doença. O país já descartou dois casos suspeitos.

No Panamá, a ministra de Saúde, Rosario Turner, informou que há 850 pessoas em observação epidemiológica. O ministério comunicou que estão observando não apenas pessoas que chegaram da China, mas também da Itália e da Coreia do Sul.

No Peru, o governo disse que o vírus provavelmente já está no país. O infectologista do Instituto Nacional de Saúde do Ministério da Saúde peruano Manuel Espinoza, disse que o controle de portos, aeroportos e fronteiras terrestres só permite detectar 10% dos infectados. Portanto, 90% dos viajantes infectados vão entrar, possivelmente”, disse.

“Tudo é possível. As pessoas devem entender que, se houver um novo microorganismo, haverá muitos expostos. Não há doenças, mas pessoas doentes. Um grande grupo será infectado e não ficará doente, mas não sabemos quantos; enquanto outro grupo importante ficará doente e acontecerá como um resfriado leve e nunca irá a uma clínica ou hospital”, disse o médico.Fonte Agência Brasil.

PGE/MA abrirá seletivo para estágio de pós-graduandos em Direito

A Procuradoria Geral do Estado do Maranhão (PGE/MA) abrirá, de 16 a 31 de março, processo seletivo de estágio para alunos regularmente matriculados, que estejam cursando Pós-Graduação, na área do Direito, para ingresso no programa de estágio de Pós-Graduação (Programa de Residência Jurídica), mantido pela Procuradoria Geral do Estado do Maranhão, em São Luís.

O programa de estágio de Pós-Graduação destina-se à complementação educacional e ao desenvolvimento profissional na formação acadêmica do estagiário, não criando vínculo empregatício de qualquer natureza com o Estado do Maranhão, e realizar-se-á nos termos da Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 e da Instrução Normativa nº 001/2020-PGE.

O estagiário atuará sob a supervisão de procuradores do Estado, executando as atividades de pesquisa bibliográfica e jurisprudencial, auxiliando a elaboração de peças processuais, acompanhando audiências, dentre outras atividades relacionadas aos fins estabelecidos pelo art. 3º, 41 e 47 da IN nº 001/2020-PGE.

O estágio será desenvolvido em jornada semanal de 30 (trinta) horas, conforme disposto no art. 2º, III, da IN nº 0001/2020-PGE, remunerado mensalmente mediante bolsa de estágio fixada em R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), acrescida de auxílio-transporte, de acordo com o disposto no art. 30, da IN nº 001/2020-PGE.

As vagas existentes poderão ser preenchidas ao longo da validade da presente seleção, mediante a convocação dos candidatos aprovados e de acordo com as necessidades da PGE/MA. Do total de vagas disponíveis para estágio, 10% serão reservadas para candidatos portadores de deficiência, respeitadas as etapas do processo seletivo.

Inscrições

As inscrições serão realizadas na sede da PGE/MA, situada na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, quadra 22, lote 25, Quintas do Calhau, em São Luís, através do preenchimento de ficha de inscrição constante no Anexo I do Edital Estágio Residência Jurídica, disponível em www.pge.ma.gov.br, da entrega de um kit contendo três quilos de alimentos não perecíveis de espécies distintas, excetuando-se sal, para serem doados a entidades beneficentes de auxílio a portadores de doenças graves, crianças e idosos.

No caso de candidato portador de deficiência, deverá apresentar laudo médico atestando a condição de deficiência. Não será aceito como estagiário servidor pertencente ao Quadro de Pessoal Efetivo da Procuradoria Geral do Estado.O processo seletivo abordará os assuntos constantes do Anexo II do edital.

Os candidatos aprovados serão convocados para ingressar no programa de estágio de acordo com a ordem estabelecida no Resultado Final, e na medida das vagas disponíveis. A seleção suprirá as necessidades de estagiários da PGE/MA pelo período de um ano, contados do término da seleção. Só firmarão termo de compromisso com esta Procuradoria Geral do Estado os candidatos convocados cuja previsão de encerramento da Pós-Graduação possibilite a permanência no estágio por um período mínimo de 06 (seis) meses, contados do ato de convocação.

A comissão de Seleção de Estágio 2020 é composta pelos procuradores do Estado do Maranhão Bruno Tomé Fonseca, Daniel Palácio de Azevedo, Luciana Cardoso Maia, Eduardo Philipe Magalhães da Silva, Thaís Iluminata César Cavalcante, Eduardo Luiz de Paula Leite, Marcus Vinicius Bacellar Romano e Amanda Pinto Neves.Por SECOM/GOVERNO DO MARANHÃO

Confira o edital no link abaixo:

OCDE prevê crescimento menor da economia global devido ao coronavírus

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu a expectativa de crescimento da economia mundial diante do surto de coronavírus e seu impacto na China, país mais atingido pelo novo vírus. A entidade prevê agora uma expansão de 2,4% no Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos –, ante 2,9% da previsão anterior, que já estava enfraquecida pelas tensões comerciais e políticas.

“A economia global enfrenta a ameaça mais grave desde a crise financeira [de 2008 e 2009], à medida que o coronavírus se espalha”, informou a OCDE. A previsão é que a recuperação venha já em 2021, com crescimento de 3,3%. Em 2019, o PIB mundial teve expansão de 2,9%.

A perspectiva de crescimento para a China caiu de 5,7% para 4,9% em 2020. Para 2021, entretanto, o PIB chinês deve crescer 6,4%. Em 2019, a economia do país teve expansão de 6,1%. Em países como Japão, Coreia e Austrália o crescimento terá uma recuperação difícil e gradual.

Em outras economias o impacto é menos severo, segundo o relatório, mas ainda atingidas pela queda na confiança e na interrupção da cadeia de suprimentos. De acordo com a OCDE, para o Brasil, a previsão de crescimento do PIB se mantém em 1,7% para este ano. No ano passado, a economia do país cresceu 1,1%.

Em relatório divulgado hoje (2), a organização pede que os governos ajam imediatamente para limitar a disseminação do coronavírus, fortalecer o sistema de saúde, proteger pessoas e empresas de seus efeitos e aumentar a demanda na economia.

“Mesmo no melhor cenário de surtos limitados em países fora da China, espera-se uma forte desaceleração do crescimento mundial no primeiro semestre de 2020, à medida que as cadeias de suprimentos e commodities são atingidas, o turismo cai e a confiança diminui”, alertou a OCDE em nota. “Está aumentando as preocupações com a saúde e o risco de restrições mais amplas ao movimento de pessoas, bens e serviços, diminui a confiança das empresas e dos consumidores e diminui a produção”, completou.

Cenário mais pessimista

A projeção, segundo a organização, é diante de um cenário em que a extensão do coronavírus é contida. Mas um contágio mais amplo em toda a região da Ásia-Pacífico e em economias avançadas pode reduzir o crescimento global para 1,5% neste ano. Para a OCDE, “medidas de contenção e perda de confiança afetariam a produção e os gastos e levariam alguns países à recessão, incluindo o Japão e a área do euro”.

O relatório da organização diz que o trabalho flexível deve ser usado para preservar empregos. Os governos devem implementar medidas fiscais e orçamentárias temporárias para amortecer o impacto nos setores mais afetados pela desaceleração, como viagens e turismo, e nas indústrias automobilística e eletrônica.

De acordo com a entidade, nos países mais afetados, é necessário fornecer liquidez adequada para permitir que os bancos ajudem as empresas com problemas de fluxo de caixa enquanto as medidas de contenção estiverem em vigor. E, caso a epidemia se espalhe amplamente, as economias do G20 devem liderar uma estrutura coordenada internacionalmente para apoio à saúde, combinada com estímulos fiscais e monetários coordenados para restaurar a confiança.Fonte Agência Brasil.

Coronavírus: empregados da XP vindos do exterior vão trabalhar de casa

Após a confirmação de que um de seus funcionários brasileiros está infectado com novo coronavírus, a empresa XP Investimentos informou que, como medida preventiva, todos os seus colaboradores que estiveram em algum país considerado de risco nas últimas duas semanas irão trabalhar de casa por pelo menos 14 dias.

Segundo a XP, o colaborador que teve o diagnóstico confirmado para o Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, passa bem e está em casa, sem sintomas. Ele foi o segundo caso confirmado no Brasil. Assim como ele, o primeiro caso de coronavírus foi adquirido na Itália.

De acordo com o Ministério da Saúde, o segundo paciente diagnosticado com o novo coronavírus no Brasil tem 32 anos e mora em São Paulo. Ele foi atendido no Hospital Israelita Albert Einstein no dia 28 de fevereiro. Ele chegou em São Paulo um dia antes, em um voo procedente de Milão (Itália), na região da Lombardia (norte do país), quando também iniciou os sintomas. Durante o voo, usou máscara. No atendimento, foram relatados febre, tosse, dor de garganta, dor muscular e dor de cabeça. Ele está em isolamento domiciliar.

Até este momento, dois casos de coronavírus foram confirmados em todo o Brasil, ambos importados, ou seja, adquiridos fora do país, em viagens na Itália.

A XP informou ainda que todos os colaboradores da empresa que tiveram contato com o profissional infectado estão sendo acompanhados por médicos especialistas. Nenhum deles, segundo a empresa, apresenta quaisquer sintomas da doença. A empresa informou ainda que todas as suas operações prosseguem normalmente.

Férias coletivas

A partir de hoje (02), 200 funcionários da fábrica de Taubaté (SP) da LG Eletronics, da área de produção de celulares, entram em férias coletivas por causa da falta de insumos para a fabricação de celulares. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (SindMetau), a empresa alegou que, diante do novo coronavírus na China, várias empresas chinesas que produzem componentes e peças para celulares, utilizados pela LG brasileira, foram fechadas, o que dificulta a produção de celulares no Brasil.

Por meio de nota, a LG Eletronics do Brasil confirmou que, devido ao surto do novo coronavírus no mundo, que “tem provocado o desabastecimento de peças nas produções, fará uma parada de 10 dias na produção, a partir de 2 de março, em sua unidade fabril de celulares, localizada em Taubaté”.Fonte Agência Brasil.

Estado Maranhão ocupa 6º lugar no ranking dos 10 estados brasileiros que mais avançaram nos índices educacionais, destaca O Globo

Entre os 10 estados brasileiros que mais avançaram na qualidade da educação, medida pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o Maranhão ocupa o 6º lugar no ranking. O dado foi apresentado pelo site de notícias O Globo, em reportagem que destaca como estados da região Nordeste são os que mais têm conseguido avançar no Ideb, desde 2005.

Os dados apresentados pela reportagem fazem parte de estudo realizado pelo Instituto Unibanco. Para o Maranhão, os dados são positivos, principalmente na área educacional. O Estado conseguiu saltar da antepenúltima posição no ranking entre 27 unidades federativas do país para a 14ª posição no ranking geral do Ideb do Ensino Médio, desde a criação do Índice, em 2005, até 2017, ano da última nota divulgada.

“No ranking, o avanço nordestino se dá em saltos. O Ceará era o 11º em 2005 e subiu para quarto em 2017. Pernambuco saltou da 20ª posição para a terceira, e o Maranhão, da 25ª para a 14ª. Já o Piauí saiu da penúltima posição para a 16ª”, aponta a reportagem.

O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, ressalta que o resultado é fruto de um trabalho responsável que vem sendo executado na rede pública estadual, com foco absoluto na aprendizagem dos estudantes maranhenses.

“O estudo realizado pelo Instituto Unibanco levou em consideração todo o período, desde a criação do indicador, em 2005, até a última nota já obtida. No Maranhão, olhamos com muito orgulho para os avanços, pois refletem o compromisso com o trabalho que estamos desenvolvendo nesta que é a etapa escolar mais desafiadora para todos que fazem educação no país. Nesse período, saímos de um Ideb 2,4, para 3,4. E temos muito orgulho em observar que desde que o governador Flávio Dino assumiu, tivemos um crescimento percentual de 0,6”, destacou o titular da pasta da Educação no Maranhão.

O secretário destaca, ainda, que na região Nordeste, a posição do Maranhão é ainda melhor, pois o estado encontra-se em 3º lugar, ficando atrás apenas de Pernambuco e Ceará, que possuem notas 4,0 e 3,8, respectivamente.

“São estados que há anos começaram a fazer o dever de casa na educação, com iniciativas que todo o país já conhece como a oferta da Educação em Tempo Integral, entre outras ações de fortalecimento do ensino que há cinco anos foram incorporadas à educação maranhense. Usamos os exemplos das boas práticas executadas nesses estados e desde 2015 estamos adequando à realidade maranhense, para que possamos garantir que nossos estudantes saiam de nossas escolas com aprendizado verdadeiro”, reforçou Felipe Camarão.

Aprimoramento constante do Programa Escola Digna

Conhecido desde 2015, quando Flávio Dino lançou na cerimônia de sua posse como governador do Maranhão, o Programa Escola Digna tinha como propósito principal construir prédios escolares para substituírem espaços inadequados que funcionassem como escolas nos diversos municípios maranhenses.

Ao longo desses cinco anos, o Programa ganhou corpo e transformou-se na macropolítica educacional do estado, por meio de um trabalho que é executado em conjunto com os entes municipais e com a parceria de instituições.

“O nosso dever de casa se deu exatamente em conhecer o trabalho executado pelos estados que estavam à frente na qualidade educacional, mas não fazermos um simples Control C mais Control V. Precisamos sempre analisar nossa realidade, ver o que cabe e o que precisa ser ajustado para funcionar aqui em nosso estado. E é isso que estamos fazendo nesses anos, por isso o Escola Digna tem crescido e sido aprimorado constantemente”, declarou Felipe Camarão.

Homem é Preso no Estado do Maranhão Transportando 40 kg de Maconha.


Droga estava armazenada em sacos que são usados para o transporte de grãos. — Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão

A Polícia Civil do estado do Maranhão conseguiu efetuar a prisão em flagrante de um homem que transportava nada mais nada menos que 40 kg de maconha nas proximidades da cidade de Buriticupu que fica a 395 km de distância da capital do estado São Luis, toda essa ação da polícia civil aconteceu na sexta – feira 28/02/2020.

De acordo com informações da polícia a droga estava sendo transportada em sacos de grãos e seria comercializada no município de Buriticupu mesmo, após a prisão o homem foi encaminhado para a delegacia de polícia local onde foi ouvido e em seguida encaminhado para o Sistema penitenciário do estado do maranhão onde permanecerá a disposição da justiça.