Luiz Henrique Mandetta foi demitido do Ministério da Saúde pelo Governo Jair Bolsonaro nesta quinta-feira à tarde, em meio à pandemia de coronavírus, e após semanas de crise entre a pasta e o presidente da República. A demissão de Mandetta foi confirmada por ele mesmo, em seu Twitter. “Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde. Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, escreveu Mandetta. O Brasil tinha, até esta quinta-feira à tarde, a confirmação de 1.924 mortes causadas pela Covid-19 e mais de 30.425 pessoas infectadas pelo vírus Sars-Cov-2.
Ministério da Economia mapeia respiradores quebrados no Brasil
Com a necessidade de recuperar respiradores em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19), o Ministério da Economia criou um endereço eletrônico para que sejam enviadas informações sobre o paradeiro dos equipamentos. Os dados podem ser enviados para o e-mail ventiladorespulmonares@mdic.gov.br. O ministério repassará as informações a uma rede de voluntários que consertará os aparelhos que puderem ser reparados.
Segundo estimativa do governo, existem cerca de 3,7 mil ventiladores pulmonares parados por falta de conserto nas redes pública e privada de saúde do Brasil. Isso equivale a aproximadamente um quarto de todos os respiradores existentes no país.
A iniciativa envolve a articulação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, do Ministério da Saúde e de parceiros privados. Batizada de Mais Manutenção de Respiradores, a rede voluntária pretende recuperar o maior número possível de ventiladores pulmonares para ampliar, em pouco tempo, o número de aparelhos disponíveis nas unidades de tratamento intensivo para atender os infectados pela covid-19.
Profissionais de saúde pública e gestores públicos estaduais e municipais podem enviar as informações sobre o paradeiro dos equipamentos quebrados por e-mail. A rede voluntária recolhe e repara os aparelhos, que serão devolvidos completamente recuperados ou em condições melhores.
Iniciativa privada
A iniciativa privada banca os recursos para as peças e os reparos, que ocorrerão em 34 pontos de manutenção de ventiladores pulmonares em pátios de montadoras de automóveis. Os ventiladores estão sendo reparados por técnicos e voluntários capacitados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pela Associação Brasileira dos Engenheiros Clínicos (Abeclin).
Segundo o Ministério da Economia, até 14 de abril, foram recolhidos 1.162 ventiladores respiratórios em todo o Brasil para manutenção, dos quais 164 foram devolvidos ao sistema de saúde. Dependendo do grau de dificuldade, o conserto dura de três dias a duas semanas.
Para os próximos três meses, a estimativa de demanda de ventiladores pulmonares para o tratamento de pacientes com a covid-19 é de cerca de 15 mil aparelhos. Além de ajudar a suprir a demanda por respiradores no momento atual, a iniciativa resulta em economia. Um modelo novo pode custar até R$ 60 mil no mercado.
Além dos ministérios já citados, do Senai e da Abeclin, participam da rede Mais Manutenção de Respiradores o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Associação Brasileira dos Engenheiros Clínicos (Abeclin) e as empresas ArcelorMittal, Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Ford, General Motors, Honda, Jaguar Land Rover, Mercedes-Benz do Brasil, Moto Honda, Renault, Scania, Toyota, Vale e Volkswagen do Brasil.Fonte Agência BrasilFonte Agência Brasil.
Mandetta é demitido do Ministério da Saúde
Em sua conta oficial no Twitter, Luiz Henrique Mandetta anunciou na tarde de hoje (16) sua demissão pelo presidente Jair Bolsonaro do cargo de ministro da Saúde. Na publicação, Mandetta agradeceu pelo tempo à frente da pasta. “Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar.”
Ele também agradeceu os gestores que compunham a direção do ministério. “Agradeço a toda a equipe que esteve comigo no MS e desejo êxito ao meu sucessor no cargo de ministro da Saúde. Rogo a Deus e a Nossa Senhora Aparecida que abençoem muito o nosso país”.
Mandetta e o presidente Jair Bolsonaro já vinham divergindo sobre os caminhos para o combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). O ministro se alinhava às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) pela adoção de um isolamento social mais forte, enquanto o presidente vinha defendendo a abertura do comércio como forma de evitar impactos na economia.
Médico, Mandetta foi secretário de Saúde de Mato Grosso do Sul e deputado federal pelo DEM. Ocupava o cargo de ministro da Saúde desde o início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019. As notícias sobre a possibilidade de ele deixar a pasta já vinham há duas semanas. O Palácio do Planalto anuncia ainda hoje o substituto.Fonte Agência Brasil.
Adotando todas as medidas de segurança Câmara de Codó retoma suas atividades
Lugares marcados, distâncias e espaços respeitados, público limitado, álcool gel e Máscaras. Assim foi realizada a 7ª sessão da Câmara Municipal de Codó, na última terça-feira (14), obedecendo todas as exigências das autoridades de saúde. “O Novo Coronavírus alterou a rotina do mundo inteiro. Ainda estamos no período de isolamento, mas voltamos as atividades do Legislativo seguindo todas as recomendações e medicadas de segurança das autoridades em saúde. Desta forma nós voltamos, porém com a adoção de todas as medidas preventivas”, explicou o vereador Rodrigo Figueiredo.
O vereador pastor Max fez requerimento verbal em beneficio dos profissionais da saúde. “Esses profissionais estão na linha de frente por todos nós, se expondo e arriscando a suas vidas e de suas famílias para poder proteger e cuidar de nossa população. Por isso precisamos também reconhecer e munir esses profissionais com algum recurso a mais, por todo esse empenho, seu trabalho responsável e humano, riscos e dedicação a saúde de nosso povo”, justificou.
Importantes indicações foram aprovadas para zona urbana rural de Codó como as dos vereadores Milson da Gabriela, Chaguinha da Câmara e Iltamar Munis. Para o presidente da Câmara, vereador Leonel Filho, o combate ao Novo Coronavírus e os trabalhos do Legislativo precisam continuar em prol da sociedade codoense.
“Nós tínhamos uma pauta muito extensa e precisávamos deliberar sobre estas matérias, que são de interesse público, tanto sobre a crise gerada pela pandemia do Novo Coronavírus, bem como outras demandas da população de Codó, como iluminação pública, abastecimento de água, manutenção de vias públicas e tantas outras necessidades de nossa sociedade”. Concluiu o presidente.
Ascom – CMC
Sobe para 1.736 o número de mortos pelo coronavírus no Nrasil.
O Ministério da Saúde anunciou hoje que subiu para 1.736 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil. Até ontem, eram 1.532 mortes no total.
O aumento de 204 óbitos confirmados em 24 horas iguala o resultado divulgado ontem — o maior registrado no país em um dia. O recorde anterior era de 141 mortes, divulgadas no dia 9 de abril….
Pelo segundo dia seguidamente o coronavírus mata o mesmo número de pessoas em todo o Brasil, 204 mortos no dia 14/04 e 204 mortos no dia 15/04, o fato é que os números estão ficando cada vez mais alarmantes em todos os estados do Brasil, o ministro da saúde continua afirmando que o isolamento social pode livrar milhares de brasileiros da morte por covid-19.
Mandetta diz que secretário de Vigilância em Saúde fica no cargo
Em entrevista coletiva para atualização de dados da pandemia de covid-19 no país, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que recebeu, na manhã de hoje (15) o pedido de demissão do secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, e não aceitou a saída do gestor. “Nós [ele e sua equipe] entramos juntos e vamos sair juntos”, disse Mandetta, no Palácio do Planlato.
No início da tarde desta quarta-feira, o Ministério da Saúde informou à imprensa que Wanderson de Oliveira havia pedido demissão.
Também presente na coletiva, o secretário disse que enviou uma comunicação à sua equipe: “Não pedi demissão diretamente ao ministro, falei à minha equipe. Vamos nos preparar para sair juntos com o ministro Mandetta. Este processo vem sendo discutido há algumas semanas. Chega um ponto que estamos entendendo que vários dos processos estão bem adiantados. Esta etapa agora da emergência é muito mais da assistência do que da vigilância. Mas não vou deixar o ministro e estamos juntos”
Mandetta elogiou a equipe técnica do órgão e disse, no entanto, que a situação de “descompasso” já é pública, tendo inclusive recebido consultas de pessoas que vêm sendo sondadas pelo governo para sua substituição como titular da pasta. Diante da situação, o ministro afirmou que mantém sua posição de só sair por decisão do presidente Jair Bolsonaro ou depois do fim do trabalho neste momento da pandemia.
“Parece que eu sou contra o presidente, mas não. São visões diferentes do mesmo problema. Ninguém é dono da verdade. Eu não sou. Temos um conjunto de informações que nos levam a ter conduta de cautela”, declarou.
O ministro fez uma espécie de balanço sintético de sua gestão e ressaltou que o ministério fez um “trabalho elogiado” por órgãos como Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Banco Mundial. Ele avaliou que o trabalho do ministério foi “bem” e contribuiu, juntamente com outros gestores e com a sociedade, para “achatar a curva” do contágio do coronavírus.Fonte Agência Brasil.

