Blog do Walison - Em Tempo Real

Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio de R$ 56 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (7) prêmio acumulado de R$ 56 milhões. As seis dezenas do concurso 2.259 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

Nesta semana, por causa do Dia das Mães, a Caixa está promovendo a Mega Semana das Mães, com três sorteios da Mega-Sena. O primeiro ocorreu na última terça-feira (5) e os outros dois ocorrem hoje e sábado (9).

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país, ou pela internet. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta. Fonte Agência Brasil.

OMS alerta sobre fim precipitado de isolamento

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, alertou, nessa quarta-feira (6), sobre os riscos de ser necessário retornar ao confinamento, caso os países que estejam deixando as restrições para combater a pandemia de coronavírus não administrem as transições “com muito cuidado e em uma abordagem em fases”.

Ele listou uma série de medidas necessárias antes que os países afrouxem medidas destinadas a controlar a propagação da covid-19, doença respiratória do provocada pelo coronavírus, como controles de vigilância e preparação do sistema de saúde.

“O risco de retornar ao bloqueio permanece muito real se os países não administrarem a transição com muito cuidado e com uma abordagem em fases”, afirmou ele em um briefing online em Genebra.

Tedros, que chegou a ser criticado pela forma de lidar com o surto, disse que fará uma análise da resposta dada pela agência, mas que vai aguardar até que a pandemia recue.

“Enquanto o fogo está aceso, acho que nosso foco não deve ser dividido”,afirmou.

O diretor defendeu o protocolo da OMS de alerta sobre o potencial de transmissão de pessoa para pessoa do novo coronavírus, lembrando que informou o mundo disso no início de janeiro.

A organização, com sede em Genebra, tem sido acusada pelo seu principal doador, os Estados Unidos (EUA), de ser “centrada na China”. Os EUA têm cortado o financiamento ao órgão.

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, vem afirmando que tem “evidências” de que o novo coronavírus surgiu em um laboratório em Wuhan, na China, enquanto os cientistas têm informado à OMS que a origem é animal.

*Agência britânica de notícias

Atriz e radialista Daisy Lúcidi morre por covid-19 aos 90 anos

Daisy Lúcidi

A atriz e radialista Daisy Lúcidi morreu na madrugada de hoje (7), aos 90 anos, no Rio de Janeiro. Ela estava internada no centro de terapia intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, na zona sul da capital, desde 25 de abril e morreu por complicações decorrentes de infecção por covid-19.

Daisy Lúcidi nasceu no Rio, em 10 de agosto de 1929. Muito cedo começou sua carreira na Rádio Nacional, a maior emissora da América Latina, na época de ouro do rádio, nos anos 1940, 1950 e 1960, com seus programas de auditório, com nove orquestras e o radioteatro, onde Daisy, com voz marcante, iniciou aos 6 anos de idade declamando poemas.

Participou do programa Seu Criado, Obrigado!, ao lado de César Ladeira, durante dez anos. Ela participou também de novelas da Rádio Nacional, que paravam o Brasil de norte a sul, como integrante da equipe do radioteatro, com tudo ao vivo, sem poder errar. A primeira radionovela do país foi apresentada em 1941 pela Rádio Nacional – Em busca da Felicidade – e, um ano depois, inaugurou a primeira emissora de ondas curtas, o que deu aos seus programas imensão nacional.

Com a primeira novela, que ficou mais de três anos no ar, vieram outras com grande sucesso. Daisy Lúcidi estreou em 1952 na Rádio Nacional, no elenco de radioteatro, comandado por Floriano Faissal, do qual faziam parte Brandão Filho, Iara Sales, Zezé Fonseca, Isis de Oliveira, entre tantos outros artistas de sucesso.

Os programas de auditório com  César de Alencar e a rivalidade dos fã-clubes de Emilinha Borba e Marlene marcavam as tardes de sábado na emissora da Praça Mauá, 7, onde as filas para assistir aos programas davam voltas no quarteirão. A rádio também contava com programas de humor como Edifício Balança mas não cai, que contava com  Paulo Gracindo, Brandão Filho e Walter d’Ávila, com a participação do elenco de radioteatro.

Daisy Lúcidi também participou de várias novelas da Rede Globo, entre elas Paraíso Tropical, Passione,  Bravo!, O Casarão, Babilônia, Geração Brasil e do seriado Tapas e Beijos.

Em 1971, Daisy Lúcidi estreou o programa Alô Daisy, que permaneceu no ar por 45 anos, no horário das 13h às 15h. Foi o primeiro programa de rádio voltado para o público feminino, para a dona de casa, que contava com receitas, notícias de artistas, um quadro, no início do programa, chamado Cidade, Atenção, com a com a equipe de radiojornalismo que ia para as ruas e mostrava os problemas da cidade. Depois, a produção cobrava das autoridades a solução para cada reclamação apresentada pelo público.

Auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro
Auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro – Acervo/Rádio Nacional

Alô Daisy também apresentava, em dois dias da semana, debates populares, sempre às quartas e sextas-feiras. Em um dia a mesa era formada somente de homens – Agora é que são eles – e em outro dia formado por mulheres – Agora é que são elas, que debatiam questões nacionais, do estado e do município, sempre com destaque para os assuntos em evidência na semana.

Em eventos especiais da Rádio Nacional, como a visita do papa João Paulo II ao Brasil, Daisy Lúcidi participou com destaque da cobertura.

Com a projeção do programa, Daisy acabou entrando para a política – primeiro, para a Câmara Municipal do Rio e, depois, para dois mandatos seguidos como deputada estadual.

Daisy também desenvolvia um programa social, com creche e distribuição de alimentos, roupas e calçados para as famílias necessitadas. A sede da entidade, ficava na Rua Uranos, no morro do Alemão.

Recentemente, há pouco mais de dois anos, deixou a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), à qual a Rádio Nacional está vinculada, aderindo ao Programa de Demissão Voluntária.

Daisy Lucidi foi casada por 64 anos com o radialista Luiz Mendes, que morreu em 2011.Fonte Agência Brasil.

Banco Central corta taxa básica de juros pela sétima vez seguida, a 3% ao ano

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) optou nesta quarta-feira (6) pela sétima redução consecutiva da taxa básica de juros da economia brasileira.

Novamente influenciado pelo efeito da pandemia do novo coronavírus, o corte de 0,75 ponto percentual é maior do que o esperado pelo mercado e leva a Selic a 3% ao ano, menor patamar da história. A taxa permanecerá vigente ao menos pelos próximos 45 dias.

A redução dos juros básicos tem o objetivo de estimular a economia nacional. Isso acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e impulsionar o consumo das famílias.

“No cenário externo, a pandemia da covid-19 está provocando uma desaceleração significativa do crescimento global, queda nos preços das commodities e aumento da volatilidade nos preços de ativos. Nesse contexto, apesar da provisão adicional de estímulos fiscal e monetário pelas principais economias, e de alguma moderação na volatilidade dos ativos financeiros, o ambiente para as economias emergentes segue desafiador”, escreveu o Copom para justificar a decisão.

O novo corte da Selic é maior do que o esperado pelo mercado financeiro, que apostava em uma nova baixa de 0,5% na reunião desta quarta-feira. De acordo com os analistas ouvidos semanalmente pelo BC, a Selic também será reduzida em junho, para 2,75% ao ano.Diferentemente das apostas do mercado financeiro, o Copom avalia que é possível realizar um novo corte de até 0,75 ponto percentual para “complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia”.O veredito pela redução da Selic foi novamente unânime. Votaram a favor do corte o presidente do BC, Roberto Oliveira Campos Neto, e os diretores Bruno Serra Fernandes, Carolina de Assis Barros, Fábio Kanczuk, Fernanda Feitosa Nechio, João Manoel Pinho de Mello, Maurício Costa de Moura, Otávio Ribeiro Damaso e Paulo Sérgio Neves de Souza.

Apesar da decisão unânime, dois membros do Comitê entenderam que mesmo com a possibilidade de elevação da taxa de juros estrutural, poderia ser oportuno prover todo o estímulo necessário imediatamente, em conjunto com a sinalização de manutenção da taxa básica de juros pelos próximos meses.

No entanto, foi preponderante a avaliação de que, frente à conjuntura de elevada incerteza doméstica, o espaço remanescente para utilização da política monetária é incerto e pode ser pequeno. Com isso, permaneceu uma decisão mais moderada para acumular mais informações até o próximo encontro do grupo.

Juros básicos

Conhecida como taxa básica, a Selic representa os juros mais baixos a serem cobrados na economia e funciona como forma de piso para as demais taxas cobradas no mercado financeiro.

Em linhas gerais, a taxa básica de juros é aquela que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo para empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

A taxa básica também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, próxima da meta estabelecida pelo governo. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.

Sempre que o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo. Fonte R7

Estudo mostra que Coronavírus tem mutação e se torna mais contagioso.

Cientistas do Laboratório Nacional de Los Alamos na Califórnia, nos Estados Unidos, identificaram uma nova mutação do coronavírus. De acordo com o estudo preliminar veiculado recentemente na plataforma bioRxiv, que reúne estudos científicos antes da revisão por especialistas e da publicação formal em revistas científicas, essa versão é mais contagiosa que o vírus original, responsável pelo início da pandemia em Wuhan, na China. Em pouco tempo, tornou-se a versão dominante em diversos países, como Itália e Estados Unidos.

De acordo com a equipe, a mutação afeta as proteínas exteriores do vírus. Chamadas “spikes”, elas são responsáveis pela entrada do vírus nas células. “A história é preocupante, pois vemos uma forma mutada do vírus emergindo muito rapidamente e, durante o mês de março, se tornando a forma pandêmica dominante”, escreveu a bióloga computacional de Los Alamos Bette Korber, líder do estudo, em sua página no Facebook.

A nova cepa, que recebeu o nome de D614G, apareceu na Europa em fevereiro, migrou para a costa leste dos EUA e desde meados de março é a forma dominante do vírus nos Estados Unidos e na Europa. Entretanto, os pesquisadores ainda não sabem o que isso significa. Por exemplo, dados do Reino Unido mostraram que pessoas com essa mutação específica pareciam ter uma quantidade maior do vírus em suas amostras. Por outro lado, não há evidências de que essas pessoas apresentaram quadros mais graves ou um tempo de internação maior.

No momento, a maior preocupação, segundo a equipe, é o possível impacto dessa – e de outras mutações – no desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra o novo coronavírus. Atualmente, mais de 100 vacinas em desenvolvimento e, na maioria das vezes, os cientistas partem do pressuposto que o coronavírus não sofreu nem sofrerá grandes mutações, a ponto de impactar a eficácia do imunizante.

Entretanto, é justamente isso que os pesquisadores do Laboratório Nacional de Los Alamos temem. Embora o estudo ainda precise ser revisado por especialistas que não estão envolvidos no estudo, os autores afirmam que a descoberta representa uma “necessidade urgente de um alerta precoce”. Segundo eles, se o coronavírus não desaparecer no verão no hemisfério norte – como a gripe sazonal -, ele poderá sofrer mutações ainda maiores, o que poderia limitar a eficácia das vacinas e tratamentos desenvolvidos atualmente.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores de Los Alamos trabalharam em conjunto com cientistas das Universidades Duke, nos Estados Unidos, e Sheffield, na Inglaterra. Ao analisarem a sequências de coronavírus incluídas na Global Initiative for Sharing All Influenza, uma organização que promove o rápido compartilhamento de dados de todos os vírus influenza e coronavírus, eles identificaram 14 mutações do novo coronavírus.

Dessas, apenas a D614G foi considerada uma “preocupação urgente” no momento. Segundo eles, além de se espalhar rapidamente, ela pode deixar os “indivíduos suscetíveis a uma segunda infecção”. em referência às mais de 100 vacinas em desenvolvimento.

Mutações anteriores

Essa não é a primeira vez que pesquisadores identificam mutações no novo coronavírus. No início de março, pesquisadores da China descobriram que um tipo mais agressivo do novo coronavírus representava cerca de 70% das infecções, enquanto as outras 30% estavam ligadas a um tipo menos agressivo.

Outro estudo da Universidade College London, no Reino Unido, identificou 198 mutações recorrentes no vírus. “Mutações em si não são uma coisa ruim e não há nada que sugira que o Sars-CoV-2 esteja sofrendo mutações mais rápidas ou mais lentas do que o esperado. Até agora, não podemos dizer se o SARS-CoV-2 está se tornando mais ou menos letal e contagioso.”, disse François Balloux, um dos autores.

Um terceiro estudo, feito pela Universidade Estadual do Arizona, nos EUA, descobriu uma grande exclusão de DNA em um gene chamado ORF7a, na amostra de um paciente. Esse gene é responsável por criar uma proteína que ajuda o vírus a infectar, replicar e se espalhar pelo corpo humano.

Alegações “infundadas”

Por outro lado, nesta quarta-feira, pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, consideram essas alegações “infundadas” e afirmam que nenhuma versão do vírus atualmente em circulação é mais ou menos potente que outra. A equipe do Centro de Pesquisa de Vírus analisou um catálogo de 7.237 mutações registradas no coronavírus durante a pandemia.

Segundo eles, embora isso possa parecer uma grande mudança, é uma taxa de evolução relativamente baixa para um vírus infeccioso como o Sars-CoV-2, nome oficial do novo coronavírus. Após analisarem as mutações, eles afirmaram que é improvável que alguma tenha significado funcional e não representam tipos diferentes de vírus

Entretanto, eles acreditam que essas mutações podem ser úteis para rastrear o histórico de transmissão e entender o padrão histórico da disseminação global. Os pesquisadores escoceses também esperam que mais mutações entre o vírus continuem se acumulando à medida que a pandemia continua. Mas espera-se que a maioria delas não altere de forma significativa a biologia do vírus.

Mutações são comuns em vírus

Mutações já são esperadas em vírus. Elas acontecem à medida que esse micro-organismos se replicam. Alguns vírus, como o influenza, sofrem muitas mutações rapidamente. É por isso que a vacina de gripe precisa ser atualizada anualmente. Mas o novo coronavírus parece ter um processo de mutação mais lento que o vírus da gripe.

Até o momento, estima-se que a Sars-CoV-2 tenha uma taxa inferior a 25 mutações por ano. O influenza tem 50. A maioria dessas mutações é neutra, ou seja não causam nenhuma alteração na forma como o vírus se comporta. Algumas são prejudiciais ao próprio vírus, o que impacta sua capacidade de sobrevivência, e outras são benéficas para o próprio vírus.

No momento, não se sabe em qual dessas categorias está a mutação D614G. Com todo o empenho da ciência em desvendar os mistérios do novo coronavírus, provavelmente informações mais precisas sobre essa questão estarão disponíveis em breve. Por ora, isso não motivo para preocupação, dizem especialistas.

Fonte:Veja

Lockdown na Ilha de São Luís mantém bloqueios e reduz circulação pelo 2º dia

O segundo dia de lockdown na Ilha de São Luís, nesta quarta-feira (6), continuou com adesão da população e a formação de bloqueios em diversos locais.

Pontos como Elevado da Cohab, o bairro Bequimão e as avenidas Jerônimo de Albuquerque e São Luís Rei de França ficaram esvaziados. Na Cidade Operária, houve bloqueio para fazer as regras serem cumpridas.

Na entrada da Ilha, perto do Estreito dos Mosquitos, a barreira impediu a circulação de veículos não autorizados.

Puderam entrar e sair da cidade caminhões com cargas, viaturas e ambulâncias, por exemplo.

“A movimentação que está tendo é só dos caminhoneiros. Tivemos poucos veículos particulares. O cidadão que veio [sem autorização] acabou retornando”, disse o comandante Juarez, do 21º Batalhão da Polícia Militar.

Dentro das cidades, puderam circular trabalhadores de serviços essenciais devidamente autorizados pela declaração entregue pelas empresas. Moradores em busca de serviços essenciais, como mercados e hospitais, também podem se deslocar.

O lockdown determinado pela Justiça e acatado pelo Governo do Maranhão vai até o dia 14 na Ilha de São Luís. O objetivo é conter a curva de contaminação do coronavírus.

As demais regiões do Estado não entraram no lockdown porque os casos estão concentrados na capital e em seu entorno.

As regras

O lockdown é o bloqueio da maior parte das atividades comerciais e da circulação de pessoas. Vale apenas na Ilha de São Luís, até o dia 14.

Só podem funcionar serviços essenciais, como os mercados. A venda de alimentos está liberada. Podem funcionar supermercados, mercadinhos, feiras, quitandas e estabelecimentos que vendam alimentos.

Mas todas as empresas e todos os estabelecimentos abertos precisam seguir regras para evitar aglomerações e reduzir o risco de contágio.

Caminhões com cargas de alimentos e produtos de limpeza e higiene, entre outros itens, podem entrar e sair da Ilha.

Podem continuar circulando pessoas que trabalham em atividades essenciais ou que estejam se deslocando em busca de um serviço essencial. Por exemplo, um médico pode sair para o trabalho ou uma pessoa pode ir ao mercado comprar alimentos e produtos de limpeza.

A empresa para qual o funcionário trabalha precisa emitir uma declaração que deve sempre ser levada com ele. O modelo de declaração pode ser conseguido aqui https://bit.ly/DeclaraçãoTrabalhadores (empresas privadas) ou aqui https://bit.ly/DeclaraçãoServidores (órgãos públicos)

Veja abaixo um resumo das atividades liberadas

– Supermercados, feiras, quitandas e estabelecimentos semelhantes; delivery de alimentos; venda de produtos de limpeza e de higiene pessoal;
– Hospitais, clínicas e laboratórios; farmácias; clínicas veterinárias para casos urgentes;
– Postos de combustíveis; abastecimento de água e luz; coleta de lixo; imprensa; serviços funerários; telecomunicações; segurança privada;
– Serviços de manutenção, segurança, conservação, cuidado e limpeza em ambientes privados (empresas, residências, condomínios);
– Oficinas e borracharias; pontos de apoio para caminhoneiros nas estradas, como restaurantes e pontos de parada;
– Serviços de lavanderia; comércio de álcool em gel; indústrias do setor de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza

Ascom

Crise sanitária resultará em perda de R$ 8 bilhões no PIB do Maranhão

Em recente entrevista à TV Mirante, o governador Flávio Dino falou sobre as perdas fiscais no estado em face do coronavírus. Quanto ao impacto econômico no estado, o governador projeta algo em torno de R$ 8 bilhões.

“A perda econômica no Maranhão deve chegar a R$ 8 bilhões, no que se refere a perda no Produto Interno Bruto (PIB). Não por causa das medidas, mas sim por conta da crise sanitária do novo coronavírus. Então R$ 8 bilhões de perda no PIB significa que nós estamos diante de um impacto fiscal de algo em torno de R$ 1,5 bilhão para o Governo do Estado”, declarou Dino.

Desde que iniciaram as medidas protetivas, o governador afirma que cada nova decisão sobre a restrição na circulação de pessoas e do funcionamento do comércio é baseada nos dados epidemiológicos, analisados todos os dias pelo comitê científico estadual.

“Não é meu desejo que atividades comerciais sejam interrompidas. Infelizmente são medidas necessárias neste momento, de grave crise sanitária, onde precisamos diariamente salvar cada vida que precisa de internações e leitos de UTI”, disse o governador ao declarar que nenhum sistema de saúde do mundo está preparado para receber tantos pacientes ao mesmo tempo.

Ascom

Covid-19: Brasil registra 615 mortes em 24 horas chegando a um total de 8.536 óbitos

Número de casos confirmados também deu um salto, com 10.503 desde ontem

[Atualização] O Ministério da Saúde atualizou, nesta quarta-feira (6), os dados sobre a pandemia do novo coronavírus no país. Até o momento, são 8.536 óbitos registrados e 125.218 casos confirmados. A taxa de letalidade é de 6,8%.

O número de casos positivos deu um salto em 24 horas, com 10.503 novas confirmações. Os óbitos também aumentaram, com 615 registros no mesmo período. Esses números são considerados os maiores até então.

Muitas mortes, muitas pessoas boas perdendo a luta contra o coronavírus em todo o território brasileiro, vamos entender que ficar em casa é crucial.

Segunda fase de imunização contra gripe atingiu 36% do público-alvo

Iniciada no dia 16 de abril e com previsão de terminar nesta sexta-feira (8), a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe atingiu apenas 36% (ou 5,6 milhões de pessoas) do público-alvo. Segundo o Ministério da Saúde, a meta era de 90%.

Faltam ainda cerca de 10 milhões de pessoas do grupo prioritário pretendido pela campanha para esta fase, focada em povos indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, trabalhadores portuários, membros das forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Primeira fase

Na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação, dirigida a idosos com 60 anos ou mais e a trabalhadores da saúde, mais de 18,9 milhões de idosos foram vacinados, o que corresponde a 90,66% deste público – índice, portanto, acima da meta pretendida pelo governo. No caso dos trabalhadores da saúde, esse segmento registrou 3,8 milhões de profissionais imunizados, o que corresponde a apenas 75,5% da meta.

Profissionais de transporte coletivo (motoristas e cobradores), caminhoneiros e portuários são os que registraram a menor procura na segunda fase da campanha. Até o momento, apenas 467 mil doses foram aplicadas, quando a estimativa era a de vacinar 2,6 milhões de profissionais.

O Ministério da Saúde informou, também, que “motoristas e cobradores, caminhoneiros e portuários devem buscar a vacinação, independente do seu estado ou município de residência, em qualquer serviço público de vacinação, fixo ou móvel, pois transitam em todo o país”.

Terceira fase

A terceira fase da campanha será iniciada na próxima segunda-feira (11) e terá duas etapas. Entre 11 e 17 de maio terá, como público-alvo, pessoas com deficiência; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes; e mães no pós-parto até 45 dias.

Na segunda etapa, entre 18 de maio a 5 de junho, serão incluídos professores das escolas públicas e privadas e os adultos de 55 a 59 anos de idade.

Segundo o governo, a exemplo das demais fases, a meta é vacinar pelo menos 90% de cada um desses grupos até o dia 5 de junho, quando a Campanha Nacional de Vacinação se encerra.

Influenza

Até o dia 18 de abril deste ano, foram registrados 1.696 casos de pessoas hospitalizadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave por causa da influenza (gripe) em todo o país. O Ministério da Saúde já contabiliza 163 mortes pela doença.

Do total de ocorrências cuja subtipagem foi identificada, 468 foram casos de influenza A (H1N1), com 66 óbitos; 45 casos e 10 óbitos por influenza A (H3N2), 263 de influenza A não subtipado, com 43 mortes; e 399 casos e 44 óbitos por influenza B.Fonte Agência Brasil.