Blog do Walison - Em Tempo Real

Governo amplia rede de atendimento no Maranhão para assistência a casos da Covid-19

O Governo do Maranhão já ampliou em mais de 600% o número de leitos exclusivos para atendimento a casos da Covid-19 em todo o estado. Os atuais 1.538 leitos fazem parte da rede estadual de saúde e estão distribuídos em 25 municípios do estado. Em coletiva realizada nesta sexta-feira (29), o governador Flávio Dino apresentou a evolução da rede hospitalar para assistência aos diagnosticados com a doença e as obras em andamento.

“Todas regiões do nosso estado possuem uma unidade referenciada para o atendimento de pacientes infectados. Essas unidades são relevantes a curto prazo, mas também guardam uma importância estratégica fundamental, considerando que ficarão incorporadas à rede de saúde do Maranhão para sempre”, disse o governador Flávio Dino durante a coletiva.

As unidades que fazem parte da rede comandada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) estão instaladas em 25 cidades. São unidades macrorregionais e regionais. Desse total, 15 já receberam ampliação e estão em pleno funcionamento, outras 10 estão com estruturas cujas obras se encontram em andamento, evidenciando o compromisso de manter o estado preparado para o enfrentamento ao vírus.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, o trabalho está sendo ininterrupto. “Estamos de segunda a segunda trabalhando para oferecer tratamento e assistência para a recuperação dos infectados. Saúde se faz com profissional treinado e estruturas adequadas, mas, sobretudo, com a cooperação da população, por isso jamais deixaremos de apelar para o bom senso e de contar com a sensibilização das pessoas”, destacou.

Em Paço do Lumiar, por exemplo, uma unidade de saúde está em obras de adequação para ser utilizada no enfrentamento à doença. Na cidade de Imperatriz, o executivo estadual estabeleceu parceria com a prefeitura para fortalecer o combate à doença, além de fortalecer a estrutura do Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto e redimensionar o Hospital Regional Materno Infantil (HRMI), unidades que integram a rede da SES.

Os serviços realizados nos municípios de Lago da Pedra, Viana, Santa Luzia do Paruá, Itapecuru Mirim e Pinheiro entraram em fase de conclusão para que as unidades sejam, em breve, entregues à população.

Das obras e serviços que estão em fase de conclusão, o primeiro a ser entregue é o Hospital de Campanha de Santa Inês, na segunda-feira (1°). Com capacidade para até 40 leitos, a estrutura contará com recepção, posto de enfermagem, farmácia, sala de estabilização, leitos, administração, sala de repouso para médicos e equipe de enfermagem, entre outros ambientes.

Nesta quinta-feira (28), a SES entregou um Hospital de Campanha em Bacabal, gerenciado pelo município, bem como abriu o mesmo serviço nas cidades de Açailândia e de São Luís no início do mês. Também foram entregues ambulatórios em Chapadinha, Santa Inês, na capital do estado e em Imperatriz, aumentando a cobertura de tratamento especializado e dispensação medicamentosa aos pacientes com a Covid-19, evitando agravamento do quadro clínico, internação e a lotação de unidades de urgência.

Ascom

Policia Militar de Codó Retira duas Armas de Fogo de Circulação

Nas primeiras horas de uma operação realizada neste sábado (30) em Codó, policiais militares do 17° BPM conseguiram tirar de circulação duas armas de fogo de fabricação artesanal, conhecida por garrucha.

A primeira arma foi apreendida durante o atendimento de ocorrência de uma briga no bairro Codó Novo. Já a segunda aconteceu durante uma abordagem a um homem que trafegava na Rua Léa Archer, próximo à Escola Luzenir Matta Roma, quando esboçou atitudes suspeitas ao avistar a guarnição policial do Esquadrão Águia, onde possivelmente realizaria assaltos nas imediações entre os Conjuntos Dalas, Primavera e Novo Milênio.

Após as abordagens, os acusados foram apresentados na delegacia de Polícia Civil de Codó para as providências cabíveis.

O combate à criminalidade tem sido o foco das ações desencadeadas até pelo comando do 17°BPM e com resultados alcançados já é possível perceber o aumento do número de apreensões de armas de fogo, redução de roubos de motocicletas e o aumento do número de motos recuperadas.

ASSCOM 17°BPM

Denúncias apontam escalada da violência contra mulheres no país

O número de denúncias de violência contra mulheres que a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos recebeu em 2019, por meio da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, aponta uma escalada do processo de violações à integridade e aos direitos das mulheres no país.

O balanço divulgado hoje (29) pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos revela que na passagem de 2018 para 2019, o total de tentativas de feminicídio denunciadas por meio do Ligue 180 aumentou 74,6%, saltando de 2.075 para 3.624 notificações.

“Hoje, estamos apresentando os números do Ligue 180 com tristeza. Em 2019, apresentei os dados de 2018, quando a gestão da política pública não estava nas minhas mãos, mas, hoje, apresento os dados já de minha responsabilidade. Avançamos nas políticas públicas? Avançamos. E estamos trabalhando muito, principalmente em relação às [vítimas] invisibilizadas. Infelizmente, apesar disso, a violência cresceu. Ainda assim, não vamos desanimar diante destes números”, afirmou a ministra Damares Alves.

Políticas Públicas

Para a ministra, os resultados destacam a importância de se discutir a reformulação de políticas públicas: “Já estamos conversando com o Parlamento, inclusive sobre a adequação de legislação, pois esses resultados nos levam a refletir sobre as prioridades nacionais, inclusive a orçamentária. Como está o Orçamento da União para idosos? O que é destinado ao combate à violência contra pessoas com deficiência? Acho que os dados vão nos motivar a fazer uma revisão geral de prioridades de políticas públicas, indicações de emendas parlamentares e, também, no Orçamento da União”.

Durante a apresentação dos dados, Damares Alves admitiu ter ficado “negativamente impressionada”, tal como já havia ocorrido na semana passada, quando a Ouvidoria Nacional divulgou os números de denúncias de violência contra crianças, idosos, pessoas com necessidades especiais e presidiários, registrados pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100), no ano passado.

Acolhimento

A secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Rodrigues Britto, disse que ” lamentavelmente, as informações indicam o crescimento expressivo do número de denúncias de tentativas de feminicídios”. Segundo ela, os dados revelam um processo de escalada da violência “que precisa ser interrompido”.

Cristiane destacou que algumas ações foram adotadas pelo ministério para tentar conter a violência contra as mulheres, entre elas a reformulação do modelo da Casa da Mulher Brasileira, espaço de acolhimento e atendimento às mulheres em situação de violência.

Violência Policial

Também chamam a atenção o aumento de 471% no número de denúncias de violência policial contra mulheres e o crescimento de 400% da violência contra a diversidade religiosa. No primeiro caso, os registros passaram de 99 queixas em 2018, para 566 notificações em 2019. Já no segundo caso, os telefonemas para o Ligue 180 passaram de três para 15.

Para o ouvidor nacional de Direitos Humanos, Fernando César Pereira Ferreira, a diferença nos números se deve mais a mudanças de metodologia do que ao aumento das agressões. Também pode ser resultado das campanhas publicitárias que o próprio ministério fez para estimular a denúncia.

De acordo com Ferreira, isso também vale para os casos de violência moral, cujas denúncias aumentaram 46% de 2018 para 2019. E também para a redução das denúncias de violência psicológica (-100%) e patrimonial (-100%), duas classificações redefinidas e cujos casos relatados no ano passado foram somados à categoria violência doméstica e familiar – contribuindo para o aumento do número de registros deste último tipo de denúncia.

Denúncias apontam para escalada da violência contra mulheres

“Fazemos os registros específicos de cada tipo de violência. No que se refere à violência policial, adotamos um marcador específico [uma classificação própria] e, a partir daí, passamos a receber um volume de denúncias específicas, o que não ocorria anteriormente”, disse Ferreira. Segundo o ouvidor, neste ano a classificação voltou a ser alterado, o que deverá voltar a influenciar nos próximos dados.

“Queria deixar claro que todas estas discrepâncias muito volumosas em termos percentuais ocorreram em razão de mudança de metodologia, de melhor classificação das denúncias e, às vezes, não devido ao aumento do número de denúncias. Mas quanto à violência praticada por policiais [contra as mulheres] vamos fazer uma investigação mais criteriosa para, no futuro, podermos responder”, acrescentou o ouvidor.

Denúncias apontam para escalada da violência contra as mulheres

No sentido contrário, os registros de homicídios notificados por meio do Ligue 180 diminuíram 84% de 2018 para 2019 e as denúncias de tentativas de homicídio e de violência física contra mulheres caíram, respectivamente, 70% e quase 42%, no período. A Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos também registrou um menor número de casos de ameças genéricas (-74%) e de tráfico de mulheres (-63%), bem como de cárcere privado (-18%), dentre outros crimes.

Números

Criada em 2005 para orientar mulheres vítimas de violência sobre seus direitos e serviços protetivos, a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 passou a receber denúncias em 2014, encaminhando-as aos órgãos locais competentes. Os telefonemas para o serviço são gratuitos e confidenciais.

Denúncias apontam para escalada da violência contra as mulheres

Em 2019, o serviço recebeu mais de 1,3 milhão de telefonemas – metade das 2,6 milhões chamadas atendidas em 2018. E o número de denúncias registradas também foi menor: 92.663, em 2018, contra 85.412, no ano passado. Considerando a diferença dos números absolutos, o percentual de denúncias registradas em 2019 foi superior ao de 2018. Segundo o ministério, isto também se deve a “ajustes metodológicos” na contagem de ligações, realizados em agosto de 2018.

Ainda assim, no ano passado, as denúncias de crimes e violações representaram apenas 6,5%, ou 85.412, do total das chamadas atendidas. Outras 629,5 mil (47%) ligações foram para obtenção de informações sobre a rede protetiva.

Em termo gerais, os casos de violência doméstica e familiar respondem por 78% do total de denúncias. Em seguida vêm os casos de tentativa de homicidío (4%), violência moral (4%), ameaças (3%), cárcere privado (3%), violência sexual (2%), violência física (2%) e outros (4%).

Quase metade das vítimas que ligaram para o Ligue 180 no ano passado relatou ser vítima de violações semanais. Duas em cada dez destas mulheres sofriam abusos e violência diariamente. A maioria das vítimas é parda, solteira, tem entre 18 e 30 anos e o ensino fundamental completo. Já os agressores são, na maioria, homens (84%), pardos, com 25 a 40 anos de idade e ensino fundamental incompleto.

Considerando o número de denúncias por grupo de 100 mil habitantes, os estados com maior número de notificações são Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais. A discrepância entre os resultados apresentados por estas três unidades da federação e as outras 24 indica, segundo Ferreira, a necessidade de melhorar a política de estímulo à denunciação da violência contra as mulheres e de divulgação de serviços como o Ligue 180 nas demais.

Segundo a ouvidoria nacional de Direitos Humanos, já foi registrado um aumento do número de denúncias nos quatro primeiros meses deste ano – especialmente a partir de fevereiro. O que, segundo o ouvidor nacional, se deve à pandemia da covid-19, que forçou as pessoas em geral a permanecerem mais tempo em casa, o que, paradoxalmente, expõe as vítimas ao maior convívio com agressores. Além disso, o serviço também vem sendo aperfeiçoado, com mais estímulo às denúncias e redução do tempo de espera.Fonte Agência Brasil.

Notícia Boa: Tabagismo no Brasil cai 37,6% nos últimos 14 anos, revela pesquisa

 

Já o tabagismo caiu neste mesmo período. Esse fator de risco saiu de 14,1% em 2006 para 9,8% em 2019, uma queda de 37,6% no período. Na faixa dos 45 aos 54 anos, o percentual atingiu seu maior patamar: 52%.

A queda do tabagismo no território brasileiro significa que as pessoas estão se cuidando mais, estão levando mais à sério as questões de saúde, muitos dos jovens de hoje são mais do que sabedores e conhecedores dos riscos que o tabagismo pode causar a saúde e estão preferindo não aderir a essa prática que já matou milhares de pessoas em todo o Brasil.

 

Covid-19: Brasil chega a 27,8 mil mortes

O Brasil chegou a triste marca de 27,8 mil óbitos por covid-19 e já está entre os seis países com o maior número de mortes no mundo inteiro, surpreendentemente o Brasil na noite de ontem ultrapassou o número de mortos da Espanha e se continuar com tantas mortes diariamente logo logo estará ultrapassando os demais países ficando atrás apenas dos EUA que já se encontram com mais de 102 mil mortes.

É preciso respeitar as regras determinadas pela OMS e entender aqueles países que respeitaram o isolamento social no momento certo conseguiram driblar a doença e evitar as mortes de milhares de pessoas.

Caixa conclui pagamento da 1ª parcela do auxílio a novos aprovados

Pessoas formam fila em agência da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro

A Caixa Econômica Federal disponibiliza hoje (29) o saque em dinheiro para mais um lote de beneficiários do auxílio emergencial. O escalonamento é feito de acordo com a data de nascimento do trabalhador ou do número de inscrição do Bolsa Família. Assim, 600 mil novos aprovados no programa, nascidos em dezembro, poderão sacar a primeira parcela e 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família poderão fazer o saque da segunda parcela.

Segundo o banco, mesmo após o encerramento do calendário de pagamento, os valores do auxílio continuarão disponíveis para recebimento em espécie.

Em razão dos impactos econômicos da pandemia de covid-19, o auxílio emergencial, de três parcelas de RS 600, está sendo pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa, 57,9 milhões de pessoas já receberam o benefício.

Amanhã (30), o banco começa o pagamento em espécie da segunda parcela para os trabalhadores que receberam a primeira parcela até 30 de abril. A partir desta data, também será possível a transferência do benefício para contas da Caixa ou de outros bancos.

Mais de 2,2 mil agências da Caixa estarão abertas neste sábado, das 8h às 12h, para receber os beneficiários nascidos em janeiro e que queiram fazer o saque em espécie do benefício. Essa etapa vai até 13 de junho, quando os nascidos em dezembro poderão receber o auxílio em dinheiro.

A Caixa lembra que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem às agências durante o horário de funcionamento, das 8h às 12h, serão atendidas. Elas vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 12h, o atendimento continua até o último cliente.

O banco explica que o beneficiário não precisa sacar o auxílio para usar o dinheiro. O aplicativo Caixa Tem possibilita ao cidadão fazer transferências bancárias e pagar contas, como água, luz e telefone. Além disso, o aplicativo disponibiliza gratuitamente o cartão de débito virtual Caixa para fazer compras pela internet, aplicativos e sites. O cartão também é aceito em maquininhas autorizadas com a funcionalidade do cartão virtual de débito.

A partir desta sexta-feira, a Caixa está liberando uma atualização do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento por meio de código QR (uma forma mais avançada do código de barras que pode ser lido por câmeras de celulares). Assim, os beneficiários poderão pagar compras por meio do celular em estabelecimentos comerciais com maquininhas da bandeira Elo. Empresas de maquininhas de outras bandeiras poderão aderir livremente à novidade.Fonte Agência Brasil.

Maranhão é o Estado do Nordeste que menos perdeu empregos por causa do coronavírus

O Maranhão foi o Estado do Nordeste que menos perdeu vagas de emprego com carteira assinada entre janeiro e abril deste ano, período fortemente impactado pela pandemia do coronavírus.

No Brasil todo, houve perda de 763.232 empregos formais nos primeiros quatro meses do ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho.

No Nordeste, a queda foi de 190.081 vagas com carteira. E no Maranhão, foi de 3.959 postos de trabalho.

Ou seja, o Maranhão ficou com 0,5% do corte de vagas do Brasil. Em outras palavras, a cada 200 empregos perdidos, apenas um foi no Maranhão.

“Entre os estados do Nordeste, o Maranhão foi aquele que menos perdeu empregos formais em 2020, até o momento. Mais uma prova da falsa dicotomia entre cuidar da saúde e da economia. Lutamos em todos os âmbitos, todos os dias”, disse o governador Flávio Dino.

Em termos porcentuais, o Maranhão teve a menor variação negativa no Nordeste e a sétima menos favorável entre todas as 27 unidades da federação.

Medidas econômicas

Para combater os efeitos negativos da pandemia na economia, o Governo do Maranhão lançou uma série de medidas, tanto no mercado formal quanto no informal.

Houve contratação de mais de mil profissionais da saúde por seletivo, contratação de mais de 600 artistas locais para shows online, compras antecipadas de diárias de hotéis e pousadas para serem usadas por estudantes, contratação de guias online e compra de peças de artesanatos.

A economia também foi movimentada pela compra de 440 mil máscaras feitas por costureiros e costureiras, pela compra de voucher de profissionais de beleza e pela compra de itens da agricultura familiar para a distribuição de 200 mil cestas básicas.

As obras que levaram a 1.519 leitos exclusivos para coronavírus na rede estadual também contribuíram para sustentar o emprego no Maranhão.

Ascom