Blog do Walison - Em Tempo Real

Com Grande Sucesso de Audiência Programa Viraliza muda de horário e terá participação da jornalista Aline Santos

A partir do dia 22 de junho, o jornalista Marco Silva promove uma importante mudança no horário do Programa Viraliza, exibido diariamente na internet. Atualmente começando por volta das 11h30, passará a ser exibido às 19h.

Marco Silva declarou que a mudança de horário era um desejo antigo. “Desde o início eu queria trabalhar após às 18 horas. O que me impediu foi meu compromisso com a faculdade. No entanto, devido a pandemia da covi-19, eles decidiram que vamos continuar estudando online. Desta forma, analisei com nossa equipe que o melhor horário seria o das 19h”, explicou.

O Programa Viraliza terá a jornalista Aline Santos como correspondente no município de Timon. A novidade reafirma o interesse de Marco Silva em fortalecer o jornalismo, que já conta com as participações de Wellyngthon Sampaio e Emanuela Carvalho.

Jornalistas Aline Santos, Wellyngthon Sampaio e Emanuela Carvalho

Aline Santos

A jornalista já foi repórter e apresentadora nas emissoras: TV Mirante (afiliada Globo-Maranhão), TV Antena 10 (afiliada Record/ Piauí). A comunicadora também atuou com repórter nas emissoras TV Cidade Verde (afiliada SBT-Piauí) e TV Clube (afiliada Globo-Piauí).

Emanuela Carvalho

Emanuela trabalhou como repórter para a TV Palmeira do Norte (afiliada Band-Maranhão) e atualmente atua como repórter da TV Cidade (afiliada Record-Maranhão). A jornalista também é e correspondente de vários blogs e portais de notícias da cidade e região dos Cocais.

Wellyngthon Sampaio

Sampaio iniciou sua trajetória jornalística como redator do blog universitário IFMA NEWS, do IFMA Campus Codó. Também atuou como assessor de comunicação e imprensa da Câmara Municipal de Codó, coordenou a assessoria de imprensa e comunicação da OAB-Codó e atualmente é repórter do Programa Viraliza.

Maranhão é o terceiro estado com a menor taxa de contaminação pela Covid-19

O Maranhão está entre os três estados do país que apresentam a maior retração no percentual de contaminação pela Covid-19. A taxa atual de contaminação do estado está em 0.93, que o coloca em 3º lugar no ranking dos estados com a menor taxa de contaminação do país. Para chegar a esse número, os pesquisadores consideram a taxa de retransmissão do vírus.

O indicativo faz parte dos dados produzidos pelo projeto Covid-19 Analytics, feito em parceria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Quando o número está abaixo de 1, significa que a média de pessoas contaminadas por um infectado está abaixo de uma, o que indica uma redução no ritmo da epidemia.

“Através de uma série de medidas preventivas que vêm sendo adotadas, conseguimos baixar a taxa de contaminação para menos de 1. Mas o cenário ideal será quando a taxa chegar a zero, ou seja, quando não houver mais contaminações. Ressaltamos a importância da contribuição da população nesse processo ao observar os protocolos de prevenção e colaborar com as medidas”, afirma o secretário de Estado da Saúde Carlos Lula.

Segundo o projeto Covid-19 Analytics, nesta quinta-feira (19), o ranking dos estados com a menor taxa de contágio do coronavírus traz o estado do Pará em primeiro lugar com 0.89 e Roraima em segundo, com 0.90. Entre os estados com maior taxa de contágio estão Goiás, com 1.89; Mato Grosso, com 1.59; Mato Grosso do Sul, com índice de contaminação de 1.57.

Ascom

Fabricio Queiroz é preso em Atibaia, interior de São Paulo

Fabrício Queiroz, ex-assessor do hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi preso no início da manhã desta quinta-feira (18) em Atibaia, interior de São Paulo. Ele deverá ser levado para o Rio de Janeiro.

A ação faz parte da Operação Anjo, que cumpre ainda outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça, relacionadas ao inquérito que investiga a chamada rachadinha, em que servidores da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj) devolveriam parte dos seus vencimentos ao então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

Queiroz era lotado no gabinete do parlamentar à época em que Flávio era deputado estadual.

O nome de Fabrício Queiroz consta em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que aponta uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em uma conta em nome do ex-assessor.

O relatório integrou a investigação da Operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro, que prendeu deputados estaduais no início de novembro do ano passado.

Contra outros suspeitos de participação no esquema (o servidor Matheus Azeredo Coutinho, os ex-funcionários Luiza Paes Souza e Alessandra Esteve Marins e o advogado Luis Gustavo Botto Maia), o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve na Justiça a decretação de medidas cautelares que incluem busca e apreensão, afastamento da função pública, comparecimento mensal em juízo e a proibição de contato com testemunhas. Fonte Agência Brasil.

Chile reforça quarentena em meio a aumento de casos de covid-19

As autoridades chilenas anunciaram nessa quarta-feira (17) uma série de medidas para restringir ainda mais a movimentação na capital Santiago e fortalecer as quarentenas em vigor no país, em meio a um aumento de infecções pelo novo coronavírus.

O Chile registrou até o momento 220.628 infecções e 3.615 mortes devido à pandemia, informaram autoridades do Ministério da Saúde ao divulgar os números diários sobre o avanço da covid-19 no país.

“Foi tomada a decisão de restringir as permissões o máximo possível. Ou seja, as pessoas só poderão sair duas vezes por semana para procedimentos essenciais e excepcionais”, disse a subsecretária do Interior, Katherine Martorell. “Se mais medidas forem necessárias, isso será feito”, acrescentou. Até agora, as pessoas tinham cinco permissões semanais para sair.

Katherine disse que a emissão de autorizações para trabalhadores também será monitorada mais de perto, uma vez que existem “muitas reclamações” de que empresas que não atuam em áreas essenciais estão usando essas autorizações para seus funcionários.

As autoridades descartaram por enquanto que a capital, onde a grande maioria das infecções está concentrada, seja submetida a uma “hibernação”, como sugeriu um centro de estudos, porque isso afetaria o acesso das pessoas a suprimentos e serviços essenciais.

Cerca de metade da população chilena, de mais de 18 milhões de habitantes, está em quarentena como medida contra o avanço dos casos, que foram inicialmente registrados no Chile nos primeiros dias de março.Fonte Agência Brasil.

ONU: número de pessoas em deslocamento forçado bate recorde em 2019

O número de pessoas no mundo em deslocamento forçado – causado por guerras, conflitos e perseguições – atingiu um patamar sem precedentes no final de 2019: 79,5 milhões ou cerca de 1% da população mundial. Em 2010, esse número era 41 milhões. Os dados, divulgados hoje (18), estão no relatório Tendências Globais, da Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

De acordo com o documento, das 79,5 milhões de pessoas deslocadas forçadamente, 45,7 milhões tiveram que fugir para regiões dentro de seus próprios países, 29,6 milhões estavam reconhecidas como refugiadas fora do país de origem e 4,2 milhões aguardavam o resultado de pedidos de reconhecimento da condição de refúgio. Segundo a Acnur, o número de crianças deslocadas é de 30 a 34 milhões, equiparável à populações da Austrália, Dinamarca e Mongólia juntas.

De acordo com a agência da ONU, o forte aumento no número de deslocados (de 41 milhões em 2010 para 79,5 no final de 2019, um aumento de 93,9%) está relacionado principalmente aos deslocamentos que ocorreram em 2019, particularmente na República Democrática do Congo, na região do Sahel, no Iêmen e na Síria – que entrou em seu décimo ano de conflito e contabiliza, sozinha, 13,2 milhões de pessoas refugiadas, solicitantes da condição de refugiado ou pessoas deslocadas internamente, totalizando um sexto dos deslocados no mundo.

A Acnur destaca ainda a situação dos venezuelanos fora do país, “muitos dos quais não estão legalmente registrados como refugiados ou solicitantes de refúgio, mas para quem são necessários sensíveis arranjos que assegurem sua proteção”.

De acordo com a agência da ONU, 80% das pessoas deslocadas forçadamente no mundo estão em países ou territórios afetados por grave insegurança alimentar e desnutrição. Mais de três quartos dos refugiados do mundo (77%) estão em situações de deslocamento de longo prazo como, por exemplo, no Afeganistão, na quinta década de conflito. A Acnur ressalta também que cerca de 85% dos refugiados estão em países em desenvolvimento, geralmente em um país vizinho ao de onde fugiram.

O relatório ainda mostra que cinco países contabilizam dois terços das pessoas deslocadas forçadamente, além das fronteiras nacionais: Síria, Venezuela, Afeganistão, Sudão do Sul e Mianmar.Fonte Agência Brasil.

MP que altera regras trabalhistas é aprovada na Câmara

A Câmara dos Deputados concluiu, nesta quarta-feira (17), a análise da medida provisória que altera regras trabalhistas durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Entre as medidas estão a previsão de adoção do teletrabalho, a antecipação de férias e de feriados e a concessão de férias coletivas. A matéria segue para o Senado.

A MP 927/20 prevê que acordo individual entre o empregado ou empregador deve se sobrepor sobre leis e acordos coletivos, respeitados os limites estabelecidos na Constituição. O texto estabelece ainda que o empregador poderá optar, caso queira, celebrar acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva de trabalho com o sindicato da categoria profissional para adotar as medidas.

O único destaque aprovado pelos parlamentares prevê que quando houver paralisação total ou parcial das atividades da empresa por determinação do poder público, ficará suspenso o cumprimento de acordos trabalhistas em andamento.

Teletrabalho

No caso do teletrabalho, serviço realizado preponderante ou totalmente fora das dependências do empregador, a MP define que fica a critério do empregador a alteração do regime presencial para o de teletrabalho, trabalho remoto ou outro tipo de trabalho à distância.

“O tempo de uso de equipamentos tecnológicos e de infraestrutura necessária, assim como de softwares, ferramentas digitais ou aplicações de internet utilizadas para o teletrabalho fora da jornada de trabalho normal do empregado não constitui tempo à disposição, regime de prontidão ou de sobreaviso, exceto se houver previsão em acordo individual ou em acordo ou convenção coletiva de trabalho”, define a MP.

O empregador também poderá determinar o retorno ao regime de trabalho presencial, independentemente da existência de acordos individuais ou coletivos, dispensado o registro prévio da alteração no contrato individual de trabalho.

Férias

A MP permite o desconto de férias antecipadas e usufruídas das verbas rescisórias no caso de pedido de demissão, se o período de aquisição não tiver sido cumprido pelo trabalhador.

O texto também prevê a possibilidade de estabelecer um regime especial de compensação de jornada por meio de banco de horas quando houver a interrupção das atividades do empregador. A compensação poderá se dar no prazo de 18 meses, a contar da data de encerramento do estado de calamidade pública.

A compensação das horas acumuladas em banco de horas também poderá ser feita nos fins de semana, seguindo-se as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), condicionada à autorização da autoridade trabalhista.

FGTS

A MP suspende a exigência do depósito no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelos empregadores em relação aos meses de março, abril e maio de 2020. Segundo o texto, o empregador poderá parcelar o recolhimento em até seis parcelas mensais, a partir de julho de 2020, sem a incidência de atualização monetária, multa e demais encargos.

O governo defende a medida argumentando que vai preservar os empregos durante o período de pandemia, mas a oposição se manifestou contra, porque entende que retira direitos dos trabalhadores.

*Com informações de Luciano Nascimento

Apesar de sinais de estabilização, pandemia no Brasil ainda é grave

Este é um momento de extrema cautela. A afirmação foi feita por Michael Ryan, diretor executivo do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), durante a coletiva de imprensa de hoje (17). O evento informa sobre os andamentos nas pesquisas e a evolução no combate ao novo coronavírus em escala global. 

De acordo com Ryan a situação no Brasil ainda é classificada como grave. Os sinais de estabilização do contágio e do número de casos graves e óbitos não são, necessariamente, sinais de vitória sobre a doença. “Já vimos isso antes em epidemias em outros países. Pode-se ver um sinal de estabilização durante um dia, ou alguns dias, e a [ocorrência da] doença pode subir novamente. Deve haver um foco no distanciamento social, na higiene e nos esforços para evitar aglomerações”, afirmou.

Michael Ryan frisou ainda que populações de minorias étnicas e pessoas em condições de pobreza nos ambientes urbanos devem ter apoio especial, já que não possuem condições para realizar o distanciamento social e manter a higiene necessária para conter o avanço do novo coronavírus.

“Penso que, na perspectiva do Brasil, agora realmente é um momento de dobrar as apostas no sistema público de saúde e nas medidas sociais. [É o momento de] focar em ajudar comunidades e garantir que o sistema hospitalar continue funcionando e seja capaz de tratar pacientes graves”, afirmou o médico.

“Não tenho dúvidas do compromisso total, engenhosidade do governo brasileiro, dos estados, das pessoas para achar uma maneira de colocar a doença sob controle. [O Brasil] emergirá dessa situação o mais rápido possível”, concluiu Ryan.

Dexametasona

Durante o evento, Michael Ryan afirmou ainda estar otimista sobre resultados preliminares com o corticosteroide dexametasona, que se mostrou eficaz no combate à manifestação mais grave da covid-19, a síndrome respiratória aguda grave (Srag). Segundo os dados, a medicação apresentou uma queda na mortalidade de pacientes nesse quadro de um terço.Fonte Agência Brasil.

Ferj confirma volta do Campeonato Carioca nesta quinta-feira

Mesmo sem unanimidade entre os 12 clubes da Série A do Campeonato Carioca, a Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) confirmou a volta da competição para esta quinta-feira (18) com o duelo entre Flamengo x Bangu. Pelo calendário sugerido para as duas rodadas finais da fase de grupos da Taça Rio, o rubro-negro volta a campo novamente dia 25, enquanto Fluminense e Botafogo jogam 22 e 26 e o Vasco, em 21 e 24 de junho.

Realizado virtualmente, o chamado arbitral teve início na segunda-feira (15) e recomeçou nessa terça (16) à noite sob forte impasse. Apesar das ponderações e tentativas de acordo, Fluminense e Botafogo seguiram contra o retorno do torneio, por causa da pandemia. Entretanto, eles foram votos vencidos e não descartam buscar o caminho da Justiça Desportiva.

Se essa volta não parar nos tribunais, os jogos serão de portões fechados e vão ocorrer apenas em três estádios (Maracanã, São Januário e Nilton Santos). Eles ainda não têm hora marcada, o que deve ser definido hoje (17) em reunião com a prefeitura, que já autorizou o retorno dentro da fase 2 de flexibilização da cidade. Esse encontro deve acertar ainda outros detalhes, envolvendo a operação das partidas. A Ferj espera também para hoje o aval do governo estadual sobre o protocolo Jogo Seguro, para evitar o contágio do novo coronavírus (covid 19) entre os participantes das partidas.

O último jogo do Campeonato Carioca ocorreu no dia 16 de março. Segundo os últimos dados da Secretaria estadual de Saúde, o Rio tem 83.343 infectados e 7.967 mortos pela covid-19.Fonte Agência Brasil.

Covid-19: Brasil tem 45,2 mil mortes e 923,2 mil casos confirmados

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, mais 1.282 mortes pela covid-19, conforme atualização divulgada nesta segunda-feira (16) pelo Ministério da Saúde. Com isso, o país chegou a 45.241 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus.

O balanço contabiliza também 34.918 novos casos da doença, totalizando 923.189.

A atualização diária revela aumento de 3% no número de óbitos em relação ao total de ontem, que era de 43.959. Os novos casos confirmados representam acréscimo de 4% sobre o total de ontem, quando os dados do Ministério da Saúde registravam 888.271 pessoas infectadas.

Os registros são menores aos domingos e nas segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação das estatísticas no fim de semana, e maiores nas terças-feiras, por causa do acúmulo de notificações atualizadas no sistema.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,9%. A mortalidade (falecimentos por 100 mil habitantes) foi de 21,5. Já a incidência (casos confirmados por 100 mil habitantes) ficou em 439,3. Do total, 436.219 pessoas estão em observação e 441.729 pacientes se recuperaram. Há ainda 4.047 mortes em investigação.

Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (11.132), Rio de Janeiro (7.967), Ceará (5.070), Pará (4.291) e Pernambuco (3.959). Ainda figuram entre os quer apresentam altos índices de mortes os estados do Amazonas (2.549), do Maranhão (1.537), da Bahia (1.181), do Espírito Santo (1.131), de Alagoas (793) e da Paraíba (671).

Os estados com mais casos de covid-19 são São Paulo (190.285), Rio de Janeiro (83.343), Ceará (81.289), Pará (71.243) e Maranhão (62.711).Fonte Agência Brasil.