Blog do Walison - Em Tempo Real

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio de R$ 6,5 milhões

A Mega-Sena pode pagar um prêmio estimado em R$ 6,5 milhões neste sábado (8), para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.287.

O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Energia: Saiba como evitar acidentes elétricos em obras de construção civil

Quando o assunto é segurança na construção civil, todo cuidado é pouco. Unida ao fator eletricidade, os riscos com acidentes costumam aumentar ainda mais, pois qualquer desatenção pode ocasionar sérios acidentes. Nesse sentido, para que todos os serviços envolvendo eletricidade sejam realizados de forma segura na obra, a Equatorial Maranhão dá dicas de como evitar possíveis acidentes elétricos na construção civil.

Seja em construções de pequeno, médio ou grande porte os cuidados com a segurança devem ser constantes. Segundo o levantamento do Anuário realizado pela Associação Brasileira de Conscientização para Perigos da Eletricidade (Abracopel), apenas em 2019, foram registrados mais de 30 acidentes fatais envolvendo energia elétrica em decorrência de construções civis no Brasil. Eletricistas profissionais, pintores e técnicos autônomos representam as principais vítimas dos acidentes desta natureza.

O executivo Segurança da Equatorial Maranhão, Francisco Wagner Calzavara, explica que a maioria dos acidentes envolvendo eletricidade poderiam ser evitados. “Os acidentes nas construções civis servem de alerta a respeito dos procedimentos incorretos relacionados à energia elétrica. O principal fator de risco para ocorrência de acidentes é o descumprimento e/ou desatenção dos profissionais com as medidas de segurança, entre elas, a proximidade das obras com a rede elétrica.” Explica Francisco.

Para evitar possíveis acidentes com a rede elétrica, Francisco alerta que apenas profissionais especializados devem ser contratados para execução da construção. “Mesmo em construções de prédios, casas ou manutenções preventivas, a contratação de profissionais experientes é essencial para evitar acidentes. Pedreiros, técnicos e motoristas de retroescavadeiras mais experientes já estão familiarizados com as medidas segurança, como manter a distância segura da rede.” Alerta o executivo de Segurança.

Confira algumas dicas de como evitar riscos elétricos na construção civil:

  • Mantenha uma distância segura da rede elétrica: No momento da construção, os andaimes devem considerar a distância mínima de segurança: 2m na horizontal e 3m na vertical. Use sempre tapumes ou andaimes com anteparo que permitem isolar a área de trabalho e impeçam a aproximação/contato de equipamentos e ferramentas com a rede elétrica;
  • Antes de movimentar estruturas metálicas, como barras de ferro, vergalhões, certifique-se de que não há risco de encostar na rede elétrica;
  • O uso dos EPIs é indispensável: Os equipamentos de proteção individual são obrigatórios por lei e são fundamentais para garantir a segurança de todos os profissionais envolvidos na obra;
  • Contrate profissionais experientes na área: Toda instalação elétrica deve ser feita por eletricistas profissionais;
  • Cuidados com veículos de grande porte: Ao operar caminhões, guindastes, escavadeiras ou betoneiras fique atento para que o veículo não toque na fiação elétrica.

A Equatorial Maranhão reforça ainda que, se alguém for vítima de choque elétrico, não tente tocar na pessoa que está recebendo a descarga. Ligue imediatamente para emergência no 192 ou 193, para que a vítima receba os devidos cuidados. Se o acidente for em via pública, além das orientações já mencionadas, é preciso isolar o local e acionar a distribuidora pela Central 116 para que seja feito o desligamento da energia na área do acidente.

Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Covid-19: Fiocruz recebe R$ 100 milhões para produção de vacina

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu R$ 100 milhões, em doação de um grupo de empresas, para investir no aprimoramento de suas instalações que serão usadas na produção da vacina da covid-19. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (7), em nota publicada na página da Fiocruz.

“A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu a doação de uma coalisão de empresas e fundações para adequações em seu parque fabril e aquisição de equipamentos necessários à produção da vacina para covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, por meio do acordo com a AstraZeneca. A doação também auxiliará na expansão da estrutura de controle de qualidade, em função da grande demanda de testes que a nova vacina irá gerar”, informou a entidade.

Segundo a Fiocruz, “a expansão será importante para a realização dos testes de qualidade do imunizante desde a sua primeira fase de incorporação, que consiste no recebimento de 100 milhões de doses do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para processamento final (formulação, envase, rotulagem e embalagem), dentro de um acordo de encomenda tecnológica respaldado pelo governo”.

A doação, de cerca de R$ 100 milhões, foi feita por Ambev, Americanas, Itaú Unibanco, Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e a Behring Family Foundation. Um comitê composto por todas as empresas e fundações será formado para acompanhar as iniciativas.Fonte Agência Brasil.

Amapá, Ceará e Rio de Janeiro seguem em alerta de uma segunda onda

O Boletim InfoGripe, produzido semanalmente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e divulgado hoje (7), indica uma possível nova fase de queda leve no número de novos casos semanais de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, após a retomada do crescimento observado em junho. Amapá, Ceará e Rio de Janeiro mantêm o sinal de retomada do crescimento (uma segunda onda). Os dados são da semana epidemiológica 31, entre os dias 26 de julho e 1° de agosto.

O estado do Maranhão teve a possível retomada do crescimento alterada para possível estabilização. Os casos de covid-19 ainda estão muito altos e a capital, São Luís, indica possível retomada do crescimento de casos da doença.

No Amapá, a capital Macapá apresenta sinal de estabilização do número de casos da doença. Já as capitais Fortaleza e Rio de Janeiro mostram possível retomada do crescimento. O estado do Rio registrou até ontem (6) 13.941 óbitos, sendo que somente na capital são 8.540 mortes de covid-19 desde o início da pandemia no país.

De acordo com o coordenador do InfoGripe, o pesquisador Marcelo Gomes, apesar de sinal de leve queda, os valores semanais de casos e de óbitos (que também continuam em nível acima do muito alto) no país estão muito acima do nível de casos considerado muito alto. “Todas as regiões do apresentam ocorrência de casos muito alta e na zona de risco”, avaliou.

Situação no país

Em relação às unidades da federação que apresentavam manutenção do sinal de crescimento ou platô, observou-se possível início de queda em Tocantins, Sergipe, Paraná e em Santa Catarina. Segundo o pesquisador, nesses estados, as capitais Palmas e Florianópolis ainda apresentam sinal de estabilização, enquanto Aracaju e Curitiba apresentam sinal de queda.

Os estados da Bahia, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul apresentaram um possível início de queda nos casos, mas este sinal é ainda considerado fraco. As respectivas capitais, Salvador, Campo Grande e Belo Horizonte apresentam queda, enquanto Porto Alegre mostra estabilização. Brasília ainda registra sinal de crescimento do número de casos da doença.

Marcelo Gomes esclarece que o estado de São Paulo mostra um sinal de possível redução em relação às semanas anteriores, mas o perfil ainda é compatível com a oscilação que vem sendo observada desde maio. A capital paulista apresenta tendência de queda após período de oscilação em novo platô abaixo do pico observado em maio”.

Segundo a análise, no Pará, embora se mantenha com sinal de possível estabilização, Belém mostra retomada do crescimento. Nas demais unidades não foram observadas alterações em relação às tendências anteriores.

Macrorregiões

Esta nova edição apresenta também estimativas das macrorregiões de saúde de cada estado e de casos recentes para o país, grandes regiões e capitais. Entre as ocorrências com resultado positivo para os vírus respiratórios, 96,7% dos casos e 99,1% dos óbitos se deram em decorrência do novo coronavirus.

A divulgação das análises para macrorregiões de saúde permite avaliar tanto o processo de interiorização como possíveis diferenças dentro de um mesmo estado. Por exemplo, para o Rio de Janeiro o estudo aponta para uma possível retomada do crescimento, que aparenta ser reflexo dos casos na macrorregião que inclui a capital. Nas demais, o sinal é de queda ou de estabilização.

Em contrapartida, em Pernambuco, na macrorregião Metropolitana o sinal é de queda, enquanto nas demais três macrorregiões do estado a tendência ainda é de crescimento, sem ter atingido ainda um pico em nenhuma dessas regiões.

Em São Paulo, há uma variabilidade enorme, observando macrorregiões dando os primeiros sinais de início de queda e outras mantendo sinal de queda por várias semanas consecutivas. A macrorregião associada à capital mostra sinais de uma possível estabilização, mas ainda em valores muito elevados e outras estão com sinais de retomada do crescimento.

A situação nas capitais

Possível queda Aracaju e Rio Branco
Retomada de crescimento Macapá e Maceió
Estabilização Manaus, Palmas e Porto Alegre
Oscilação Belém
Crescimento Porto Velho
Queda, com possível estabilização Boa Vista
Queda Curitiba, João Pessoa, Natal, Salvador, Teresina e Vitória
Estabilização para possível início de queda Belo Horizonte e Florianópolis
Possível retomada de queda São Paulo
Possível retomada de crescimento Fortaleza, Rio de Janeiro e São Luís
Queda lenta Recife

Fonte Agência Brasil.

“Há 50 dias o Maranhão apresenta tendência de queda do coronavírus”, diz Flávio Dino

Os estudos da PUC-RJ e FGV mais uma vez apontam o Maranhão como o estado brasileiro que possui uma das menores taxas de contágio do coronavírus. É o estado que está há mais tempo com a taxa de transmissão abaixo de 1.

“Esse é um resultado que demonstra o nosso esforço sério, comprometido e dedicado em salvar vidas no nosso estado. Além disso, hoje consolidamos a conquista de casos ativos abaixo de 10 mil. Esse também é um indicador importante para o Maranhão”, disse Flávio Dino.

Além desses dados, na coletiva virtual desta sexta-feira (7), o governador destacou que 10 estados brasileiros apresentam queda na morte por Covid-19 no Brasil, e o Maranhão é um dos estados que apresenta maior redução no número de óbitos do país.

Ocupação de leitos e hemodiálise

No último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde (quinta-feira, 6), a ocupação dos leitos de UTI estava em 39,90%, enquanto os leitos clínicos registraram taxa de ocupação de 22,86%.

“Os leitos permanecerão na nossa rede para continuar atendendo os pacientes que necessitarem. Em 2014, havia apenas 84 leitos UTI em toda a rede estadual. Entregaremos 300 leitos de UTI, quase quatro vezes mais leitos do que encontramos”, assegurou o governador.

Outra ação de expansão na saúde foi assegurada com a conclusão e entrega do Centro de Hemodiálise de Pinheiro. “Quando assumimos o Governo, havia apenas 25 poltronas em todo o estado. Agora os pacientes que precisam de hemodiálise possuem 254 poltronas, ou seja, multiplicamos por 10 o atendimento à hemodiálise no Maranhão”, confirmou Dino.

Educação

Na coletiva, o governador apresentou números sobre a educação durante o período da pandemia. Ao todo, já foram 444 aulas gravadas em vídeo ou rádio; mais de 230 mil estudantes assistem às aulas não presenciais; foram distribuídos 90 mil chips com pacote de internet aos alunos da rede estadual como suporte às aulas online e foram impressos mais de 90 mil materiais do “Terceirão não tira férias”.

“A educação é um tema muito desafiador. Estamos falando de problemas sanitários, mas lidamos também com a insegurança das comunidades escolares no retorno às aulas presenciais e um enorme risco de que sejam aprofundadas as desigualdades educacionais no Brasil. Não há debate sobre isso no país e infelizmente assistimos esse aprofundamento dessas desigualdades”, disse o governador ao divulgar que na última semana de agosto será feita nova consulta com toda a comunidade escolar sobre o retorno gradual das aulas presenciais para os estudantes da rede pública estadual.

Fiscalizações

Ao final da coletiva, foram apresentados números sobre as ações de fiscalização da Vigilância Sanitária e do Procon em todo o Maranhão.

De março a julho foram feitas mais de 3 mil ações de fiscalização da Vigilância Sanitária, 633 termos de intimação, 145 autos de infração e 6 interdições sanitárias.

Pelo Procon, foram feitas, de março a agosto, mais de 800 ações de fiscalização, 90 sanções e mais de R$ 5,5 milhões em sanções.

Ascom

População desocupada sobe para 12,4 milhões em julho, diz IBGE

A população desocupada do país, entre 12 e 18 de julho, chegou a 12,4 milhões de pessoas, um pouco acima do registrado na semana anterior, quando era de 12,2 milhões. Com o resultado, a taxa de desocupação ficou em 13,1%, a mesma da semana anterior, mas acima da taxa registrada da primeira semana de maio (3 a 9 de maio) que atingiu 10,5% e quando o número desocupados era de 9,8 milhões. Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad covid-19) semanal, divulgada hoje (7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na terceira semana de julho, cerca de 6,2 milhões de pessoas (7,5% da população ocupada) estavam afastadas do trabalho por causa do distanciamento social. O número representa queda tanto em relação à semana anterior quando 7 milhões de trabalhadores (8,6%) estavam afastados quanto na comparação com a primeira semana da pesquisa, entre 3 e 9 de maio – 16,6 milhões de pessoas, o equivalente a 19,8% da população ocupada.

Para a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, esse movimento, provavelmente, representa o retorno das pessoas ao trabalho. “Como o total de pessoas não afastadas do trabalho aumentou na terceira semana de julho, isso indica que a maioria das pessoas que estavam afastadas pelo distanciamento voltaram para o trabalho que tinham antes da pandemia”, observou.

De acordo com a pesquisa, na terceira semana de julho, a população ocupada do país era de 81,8 milhões. O número representa estabilidade em relação ao período anterior em que foi estimada em 81,1 milhões de pessoas e queda na comparação com a semana de 3 a 9 de maio, quando era de 83,9 milhões de pessoas.

Já a estimativa da população ocupada e não afastada do trabalho ficou em 72,5 milhões de pessoas, alta na comparação com o período anterior de 71 milhões e com a semana de 3 a 9 de maio, de 63,9 milhões. Segundo a pesquisa, entre essas pessoas, 8,2 milhões ou 11,3% trabalhavam remotamente. O total representa estabilidade em relação à semana anterior de 8,2 milhões ou 11,6%. Em números absolutos, o número de pessoas em home office (8,6 milhões) se manteve estável na comparação com a primeira semana da pesquisa, mas apresentou queda percentual já que, em maio, o índice atingia 13,4%.

O nível de ocupação de 48,% se mostrou estável na comparação com a semana anterior de 47,6% e em queda em relação à semana de 3 a 9 de maio, quando atingiu 49,4%.

A taxa de informalidade aproximada ficou em 32,5%, o que é um recuo em relação à semana anterior (34,0%) e à semana de 3 a 9 de maio (35,7%). A taxa de participação na força de trabalho ficou atingiu 55,2%, o que estatisticamente, segundo o IBGE, é estável se comparado à semana anterior (54,8%) e, ainda à primeira semana de maio (55,2%).

Fora da força de trabalho

A população fora da força de trabalho, que não estava trabalhando nem procurava por trabalho, somou 76,2 milhões de pessoas e se manteve estável em relação à semana anterior, quando alcançou 76,9 milhões, como também à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões). Entre essas pessoas, a pesquisa apurou que cerca de 28 milhões de pessoas ou 36,7% da população fora da força de trabalho disseram que gostariam de trabalhar. O contingente ficou estável em relação à semana anterior (28,3 milhões ou 36,7%), mas cresceu na comparação com a primeira semana da pesquisa entre 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%).

A pandemia ou a falta de uma ocupação na localidade em que moravam foram os motivos para cerca de 18,6 milhões de pessoas que gostariam de trabalhar, não procurarem uma vaga. O número correspondia a 66,4% das pessoas não ocupadas que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar. O total permaneceu estável em relação à semana anterior (19,2 milhões ou 68,0%) e em comparação com a semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 70,7%).

Saúde

A Pnad covid-19 estimou também que na terceira semana de julho, cerca de 3,3 milhões de pessoas ou 23,7% das que apresentaram algum sintoma da doença buscaram atendimento médico. O total ficou estável em relação à semana anterior, quando era de 3 milhões ou 21,5% e, no entanto, de queda em números absolutos mas aumento em termos percentuais, se comparado à semana de 3 a 9 de maio. Naquele momento somaram 3,7 milhões ou 13,7%. De acordo com a pesquisa, cerca de 85% destes atendimentos foram na rede pública de saúde.

Na semana de 12 a 18 de julho, os números indicam que 13,8 milhões de pessoas ou 6,5% da população do país apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal investigados pela pesquisa, que são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular. Estatisticamente, isso representa que ficou estável frente a semana anterior de 13,9 milhões ou 6,6% da população e de queda em relação ao período de 3 a 9 de maio, 26,8 milhões ou 12,7%.

Entre 12 e 18 de julho, 9,3% daquelas que tiveram sintomas de síndrome gripal, ou seja, 302 mil pessoas, procuraram atendimento em ambulatório ou consultório privado ou ligado às Forças Armadas. Segundo a pesquisa, o contingente representa estabilidade tanto na comparação com a semana anterior (315 mil ou 10,6%), como em relação à primeira semana de maio (320 mil ou 8,7%).

A Pnad-covid-19 mensal apontou que cerca de 912 mil pessoas procuraram atendimento em hospital, público, particular ou ligado às Forças Armadas na semana entre 12 e 18 de julho. O resultado representa 6,6% daquelas que apresentaram sintomas e ficou estatisticamente estável na comparação com a semana anterior, quando eram 914 mil pessoas ou 6,6% e também frente a semana de 3 a 9 de maio com 1,1 milhão ou 4,0%. Entre os que procuraram atendimento, 135 mil (14,8%) foram internados, o que também é uma estabilidade frente a semana anterior (124 mil ou 13,6%) e a semana de 3 a 9 de maio (97 mil ou 9,1%).Fonte Agência Brasil.

Mourão defende avanços nos sistemas de monitoramento da Amazônia

O vice-presidente Hamilton Mourão disse hoje (7) que o Estado brasileiro deve cumprir seu papel de proteção e desenvolvimento da Amazônia, mas que há muito desencontro sobre as informações de desmatamento na região, já que os sistemas de monitoramento, utilizados no apoio às decisões do governo, “não são os melhores” e “se ressentem de uma melhor qualidade”.

“Os satélites que nós temos são ótimos, que não enxergam durante o período das chuvas e de nuvens. Precisamos avançar para ter uma tecnologia radar, termos aeronaves não tripuladas de melhor nível e que possam manter um acompanhamento da situação da cobertura vegetal com melhor qualidade do que só pura e simplesmente a imagem de satélite”, explicou, durante encontro virtual promovido pela FSB Comunicação. Mourão preside o Conselho Nacional da Amazônia Legal.

Em entrevista recente, o vice-presidente também lembrou que o desflorestamento e as queimadas na Amazônia vêm sofrendo uma escalada desde 2012 e atingiu um pico no ano passado, o que motivou as críticas e pressões internacionais. A previsão de Mourão para o desmate neste ano é semelhante ao do ano passado. No período de agosto de 2018 a julho de 2019, o desmatamento da Amazônia Legal foi estimado em 9.762 quilômetros quadrados (km²), um aumento de quase 30% em relação ao período anterior, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Já para as queimadas, a expectativa de Mourão é de redução. A meta do governo para os meses mais críticos, entre agosto e outubro, é que os incêndios fiquem abaixo da média histórica, em torno de 3 mil a 4 mil focos de calor por mês. De acordo com o vice-presidente, além da proibição do uso de fogo em áreas rurais, as Forças Armadas vão prosseguir com a Operação Verde Brasil, para coibir queimadas criminosas.

Mourão e o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo, também relator do Código Florestal, participaram do encontro virtual para discutir as críticas, as pressões internacionais e os desafios enfrentados pelo Brasil nas políticas para a Amazônia e o meio ambiente.

Ambos acreditam que é preciso tratar do problema fundiário da região, promover políticas de desenvolvimento sustentável e assegurar os direitos das pessoas que vivem lá, indígenas ou não indígenas, de acesso ao progresso, à infraestrutura e a serviços básicos, como saúde e educação de qualidade. Para Mourão, esse direito deve estar centrado na bioeconomia, a partir do mapeamento da biodiversidade florestal, da construção de uma infraestrutura logística sustentável e de financiamento e investimentos no setor.

Aldo Rebelo criticou a demarcação de áreas de preservação na Amazônia que já estavam ocupadas por pessoas assentadas pelo próprio Estado. “Quando se demarca em área antropizada, você transforma aquelas pessoas em criminosos, mas a responsabilidade é do Estado. São 2% ou 3% que agem criminosamente, que queima e que desmata. A maioria foi pra lá na melhor das intenções”, disse.

Atividades produtivas

Eles também defenderam a regulamentação de atividades produtivas em terras indígenas, previstas na Constituição, como o garimpo e a produção agrícola, mas destacaram que essa exploração deve acontecer dentro da lei ambiental, uma das mais rigorosas do mundo, segundo eles. “Nós temos que parar de tapar o sol com a peneira e entender que o indígena tem que ter o direito de explorar a riqueza que tem na terra dele dentro dos ditames da nossa legislação. A partir daí, ele terá acesso ao progresso material da humanidade, todas as benesses do mundo moderno e não vivendo como se estivesse segregado”, disse Mourão.

Para Aldo Rebelo, além de ser um ator ambiental relevante no mundo, o Brasil tem aspirações dentro da Amazônia e já desenvolve atividades de mineração, extrativismo e agropecuária que precisam ser agregadas ao processo de transformação, de agregar valor à produção. “A Amazônia precisa atravessar esse caminho e precisa de recurso e o Estado precisa assumir essa responsabilidade”, disse, criticando a política econômica do governo atual, “de restrição absoluta e enxugamento desse papel do Estado brasileiro”.

O vice-presidente Mourão concordou que a ausência do Estado é um dos problemas mais graves que ocorre na região e disse que, além do aumento do orçamento para ações na região, é preciso buscar recursos de outras fontes de financiamento e doações, para manter a presença do Estado e recuperar a capacidade operacional dos órgãos de fiscalização “que estão com dificuldade de cumprir sua missão”.Fonte Agência Brasil

Justiça libera 849 presos para saída temporária de Dia dos Pais no Maranhão

Penitenciária de Pedrinhas, em São Luís — Foto: Reprodução/TV Mirante
CaptioPenitenciária de Pedrinhas, em São Luís — Foto: Reprodução/TV Miranten

Mesmo em meio a pandemia da Covid-19, a Justiça autorizou a saída temporária de Dia dos Pais para 849 presos no Maranhão. A decisão é do juiz Márcio Castro Brandão, da 1ª Vara de Execuções Penais da Comarca da Ilha de São Luís.

Os presos foram autorizados a sair às 9h da quarta-feira (5), devendo retornar às unidades prisionais até as 18h da próxima terça-feira (11). Durante o período, eles não podem frequentar festas, bares e similares, entre outras determinações.

Segundo a determinação da Justiça, os 849 presos podem sair das unidades prisionais para a visita aos seus familiares por possuírem, por exemplo, comportamento adequado e cumprimento mínimo de 1/6 da pena, que fazem parte do artigo 123 da Lei de Execuções Penais.

Dino descarta retomada de teatros e cinemas e afirma que vai liberar pequenas apresentações musica

Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). — Foto: Reprodução/Governo do Maranhão
Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). — Foto: Reprodução/Governo do Maranhão

Nesta sexta-feira (7), o governador Flávio Dino (PCdoB) disse, em entrevista coletiva, que ainda não será autorizada a retomada das apresentações de teatro e sessões de cinema no Maranhão. O governo já iniciou o debate sobre isso, mas ainda não há nenhuma definição a curto prazo.

Já em relação às pequenas apresentações musicais, Flávio Dino afirmou que, provavelmente, na próxima semana haverá a edição de uma portaria pelo secretário Marcelo Tavares, da Secretaria de Estado da Cultura, tratando do assunto.

“Houve uma proposta apresentada a Secretaria de Estado da Cultura pela própria comunidade, e nós estamos analisando. Grandes shows e grandes eventos não serão liberados, mas, por exemplo, voz e violão em um restaurante, em um bar, provavelmente teremos essa liberação na próxima semana. Estamos finalizando o processo de tramitação na Secretaria de Saúde, porque há uma análise técnica”, explicou o governador.

Sobre a aplicação da Lei Aldir Blanc, sancionada no dia 29 de julho, que destina verbas para desenvolver ações emergenciais ao setor de cultura, o governador afirmou que ela deve ser implementada neste mês de agosto no Maranhão, por meio da divulgação de editais da Secretaria de Cultura.

Isenção de contas de água

Quanto à prorrogação da isenção do pagamento das contas de água para famílias com consumo de até 10 m³ por mês, Flávio Dino declarou que não haverá essa prorrogação, pois a Caema vive um momento difícil e está no processo de tentar o reequilíbrio de suas contas para assumir suas obrigações diante da nova lei federal do saneamento.

“Nós estamos na vigência de uma nova lei federal de saneamento chamada Novo Marco Legal do Saneamento. Foi aprovado há pouco no Congresso Nacional e, infelizmente houve alguns vetos por parte do presidente da república. As companhias estaduais estão bastantes fragilizadas e, caso se mantenha o que está nessa lei federal votada, os prefeitos farão licitações e poderão contratar outras empresas. A diretoria da Caema não acolheu essa possibilidade (de prorrogação da isenção do pagamento das contas de água), optamos pelo deferimento de outros benefícios como os do ICMS e do IPVA, como caminho de continuar esse processo de apoio às famílias dos Maranhão”, declarou o governador.

Inquérito sorológico

Ainda de acordo Flávio Dino, o governo está fazendo um inquérito sorológico para saber, aproximadamente, como está a imunidade coletiva. A coleta de dados do inquérito está em fase final.

“Nós vamos conseguir prognosticar, segundo métodos científicos, aproximadamente quantas pessoas tiveram contato, foram acometidas pelo vírus e que tiveram sintomas muito leves ou, eventualmente, nenhum perceptível. E com isso vamos ter, mais ou menos, uma dimensão da chamada imunidade coletiva. E, assim, poder também definir novas medidas. Vamos fazer uma retrospecção para entender o tamanho da subnotificação e com isso aferir as tendências do coronavírus no Maranhão”, explicou o governador.

Flávio Dino destacou que os resultados do inquérito sorológico devem ser divulgados até o final deste mês de agosto e vão permitir que o governo defina que medidas serão adotadas adiante.

Aulas presenciais

O governador afirmou que, após consulta pública com famílias dos estudantes do terceiro ano da rede estadual do Maranhão, a maioria se pronunciou no sentido de não retomar, imediatamente, as aulas presenciais. Será repetida a consulta na última semana de agosto e, até lá, nada muda na rede estadual de ensino. Mas o estado está aumentando os esforços no ensino não presencial.

As aulas à distância serão mantidas, ou para substituir as aulas presenciais neste ano ou para ser feita de forma concomitante, o chamado ensino híbrido.

“É um tema desafiador, porque estamos lidando com fatores sanitários, mas também com a compreensível insegurança das comunidades escolares, inclusas as famílias. Assim como também com tema central que é o risco de aprofundarmos as desigualdades educacionais no Brasil. A coisa mais absurda, na minha ótica, é que não há debate sobre isso como política pública. Porque nós estamos assistindo ao aprofundamento do fosso entre os estudantes vinculados às famílias de classe média pra cima, que têm acesso à tecnologia, com os estudantes que mesmos têm acesso”, destacou Flávio Dino.

O governador ressaltou que a Secretaria Estadual de Educação já iniciou a entrega de 90 mil chips com dados de internet, para que estudantes do terceiro ano tenham acesso às aulas à distância.

Coronavírus no Maranhão

O governador destacou que o Maranhão se mantém com número de casos recuperados em ascensão e o número de casos ativos abaixo de 10 mil. Além disso, o estado completou 50 dias com tendência de queda do novo coronavírus. O estado teve queda no número de óbitos, com uma das maiores reduções do Brasil, -46% na média móvel dos últimos 7 dias.

Em relação aos testes, o governador afirmou que o Maranhão já realizou 279.254 testes e que o estado continua fazendo os testes. A procura por testagem caiu bastante, mas serão mantidos na rede estadual de saúde, enquanto houver necessidade.

Quanto a ocupação dos leitos de UTI houve uma queda. O estado fechou a quinta-feira (7) com 39,90% de leitos de UTI ocupados e 22,86% de leitos clínicos ocupados.

Segundo o último boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgado nessa quinta (6), o Maranhão registrou mais 1.606 novos casos de Covid-19, nas últimas 24 horas. Nesse mesmo período foram mais 17 mortes confirmadas pelo novo coronavírus. O estado tem agora 127.065 casos confirmados, 3.120 mortes e 116.180 pessoas curadas.

As 17 mortes foram registradas em 14 municípios maranhenses. A secretaria disse que nenhum desse óbitos que constam no boletim aconteceram nas últimas 24 horas.

Dos novos casos, 110 estão localizados na Grande Ilha de São Luís (São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar), 21 em Imperatriz e 1.475 em outros municípios maranhenses.

Ao todo, 7.765 pacientes seguem em tratamento contra o novo coronavírus. Deste número, 7.289 estão em isolamento domiciliar, 282 em enfermarias e 194 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Até o momento, 3.993 casos seguem sob suspeita no estado. A secretaria informou, que até esta quinta-feira, 279.254 testes foram realizados para a Covid-19 no Maranhão, sendo que 149.509 foram descartados.Fonte G1 – MA