Blog do Walison - Em Tempo Real

Poste cai sobre carros no Centro de São Luís; veículos ficaram danificados

Um poste caiu na tarde da última sexta-feira (6) na Rua Rio Branco, no Centro de São Luís. A estrutura, que sustentava um transformador, atingiu alguns veículos e ficou atravessada na rua, enquanto a fiação elétrica se espalhou pela pista.

Segundo testemunhas, um caminhão que trafegava pela região teria arrastado a fiação elétrica, provocando a queda do poste. Apesar dos danos materiais, não houve registro de vítimas.

De acordo com a Equatorial Maranhão, entre janeiro a maio de 2025, foram registradas 504 ocorrências envolvendo postes no Maranhão.

Em nota, a Equatorial Maranhão informou que está apurando as causas do acidente. A concessionária disse que equipes técnicas foram enviadas ao local para isolar a área e realizar a substituição da estrutura.

Dicas de segurança em caso de acidentes com postes

 

  • Respeite os limites de velocidade, não dirija sob efeito de álcool e evite o uso do celular ao volante;
  • Caso um cabo de energia caia ao solo, não se aproxime e não toque em pessoas ou objetos em contato com a rede elétrica;
  • Em acidentes com vítimas em contato com a rede de distribuição, alerte as pessoas ao redor, mantenha a calma e acione imediatamente o Corpo de Bombeiros (193) e o SAMU (192).
  • Por se tratar de ocorrência em via pública, entre em contato também com a Equatorial Maranhão pelo número 116.Fonte: G1-MA

Motociclista morre após colidir contra boi na BR-316 no Maranhão

O jovem Antônio Francisco Silva e Silva, de 22 anos, morreu após a moto em que pilotava colidir contra um boi na BR-316 em Bom Jardim, cidade a 275 km de São Luís. O acidente aconteceu na quinta-feira (5).

De acordo com testemunhas, o jovem retornava para casa por volta das 22h quando a motocicleta que pilotava colidiu contra um animal, que circulava solto pela rodovia.

Devido a colisão, ele acabou ficando gravemente ferido. Antônio Francisco não usava capacete no momento do acidente.

A vítima chegou a ser socorrido e encaminhado a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Ele trabalhava em um supermercado de Bom Jardim e morava no povoado Tirirical.

 Fonte: G1-MA

Idosa de 82 anos é morta a golpes de enxada, dentro da própria casa, durante assalto no interior do MA

Uma idosa de 82 anos foi assassinada durante um assalto dentro da própria casa na noite dessa sexta-feira (6), no povoado Cruzeiro, na zona rural da cidade de Palmeirândia, a 66 km de São Luís. O suspeito de praticar o crime morreu em confronto com a polícia.

Segundo informações do capitão Gleydson do 45º Batalhão de Polícia Militar do Maranhão (BPM), o criminoso entrou na casa da vítima para roubar um valor em dinheiro e acabou a matando com golpes de enxada na cabeça. Além do latrocínio, há suspeita de que o homem também tenha estuprado a idosa.

Ao tomar conhecimento do crime, a guarnição do 45º BPM foi até o povoado para averiguar o caso e localizar o suspeito. A ação policial contou com o apoio do sargento Inaldo, que estava atuando como reforço no evento de pré-Carnaval de Palmeirândia e se voluntariou para acompanhar a equipe no caso do latrocínio.

Ao chegar no povoado, a PM foi informada que o suspeito da ação criminosa seria um homem identificado como Mateus Chagas Moraes, de 23 anos conhecido como Mateusinho.

Testemunhas relataram à polícia que Mateusinho havia sido visto saindo da casa da idosa, identificada como Zélia Judite Lobato, antes do corpo ser encontrado.

O homem foi localizado na casa de um amigo, escondido debaixo de uma cama. Ao ser abordado pelos policiais, Mateusinho partiu pra cima deles com uma faca. Diante disso, a PM atirou contra o suspeito que foi alvejado.

Mateus chegou a ser levado para o hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Fonte: G1-MA

Camarão aparece ao lado de Lula em Salvador durante festa de 46 anos do PT

O vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), esteve ao lado do presidente Lula neste fim de semana, em Salvador, durante a celebração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores. O evento reuniu lideranças nacionais, militantes e dirigentes da legenda, marcando mais um momento de mobilização do PT em ano pré-eleitoral.

Felipe Camarão participou das atividades ao lado de Lula e de outros quadros históricos do partido, reforçando sua presença no cenário nacional e sua ligação direta com a cúpula petista.

A comemoração dos 46 anos do PT, realizada na capital baiana, também serviu como espaço para debates internos sobre conjuntura política, alianças e estratégias eleitorais nos estados, incluindo o Maranhão.

Fonte: blog do John Cutrim

Homem morre em confronto com a polícia após morte de policial ambiental, em João Pessoa

Um homem morreu após confronto com a Polícia Militar, no bairro do Alto do Mateus, em João Pessoa, na tarde desta sexta-feira (6), após a morte de um policial militar na última quinta-feira (5). As informações foram confirmadas pela Polícia Militar.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar, a abordagem que estava acontecendo tem ligação com a morte do Policial Militar Ambiental, Flávio Ferreira, também no Alto do Mateus.

A PM também confirmou que quando estava fazendo rondas no bairro os policias foram recebidos a tiros por suspeitos. Um deles foi baleado e foi o que morreu. O homem ferido foi encaminhado para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, e veio a óbito na unidade hospitalar.

De acordo com o comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, Tenenente-Coronel Bruno, durante a ação uma arma foi apreendida.

Relembre o caso

 

Sargento Fávio Ferreira, da Polícia Militar Ambiental, que foi morto em João Pessoa — Foto: Reprodução / TV Cabo Branco

Sargento Fávio Ferreira, da Polícia Militar Ambiental, que foi morto em João Pessoa — Foto: Reprodução / TV Cabo Branco

O policial militar ambiental Flávio foi morto a tiros enquanto chegava em casa, e estava fora de serviço. Dois homens armados abordaram o policial, e efetuaram vários disparos, com um deles atingindo a cabeça. Até o momento, não se sabe se o crime foi uma tentativa de assalto ou uma execução.

A Polícia Militar realizou uma operação logo após o crime, resultando na prisão de dois suspeitos, e na apreensão de armas.

A Polícia segue investigando os casos para a procura de outros possíveis envolvidos na morte de Flávio.Fonte: Agência Brasil

PF investiga previdência do Amapá por investir R$ 400 mi no Master

A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (5), quatro mandados de busca e apreensão em Macapá (AP) a fim de investigar a aplicação de R$ 400 milhões do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá (RPPS/AP) no Banco Master.

A instituição financeira foi liquidada pelo Banco Central no ano passado.

A Operação, batizada de Zona Cinzenta, avalia se houve irregularidades, por parte dos gestores da autarquia estadual Amapá Previdência, a Amprev (unidade gestora estadual). Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara de Justiça Federal.

A investigação busca identificar por que houve aprovação e execução desses investimentos realizados em uma operação de risco. Há suspeita de que tenham havido crimes de gestão temerária e de gestão fraudulenta.

“Protegidos”

Segundo a página da Amprev, estão vinculados ao sistema previdenciário 30 mil segurados ativos e 2.100 beneficiários civis e militares, entre aposentados e pensionistas.

Em nota, a autarquia afirmou que os recursos dos segurados estão protegidos e que obteve vitória na Justiça em ação movida contra o Banco Master.

O documento, assinado pelo presidente da autarquia, Jocildo Lemos, destacou que a 2ª Vara de Fazenda Pública de Macapá autorizou que o Estado e a Amprev retenham os valores dos empréstimos consignados que seriam repassados ao Banco Master.

“Esses recursos ficarão provisionados em conta específica no Banco do Brasil, sob fiscalização do Judiciário, até o julgamento final do processo”, explicou a Amprev.

A Amprev acrescentou que a decisão da Justiça também proibiu o Banco Master de adotar qualquer medida de cobrança contra servidores, aposentados e pensionistas que possuem empréstimos consignados.

“Os valores retidos não serão utilizados, permanecendo depositados em instituição financeira idônea, com prestação de contas ao Judiciário a cada 90 dias”, afirmou o presidente da empresa.Fonte: Agência Brasil

BRB apresenta ao BC plano para recompor capital após perdas com Master

O Banco de Brasília (BRB) entregou nesta sexta-feira (6) ao Banco Central (BC) o Plano de Capital com medidas para recompor o balanço e reforçar a liquidez da instituição num prazo máximo de 180 dias.

O documento foi apresentado pessoalmente pelo presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, ao diretor de Fiscalização do BC, Gilneu Vivan. O secretário de Economia do Distrito Federal, Daniel Izaias, também foi ao encontro.

Segundo o BRB, o plano reúne ações preventivas que serão implementadas caso fique comprovada a necessidade de aporte do governo do Distrito Federal (GDF), o que dependerá da conclusão das investigações em andamento.

O banco afirma que a iniciativa busca garantir a sustentabilidade da instituição, preservar a estabilidade das operações e assegurar transparência a clientes, investidores e parceiros.

Em comunicado oficial, o BRB não mencionou valores.

No entanto, em depoimento à Polícia Federal no fim do ano passado, o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, disse que as operações com o Banco Master provocaram um rombo de R$ 5 bilhões no balanço do BRB.

O banco não detalhou as ações apresentadas ao BC. Apenas informou que o plano protege os clientes do BRB e garantem o funcionamento da instituição.

“Elaborado para garantir a sustentabilidade da instituição, o plano fortalece o capital institucional e assegura a estabilidade das operações. O banco reafirma seu compromisso com a transparência, com a proteção de clientes, investidores e parceiros, e com a adoção de todas as medidas necessárias para preservar a integridade e a continuidade de suas atividades”, limitou-se a informar a nota do BRB.

Em tese, o BRB tem cinco possibilidades para levantar capital:

  • Empréstimos de outras instituições financeiras, inclusive bancos privados e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC);
  • Venda de ativos, com destaque para carteiras imobiliárias e créditos a estados e municípios;
  • Criação de um fundo imobiliário com terrenos e imóveis do GDF a ser transferido ao banco;
  • Aportes diretos do Tesouro do Distrito Federal;
  • Empréstimo do GDF com FGC, com posterior repasse ao BRB.

As medidas que envolvem recursos do governo distrital dependem de aprovação da Câmara Legislativa do DF. O plano tem como objetivo injetar liquidez, reduzir o tamanho da instituição e diminuir a necessidade de novos aportes do controlador em um contexto de restrições fiscais.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o banco distrital teria vendido cerca de R$ 5 bilhões em ativos de alta qualidade – como crédito consignado e antecipação de saques do Fundo de Garantia – para conter a fuga de capitais após a liquidação do Banco Master e o avanço das investigações sobre operações consideradas irregulares.

O jornal também informou que o BRB negocia a venda de quase R$ 1 bilhão em carteiras de crédito concedidas a estados e municípios, com garantias do Tesouro Nacional, operação que pode render cerca de R$ 730 milhões em valor presente. O banco também tenta desfazer-se de fundos de investimento adquiridos do próprio Banco Master.

As apurações em curso investigam a compra pelo BRB de cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito do Master, com ativos superfaturados ou inexistentes. Desse total, o BRB afirma que aproximadamente R$ 10 bilhões foram substituídos ou liquidados e negou o bloqueio de bens.Fonte: Agência Brasil

Alckmin elogia suspensão do pagamento de penduricalhos por Flávio Dino

O vice-presidente da Republica e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, elogiou hoje (6) a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino em suspender o pagamento dos chamados “penduricalhos”, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil. A suspensão vale para os Três Poderes.

Ao palestrar hoje (6) no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon), na capital paulista, Alckmin disse ter “ficado feliz” ao abrir os jornais e ter se deparado com essa notícia, que ele considerou “importante para o país”. 

“O ministro Flávio Dino falou: ‘Vamos acabar com esses penduricalhos de super salário’. Isso é pago com o dinheiro do trabalhador, da dona Maria que mora na favela, do trabalhador do salário mínimo. É ele que paga através dos impostos indiretos. O Brasil é o campeão dos impostos indiretos do mundo. Então, vamos prestigiar essas boas medidas que são importantes para o nosso país”, falou ele, depois de palestrar sobre doença mental no sindicato.

Em fala aos sindicalistas ao final de sua palestra, Alckmin exaltou também a democracia e as instituições brasileiras. Segundo ele, as pessoas podem ser mais à direita ou à esquerda, mas o que importa e o que vai diferencia-las, de fato, é o apreço que elas têm pela democracia. “O que diferencia mesmo é quem tem apreço pela democracia e quem não tem apreço pela democracia. Essa é a grande diferença”, falou.

“As pessoas passam, as instituições ficam. Se a gente for verificar no mundo, os países que avançaram mais, melhoraram a vida das pessoas e desenvolveram mais, o que fez a diferença foram as boas instituições, a sociedade civil organizada. Não foi o governo”, completou. Fonte: Agência Brasil

Congresso tem 2 anos para autorizar indígenas explorar mineração legal

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 meses para o Congresso aprovar uma lei que autorize a participação dos indígenas Cinta Larga na exploração mineral legal de seu território. A decisão liminar foi assinada na terça-feira (3).

A liminar foi motivada por uma ação protocolada pela Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta Larga (Patjamaaj) para que o Supremo reconheça a omissão constitucional do Congresso pela falta de aprovação de uma lei para que os indígenas tenham participação nos resultados do aproveitamento dos recursos hídricos e minerais presentes no território indígena, em Rondônia.

A entidade alegou que os Cinta Larga sofrem constantes ameaças de invasão por garimpeiros e com conflitos violentos relacionados à exploração ilegal de minerais, fatores que provocam a falta de renda e a exclusão econômica dos indígenas.

Ao analisar as alegações, Dino reconheceu a omissão constitucional do Congresso e deu prazo de 24 meses para os parlamentares regulamentarem a participação dos indígenas nos ganhos com a exploração mineral.

O ministro também estipulou balizas para a exploração mineral, que deverá contar com a autorização dos indígenas e deverá ser comandada pelo governo federal.

Se a autorização for concedida, uma cooperativa indígena será criada para fazer os pagamentos e constituir as autorizações necessárias para efetivar a exploração.

Conforme a decisão, a autorização para mineração não poderá ultrapassar o uso de 1% da Terra Indígena Cinta Larga.

Regulamentação

Ao justificar a decisão, Flávio Dino disse que a ausência de regulamentação favorece o garimpo ilegal.

“A ausência de regulamentação favorece o garimpo ilegal, o narcogarimpo e a crescente atuação de organizações criminosas. Tais organizações criminosas, vinculadas ou não a poderes locais, operam o financiamento, a logística e a lavagem de dinheiro no garimpo ilegal, pressionando os territórios indígenas permanentemente. Com as práticas atualmente verificadas, os povos indígenas ficam com pesados ônus, sem benefícios, mesmo que alguns se associem ou sejam explorados duramente pelo garimpo ilegal”, afirmou.

O ministro também ressaltou que a sua decisão não determina a exploração mineral em terras indígenas, que depende de autorização.

“O escopo desta decisão judicial limita-se a suprir lacunas e omissões em face da Constituição Federal, fixando as condições de participação dos povos indígenas em atividades atingindo suas terras, de modo a que eles deixem de ser apenas vítimas e passem à condição de beneficiários”, completou.

Belo Monte

No ano passado, Dino determinou que comunidades indígenas afetadas pela construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, tenham participação nos lucros da usina.

Conforme a liminar, as comunidades deverão receber 100% do valor que é repassado pela concessionária para a União. O ministro também deu prazo de 24 meses para o Congresso aprovar uma lei específica para tratar do assunto. Fonte: Agência Brasil