Blog do Walison - Em Tempo Real

Estado do Maranhão Registra nas últimas 24 horas 154 novos casos de COVID-19 e dez mortes pela doença

Nesta terça-feira (1º), o estado do Maranhão chegou a 413.030 casos e 10.800 mortes por Covid-19, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Nas últimas 24 horas, foram registrados 154 novos casos e dez mortes pela doença que tem mudado a história de pessoas em todo o planeta Terra.

Dos novos casos, 132 foram diagnosticados na Grande Ilha São Luís e 22 nas demais regiões e cidades do estado do Maranhão. As dez mortes foram registradas nas cidades de:

  • Anajatuba (1)
  • Bacabal (1)
  • Imperatriz (1)
  • Monção (1)
  • São Luís (1)
  • São Raimundo das Mangabeiras (1)
  • Timon (1)
  • Tuntum (1)
  • Açailândia (2)

A doença está aí mais viva do que nunca, os números de mortes e de infectados tem diminuído consideravelmente mais é preciso que as pessoas se conscientizem da gravidade dos fatos e continuem tomando cuidados específicos e mantendo medidas protetivas que viabilizem aquilo que tem demais importante que é a vida.

Congelamento de reservas externas ameaça economia russa

O congelamento de parte das reservas internacionais da Rússia acrescentou uma nova camada na guerra entre o país e a Ucrânia. Um conflito militar e político ganhou dimensões financeiras, ao criar os maiores obstáculos para o governo, os bancos e as empresas russas movimentarem recursos desde o fim da União Soviética, em 1991.

Anunciada no sábado (26), a medida congela os depósitos russos nos seguintes países e territórios: Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido e Canadá. Segundo o jornal Financial Times, cerca de US$ 300 bilhões dos US$ 630 bilhões de reservas internacionais mantidas pela Rússia foram bloqueadas da noite para o dia. Nos anos recentes, medidas semelhantes foram aplicadas contra o Irã e a Venezuela, mas não na escala atual, com praticamente todas as economias avançadas proibindo a transação de ativos russos.

Além do congelamento das reservas, os países ocidentais estão excluindo bancos russos do sistema de pagamentos Swift, sistema de pagamentos entre instituições financeiras de mais de 200 países, coordenados pelos bancos centrais das dez maiores economias do mundo. Essa medida complica ainda mais o funcionamento do sistema financeiro russo, ao atrasar o pagamento de transações comerciais e financeiras.

No início da semana, a guerra financeira resvalou para a economia real. O rublo desvalorizou-se 20% na segunda-feira (28) e 10% hoje (1º) e atualmente vale menos que um centavo de dólar. O Banco Central russo aumentou os juros básicos de 9,5% para 20% ao ano e ordenou que os exportadores convertam em moeda doméstica 80% das moedas estrangeiras que receberam pelas vendas de mercadorias ao exterior. A bolsa de Moscou ainda não abriu nesta semana.

Paralelamente, o governo russo decidiu aumentar as compras de ouro das reservas internacionais, para reduzir a dependência de divisas ocidentais. Nos últimos anos, o país diversificou as reservas externas, desfazendo-se de títulos norte-americanos, reduzindo a compra de dólares e de euros e investindo em metais preciosos e no yuan, a moeda da China. Atualmente, cerca de 25% das reservas internacionais russas estão em ouro armazenado dentro do país e 15% estão aplicados em moeda chinesa.

Impactos

A desvalorização abrupta da moeda provocou corrida aos bancos. A população russa quer sacar rublos para trocá-los por divisas mais fortes, como o dólar e o euro. As reservas internacionais não fazem parte do capital que os bancos são obrigados a manter imobilizados para garantir o saque dos clientes, mas indiretamente servem para dar sustentação ao sistema financeiro.

Os US$ 630 bilhões das reservas russas não estão em dinheiro vivo, nem estão armazenados em cofres subterrâneos, mas estão investidos em ativos líquidos, que podem ser trocados facilmente no mercado internacional. Muitas vezes, depositados em outros países.

No médio prazo, os bloqueios financeiros criam outras dificuldades para a economia real. As exportações russas são prejudicadas simplesmente porque os compradores não conseguem pagar pelas mercadorias, com o sistema Swift bloqueado. Além disso, a desvalorização cambial provocada pelo congelamento das reservas aumenta a inflação dentro da Rússia, prejudicando a população, principalmente a mais pobre.

Alternativas

Em tese, a Rússia poderá contornar parcialmente as novas restrições, mas isso exige tempo. Em relação ao sistema Swift, a Rússia dispõe de um sistema próprio de pagamentos internacionais e pode usar bancos não afetados pelo bloqueio. De qualquer forma, as transações comerciais com o resto do mundo serão pagas mais lentamente.

O país também pode fechar acordos para que as compras e vendas de mercadorias não tenham de ser pagas em dólares ou em euros, mas nas moedas dos próprios países. No caso em que o Brasil compra uma mercadoria russa, esta poderia ser paga em reais e convertida para rublos dentro de uma câmara própria de compensação. Isso, no entanto, depende de acordos comerciais a serem fechados entre os países, o que é improvável num momento de guerra.

Em relação às dificuldades em movimentar as reservas internacionais, a Rússia poderia contar com a ajuda da China. O país asiático hoje detém a maior reserva do planeta, no total de US$ 3,4 trilhões. O problema, no entanto, será a progressiva dependência da economia da Rússia em relação ao vizinho asiático e a posição do governo chinês diante do conflito. Hoje, o Ministério das Relações Exteriores ucraniano anunciou que o governo chinês pôs-se à disposição em mediar as negociações entre os dois países do leste europeu.

Edição: Valéria Aguiar

Resultado da primeira chamada do Prouni será divulgado hoje

O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para todos (Prouni) será divulgado nesta quarta-feira (2). O Prouni oferece bolsas de estudo integrais ou parciais (50%) em faculdades particulares a estudantes de baixa renda. 

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser até três salários mínimos por pessoa. É necessário também que o interessado tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede privada com bolsa integral ou parcial.

Este ano, a novidade é que um decreto, assinado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, estabelece que a pré-seleção dos estudantes inscritos no Prouni considere as duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em cursos de graduação ou sequencial de formação específica. No Enem, o candidato deve ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não pode ter tirado 0 na redação.

Até então, a regra em vigor era de que apenas a nota da última edição do Enem, aquela imediatamente anterior ao processo seletivo do Prouni, poderia ser utilizada pelos candidatos para entrar no programa.

ProUni 2/2022

A edição do Prouni do segundo semestre deste ano pode ampliar o acesso de estudantes de escolas privadas não bolsistas ao programa. A possibilidade está prevista na Medida Provisória (MP) 1.075/2021, editada pelo presidente Jair Bolsonaro em dezembro. Para sair do papel, no entanto, a regra precisa ser convertida em lei pelo Congresso até o dia 17 de março, quando perderá o efeito. O texto tramita na Câmara em regime de urgência e, se aprovado, segue para o Senado.

Cronograma

Comprovação de informações: 3 a 14 de março

Segunda chamada: 21 de março

Comprovação de informações: 21 a 29 de março

Lista de espera: 4 e 5 de abril

Resultado: 7 de abril

Comprovação de informações: 8 a 13 de abril

Edição: Graça Adjuto

Estados Unidos fecham espaço aéreo a aviões russos

Diante dos fatos, diante da eminente guerra, diante da afronta da Rússia ao resto do mundo com esse ataque infundado a soberania da Ucrânia os Estados Unidos (EUA) vão fechar o espaço aéreo para aviões russos, essa medida que também foi tomada por países integrantes da União Europeia (UE) é uma das maneiras que esses países encontraram de alguma forma de punir a Rússia por todo o disparato que esse país vem cometendo contra os ucranianos. O anúncio foi feito na noite passada pelo presidente dos EUA Joe Biden, em seu primeiro discurso de Estado da União.

A guerra infundada que tem chocado países do mundo inteiro levou muitos países sobretudo aqueles países que estão contidos na União Europeia (UE) a tomar algumas medidas que viabilizam combater as ações criminosas da Rússia que tem desrespeitado não necessariamente a Ucrânia mais todos os países do mundo inteiro.

Parlamento Europeu condena ação militar russa na Ucrânia

O Parlamento Europeu aprovou, hoje (1), uma resolução em que condena a Rússia por atacar militarmente a Ucrânia. Ao concluir que o governo russo, liderado pelo presidente Vladimir Putin, agiu de forma “injustificada”, desrespeitando regras internacionais em vigor desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os eurodeputados aprovaram que os países que integram a União Europeia apliquem sanções severas conjuntas contra a Rússia e também contra  Belarus, cujo presidente, Alexander Lukashenko, é acusado de apoiar Putin.

A resolução foi aprovada com 637 votos a favor, 13 contra e 26 abstenções, em uma sessão plenária extraordinária marcada pelo pedido de mais apoio do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e pelas severas críticas ao Kremlin da presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola.

Ao fazerem coro à presidente do Parlamento, os eurodeputados manifestaram apoio ao ingresso da Ucrânia na União Europeia. “O Parlamento Europeu apela às instituições da União Europeia [responsáveis pelo trâmite político] para que desenvolvam esforços no sentido de conceder à Ucrânia o estatuto de país candidato à adesão à UE”, disse a instituição, em nota divulgada esta tarde.

A resolução também destaca a necessidade dos estados-membros do bloco “acelerarem o fornecimento de armas defensivas à Ucrânia”, e disponibilizem informações aos serviços ucranianos de inteligência e estratégia e prestem ajuda humanitária tanto às pessoas que permanecem em território ucraniano, como às que tentam fugir da guerra.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 660 mil pessoas já deixaram a Ucrânia, fugindo das consequências do ataque militar russo ao país e mais de 12 milhões de pessoas precisarão de ajuda e proteção humanitária dentro e fora do país nos próximos meses.

A assembleia europeia também rejeitou a “retórica” russa, referindo-se a declarações de Putin. Para justificar a ação militar, o presidente russo acusou as forças militares da Ucrânia de possuírem armas de destruição em massa que, segundo Putin, os ucranianos planejavam usar contra civis para, depois, responsabilizar Moscou. Segundo o governo ucraniano, a alegação é uma “mentira”. No domingo (27), o governo ucraniano recorreu ao Tribunal Penal Internacional, o Tribunal de Haia, pedindo que a Corte responsabilize o governo Putin por “manipular a noção de genocídio para justificar sua agressão” e ordene que as tropas russas parem imediatamente a guerra.

Os eurodeputados também defendem a adoção de restrições econômicas mais severas que as já anunciadas, como as importações de petróleo e gás. Mais cedo, durante seu pronunciamento, a presidente do parlamento, Roberta Metsola, já tinha comentado a proposta.

“Primeiramente, a Europa não pode continuar dependendo do gás vendido pela Rússia. Temos que duplicar nossos esforços para diversificar nossas fontes energéticas para garantimos uma sólida segurança energética e não deixarmos a Europa nas mãos de autocratas”, disse Roberta antes de listar algumas das sanções que a União Europeia já impôs contra Putin, Lukashenko e integrantes dos governos da Rússia e de Belarus.

“Além de disponibilizar armas à Ucrânia, já aplicamos um conjunto de sanções sem precedentes, maciças. Declaramos que a aviação russa e os jatos privados dos oligarcas russos já não são bem-vindos nos países europeus. Fizemos com que a Rússia fosse excluída do sistema Swift [do inglês, Sociedade de Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais]. Banimos os instrumentos de propaganda do Kremlin e os cidadãos, organizações, empresas e o mundo dos esportes assumiram uma posição clara e firme, salientando que não manterão relações ou tolerarão um agressor”, destacou Roberta Metsola, propondo que a Europa vá “ainda mais longe”.

“Várias sanções, incluindo a exclusão do sistema Swift, devem ser estendidas à Bielorrússia, por seu apoio direto à invasão da Ucrânia pela Rússia”, clamam os eurodeputados na resolução aprovada, que também condena os “atos racistas” denunciados por estudantes africanos e do Médio Oriente que vivem na Ucrânia e que alegam ter sido impedidos de entrar em trens e comboios que seguiam em direção à fronteira com outros países ou retidos na alfândega.

Edição: Fernando Fraga Agência Brasil

Saiba quais foram as empresas que já deixaram a Rússia depois do início da guerra

BP

A BP foi a primeira a confirmar que abandonaria uma participação de 19,75% na gigante petrolífera russa Rosneft, um movimento que pode custar à empresa britânica mais de US$ 25 bilhões.

Shell

Em seguida, a Shell anunciou que sairá de todas as suas operações russas, incluindo uma grande usina de gás natural liquefeito (GNL), a Sakhalin 2.

Equinor

A norueguesa Equinor afirmou em nota ao g1 que manteve presença na Rússia por 30 anos, mas que “a continuidade da atividade no país se tornou insustentável” durante a guerra.

TotalEnergies

Outra gigante do setor energético, a francesa Total também tem investimentos pesados em gás natural no país, mas por ora anunciou apenas que não fará novos aportes para desenvolvimento de novos projetos na Rússia

Maersk

gigante de transporte marítimo Maersk anunciou que interromperá temporariamente todo o transporte de contêineres em direção ou partida da Rússia. A Maersk detém 31% da operadora portuária russa Global Ports, que opera seis terminais na Rússia e dois na Finlândia.

ONE

Outra grande empresa de transporte de contêineres, a Ocean Network Express (ONE) suspendeu transporte para a Rússia, tanto de chegada como saída.

MSC e Hapag Lloyd

A empresa de transporte MSC interrompeu as reservas de carga para a Rússia, mas ainda aceitará alimentos e cargas humanitárias.

Adidas

A Adidas rompeu o contrato de patrocínio com a Federação Russa de Futebol. A marca alemã era a fornecedora oficial de material esportivo para a seleção russa.

Daimler

A montadora alemã Daimler Trucks disse que congelaria suas atividades comerciais e fábrica na Rússia “com efeito imediato”, incluindo a parceria com a fabricante russa de caminhões Kamaz. A informação é da agência Reuters.

Renault

No setor automotivo, a Renault é a empresa com mais exposição à crise russa, mas já anunciou medidas de paralisação no país.

Volvo, Harley Davidson, GM e Jaguar Land Rover

As quatro empresas automotivas decidiram agir com embargos às vendas em território russo.

Nokian Tyres

A fabricante de pneus finlandesa Nokian Tires decidiu transferir a produção de algumas de suas principais linhas de produtos da Rússia para a Finlândia e para os Estados Unidos como preparação para possíveis sanções adicionais à Rússia.

UPS, FedEx e DHL

As empresas americanas de entrega United Parcel Service (UPS) e a FedEx interromperam o serviço para a Rússia e a Ucrânia, por conta da invasão russa.

Fundo soberano da Noruega

O maior fundo soberano do mundo, da Noruega, informou que decidiu vender seus ativos russos após a invasão à Ucrânia.

AerCap

AerCap Holdings AER.N, a maior empresa de leasing de aeronaves do mundo, disse que encerrará a atividade de leasing com companhias aéreas russas.

Disney, Sony e Warner

As gigantes do entretenimento Disney, Sony Pictures e Warner suspenderam as estreias de seus filmes nos cinemas da Rússia.

Netflix, Facebook, Twitter e Microsoft

As empresas de tecnologia não anunciaram embargos propriamente ditos à Rússia, mas anunciaram medidas laterais.

Mais de 660 mil pessoas já deixaram a Ucrânia, fugindo da guerra

Mais de 660 mil pessoas já deixaram a Ucrânia, fugindo das consequências do ataque militar russo ao país. A informação foi divulgada hoje (1), pela agência da Organização das Nações Unidos para Refugiados (Acnur).

A ONU teme que a ofensiva russa cause “a maior crise de refugiados da Europa neste século”, já que milhares de pessoas de várias nacionalidades que vivem na Ucrânia, incluindo brasileiros, estão se deslocando em direção a países vizinhos.

Segundo equipes da agência, na fronteira com a Polônia, a fila de pessoas tentando deixar o país já chega a quilômetros, com relatos de pessoas que afirmam estar há mais de 60 horas expostas ao frio intenso, tentando ingressar em território polonês.

Para socorrer as famílias que fogem dos ataques russos, as Nações Unidas e instituições parceiras fizeram, hoje (1º), dois apelos. Um que visa a arrecadar US$ 1,7 bilhão para fornecer ajuda humanitária a quem busca refúgio e outro para auxiliar a quem permanece na Ucrânia.

A estimativa é que cerca de 12 milhões de pessoas precisarão de ajuda e proteção dentro do território ucraniano, enquanto mais de 4 milhões de refugiados podem precisar de assistência em países vizinhos nos próximos meses.

Em nota, a Acnur garantiu que já está mobilizando uma “grande operação humanitária” para atender às pessoas que estão deixando o país em guerra. Em território ucraniano, a agência planeja distribuir alimentos e água, além de assistência financeira emergencial às pessoas mais vulneráveis e assistência médica, serviços de educação, abrigamento emergencial e reconstrução de casas danificadas.

Nos países vizinhos, a iniciativa busca apoiar centros de recepção para pessoas deslocadas e outras iniciativas, com atenção especial à prevenção da violência de gênero.

Edição: Valéria Aguiar Agência Brasil

Polícia russa prende mais 2.000 por manifestação contra guerra na Ucrânia

MOSCOU, RÚSSIA (FOLHAPRESS) – A polícia russa deteve ao menos 2.000 pessoas durante protestos contra a guerra na Ucrânia neste domingo (27). Os manifestantes foram às ruas em 44 cidades, segundo a ONG de monitoramento de violência estatal OVD-Info.

Desde o início da invasão do vizinho, na quinta (24), a entidade contabilizou mais de 5.100 prisões em todos os cantos do país. Na Rússia, protestos só são permitidos com autorização de prefeituras.

Os atos do domingo não foram muito volumosos, tendo ocorrido São Petersburgo e outras cidades, com a capital Moscou relativamente calma. Nela, a principal ponte que dá na praça Vermelha foi objeto de um protesto silencioso.

Há exatos sete anos, foi morto ali Boris Nemtsov, um ex-vice-premiê do governo Boris Ielstin que foi duro crítico do governo de Vladimir Putin. Um grupo de tchetchenos foi responsabilizado e preso pelo assassinato, que entidades de direitos civis atribuem ao Kremlin —que, por sua vez, nega.

Algumas pessoas deixaram flores em um ato silencioso, mas outras gritaram palavras de ordem e foram afastadas pela polícia.

O movimento contra a guerra enfrenta dificuldades nas ruas, dada a repressão que foi intensificada a partir dos atos contra a prisão do ativista Alexei Navalni, em 2021, mas floresceu em redes sociais e em declarações públicas. Celebridades, esportistas e intelectuais aderiram a protestos.

Fora da Rússia, há protestos enormes ocorrendo principalmente em cidades europeias, mas não só.

ONU pede que países ajudem vítimas da guerra na Ucrânia

Para socorrer famílias que fogem dos ataques russos na Ucrânia, as Nações Unidas lançam nesta terça-feira (1) dois apelos humanitários coordenados. Segundo o secretário-geral, Antônio Guterres, um dos apelos tem como meta angariar fundos para ajudar a população que continua na Ucrânia e o outro busca o atendimento das necessidades dos que procuram refúgio em nações da região.  

Guterres lembrou que a ONU já repassou US$ 20 milhões do seu Fundo Central de Resposta a Emergências para a ampliação dos trabalhos humanitários. Segundo explicou, a comunidade internacional precisa se mobilizar para apoiar e financiar os apelos. Ele lembrou que o número de pessoas afetadas pela guerra continuará subindo. Os recursos servirão para que as agências humanitárias consigam “tratar todas as necessidades dos deslocados pela crise”.

Hospitais atacados

Catherine Russell, diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), disse que a agência está recebendo relatos de “hospitais, escolas e instalações de água e saneamento” sob fogo na Ucrânia, com explosivos sendo lançados em áreas povoadas. 

Segundo ela, há crianças entre os mortos e feridos, sendo que as sobreviventes estão traumatizadas pela onda de violência. Russell reforçou o apelo internacional para o fim de todas as operações militares na Ucrânia.

Edição: Kleber Sampaio Agência Brasil

Ucrânia denuncia crimes de guerra em Kharkiv e confirma 10 pessoas mortas e 35 feridas

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky deixou claro na manhã de hoje que a forma como os russos estão agindo fica mais do que notório e evidente um crime de guerra, muitas pessoas estão morrendo injustamente, muitos civis estão sendo atacados e mortos covardemente.

Somos sabedores deque numa guerra existem os códigos de ética e o respeito aos civis bem como a prédios civis,no entanto o que está sendo visto em meio a toda essa falta de respeito do governo russo com o mundo é que eles não estão poupando nem mesmo as vidas de inocentes ucranianos que não fazem parte de agremiações militares.

A pergunta que o mundo inteiro faz nesse exato momento é até quando a ONU e os países integrantes da ONU vão continuar aceitando essa aberração que estão fazendo com a Ucrânia sem que esse país tenha feito absolutamente nada para está sendo atacado de maneira tão brutal.