Os arraiás estão de volta. Após dois anos sem festas oficiais por causa da pandemia, o São João maranhense já tem data para começar. A abertura será no final do mês, dia 27. O local? São Luís. Os festejos são “juninos”, mas os arraiás continuarão durante todo o mês de junho e vão até o último dia de julho, na capital e em várias cidades do interior maranhense.
Mais de 800 atrações estão programadas e a previsão é de cerca de 450 mil visitantes no período de festas. Além dos grupos de bumba boi, como são chamados aqui no Maranhão, grupos de dança, quadrilhas e atrações já esperadas, haverá também um “arraial do povo de Deus”, voltado especialmente para o público evangélico. O secretário estadual de Cultura, Paulo Victor, disse que o diferencial da festança deste ano será também a reativação da economia local. É que em vez de apresentações mais caras vindas de outros estados, a prioridade será para os artistas maranhenses.
E o dinheiro para a festança já está garantido. Ao todo, serão liberados R$ 25 milhões com as festas, mas a previsão é compensar esse valor com a receita da movimentação econômica e turística no Maranhão.Por Gabriel Corrêa – Repórter da Rádio Nacional – São Luís
Um jovem, identificado como Sidney Gabriel Gonçalves Costa, de 19 anos, foi morto a tiros nesta quarta-feira (11) no bairro Maiobinha, em São José de Ribamar, localizado na Região Metropolitana de São Luís.
Segundo a Polícia Militar, dois homens são suspeitos de praticarem o crime. A vítima estava próximo a um posto de saúde do bairro, quando foi alvejado por vários disparos.
Sidney Gabriel não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Em seguida, o corpo da vítima foi removido e encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), na área Itaqui-Bacanga, para passar por análise.
O caso será investigado pela Polícia Civil. A PM realiza buscas na região para localizar os suspeitos.Por: G1 MA
O ministro da Educação, Victor Godoy Veiga, anunciou que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 registrou 1 milhão de inscritos em apenas um dia. Os candidatos têm até o dia 21 de maio para fazerem a inscrição. Se esse ritmo for mantido, a previsão é de que o total supere o do ano passado, quando 3 milhões de estudantes se inscreveram para a prova.
Para a inscrição ser efetivada, é preciso pagar a taxa de R$ 85. O pagamento pode ser feito por PIX, cartão de crédito ou por boleto bancário até o dia 27 deste mês.
Os estudantes que obtiveram o direito à isenção desse valor (como os alunos da rede pública) também devem se inscrever ou não poderão prestar o Enem.
No momento da inscrição, o candidato escolhe se quer fazer a prova de língua estrangeira em inglês ou espanhol. Ele escolhe também se quer o exame impresso ou digital e diz se precisa de algum atendimento especial (acessibilidade, por exemplo).
O estudante também preenche um questionário socioeconômico, informa se já concluiu o ensino médio e outras informações cadastrais.
Provas
As provas serão nos dias 13 e 20 de novembro. Pela primeira vez, o candidato poderá apresentar a versão digital de documento de identificação no dia da prova. Serão aceitos e-título, Carteira de Habilitação Digital ou RG Digital. O candidato deverá abrir o aplicativo e apresentar ao fiscal. Capturas de tela não serão aceitas.Por: Agência Brasil
O Brasil quer zerar os casos de malária até 2035. A estratégia faz parte do Plano de Eliminação da Malária no Brasil, lançado nesta quarta-feira (11), em Brasília. A meta é chegar a 2025 com 68 mil casos. Em seguida, a ideia é registrar números abaixo dos 14 mil até 2030 e reduzir o número de óbitos a zero neste mesmo ano.
Mesmo com os registros de casos de malária no Brasil em tendência de queda, os dados ainda preocupam as autoridades sanitárias. Segundo dados do ministério, em 2020 foram registrados 145 mil casos da doença em todo o país. Desse total, mais de 99% concentrados na região amazônica.
De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o Plano de enfrentamento terá quatro fases para a eliminação da doença. O plano tem ainda metas junto aos profissionais e gestores da saúde e à sociedade. O ministério pretende ampliar o Projeto Apoiadores Municipais para Prevenção, Controle e Eliminação da Malária, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Mato Grosso.
Outra ação é o apoio na construção dos planos estaduais e municipais de acordo com a realidade local de cada região, a partir da contração de consultores de eliminação.
Números
Somente em 2020 foram investidos mais de R$ 275 milhões no combate à malária. Os planos coordenados da OMS são para que a redução da doença chegue a 90% em todo o planeta até 2030, com a eliminação da malária em pelo menos 35 países; além de evitar a reintrodução em países já considerados livres da transmissão.
Considerada um grave problema de saúde pública em todo o mundo, dados da OMS, de 2019, apontam 229 milhões de novos casos da doença notificados, com mais de 409 mil óbitos. Em 2020, o Brasil registrou 145.188 casos de malária, contra 157.452 casos registrados em 2019.
“Entre 2019 e 2020 tivemos uma redução de mais de 10% do número de casos de malária no Brasil. Entretanto, apesar das boas notícias, é preciso lembrar que a malária é um desafio para a saúde pública. Por ano são mais de 140 mil casos, quase todos na região amazônica”, destaca o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros.
Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, 80% das ocorrências até 2019 se concentraram em 41 municípios do Amazonas, Pará, Roraima, Amapá, Acre, Rondônia e Mato Grosso.
Malária
Uma das doenças parasitárias mais antigas do mundo, a malária é causada por quatro diferentes tipos do protozoário do gênero Plasmodium. No Brasil são encontradas três espécies, a mais comum é a P. Vivax. A doença é transmitida pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Ela pica o ser humano, que passa a ser hospedeiro do protozoário.
Se um mosquito não infectado picar uma pessoa contaminada, ele passa também a transmitir a malária. A doença também pode ser transmitida pelo compartilhamento de seringas, transfusão de sangue ou até mesmo da mãe para feto, na gravidez. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, calafrios e falta de apetite.Por: Agência Brasil
Em uma reportagem do jornalista Leandro de Sá titular do @blogdodesa é possível ver o drama enfrentado por comerciantes do KM – 17 que a quase quatro anos sofrem com as ações orquestradas de bandidos que atuam em cotidianamente tirando a paz e o sossego de pais e mães de família que sobrevivem do comércio naquelas imediações.
As ações acontecem especialmente na parte da noite onde dezenas de usuários de drogas abordam caminhoneiros e viajantes que param para jantar ou dormir e são surpreendidos com roubos, muitos desses caminhoneiros que já foram vítimas dessas ações já nem param mais no KM – 17 e isso tem diminuído consideravelmente a renda mensal desses comerciantes que pedem que as autoridades competentes tomem medidas cabíveis afim de que seja resolvido em definitivo esse problema que parece não ter fim.
Uma campanha veiculada nos Estados Unidos (EUA) pela televisão, internet e mídia exterior apresentando destinos turísticos do Brasil gerou acréscimo de US$ 5,7 milhões em viagens para o país, informou a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur).
A campanha Brazil is visa-free. Come visit, realizada pela Embratur, foi veiculada nos Estados Unidos entre os meses de fevereiro e abril e contribuiu para aumentar em 78% as buscas pelo termo visitbrasil (termo em inglês que significa Visite o Brasil) desde novembro do ano passado.
A ação publicitária chegou a ser veiculada inclusive na Times Square, um dos principais pontos turísticos de Nova York.
Segundo a agência, foram feitas 1.673 inserções na TV, gerando mais de 14 milhões de impactos (medição usada para estimar quantas vezes as peças foram visualizadas pelo público). Na mídia exterior, foram realizadas 1 milhão de inserções, com mais de 38 milhões de impactos. Já o conteúdo na internet registrou mais de 52 milhões de impactos, 12 milhões de visualizações de vídeo e mais de 127 mil cliques para o sitevisitbrasil.
Com essa campanha, a Embratur promove a imagem do Brasil no exterior para incrementar a entrada de visitantes internacionais, contribuindo para potencializar o ingresso de divisas e aumentar a relevância do turismo internacional na geração de empregos e renda para nosso país, disse o presidente da Embratur, Silvio Nascimento.
Em 2019, antes da pandemia de covid-19, os Estados Unidos foram o segundo país que mais enviou visitantes ao Brasil. Foram quase 600 mil norte-americanos vindo ao país, número que só fica atrás dos quase 2 milhões de argentinos que entraram no Brasil naquele ano.
Há poucos dias do lançamento da Politica Nacional de Recuperação da Aprendizagem, o ministro da Educação, Victor Godoy Veiga, que assumiu a pasta há três semanas, afirmou hoje (10) que o principal desafio a ser enfrentado é o déficit na educação.
“Nossos principais desafios são a recuperação das aprendizagens. A gente tem um déficit não só decorrente da pandemia, mas temos também as deficiências do próprio sistema educacional brasileiro”, disse.
O ministro disse que há ainda “o desafio enorme de trazer as crianças de volta [para a escola], que abandonaram o estudo”. Lembrou também que é preciso levar a inovação e a tecnologia para dentro das escolas.
O ministro participou nesta terça-feira da abertura da Bett Educar, maior congresso de educação da América Latina, que após dois anos em formato online, por causa da pandemia, volta em edição presencial. O congresso acontece durante toda a semana, com palestras e oficinas voltadas à educação e inovações para a área.
Em sua fala, o ministro Victor Godoy disse que a Política Nacional de Recuperação das Aprendizagens, a ser lançada este mês, se baseia em três eixos: recuperação das aprendizagens, combate à evasão e incentivo à inovação e tecnologia.
O ministro disse que o primeiro eixo dessa recomposição é o diagnóstico, o reengajamento dos estudantes e a recomposição das aprendizagens. O segundo eixo, é o combate à evasão escolar, com a perspectiva de recuperar aqueles alunos que já estão fora das escolas. “E nós já tivemos iniciativas concretas nesse sentido, o disque 100 [para denunciar crianças fora das escolas], para que o conselho tutelar e as redes de apoio dos estados e municípios possam ir atrás daquele estudante e trazer de volta para escola”.
O ministro anunciou como outra medida para evitar a evasão escolar, um aplicativo que ajuda a prever a evasão escolar. “Também trabalhamos numa perspectiva preditiva, com um aplicativo em desenvolvimento, para indicar aos diretores das escolas os alunos que têm um risco maior de evasão escolar”
O terceiro eixo dessa política, segundo o ministro, é a inovação e a conectividade para dentro da educação brasileira.
Enem
O ministro da Educação manifestou uma expectativa muito positiva para o Enem deste ano, que, segundo ele, mantém o modelo do anterior “A gente está pensando já o Enem do futuro, que é o Enem já alinhado com o novo ensino médio. Mas esse Enem está sendo trabalhado, temos toda a perspectiva de correr tudo com muita tranquilidade, com muito sucesso”.
Quanto ao banco de itens da prova, o ministro Victor Godoy disse que já está em andamento. “Nós temos um já em andamento, a padronização do banco de itens, e temos itens suficientes para fazer a prova deste ano. É um trabalho para atualizar o banco, que ficou muitos anos sem o trabalho do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira] de fazer essa atualização”, disse.
O Ministério da Educação (MEC) criou um grupo de trabalho para elaborar projeto de abordagem para a alfabetização de surdos. A portaria que cria o grupo foi publicada nesta terça-feira (10) no Diário Oficial da União.
O projeto servirá como subsídio para a formulação de políticas públicas para educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com outras deficiências associadas.
O grupo de trabalho será composto por cinco representantes: um da Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp), um da Secretaria de Alfabetização (Sealf), um de Instituição Federal de Ensino Superior, com experiência na educação infantil de surdos, um de Instituição Federal de Ensino Superior, com experiência nas séries iniciais do ensino fundamental de surdos, e um de Instituição Federal de Ensino Superior, que possua pesquisas e estudos na alfabetização e educação de surdos.
O GT será coordenado pelo titular da diretoria de Políticas de Educação Bilíngue de Surdos. Poderão ser convidados representantes de órgãos e entidades públicas, bem como especialistas na temática, para participar das reuniões. O grupo terá duração de seis meses, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.
O Congresso promulgou na tarde de hoje (10) a Emenda Constitucional 121/2022, que garante benefícios tributários a empresas de tecnologia da informação e comunicação e de semicondutores. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada pela última vez em dezembro do ano passado, no Senado. Hoje, conclui-se sua promulgação.
Segundo o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a Emenda Constitucional aperfeiçoa mecanismos de austeridade fiscal e confere uma sistemática tributária específica para o setor de tecnologia.
“Este é justamente o núcleo da PEC 10, de 2021: garantir a adequada e necessária política fiscal aos setores da tecnologia da informação e comunicação e de semicondutores, vértice dos resultados em pesquisa e desenvolvimento no país, que, com razão e agora com a força do texto constitucional, devem gozar de sistemática tributária particular à continuidade do desenvolvimento e do progresso tecnológico do Brasil”.
A votação da PEC 10/2021 foi parte de um acordo para aprovar a Emenda Constitucional 109, em vigor desde março de 2021, que instituiu a política de desonerações, abrindo caminho para pagamento do auxílio emergencial.
Essa emenda definiu regras transitórias sobre redução de benefícios tributários, desvinculou parcialmente o superávit financeiro de fundos públicos e suspendeu condicionalidades para realização de despesas com concessão de auxílio emergencial residual para enfrentar as consequências sociais e econômicas da pandemia da Covid-19.