Blog do Walison - Em Tempo Real

Elmano Freitas anuncia secretários do Governo do Ceará

Secretários confirmados no Ceará; de cima para baixo, da esquerda para direita: Tânia Mara, Samuel Elânio, Mauro Albuqurque, Rodrigo Bona Carneiro, Onélia Santana, Rafael Machado e Luísa Cela — Foto: Arte g1

Governador, vice-governadora e secretários tomam posse em 1º de janeiro de 2023.

O governador eleito do Ceará, Elmano Freitas (PT), anunciou nesta sexta-feira (23) parte de seus secretários, que vão tomar posse em 1º de janeiro. Ele afirmou que vai divulgar os demais nomes “ao longo dos próximos dias”.

A equipe de Elmano chegou a marcar um evento para a manhã desta sexta-feira em que anunciaria o seu secretariado, mas o encontro foi cancelado devido a novas rodadas de negociações com o PDT, que deve ser contemplado com algumas pastas estratégicas no governo do petista.

Confira os secretários já confirmados:

Saúde, Tânia Mara Silva Coelho: médica formada pela UFC. Possui Residência em Infectologia e especialização em Medicina do Viajante pelo Royal College of Glasgow, na Escócia, e especialização em Gestão das Clínicas pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Segurança Pública e Defesa Social, Samuel Elânio: possui graduação em Direito e especialização em Direito e Processo Administrativo pela Unifor. É delegado da Polícia Federal há 15 anos e atuou em diversas operações contra o crime organizado no Amapá, Ceará e Rio Grande do Norte.

Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque: atual secretário da pasta, ele é policial civil do Distrito Federal e especialista em Segurança Pública e Gestão Prisional. Fundou a Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE) do DF, onde foi diretor de 2000 a 2015.

Controladoria-Geral de Disciplina, Rodrigo Bona Carneiro: atual titular da CGD, Bona é mestre em Direito e Soluções Consensuais pela Unifor. Especialista em Direito Público pela Universidade Cândido Mendes (RJ) e em Direito Penal e Processual Penal pela Escola Superior do Amazonas. Delegado de Polícia Civil do Amazonas.

Secretaria da Proteção Social, Onélia Santana: graduada em Letras – Língua Portuguesa pela Urca, psicopedagoga clínica e institucional pela Unichristus, com MBA em Administração Pública: Planejamento, Gestão e Finanças pela PUC. É a idealizadora do Programa Mais Infância Ceará, do Governo do Ceará.

Procuradoria-Geral do Estado, Rafael Machado Moraes: Graduado em Direito pela UFC, com especialização em Direito Público. Assumiu a Consultoria-Geral da Procuradoria-Geral em 2013, desde 2019, exerce o cargo de Procurador-Geral -Executivo-Assistente, coordenando juridicamente toda a atividade administrativa, consultiva e legislativa do Poder Executivo.

Secretaria da Cultura, Luísa Cela: Luísa Cela de Arruda Coelho é formada em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com mestrado em Saúde da Família, também pela UFC. Atuou como secretária-executiva da Secult na gestão de Camilo Santana. Integra, atualmente, o Consórcio Nordeste. Por: G1-CE

Concurso do Banco do Brasil tem salário de R$ 3,6 mil e 57 vagas para o Ceará

Concurso do Banco do Brasil tem salário de R$ 3,6 mil e 57 vagas para o Ceará — Foto: Franco Junior/g1

São mil vagas de escriturário para o todo o Brasil. Cargo exige nível médio.

O Banco do Brasil abriu concurso público com 6 mil vagas de escriturário, nas funções de agente de tecnologia e agente comercial. São 4 mil vagas para contratação imediata e outras 2 mil para formação de cadastro de reserva. Confira o edital no Diário Oficial da União.

Do total, 5% das oportunidades são reservados para pessoas com deficiência, e 20% para candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos.

As inscrições podem ser feitas até 23h59 de 24 de fevereiro no site da Cesgrario, organizadora do. A taxa é de R$ 50. Por: G1-CE

Norma do Incra proíbe reforma agrária em áreas ocupadas por posseiros

Uma portaria do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), editada no último dia 15 de dezembro, estabeleceu novas regras para a criação de assentamentos da reforma agrária em terras públicas da União geridas pelo órgão. A norma, segundo a autarquia, cria diretrizes e procedimentos objetivos, mas é alvo de críticas de órgãos como a Defensoria Pública da União (DPU).

Uma nota técnica do Conselho Estadual de Direitos Humanos do Mato Grosso (CEDH-MT) e da Defensoria Regional de Direitos Humanos da DPU, também no mesmo estado, afirma que o ato pode inviabilizar a criação de novas áreas de assentamento, já que uma das principais exigências, para o prosseguimento desse tipo processo, é não haver pedido de regularização fundiária, mesmo que seja um pedido com indício de grilagem.

“Esta portaria traz em seu bojo uma série de diretrizes que, na prática, inviabilizam a declaração de interesse social das áreas públicas e, em realidade, impede a criação de Projetos de Assentamentos, possibilitando a regularização fundiária de áreas griladas”, diz um trecho da nota técnica.

“O mero requerimento de regularização fundiária, ainda que descabido, terá por efeito obstar a declaração de interesse social para fins de criação de projeto de assentamento nas áreas públicas rurais, paralisando-se, assim, a possibilidade de efetivação da reforma agrária”, conclui a nota técnica.

À Agência Brasil, o defensor público federal Renan Vinicius Sotto Mayor explicou que a portaria contraria dispositivos constitucionais que determinam prioridade à criação de novos assentamentos em áreas públicas não destinadas.

“O Plano Nacional de Reforma Agrária é uma diretriz fundamental para a destinação de terras públicas, no plano constitucional e da legislação brasileira”, argumenta.

Sotto Mayor acrescenta ainda que, no estado de Mato Grosso, “a maioria das áreas públicas tem pedidos de regularização fundiária por parte dos ocupantes ilegais, inclusive com o fracionamento das áreas, e solicitação da regularização fundiária em nome de terceiros”.

A criação de assentamentos rurais de reforma agrária é realizada pelo Incra por três tipos de modalidades principais: a desapropriação de terras particulares que não cumprem a função social, a destinação de terras públicas e a compra e venda direta de áreas.

Em nota, o órgão informou que, no caso de terras públicas, elas podem ser destinadas para diferentes usos, além de assentamentos de reforma agrária, incluindo, por exemplo, a criação de unidades de conservação, reconhecimento de terras indígenas ou regularização fundiária. 

“A regularização fundiária de áreas públicas é executada pelo Incra de forma compatível com a política de reforma agrária e em conformidade com as manifestações de interesses de outros órgãos federais a fim de evitar sobreposição com demandas de destinação de áreas para unidades de conservação e terras indígenas, por exemplo”, diz a autarquia. Apesar disso, o Incra admite que a regularização fundiária é a ação prioritária do governo. 

“O Governo Federal definiu a regularização fundiária como ação prioritária para promover segurança jurídica no campo, reduzir conflitos agrários, incentivar a regularidade ambiental e inclusão produtiva e social das famílias que detêm posses em terras públicas. O processo de regularização e titulação de áreas públicas garante à família o domínio da terra, evitando disputas pela posse, assegura o acesso a políticas públicas de apoio à agricultura e permite a sucessão familiar”. 

Sobre a portaria, a autarquia agrária rebateu o argumento de que ela “inviabiliza” a reforma agrária em terras públicas. “A portaria determinou a necessidade de observar questões como a emissão de parecer técnico sobre viabilidade (ambiental e agronômica) de destinação da área, a existência de demanda comprovada de assentamento de famílias, a identificação de ocupações passíveis de regularização fundiária nos termos da Lei nº 11.952, de 2009 e a análise preliminar de atendimento dos requisitos legais dos ocupantes passíveis de regularização fundiária”. 

Números

No período de 2019 a 2022, foram incorporados ao Programa Nacional de Reforma Agrária, segundo o Incra, 36 novos assentamentos, totalizando 306,7 mil hectares.

Foram 18 áreas desapropriadas (31,3 mil hectares), dois projetos criados por meio de compra de áreas (572 hectares), destinação de cinco terras públicas federais (42,1 mil hectares) e criação de assentamentos em terras públicas estaduais (4,3 mil hectares). 

Ao todo, no mesmo período, foram assentadas cerca de 20,8 mil famílias nas áreas obtidas pelas diferentes modalidades. Esses números são inferiores ao de governos anteriores, com exceção da gestão de Michel Temer (MDB), entre 2016 e 2018, que assentou cerca de 8,8 mil famílias.

No primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), entre 1995 e 1998, foram assentadas 287,9 mil famílias. No primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre 2003 e 2006, o total de famílias assentadas foi de 381,4 mil. Já no primeiro mandato de Dilma Rousseff (PT), entre 2010 e 2014, foram 107,3 mil famílias assentadas.   

Edição: Denise Griesinger Agência Brasil

Banco Mundial e BB criam balcão único para crédito de carbono

Edifício sede do Banco do Brasil, em Brasília.

O Banco Mundial e o Banco do Brasil (BB) criarão um balcão único para financiamentos vinculados a ações de sustentabilidade e ao mercado de crédito de carbono. O projeto foi aprovado hoje (23), em Washington, pelo Conselho de Administração do Banco Mundial.

Pela primeira vez, as duas instituições financeiras emprestarão recursos vinculados a projetos de sustentabilidade que ajudem o Brasil a atingir as metas climáticas, com benefícios robustos para quem reduzir emissões de carbono. Segundo o BB, a expectativa é compensar em até 90 milhões de toneladas as emissões de gás carbônico até 2030, o equivalente a cerca de 4,5% do que o Brasil precisa para cumprir os compromissos de zerar as emissões naquele ano.

Orçado em US$ 500 milhões, o Projeto de Financiamento Climático do Brasil está distribuído da seguinte forma. O Banco Mundial emprestará US$ 400 milhões para o Banco do Brasil conceder empréstimos vinculados à sustentabilidade para empresas que querem reduzir as emissões de carbono. O projeto também inclui um Fundo de Dívida Climática piloto de US$ 98 milhões, que deve alavancar o capital privado para expandir o financiamento vinculado à sustentabilidade na economia em geral.

Esses instrumentos de financiamento são complementados por US$ 2 milhões em recursos para aumentar a capacidade de o Banco do Brasil fornecer assistência técnica para que empresas adotem planos de mitigação confiáveis e tenham acesso a mercados de crédito de carbono de alta qualidade.

As três ações pretendem mobilizar até US$ 1,4 bilhão em capital privado, tanto por meio da ampliação dos financiamentos verdes do Banco do Brasil e como pela conciliação de atividades públicas e de recursos de investidores privados. O BB foi escolhido porque concentra 60% do crédito rural no país, o que permite ampliar a concessão de linhas de crédito sustentáveis ao agronegócio.

Metas de resultados

O projeto tornará possível que o BB ofereça aos clientes pacotes que integram financiamento com apoio ao acesso aos mercados de crédito de carbono de alta qualidade por meio de um balcão único. As empresas tomadoras de empréstimos serão incentivadas a adotar e implementar planos confiáveis de redução de emissões de gases de efeito estufa, com metas de resultados.

A iniciativa também vincula essas empresas a mercados de carbono de alta qualidade. Segundo o BB, a iniciativa fornecerá às empresas brasileiras, principalmente aos pequenos e médios negócios, um serviço acessível de ponta a ponta, desde a medição da pegada de carbono até a geração de retornos de créditos de carbono de alta integridade.

Sinergia

O presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, afirmou que o projeto aumenta a sinergia com a estratégia da instituição financeira em liderar projetos de sustentabilidade e em fomentar negócios com governança ambiental, social e corporativa. Segundo ele, a experiência é inovadora e pode ser reproduzida em todo o planeta.

“Os setores público e privado têm um papel vital no apoio à transição para uma economia mais verde. Saudamos a parceria com o Banco Mundial não apenas porque é o maior financiador mundial de ações climáticas em países em desenvolvimento, mas também por causa de sua experiência em criar e fortalecer mercados de capitais locais e tornar os setores financeiros domésticos mais verdes”, afirmou Ribeiro.

Edição: Fábio Massalli Agência Brasil

BNDES financiará projeto de aeronaves elétricas

Edifício sede do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, no Centro do Rio.

A Eve Soluções de Mobilidade Aérea Urbana Ltda (Eve), empresa independente fundada pela Embraer, vai receber R$ 490 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para executar a primeira fase do projeto de produção de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL da sigla em inglês). Com zero emissões locais, a previsão é de que o veículo esteja disponível no mercado a partir de 2026. Segundo o banco, o veículo, conhecido como carro voador, “será projetado para realizar voos urbanos, com baixos níveis de ruído e maior sustentabilidade na comparação com veículos tradicionais”.

Conforme o BNDES, o financiamento de R$ 490 milhões dos investimentos, equivale a 75% do total aplicado nesta fase do projeto, voltada à pesquisa e desenvolvimento (P&D), que é R$ 652 milhões. “Desse valor, R$ 80 milhões serão oriundos do Programa BNDES Fundo Clima (subprograma Mobilidade Urbana) e R$ 410 milhões provenientes da Linha Finem – Incentivada A/Inovação”, informou o banco.

O veículo 100% elétrico à bateria, inicialmente, além do piloto, terá capacidade de transportar quatro passageiros, por uma distância de até 100 quilômetros. De acordo com as especificações, a aeronave vai emitir até 90% menos ruídos que os helicópteros.

Na visão do BNDES, nas próximas décadas, o mercado de mobilidade aérea urbana será impulsionado por fatores crescentes para as populações urbanas, limitações de espaço terrestre e altos custos de aperfeiçoamento de infraestrutura, e ainda pelos altos índices de poluição local dos meios de transporte tradicionais. “Com uma tecnologia inovadora, os eVTOLs possibilitarão viagens curtas mais rápidas que os meios tradicionais e com zero emissões locais de gases de efeito estufa”, observou.

O diretor de crédito produtivo e socioambiental do BNDES, Bruno Aranha, disse que o BNDES se orgulha em apoiar o desenvolvimento do eVTOL e destacou que a operação é especialmente emblemática no âmbito do Fundo Clima, uma vez que atende o desenvolvimento de um produto disruptivo e que diminuirá a emissão de gases de efeito estufa.

“Trata-se de um enorme esforço inovador realizado no Brasil por engenheiros altamente qualificados. O sucesso no desenvolvimento do eVTOL permitirá o ingresso num segmento de mercado de alta intensidade tecnológica. Vale ressaltar que essa operação constitui mais um marco da longa parceria estratégica entre o BNDES e a Embraer, iniciada em 1997”.

O fundador da co-CEO da Eve, André Stein, se mostrou satisfeito com a parceria com o BNDES. “Nós estamos muito felizes com a confiança e apoio que o BNDES tem mostrado à Eve, enquanto avançamos no desenvolvimento de nossa aeronave elétrica com zero emissões e continuamos a nos comprometer com a neutralidade de carbono em todo o ciclo de vida da aeronave”.

Para o executivo, o apoio não se restringe apenas a possibilidade de acelerar a inovação, mas também a ascensão de uma nova forma de aviação mais sustentável com as aeronaves eVTOL, ajudando a transformar a indústria e a mobilidade urbana, e reduzindo a poluição sonora e o custo dos voos urbanos. “O BNDES será um parceiro fundamental para completarmos o desenvolvimento do nosso portfólio de produtos e serviços”.

O BNDES informou que a consumação do financiamento está sujeita ao cumprimento de condições prévias fixadas pela própria instituição e por fim à assinatura do respectivo contrato.

Edição: Valéria Aguiar Agência Brasil

Anvisa libera a venda do Lagevrio para tratamento da covid-19

Novel Coronavirus / Molnupiravir approved in Japan

A venda do medicamento Lagevrio (molnupiravir), utilizado no tratamento da covid-19, para farmácias e hospitais particulares do país foi aprovada por unanimidade pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão, tomada nessa quinta-feira (22), autoriza o fornecimento do medicamento para o mercado privado, com a rotulagem em inglês, porém com entrega da bula e folheto informativo aos pacientes abordando as informações referentes à gravidez e lactação, em português.

A bula em português também estará disponível nossites institucional da MSD Brasil e no global, também será possível escanear o código QR no rótulo do produto que direcionará para o site global da empresa com acesso às bulas.

A venda em farmácias deve ser realizada, sob retenção de receita médica e uma via da Receita de Controle Especial deve ficar retida no estabelecimento, com dispensa e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento. 

“A aprovação levou em consideração a venda do medicamento ao mercado privado em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos, Japão e Reino Unido. A medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país”, justificou a Anvisa em nota.

Segundo a diretora relatora, Meiruze Freitas, a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da covid-19, visto que o medicamento deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas. “Para ajudar a prevenir a progressão da doença, internações hospitalares e mortes, os medicamentos antivirais para infecções respiratórias agudas devem ser usados o mais cedo possível após o correto diagnóstico da infecção”, afirmou a diretora. Ela reiterou que o tratamento não substitui a vacinação.

“Reafirmo e enfatizo que os benefícios esmagadores da vacinação na proteção contra as formas graves e óbitos ocasionados pela covid-19, superam em muito o risco das raras reações adversas relacionadas as vacinas aprovadas pela Anvisa”, acrescentou Meiruze Freitas.

Edição: Valéria Aguiar Agência Brasil

Aeronautas rejeitam acordo e paralisações entram no quinto dia

Movimento de passageiros no Aeroporto Santos Dumont no primeiro dia de greve dos aeronautas.

A antevéspera de Natal foi marcada por atrasos em pousos e decolagens em aeroportos brasileiros. Pelo quinto dia consecutivo, nesta sexta-feira (23), aeronautas mantiveram a paralisação entre 6h e 8h da manhã nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Viracopos, Galeão, Santos Dumont, Porto Alegre, Confins, Brasília e Fortaleza . Ontem (22), o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) recusou uma nova proposta de negociação salarial para encerrar a greve da categoria.

Em assembleia virtual – com 59.25% de votos contrários, 40.02% de votos favoráveis e 0.73% de abstenções – os trabalhadores da aviação regular rejeitaram a proposta apresentada pelas companhias aéreas que previa a reposição total da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) – em salários fixos e variáveis – mais 1% de aumento real. Para o teto de recebimento, reajuste de 100% do INPC (5,97%), menos 2,74%.. O reajuste incidiria em diárias nacionais, piso salarial, seguro, multas por descumprimento da convenção coletiva e vale-alimentação.

Os aeronautas querem 5% de aumento salarial e ajuste de condições de trabalho, como do horário de folgas e regras que impeçam a mudança dos descansos pelas companhias aéreas – espera dos tripulantes entre um voo e outro de 3 horas durante o dia e duas horas no período da noite.

Em nota, o SNA destacou que a categoria está desde o final de setembro negociando e que todas as propostas enviadas pelo sindicato patronal não eram condizentes com a pauta de reivindicações apresentadas e, por isso, foram rejeitadas.

 “O SNA continua aberto às negociações, aguardando que as empresas enviem uma nova proposta, minimamente aceitável. Se houver uma proposta, ela será colocada em votação e, caso seja aprovada, a greve termina, se não, a greve continua por tempo indeterminado”, o informou  sindicato.

Aéreas

Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA), esta foi a terceira proposta negada pelo sindicato dos aeronautas. A primeira foi apresentada pelo SNEA ainda no âmbito da negociação sindical. 

O SNEA enfatiza que iniciou as negociações desde os primeiros dias de outubro deste ano para preservar os direitos dos tripulantes, “estendendo a validade da CCT vigente até o fim das negociações, e garantir as viagens aéreas dos passageiros, especialmente durante a alta temporada. Além disso, após encerrada as negociações diretas entre sindicatos, no último fim de semana, as companhias aéreas acataram a primeira proposta de mediação elaborada pelo TST, que foi rejeitada pelo SNA”, informou a nota divulgada no site da SNEA.

Impacto

No quinto dia da greve, houve 10 cancelamentos e 83 atrasos nas primeiras horas da manhã em cinco aeroportos onde houve paralisação. No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, três voos operaram com atraso e nenhum foi cancelado.

Das 6h até as 10h, dos 62 voos previstos para decolar do Aeroporto de Brasília, 16 partiram da capital com atraso. Não há cancelamento de voos. Dos 55 voos que pousaram em Brasília, 14 chegaram com atrasos. Como o Aeroporto de Brasília é um importante centro de conexão de voos, as chegadas atrasadas podem impactar as saídas de voos, informou a Inframerica, administradora do aeroporto.

 Em Congonhas, a Infraero informou que foram 16 voos atrasados na partida, 9 voos atrasados na chegada, 5 voos cancelados na partida  e 2 voos cancelados na chegada. 

Já no Aeroporto de Santos Dumont, também administrado pela Infraero, foram 13 voos atrasados na partida, 10 voos atrasados na chegada, 2 voos cancelados na partida e um voo cancelado na chegada.  

O RIOgaleão, Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro informou que não registrou nenhum atraso ou cancelamento de voo por causa da greve na manhã desta sexta-feira. 

Já a Fraport-Brasil, que administra os aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre, informou que nesta manhã não houve atrasos ou cancelamentos em Fortaleza. Em Porto Alegre foi  registrado dois atrasos.

É recomendável que os passageiros cheguem com antecedência no terminal aéreo e verifiquem o status do voo no site do aeroporto ou com a companhia aérea..

Edição: Aline Leal Agência Brasil

Deputados estaduais aprovam aumento de 37% no próprio salário no MA

Em regime de urgência, deputados estaduais aprovaram, nessa quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa do Maranhão, o aumento de até 37% no próprio salário .

Atualmente, cada deputado estadual recebe vencimento bruto de R$ 25.322,25. Porém, com a aprovação, os salários serão reajustados de forma escalonada até chegar a 37% em 2026.

A partir de 1º de janeiro de 2023, os deputados que encerram mandato somente em fevereiro do próximo ano já passarão a receber salário no valor de R$ 29.469,99.

A partir de 1º de abril de 2023, com a chegada nos novos deputados eleitos em outubro, os vencimentos serão de R$ 30.943,54. Em 1º de fevereiro de 2024, o salário será novamente reajustado e subirá para R$ 32.196,02.

Por fim, em fevereiro de 2025, os salários dos deputados passarão a ser de R$ 33.448,49 até o dia 1º de fevereiro de 2026, quando o valor será de R$ 34.774,64.Por: G1 MA

Seletivo para o SESI-MA abre vagas em Bacabal, Caxias, Imperatriz e São Luís

O Instituto Euvaldo Lodi- MA (IEL), entidade do Sistema FIEMA, abriu as inscrições para o processo seletivo do Serviço Social da Indústria (SESI-MA) 016/2022 e 017/2022, com salários que podem chegar até R$ 5.574,60.

Os interessados devem se inscrever no site https://sistemas.fiema.org.br/seletivos/, até o dia 25/12/2022. São 17 vagas imediatas para diversos cargos de nível médio e superior, distribuídos nos municípios de Bacabal, Caxias, Imperatriz e São Luís.

As oportunidades são para professor de ensino médio – Matemática, Língua Portuguesa, Física, Educação Artística, Geografia; e Professor de Ensino Infantil/Fundamental – Pedagogia AEE (Atendimento Educacional Especializado), Pedagogia, Ensino Religioso.

Também há vagas para Assistente Técnico – Técnico de Eletromecânica, Motorista, Técnico de Segurança do Trabalho, Técnico de Enfermagem e Assistente de T.I.

O candidato só poderá concorrer a uma das vagas em cada processo seletivo, devendo analisar os requisitos e definir a que melhor se adequa a sua experiência e seu perfil. A taxa de inscrição para o nível médio é de R$ 70,00 e superior, R$ 90,00. As provas objetivas estão previstas para serem realizadas no dia 08/01/2023.

O candidato poderá conferir a listagem com a concorrência de inscritos por cargo no site de inscrição a partir do dia 29/12/2022. Para mais informações, entrar em contato pelo e-mail seletivo@fiema.org.br ou acessar o site https://sistemas.fiema.org.br/seletivos/.Por: O Imparcial 

Caixão com corpo é abandonado em estrada após carro de funerária ser roubado a caminho de velório no Ceará

Caixão estava em carro da funerária e era transportado até o velório, quando criminosos roubaram o veículo. — Foto: Arquivo pessoal

Veículo foi interceptado por um carro com suspeitos armados.

Um caixão com o corpo de um homem foi abandonado em uma estrada de terra na localidade de Frei Jorge, zona rural da cidade de Cruz, no interior do Ceará, após a caminhonete da funerária ser tomada de assalto a caminho do velório, na noite desta quarta-feira (21).

De acordo com um funcionário da funerária, que terá a identidade preservada, o veículo tinha como destino a localidade de Baixio, porém foi interceptado por um carro com criminosos armados na saída de Jijoca de Jericoacoara.

Na fuga, os suspeitos abandonaram o caixão com o corpo e os equipamentos da funerária em uma estrada. A Polícia Militar foi acionada ao local e o corpo foi recolhido.

Caixão com o corpo de um homem foi abandonado na zona rural da cidade de Cruz, após assalto a veículo de funerária em Jijoca de Jericoacoara. — Foto: Arquivo pessoal

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o caso é investigado pela Delegacia Municipal de Jijoca de Jericoacoara. Agentes realizam buscas na região com o intuito de localizar o veículo e os suspeitos.

A pasta também reforçou a importância do registro do Boletim de Ocorrência (B.O) para repassar mais detalhes sobre o fato.

Denúncias

Conforme a SSPDS, a população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (88) 3669-1264, da Delegacia Municipal de Jijoca de Jericoacoara.

Outro canal para repassar informações é o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou para o (85) 3101-0181, que é o número de WhatsApp, por onde podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia. O sigilo e o anonimato são garantidos pela polícia. Por:G1-CE