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Um homem chamado Luciano dos Santos Silva, suspeito de participar diretamente do roubo milionário à empresa de transporte de valores Cefor, ocorrido em outubro de 2024 em Bacabal (MA), foi preso na segunda-feira (10) no bairro Pio XII, Zona Sul de Teresina (PI).
Segundo a Polícia Civil do Piauí (PCPI), Luciano foi responsável por entregar os veículos utilizados no esquema e organizar a coordenação logística da quadrilha, garantindo o deslocamento dos criminosos entre Maranhão e Piauí.
Na ocasião, cerca de 13 criminosos fortemente armados invadiram a sede da empresa e roubaram mais de R$ 22 milhões. Inicialmente, a quantia informada era de R$ 50 milhões, porém a polícia corrigiu o valor.
Além de Luciano, outros cinco suspeitos de envolvimento no crime estão presos – desses, três foram capturados no Piauí. Um sexto morreu no ano passado, em confronto após reagir a uma abordagem policial em Santa Rita (MA), de acordo com a polícia do Maranhão.
“É uma organização criminosa com atuação interestadual, com indivíduos procurados pelas polícias do Piauí, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia e Pará. Utilizam armas de grosso calibre e não demonstram arrependimento”, comentou o delegado Charles Pessoa, coordenador do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da PCPI.
O suspeito preso na segunda está detido e vai passar pelos procedimentos legais da prisão. As forças de segurança continuam investigando o caso para identificar outros membros do grupo e reunir provas para o processo judicial.
O assalto milionário à Cefor, empresa especializada no transporte de valores, aconteceu no dia 18 de outubro de 2024 em Bacabal (MA).
Conforme as investigações, homens armados teriam rendido os funcionários e em seguida, levado os valores da empresa. Durante a ação criminosa, os assaltantes agiram de forma silenciosa e nenhum dos funcionários reagiu.
Após o assalto, os bandidos fugiram em duas caminhonetes em direção ao povoado Palmeiral, situado na zona rural de Bacabal.
De acordo com a polícia, denúncias anônimas apontaram que o grupo chegou a ocupar uma casa alugada, localizada próxima a empresa de valores.Fonte: G1-PI